sábado, 30 de março de 2013
terça-feira, 28 de junho de 2011
Minuto Maçônico
YORK
1º - Uma antiga cidade da Inglaterra, conhecida entre os romanos como Eboracum. Até metade do século XVIII, York foi considerada a capital do norte da Inglaterra e a segunda cidade daquele país.
2º - A história lendária da Maçonaria faz referência a esta cidade, na qual se teria realizado, no ano 926, uma pretensa Assembléia Geral dos Maçons.
3º - Segundo os anais maçônicos, foi edificada pelas sociedades de construtores, ou Colégios, que acompanhavam as legiões romanas e converteram essa cidade num centro das famosas Confrarias de construtores.
4º - Diz Alec Mellor: “Subsiste uma certa incerteza a respeito do que foi o seu ritual, ainda que numerosas Lojas americanas se dizem hoje do “Rito de York”, o qual permanece em vigor nos EUA, supondo-se, pelo menos, que a denominação corresponda à verdade".
5º - A história da Maçonaria registra, todavia, que em 1705 várias Lojas do Yorkshire reuniram-se em federação e, em 1725, constituíram-se em Grandes Lojas como aquela fundada em Londres em 1717. Reivindicando maior antigüidade, esta federação assumiu a denominação de “Grande Loja para toda a Inglaterra reunida em York”, pretendendo remontar ao ano 926.
Nota: (A Trolha) O Rito de York abriga em torno de sete tipos de Rituais que muito se assemelham entre si cujas práticas variam de acordo com as regiões na Inglaterra. São eles: o Emulation, o Logic, o Taylor’s; o Alfaiate; o Bristol, o Stability e o West End.
Lembre-se,
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
Rui Tinoco de Figueiredo – MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO – 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo
Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
RITUAL DE EMULAÇÃO – O Grau de Aprendiz Maçom
Sinopse:
A Cerimônia de Primeiro Grau significa o nascimento, ou o nascimento de conhecimento. Este é o Grau de Aprendiz Maçom no Ritual de Emulação. Dando continuidade ao estudo iniciado há um ano atrás, e agora ao invés de tratar do Ritual de Emulação em linhas gerais, venho apresentar um estudo em profundidade do Grau de Aprendiz, o grau onde tudo acontece no Ritual de Emulação, a base ritualística da Loja. Foram analisados o Sistema Inglês, o candidato, a cerimônia em seus detalhes, a Loja, a ritualística, a instrução, ou seja, a Preleção do Aprendiz, entre outras informações importantes e demais curiosidades do Grau e do Sistema, além da história da Tábua de Delinear na “Emulation Lodge of Improvement”, e muito mais. É um livro de consulta, de estudo, um manual, uma fonte confiável ao Irmão que busca aprimorar-se neste Sistema de Trabalho Maçônico, e que com certeza irá surpreender-se com as informações aqui contidas.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A Cerimônia de Iniciação no Ritual Emulação (“Rito de York” no GOB)

Nesta cerimônia em particular, há bem a representação da escuridão e da luz, pois, o candidato à iniciação é tido como que em trevas e ao receber a luz na Maçonaria, recebe a luz do conhecimento, dos mistérios da Ordem, que modificarão sua vida para sempre. É a cerimônia mais importante da Ordem, pois é a entrada de um novo membro, por isso inesquecível.
Um ponto muito importante na Cerimônia de Iniciação é a prova da caridade: –”Tem alguma coisa a dar?”, com um significado muito profundo porque o candidato está deliberadamente impedido de aceitar o desafio. Todos os valores – metais tinham sido retirados antes. Mas isso serve para demonstrar que a caridade vem do coração e é uma forma de vida não apenas um pagamento. A vestimenta e ausência de valores fazem o candidato refletir de que maneira ele pode demonstrar caridade.
É para ser um lembrete constante de sua obrigação a de aliviar o sofrimento dos Irmãos indigentes ou carentes. A caridade, como demonstrada, pode assumir a forma de seu tempo, sua energia, a sua amizade ou assistência financeira, enfim, são diversas as formas de caridade a que o candidato é submetido a refletir. A prática da caridade no seu sentido mais amplo é o fundamento e o trampolim para outras qualidades de vida.
