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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Nova Composição do Comitê de Assuntos Gerais da Oficina





COMITÊ DE ASSUNTOS GERAIS DA OFICINA









MEMBROS NATOS

AGOSTINHO Queiroz Soares, M. I.


AMARILDO André de Araújo, M. I.


Antonio JAIME Machado da Silva Carneiro, M. I.


Herivaldo José CRISTO de Sousa, M. I.


José RIBAMAR Silva Lima, M. I. (Presidente)



MEMBROS NOMEADOS

Luiz Gonzaga Ferro e Silva SOUTO , M. M.


MARCO ANTONIO Silva Lima, M. M. (Secretário)



Nova Diretoria da Loja





DIRETORIA DA LOJA
2013 / 2015


V. M.

JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA


1º VIG.

AGOSTINHO QUEIROZ SOARES


2° VIG.

MARCO ANTONIO SILVA LIMA


SEC.

HERMANO JOSÉ CRISTO DE SOUSA


TES.

LUIZ GONZAGA FERRO E SILVA SOUTO


ORADOR

AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO


CHANC.

HERIVALDO JOSÉ CRISTO DE SOUSA


G. INT.

DULCÍDIO OLIVEIRA COSTA NETO


G. EXT.

ANTONIO JAIME MACHADO DA SILVA CARNEIRO


terça-feira, 2 de julho de 2013

Irmão José RIBAMAR Silva Lima é Instalado no cargo de Venerável Mestre da Loja





No dia 20 de junho, a comissão instaladora composta pelos Irmãos AGOSTINHO QUEIROZ SOARES, HERIVALDO JOSÉ CRISTO DE SOUSA  e ANTONIO JAIME MACHADO DA SILVA CARNEIRO, sob a presidência do primeiro e de acordo como Ato Nº 093/2011-2015/GOEPA, Instalou e deu Posse ao Irmão JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA no cargo de Venerável Mestre da Loja.

A belíssima Sessão Solene contou com a presença de todos os Membros Ativos do Quadro de Obreiros da Oficina e 11 Irmãos de 07 Lojas do Grande Oriente do Estado do Pará.


Irmãos visitantes que prestigiaram a nossa Sessão Solene:
Irm. OSCAR FERNANDES LEIS FIGUEIREDO (Past Master) - da A.R.L.S. KABBALAH Nº 3478;
Irm. LOURIVAL MONTEIRO LOBATO (Secretário) -  da A.R.L.S. CAVALEIRO DO ORIENTE Nº 2568;
Irm. RAIMUNDO DOS SANTOS LANHELAS (Venerável Mestre) - da A.R.L.S. "JOÃO SALOMÃO FILHO" Nº 2094;
IIrm. OMAR MOURÃO FILHO (Ex Venerável) e ANTONIO CARLOS DE SOUZA SIQUEIRA (Venerável Mestre) - da A.R.L.S. "WILSON GERALDO DE OLIVEIRA FERREIRA Nº 3748;
IIrm. HALDONE LIRA FONSÊCA (Ex-Venerável) e EVAIR (Venerável Mestre) - da A.R.L.S.  "LAURO SODRÉ" III Nº 1497;
Irm. MARCELINO - da A.R.L.S. AURORA CAPITÃO-POÇENSE Nº 1985, do Oriente de Capitão Poço/PA;
IIrm. DULCÍDIO OLIVEIRA COSTA NETO, JOSÉ MARIA DE SOUZA MARTINS (Deputado Federal) e FRANCISCO RAIMUNDO MIRANDA DE MELO (Venerável Mestre)  - da A.R.L.S. "REI DAVI" Nº 3742, do Oriente de Castanhal/PA.























Após a Sessão foi realizado um alegre Ágape Fraternal, na Churrascaria Boi D'Ouro - localizada na Avenida Duque de Caxias, no bairro de Fátima, com a presença importante de grande número de Obreiros e Convidados.

























