quarta-feira, 2 de outubro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O Pará perde Almir Gabriel
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Almir Gabriel, ainda como governador, durante visita às obras da Alça Viária, uma das grandes obras de infraestrutura creditadas à sua administração ao longo de oito anos
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sábado, 9 de fevereiro de 2013
Imperatriz homenageia o Pará na Sapucaí
| Índio Marajoara com Cerâmica |
| Castanheiro da Amazônia |
| Os Barões da Borracha |
| Vendedores do Mercado Popular |
| O Sairé |
| Tem Festa de Boto |
| Atriz Cris Vianna, Rainha da Bateria |
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
15 de Agosto: Adesão do Pará à Independência
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Governador Jatene se pronuncia sobre a divisão do estado para a Folha

Em entrevista à Folha, Jatene afirmou "O Brasil não precisa de mais Estados." Ele que prometera a seus aliados que ficaria neutro durante o plebiscito, mas passou a se pronunciar publicamente nas três semanas finais da campanha. Ele afirma que rompeu o silêncio porque a campanha a favor da divisão estava divulgando mentiras.
"Eu não posso aceitar que se vá para frente da população e se diga que, com a divisão, a receita do Estado se multiplica por três. Isso não tem nenhum fundamento", Afirma.
"As pessoas não estão querendo um Estado A, B ou C. O que elas querem é mais saneamento, mais educação, mais saúde, e isso é uma demanda legítima. Alguns políticos se aproveitam e apresentam a divisão como remédio para todos os males", disse.
Na avaliação de Jatene, a discussão sobre a divisão do Pará tem raízes na "Deficiência do Estado brasileiro. União, Estado e município não respondem às necessidades da sociedade", expõe. "Elites políticas terminam puxando isso e tentam fazer a sociedade encampar seus interesses, a partir de uma demanda legítima da própria sociedade".
Ele rejeita as críticas de que o investimento nas regiões separatistas é baixo. Segundo diz, proporcionalmente à população, os investimentos nas regiões onde seriam criados os Estados do Carajás e do Tapajós já chegaram a ser maiores do que na região da capital, Belém. "Por melhor que seja o governo, o bolo é pequeno para distribuir", afirmou.
Fonte: Blog do Bacana.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
"Ninguém divide o Pará". É o jingle pelo "Não".
Saiu o jingle oficial da campanha contra a divisão do Pará que antecede o plebiscito marcado para dezembro. Em ritmo de tecnobrega, a música foi criada pelo consagrado Edilson Moreno e produzida por uma equipe de paraenses: Paulinho (produção), maestro Dedé e Borges (finalização) e vozes de Viviane Batidão e da gang do eletro (Dj Waldo, Keila gentil, Wiliam Love e Maderito).
Clique acima para escutar.
Fonte: Blog do Espaço Aberto.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
NÃO E NÃO: NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!!!
Aqui estão as peças gráficas da campanha a favor da integridade territorial do Pará.
Estão muito boas. Lembrem-se, são duas campanhas, referentes ao Tapajós e Carajás.
Parabéns ao GGGM, consórcio da Galvão, Gamma, Griffo e Mendes, agências que planejaram e produziram o trabalho.
sábado, 27 de agosto de 2011
Fafá de Belém é contra divisão do Pará e diz que Estado é a "soma dos seus cheiros"
Participante ativa do movimento “Diretas Já”, em 1984, a cantora paraense Fafá de Belém (55) pode ter seu nome ligado a mais uma campanha: contra a divisão do Pará, seu Estado de origem. Oficialmente, não existe convite para a cantora, mas ao iG ela não descartou a possibilidade de levantar mais uma bandeira.
O plebiscito sobre a divisão do Pará está marcado para 11 de dezembro.
Fafá de Belém afirmou que é contra a divisão do Estado, classificando o Pará como uma grande nação. “Eu sou de um ‘País’ que se chama Pará. Juntos somos fortes e separados seremos reféns”, declarou ela por e-mail. “Tornando público o meu ponto de vista, já estou tomando partido de um determinado lado. Com a separação, o Estado do Pará perderia a sua identidade, sua digital”, disse ao ser questionada sobre a possibilidade de fazer campanha contra a divisão do Estado.
Ela ainda acrescentou: “Não somos um produto na prateleira, somos a somatória de todos estes rios, de seus cheiros, seus sabores. Somos o movimento destas marés, a mistura de tudo que por aqui passou e passará. Não somos exclusivos, somos agregadores!”, finalizou Fafá de Belém.
Fafá de Belém foi considerada nos anos de 1980 a “Musa das Diretas” após se apresentar gratuitamente em diversos comícios e passeatas, entoando de forma original o Hino Nacional Brasileiro. Sua participação chegou a ser contestada pela Justiça e emocionou milhares de pessoas na época.