Um detalhe interessante no Sistema de Trabalho Emulação é que, tradicionalmente, o candidato na iniciação, não recebe uma versão impressa do ritual – receberá apenas no terceiro grau, pois o costume é praticá–lo em Loja na forma decorada, e como o Aprendiz não pode exercer qualquer outro cargo que não o de Mordomo, e esse não tem funções ritualísticas, o Aprendiz aprenderá o ritual assistindo às sessões da Loja, ou seja, emulando propriamente dito.
A preparação do candidato e o uso de pijamas – um grande cuidado era tomado da condição pessoal de cada Israelita que entrava no Templo de adoração Divina. O tratado Talmudic, intitulado Baracoth, que contém as instruções para o ritual cultuado entre os judeus, estabelece as seguintes regras para a preparação de todos os que visitam o templo: “Nenhum homem deve ir para o Templo com o seu cajado pessoal, nem com os sapatos nos pés; nem com a sua peça de vestuário, nem com o dinheiro atrelado à sua bolsa”. Existem certos usos cerimoniais na Maçonaria, por exemplo, a Cerimônia de Iniciação, que fornecerão o que pode ser chamado, pelo menos, de muito notáveis coincidências com esse velho costume judeu.
A preparação do candidato para a iniciação na Maçonaria é completamente simbólica. Ela varia em diferentes graus, e, por isso, o simbolismo varia com ela.
Não sendo arbitrária e inexpressiva, mas, pelo contrário, convencional e cheia de significado, ela não pode ser alterada, abreviada, ou acrescentada em qualquer dos seus detalhes, sem afetar a sua concepção esotérica. Nela, na máxima extensão, cada candidato deverá, sem exceção, submeter-se. A preparação de um candidato é uma das mais delicadas tarefas que temos de executar e deve ser tomado cuidado na nomeação do Oficial, o qual deve ter em mente que “o que não é admissível entre cavalheiros deve ser impossível entre Francomaçons” (Albert Mackey).
Pelo Ritual de Emulação Inglês – Emulation Ritual, notamos que se trata de uma tarefa a ser desempenhada pelo Cobridor, o qual deve estar preparado e capacitado para tal tarefa.
Portanto, a preparação do candidato para a iniciação deve ser feita numa sala contígua à Loja e consiste em:
- Ser desp. dos met.;
- Olhos vend.;
- Braço d., p. esq. e j. esq. desn.;
- P. d. calçado com ch.; e,
- Um l. de c. com n. c. no pescoço.
Existe também um costume antigo nas Lojas Inglesas que é a prática de despir o candidato de suas vestes habituais e vesti-lo com um pijama branco, próprio da Loja, sendo preparado da mesma forma descrita acima, somente diferenciando que nesse caso, ambos os pés são calçados com chinelos.
O sistema especial nas Lojas Inglesas, da vestimenta dos candidatos, conforme tradição antiga tinha três pontos em particular na sua bem conhecida finalidade, o que resultava no sistema assim concebido: (1) possivelmente a fim de garantir que os candidatos não escondam armas de defesa ou delito, uma prática que pode ter significado de centenas de anos atrás; (2) a desvendar o coração, para revelar o sexo, mas, ainda mais provável, tendo em conta a tradição quase universal de que o coração é a sede da alma, para sugerir o fervor do candidato e sinceridade, e por último (3) as provas dos candidatos quanto à humildade, talvez a maior das qualidades que a Maçonaria se propõe a ensinar.
AUTOR
Enviado pelo Ir.’. Fábio Mendes Paulino M.’.M.’. ARLS “MA’AT – Verdade, Justiça e Retidão”. Nº 3669 – GOSP/GOB Autor do Livro do qual este texto é integrante: “RITUAL EMULAÇÃO – A Maçonaria Inglesa no Brasil”. História e Generalidades do Sistema de Trabalho Maçônico baseado no Ritual Emulação. Manual Ritualístico e de Procedimentos. 1a Ed. Clube de Autores. 2010. ISBN:978-85-910509-0-1. Site: www.ritualemulacao.com
segunda-feira, 12 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Origem do Rito de Emulação (Cont.)