Fotos: IIrm. BRUNO Gemaque, Herivaldo CRISTO e REINAN Abreu.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Novo Secretário da Oficina


O Irmão M. M. HERMANO JOSÉ CRISTO DE SOUSA assumiu no dia 05 de março corrente, o cargo de Secretário desta Oficina em substituição ao Irmão M. M. ODUVALDO SÉRGIO DE SOUZA SEABRA, que pediu exoneração devido a compromissos profissionais da sua vida profana. Veja abaixo os respectivos Atos do nosso Venerável Mestre:







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domingo, 10 de julho de 2011

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O Orador

No Blog Irmão A Partir Pedra


O Orador é o guardião da Tradição Maçónica e zelador pelo cumprimento das leis e regulamentos em Loja, pela Loja e pelos obreiros da Loja. Integra, com o Venerável Mestre e o 1.º Vigilante, a Comissão de Justiça da Loja. É o único obreiro que pode interromper qualquer outro obreiro, incluindo o Venerável Mestre, quando se lhe afigure necessário para assegurar o cumprimento dos princípios, leis ou regulamentos maçónicos. Não admira, assim, que a medalha do Orador seja constituída por uma imagem das Tábuas da Lei.

O Orador é um ofício específico do Rito Escocês Antigo e Aceite, que não deve ser confundido, por exemplo, com o ofício de Capelão em outros ritos. Com efeito, o Orador é o oficial da Loja que tem, além da anteriormente referida, a função ritual de proferir Orações. Mas isso não quer dizer Preces... A Oração proferida por este Oficial da Loja é de outra natureza: o Orador tira, de cada debate, as suas conclusões e nisso deve consistir a Oração final (no sentido de "intervenção oral") que lhe compete produzir. Assim, compete ao Orador, no final de cada debate, resumir e organizar as várias posições que tenham sido expostas e, em função das mesmas dar o seu parecer ao Venerável Mestre sobre a decisão a tomar e a forma como deve ser tomada.

Recorde-se que o debate em Loja processa-se segundo regras rígidas, tendentes a possibilitar a livre expressão da opinião de cada um, sem constrangimentos nem perturbações. Importa a substância do que é transmitido, não a sua forma. Debate-se, no sentido de se analisar uma questão e tomar uma decisão; não se discute para procurar fazer valer a sua opinião, para levar de vencida opositores (pois em Loja não há opositores, apenas Irmãos que cooperam) ou rebater argumentos. Em Loja, o debate estabelece-se sempre relativamente a uma questão concreta, em relação à qual cada Mestre deve proceder à sua análise, dar a sua opinião, apresentar o seu entendimento da melhor forma de proceder. Cada Mestre intervém uma e só uma vez em cada debate. Não se interrompe ninguém (o único que pode fazê-lo, e unicamente para salvaguarda dos usos e costumes, leis e regulamentos maçónicos é precisamente o Orador - e esta situação só raramente ocorre). Cada Mestre só inicia a sua intervenção após estar terminada a intervenção anterior e depois de devidamente autorizado a fazê-lo pelo Venerável Mestre. Em caso algum se estabelece diálogo: cada Mestre fala para toda a Loja, não para uma pessoa em particular. Cada um dá a sua opinião sobre o tema, não gasta o seu latim e a paciência dos demais a refutar ou criticar outras opiniões anteriormente expressas: a assembleia é composta de homens inteligentes, que facilmente podem discernir que se A entende branco e B amarelo, B não concorda com A e tem uma opinião diversa dele - não vale a pena afirmá-lo expressamente. A mera expressão da fundamentação da sua opinião chega para mostrar a todos as concordâncias e discordâncias com intervenções anteriores. Em resumo, em Loja não se diz "não concordo com...", declara-se "o meu entendimento sobre o assunto em debate é este, por estas razões").

O Orador efetua o resumo do debate com o máximo de objetividade possível e coloca em relevo o sentir da Loja, o que resultou do debate. Ao fazer o resumo, o Orador evidencia se se verificou uma posição unânime, e em que sentido, se se manifestaram entendimentos diversos, mas um deles foi largamente maioritário, e qual, se há diversos entendimentos, sem que se tivesse destacado uma posição largamente maioritária, ou se o debate não foi conclusivo, por falta de elementos ou de opiniões consolidadas sobre a questão em análise.