Em 21/11/1912, pelo DECRETO Nª 478, “Lauro Sodré, Grão-Mestre da Ordem Maçônica no Brasil, faz saber a todos os maçons e officinas da Federação que a Sob.·. Assembléa Geral adoptou, na sess.·. realisada a 21 de novembro findo, a seguinte: RESOLUÇÃO - Art. 1ª - Fica creado, no Or.·. do Pod.·. Centr.·., o Gr.·. Cap.·. do Rito de York, ao qual se subordinarão, liturgicamente, todas as lloj.·. desse rito actualmente existentes no Brasil e as que de futuro fôrem fundadas.” O Grande Capítulo de York foi instalado em dezembro de 1913.
Em 21/12/1912, como parte do acordo de 1881, o G.O.B. e a UGLE, assinaram um TRATADO, de reconhe-cimento do Grande Capítulo de York. Neste acordo, os ingleses não refutaram esta expressão à tradução brasileira do acordo, porque simplesmente não o poderiam fazer. Já que a Constituição do G.O.B. reconhecia apenas o Rito de York. Porém, os ingleses nunca se referiam ao Grande Capitulo de York como “Grand Chapter of the York Rite” e sim como “Grand Conseil of Craft Masonry in Brazil” ou mais propriamente como “Grande Conselho do Ofício Maçônico no Brasil”.
Começava aqui toda a confusão, e estava ela então implantada, quanto ao nome do Rito que por aqui se praticaria. Por uma disputa de forças políticas, institucionalizou-se chamar incorretamente o “Trabalho de Emulação” como “Rito de York”.
Vamos fazer um exercício de ANALOGIA. Os Rituais Ingleses denominaram-se como “As Exatas Cerimônias da Arte Maçônica” e em sua Constituição se tratam e se refe-rem a estas cerimônias como “Trabalho de Emulação”,
Dicionário Aurélio:
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Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP. Fonte: www.palavramaconica.com.br
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Origem do Rito de Emulação
Em 27/04/1874, a “Grand Lodge of Wisconsin”, reconheceu o Grande Oriente dos Beneditinos, quer dizer, o Grande Oriente Unido do Brasil, por uma comunicação epistolar.
Em Dez/1881, assinou-se um tratado entre o Grande Oriente do Brasil e a Grande Loja Unida da Inglaterra, por intermédio político do maçom brasileiro, contra-almirante Arthur Silveira da Motta, depois Barão de Jaceguai, para a instalação de Lojas Inglesas no Brasil sob a tutela do G.O.B.
Em 18/01/1883, o Grande Oriente dos Beneditinos funde-se com o G.O.B., vindo junto com ele as duas únicas Lojas no Brasil do “Rito de York” (aquele praticado na América do Norte) a “Washington Lodge”, recebendo o número 309 no Registro Geral das Lojas; apesar disso, foi considerada, posteriormente, quando da fundação do Grande Capítulo do Rito de York do G.O.B., como a Loja nª 1 do Rito; e a Loja “Lessing”, recebendo o número 395. Estas duas Lojas abateram colunas no final do século XIX.
Em 22/12/1891, O G.O.B. funda no Brasil a Primeira Loja verdadeiramente de origem inglesa a praticar o Ritual de Emulação, a Loja “Eureka nª 440”, RJ, seguindo-se a esta as Lojas; “Duke of Clarence nª 443” em 10/10/1892 (BA); “Morro Velho Lodge nª 648”, em 20 de março de 1899 em Nova Lima (MG); “Lodge Of Unity nª 792”, em 22/09/1902 em São Paulo (SP); “St. George’s Lodge nª 817” em 30/07/1904, em Recife (PE); “Lodge Of Wanderers nª 856”, em 5/09/1907 em Santos (SP); “Edward VII Lodge nª 903” em 10/11/1911 em Belém do Pará.