Feito o resumo do debate, o Orador tira a sua conclusão, isto é, o parecer, a recomendação, que transmite ao Venerável Mestre sobre a decisão a tomar. A conclusão do debate tirada pelo Orador nada tem a ver com a posição pessoal que porventura tenha. Assinala se houve unanimidade ou, pelo menos, uma posição largamente maioritária - e, nesse caso, recomenda que o Venerável Mestre decida em conformidade com o sentido expresso pela Loja, sem necessidade de votação - ou indica as posições expressas que, não sendo evidente uma tendência largamente maioritária, devem ser colocadas à votação pela Loja. O enunciar dessas posições deve ser claro e inequívoco, para que a Loja, ao votar, saiba exatamente o que está em causa na escolha que vai fazer. Quando tal se justifique, seja por das intervenções ressaltar a falta de elementos suficientes para uma decisão devidamente fundamentada, seja por se notarem mais dúvidas do que certezas, o Orador deve recomendar o adiamento da decisão, sugerindo as diligências a efetuar para possibilitar, em devido tempo, uma decisão mais esclarecida.

Note-se que o Venerável Mestre não está obrigado a decidir em conformidade com as conclusões do Orador. Pode discordar e decidir em sentido diferente, formal ou substancialmente. É o Venerável Mestre aquele a quem a Loja delegou o exercício da autoridade. O Orador é - sempre - um colaborador, um auxiliar, do Venerável Mestre, nunca uma eminência parda que se lhe imponha. E isto mesmo até quando o Orador, no uso da sua competência de guardião da Tradição Maçónica e zelador pelo cumprimento das leis e regulamentos, porventura chame a atenção do Venerável Mestre para uma infração ou falha que se esteja em vias de cometer. Ainda assim, o poder de decisão final é do Venerável Mestre e só do Venerável Mestre. Se errar, é ele quem erra e é ele que assume a responsabilidade do erro. Ao Orador compete avisar, não pretender sobrepor uma sua inexistente autoridade à única que vigora em Loja.

No final da sessão, após ter sido concedida a palavra a bem da Ordem ou da Loja (o que, em reuniões profanas corresponde ao "período depois da Ordem do Dia"...), o Orador tira as suas conclusões sobre a reunião. Não se trata aqui de sumariar as intervenções a bem da Ordem ou da Loja, porque estas, ou são meramente informativas ou, se carecerem de deliberação, são apenas introdutórias de um debate a efetuar em sessão futura. Trata-se de sumariar o que foi feito e deliberado na sessão. Este breve sumário, para além de evidenciar o trabalho realizado, facilita a tarefa do Secretário de elaboração da ata da sessão, a ser aprovada na reunião seguinte.

É também frequente que o Orador, nas suas conclusões finais, apresente uma (breve, muito breve) Prancha Traçada sobre um tema maçónico, preferentemente relacionado com o que se tratou na sessão em causa. Porém, tal NUNCA sucede quando na sessão tiver sido apresentada uma outra Prancha Traçada por um Mestre. Em cada sessão de Loja deve haver formação dos obreiros, deve ser apresentado, em contribuição para o trabalho de aperfeiçoamento dos obreiros, um trabalho, uma exposição, um estudo - em resumo, uma Prancha Traçada. É incumbência, dever, dos Mestres da Loja garantirem-no. Se o não fizerem, estão a prejudicar a aprendizagem e a integração dos Aprendizes e Companheiros e a própria evolução pessoal dos Mestres. Mas apenas deve ser apresentada e colocada à meditação da Loja uma única Prancha Traçada de Mestre. Mais do que isso, seria estabelecer a confusão. Um tema para meditação e estudo por sessão é o necessário e o suficiente. Assim, se nessa sessão, tiver sido apresentada por um Mestre uma Prancha Traçada, a conclusão final do Irmão Orador resumir-se-á ao sumário dos trabalhos (incluindo a referência a essa Prancha Traçada, obviamente). Se tal não tiver sucedido, incumbe ao Orador, Mestre que efetua a última intervenção formal antes do encerramento dos trabalhos, garantir que a Loja não fique sem matéria para estudo e meditação, através então de uma brevíssima Prancha Traçada, em que, mais do que ensinamentos ou proposições, deve levantar pistas para reflexão. Assim, ficam os trabalhos justos e perfeitos!

Rui Bandeira