Estas Lojas trabalhavam pelo Ritual Inglês, todas na língua inglesa, eram muito seletivas e se mantinham à margem das demais Lojas Brasileiras, por isto, e inadvertidamente diziam os brasileiros que elas praticavam o “Rito de York”. Os ingleses não tratavam a cerimônia como Rito de York, mas faziam vistas grossas, como forma de adquirir apoio do G.O.B. a quem eram subordinados. A grande verdade mesmo, é que na época, os brasileiros não davam a mínima importância para o “Trabalho de Emulação” ou para qualquer rito que não fosse o REAA. Postura esta da maioria absoluta dos Maçons Brasileiros, que perdurou até bem pouco tempo de maneira acentuada.
Na Constituição do G.O.B. de 24/02/1907, em seu art.63, reconhece a ortodoxia RITO de YORK para as cerimônias praticadas tanto pelos americanos como pelos ingleses. Agora sim, o G.O.B. institucionalizou o erro e o ratificou no decreto abaixo.
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Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP. Fonte: www.palavramaconica.com.br
terça-feira, 11 de maio de 2010
Origem do Rito de Emulação
Em 1863, 07 (sete) Lojas desligaram-se do G.O.B. e fundaram uma Potência de mesmo nome, que mais tarde mudariam para Grande Oriente Unido do Brasil, porém, ficaram conhecidos mesmo pelo apelido de Grande Oriente dos Beneditinos, relação feita com o endereço da sede, que se situava na Rua dos Beneditinos, nª. 22 – Rio de Janeiro.
Em 1871, finalmente 48 anos depois, para que não se deixassem proliferar rituais paralelos manuscritos ou impressos, um ritual dos Trabalhos Maçônicos (Cerimônia ou Rito), praticado na Inglaterra foi publicado, e denominava-se “The Perfect Ceremonies of Craft Masonry” (Publicado pela: A. Lewis, Publishers – Londres), traduzido ao pé da letra como “As Exatas Cerimônias da Arte Maçônica”.
“Pires, Joaquim da S. - O Suposto Rito de York” (... não existia nesta publicação nenhuma referência às expressões YORK RITE e EMULATION RITE, e a referência ao vocábulo EMULATION, era com referência à Loja Emulação de Aperfeiçoamento).
Até hoje os Rituais na Inglaterra não fazem nenhu-ma referência ao YORK RITE (RITO DE YORK), mas o chama como “Trabalho de Emulação” e todas as referências maçônicas da época feitas no Brasil, tratavam estas cerimônias como “Rito Inglês”. Recentemente assistindo uma palestra do Ir. Plínio V. Genz – P.A.G.D. C – P.A.G.D.M., sobre o Rito, logo no início da apresentação ele diz o seguinte: “O Rito Inglês no Brasil conhecido como RITO DE YORK”, (discurso do qual tive a honra de receber o original de suas mãos). Ora, como pode ser conhecido no Brasil como RITO DE YORK e na Inglaterra não? Ainda mais que em visita ao Brasil alguns Irmãos Americanos (EUA), afirmaram que a Ritualística Inglesa praticada no Brasil, “é qualquer coisa menos o RITO DE YORK”.
Então vem a seguinte pergunta: por que é que no Brasil, chamar “As Exatas Cerimônias da Arte Maçônica (The Perfect Ceremonies of Craft Masonry)”, mais precisamente reconhecida hoje na Inglaterra por “Trabalho de Emulação”, de RITO DE YORK tomou corpo?
Em 1872, o Grande Oriente dos Beneditinos com a intenção de adquirir reconhecimento dos americanos, fundou no “Rito de York” (aquele praticado na América do Norte), a Loja “Vésper”, que pouco tempo depois de sua abertura abateu colunas, reergueu-se adotando o “Rito Moderno” em 22/06/1874, fundindo-se com a Loja “Mystério” em 1879, adotando o “Rito Adonhiramita”. Em 19/11/1874, funda-se a “Washington Lodge” em Santa Bárbara D´Oeste/SP, formada por imigrantes Norte-americanos e fugidos da Guerra Civil, esta talvez a única no autêntico “Rito de York”(afirma Joaquim da S. Pires). E em 22/03/1880, funda-se a Loja “Lessing”, em Santa Cruz/RS que, por ter um nome alemão e ser formada por eles, duvida-se de suas práticas (afirma Joaquim da S. Pires). Todas estas Lojas sem o mínimo vínculo ou intenções com a Inglaterra.
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Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP. Fonte: www.palavramaconica.com.br
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Origem do Rito de Emulação
Em 1827 o G.M. juntamente com um conselho de MM.II., em apenas quatro reuniões, aprovaram a Cerimônia de Instalação Inglesa que perdura até hoje.
A França e os EUA não adotaram as mudanças ritualísticas processadas pelos ingleses, assim os americanos permaneceram sem se adaptarem às mudanças inglesas, inclusive acrescentando outras. Portanto, já haviam criado uma estrutura ritualística diferente com um subseqüente caminho para um corpo filosófico próprio, gerando um formato para o então “Rito de York” nos EUA que assim ficou batizado e até hoje assim permanece. Devemos aqui ter o máximo cuidado em compararmos.
A FRANCO MAÇONARIA CAPITULAR é praticada por mais de 200 anos, tendo grande significado moral, beleza e forjada na mais pura Tradição Maçônica.
Ao ser Avançado ao Grau de Mestre de Marca, Grau este que não é conhecido por números mas por nome, você estará resgatando algumas das tradições operativas mais singelas e tocantes dos pedreiros livres da Idade Média, autenticando sua Marca numa identificação que carregará consigo por toda a vida, exatamente como faziam nossos antepassados. Dentro do Grau da Marca existe o Grau de Nautas que é o final desta linha maçônica.
A Ordem do Santo Real Arco de Jerusalém, oriundo deste Rito, não é filosofismo, é a mais pura maçonaria simbólica, pois completa o Grau de Mestre (3ª Grau) e em hipótese alguma se pode dizer que é um quarto Grau. Ao ser Exaltado Maçom do Real Arco, você terá, finalmente, plena consciência do que significa ser Mestre Maçom, ao ver concluída a Lenda de Hiram. O Real Arco traz, a Maçons de todos os Ritos, uma nova compreensão do Simbolismo e nos leva a pensar, comparar e entender, elevando cada um de nós a uma dimensão inteiramente nova.
Ao ser armado Cavaleiro de um Priorato da Ordem Unida Militar e Maçônica do Templo de São João de Jerusalém, Palestina Rodes e Malta, você entra na mais pura maçonaria primitiva, quando os Cavaleiros Templários se misturaram com os Maçons Operativos, unificando filosofia e ciência – é uma ordem estritamente cristã.
CAPÍTULO II – O Rito de Emulação no Brasil
28/06/1837, a Grande Loja Unida da Inglaterra instala em território brasileiro a “Orphan Lodge-616” RJ, que já havia sido fundada em 1833. Em seguida, instala a “St. John’s Lodge-703” RJ em 1842, fundada em 1839, e a “Southern Cross Lodge-970” PE em 1856. As primeiras a adotarem o Ritual Inglês no Brasil e todas elas filiadas à Inglaterra e de língua Inglesa, pois não havia tratado de amizade, de reconhecimento ou qualquer coisa que o equivalha, porém vieram a abater colunas em 1844 - Orfhan, 1862-St. John’s e 1873-Southern Cross.
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Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
Fonte: www.palavramaconica.com.br
terça-feira, 4 de maio de 2010
Origem do Rito de Emulação
Em 1751, a fundação da Grande Loja de York (Grand Lodge of England), se auto-intitulando de “Antigos”, mesmo tendo sido fundada 34 anos depois da G.L. de Londres que, por analogia, ficou denominada de “Modernos”.
Os Antigos, acusando a G.L. de Londres de haver promovido uma alteração nos Landmarks, se consideravam praticantes da chamada “a pura maçonaria”. Isto criou uma grande rivalidade entre as duas Grandes Lojas. Na verdade, não se trata de um rito, mas sim de um procedimento (uma espécie de catecismo), adotados pelos Maçons de York (Antigos) e Londres (Modernos), que divergiam em alguns poucos pontos nos procedimentos adotados. Não havia diferenças ritualísticas acentuadas que pudessem ser caracterizadas nos procedimentos ritualísticos, era praticamente um mesmo procedimento.
A lenda de Hiram, a do 3ª Grau, mesmo que ainda causasse controvérsias, firmava-se.
No começo de 1800, este catecismo era até então difundido e praticado também nos Estados Unidos da América e por lá foi bastante modificado pelo Ir. Thomas Webb e pelo Ir. Jeremy Cross, onde as lojas simbólicas americanas já haviam adotado o nome de Rito de York ou (Rito Americano), para os seus trabalhos Maçônicos.
Em 27/12/1813, ocorre a unificação das Grandes Lojas Inglesas ou seja os Modernos e os Antigos, dando origem a “Grande Loja Unida da Inglaterra”, resultando em um acordo de 21 Artigos, conhecido como “A Solene Afirmativa - Act of Union”.
Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Origem do Rito de Emulação
Uma 1º característica do acordo é a afirmativa de que, “a pura e Antiga Maçonaria” consiste de apenas três graus somente. Ou seja, os de Aprendiz Registrado, Companheiro de Ofício e o de Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Santo Real Arco (“that pure Antient Masonry consists of three degrees, and no more, viz., those of Entered Apprentice, the Fellow Craft (2) and the Master Mason, including the Supreme Order of Holy Royal Arch”). Reconhecendo a Suprema Ordem do Santo Real Arco, como complemento do Grau de Mestre e não como um 4ª Grau. (2ª Landmark).
Uma 2º característica estabeleceu a criação da LODGE OF RECONCILIATION, (na realidade ela já vinha trabalhando com membros de ambas as potências), cujo objetivo era promulgar e promover um sistema puro e impoluto, com a finalidade de estabelecer um formato para a maçonaria inglesa, ajustando as diferenças numa perfeita reconciliação, com um único juramento, uma única lei, um único ritual, linguagem e vestimentas. Esta Loja de Reconciliação revisou todos os graus e cerimônias com espírito de reconciliação, realizando um amplo trabalho de instrução. Este trabalho foi concluído 3 (três) anos depois, em 1816, e aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra, estabelecendo um método específico de
abertura e fechamento da Loja nos três graus, de iniciação, passagem e elevação. Terminada assim sua missão a Loja de Reconciliação dissolveu-se.
“Oliynik, Anatoli. O Rito de York (Emulation Rite). Curitiba: Ed. Vicentina” (... o trabalho foi efetuado oralmente, respeitando a proibição de nada escrever a respeito do “segredo maçônico”. Nenhuma ata foi redigida, assim como foi proibido até tomar notas).
Em 2/10/1823, é fundada na Inglaterra a EMULATION LODGE OF IMPROVEMENT (Loja Emulação de Aperfeiçoamento) ou mais corretamente “Loja de estímulo, de incentivo e de aperfeiçoamento de Mestres Maçons”. Foi constituída especificamente para M.M., com a finalidade de abastecer com instruções aqueles que quisessem ocupar os cargos de oficiais em Lojas e/ou o cargo de Venerável Mestre. Naquela época, as instruções eram feitas basicamente com preleções Maçônicas que descrevem em sua totalidade as cerimônias. Com o firme propósito de não publicar ritual, a Loja Emulação de Aperfeiçoamento praticava, desenvolvia e divulgava a cerimônia constantemente e esta prática se generalizou, tornando-se assim esta Loja a guardiã do ritual que praticamos até hoje. Cabe a observação que o ritual não era oficialmente impresso, era apenas praticado como forma de perpetuação, e que até hoje permanece a exigência de ser praticado de memória. Teve dois ajustes posteriores, um em 1964 (alteração no juramento) e outro em 1968 (sobre penalidades físicas). Este procedimento criado pela Loja de Reconciliação e guardado pela Loja de Emulação é a Cerimônia ou Rito mais próximo da maçonaria operativa, anterior a 1717.
Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Origem do Rito de Emulação
Antes de propriamente entrarmos no assunto, se faz necessário ressaltar a crise de identidade que a Cerimônia Maçônica Inglesa praticada no Brasil vem passando. Existe uma corrente de irmãos, que o chama de RITO DE YORK, outra que o chama de RITO DE EMULAÇÃO e, mais propriamente, alguns eruditos que o reconhecem como as EXATAS CERIMÔNIAS DA ARTE MAÇÔNICA ou “Arte Real” simplesmente TRA-BALHOS DE EMULAÇÃO. Ao final do relato histórico, espero demonstrar ao leitor de uma forma cronológica o porquê dos acontecimentos que justificam meu modo de pensar, seja qual for a forma pronunciada, estaremos falando da mesma Ritualística. Trata-se do Rito Primordial, o primeiro a ser praticado pela maçonaria moderna até que alterações, variações e até mesmo novas formulações criassem novos Ritos.
CAPÍTULO I - Surgimento do Rito de Emulação culminado com o nascimento da Maçonaria Moderna
24/06/1717 – é fundada a Grande Loja de Londres (Grand Lodge Freemansory of England), composta por maçons de Londres e Westminster. Até então, não havia Rito, e sim uma espécie de catecismo com três simples cerimônias: a de recepção (iniciação) de candidato como aprendiz (1ª Grau); a de passagem para companheiro (2ª Grau) e a de instalação a Mestre da Loja (presidente da Loja) – ainda não havia o 3ª Grau, o de Mestre Maçom.
Em 1723, é compilada pelos reverendos John The. Desaguliers e James Anderson e publicada em nome da Grande Loja de Londres, a hoje conhecida Constituição de Anderson, que é o ponto de partida ideológico da lei escrita da nova Maçonaria (segundo alguns, era indubitavelmente cristã).
Em 1732, é criada a Primeira Loja Maçônica na América do Norte (EUA).
Em 1736, é criada a Grande Loja da Irlanda.
Em 1738, é publicada a 2º Constituição de Anderson e a lenda de Hiram no formato do 3ª Grau foi acrescentada aos dois Graus existentes. A maçonaria era de característica cristã e, devido a condições sociais agitadas na Inglaterra e às violentas discordâncias religiosas da época, a Grande Loja de Londres julgou proveitoso “descristianizar” os graus existentes na maçonaria, requerendo apenas a crença no G.A.D.U., deste modo foram substituídas as antigas crenças cristãs.
Alguns maçons, em particular os de York, não aceitavam e discordavam da Grande Loja de Londres por uma série de modificações e alguns atos administrativos, um dos quais invasões territoriais. Isso levou a uma ruptura total entre a Grande Loja de Londres e os Maçons de York. E em decorrência, surge:
rm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
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Fonte: www.palavramaconica.com.br
segunda-feira, 1 de março de 2010
O Livro "Ritual Emulação: A Maçonaria Inglesa no Brasil"

Ritual Emulação – A Maçonaria Inglesa no Brasil. História e Generalidades do Sistema de Trabalho Maçônico Baseado no Ritual Emulação. Manual Ritualístico e de Procedimentos.
O Ritual Emulação, como um sistema de trabalho maçônico inglês, é um dos mais tradicionais do mundo e, se o considerarmos em termos de organização, de início de prática de acordo com registros antigos, está entre os mais antigos do mundo, servindo de base para outros rituais, inclusive estruturação de ritos, propriamente ditos. Por não encontrar literatura deste tema no país, resolvi pesquisar fora e assim editar esta obra, para então compartilhar com os demais irmãos o resultado de minhas pesquisas, e assim, mesmo que de forma singela, ajudar na boa prática deste tão belo, simples e ao mesmo tempo profundo, Sistema de Trabalho Maçônico. Minha esperança é que esta obra possa ajudar aos praticantes do Ritual Emulação, principalmente a dar-lhes consciência de que não podemos permitir que ocorra com ele o que aconteceu com alguns Ritos, que ao longo do tempo foram sendo modificados ao bel prazer individual de Lojas e/ou Irmãos, afastando-se e muito do seu original. O Ritual Emulação é tradicional, é praticado da mesma forma há quase dois séculos, e funciona bem assim. Mais do que ficar modificando rituais, o maçom deve preocupar-se com seu crescimento pessoal de forma ética, sem se esquecer da fraternidade e da solidariedade. Ser um construtor social implica no aparar diário das imperfeições da conduta humana. Somos falhos porque somos humanos e, justamente por sermos humanos, é que somos falhos.
Vendas (Somente pela internet):
http://www.clubedeautores.com.
Para maiores detalhes, basta acessar o link abaixo e também no site RITUALEMULACAO.COM: www.ritualemulacao.com.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Rito de York