A cantora é, até o momento, um dos poucos artistas consagrados do Pará a falar oficialmente sobre a divisão do Estado. Um outro ícone paraense, Pinduca, “O Rei do Carimbó”, por exemplo, foi orientado por seus advogados a não falar sobre o assunto. Ele disse que somente opinará se é a favor ou contra a divisão do Pará após o dia 30 de outubro, quando começam as campanhas em rádio e televisão.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o paraense Ophir Cavalcante Júnior, já conseguiu a convocação do meia Paulo Henrique Ganso, do Santos, para fazer campanha contra a divisão do Estado. Outro que prometeu ajudar na campanha é o lateral-direito do Santos, Marcos Rogério Lopes, o Pará. Os dois vão gravar depoimentos pelo “não” à criação dos estados de Tapajós e Carajás.
Se o lado contra a divisão já conta com nomes de peso do esporte e música, do lado a favor da criação dos estados de Tapajós e Carajás os maiores apoios ainda vem da classe política. Deputados federais do Piauí, Tocantins e Mato Grosso já se manifestaram favoráveis à divisão do Pará. A campanha do comitê pró-Tapajós e Carajás terá como marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela campanha vitoriosa de Lula em 2002. Mendonça é réu no processo do mensalão.
Regras
Na quinta-feira (18), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu algumas regras para as campanhas pró e contra a divisão do Estado. A principal delas: as duas campanhas terão limite de gastos de R$ 10 milhões. O ministro Arnaldo Versiani, relator das resoluções do plebiscito do Pará, estabeleceu esse teto com base nos gastos previstos para uma campanha ao governo do Estado: entre R$ 5 milhões e R$ 8 milhões.
Outro ponto que ficou definido pelo TSE é que haverá rodízio para as campanhas pró e contra nas inserções de rádio e TV. Durante os 20 dias de campanha haverá um dia destinado à campanha do “não” e outro para o “sim”. A campanha gratuita na televisão vai durar entre 11 de novembro e 7 de dezembro e será veiculadas diariamente, exceto nos domingos e quintas.
Durante da definição das regras, o ministro Arnaldo Versiani rejeitou proposta do jurista Dalmo Dallari de ampliar o plebiscito para todo o Brasil e a votação ocorrerá apenas no Pará. Além disso, o TSE também definiu que todas as cidades paraenses terão direito a voto e não apenas as regiões que pedem a emancipação. Com base no princípio constitucional de que devem participar de um plebiscito “as partes diretamente interessadas”, as frentes favoráveis à divisão do Estado tentavam reduzir a votação apenas aos territórios de Carajás e Tapajós.
Outra regra que ficou definida na sessão de quinta-feira é que somente parlamentares em exercício de mandato podem presidir as frentes pró e contra a divisão do Pará. A consulta popular ocorrerá no dia 11 de dezembro, das 8h às 17h. Os eleitores paraenses são obrigados a votar. Quem não comparecer ao plebiscito terá 60 dias para justificar sua ausência.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
País inteiro deve ser consultado sobre divisão do Pará
Os eleitores do país inteiro devem ser consultados sobre a divisão do território do Pará em três estados. A proposta de plebiscito nacional foi feita pelo professor Dalmo Dallari e senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou a ideia ao Plenário do Senado, como noticiou o site Brasil Atual.
Dallari sustenta que brasileiros de todas as partes são diretamente interessados no tema, já que o desmembramento terá impactos econômicos, custeados com recursos da União, e mudará a representatividade no Congresso Nacional. No início do mês, o Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 11 de dezembro o plebiscito para que os paraenses opinem sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Uma terceira parte do território continuará chamando Pará, embora com uma área bem inferior. A proposta de consulta à população paraense foi aprovada na Câmara dos Deputados em maio.
Na semana passada, Dallari entrou com requerimento de natureza administrativa pedindo ao TSE que amplie a consulta. Segundo a Constituição Federal, estados podem ser incorporados ou desmembrados desde que a população diretamente interessada seja consultada por meio de plebiscito autorizado pelo Congresso Nacional. O resultado precisa ser apreciado pela Assembleia Legislativa estadual.
"No caso, todo o Brasil é diretamente interessado", avalia Dallari. Ele vê uma "ambiguidade" também registrada em casos de emancipação de municípios, nos quais também se exige a consulta popular. Normalmente vota apenas a população da área desmembrada, embora todas as pessoas da região sejam diretamente atingidas.
Para Dallari, quando se trata de novos estados, cada um deles terá direito a eleger três senadores. "Assim, o atual Pará elegerá nove cadeiras nessa Casa, o que significa um desequilíbrio político, porque o eleitorado não aumentou", calcula. "É uma violência aos direitos políticos de todos os estados e de todo o eleitorado brasileiro", critica. "O Senado é um órgão federal e os senadores decidem sobre matéria de interesse de todo o povo brasileiro, não só sobre matéria local."
Além disso, o professor cita outros aspectos de natureza econômica para justificar a atenção de todo o país com o debate. Cada nova unidade da federação terá direito a repasses de recursos pela União, o que poderia representar prejuízo para os demais estados. "Outro argumento é que o custo de cada senador, de cada deputado federal é altíssimo", afirma.
Na semana passada, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) declarou concordar com Dallari em discurso no Plenário. "Para criação de novas unidades políticas é necessário, jurídico e justo ouvir toda a população interessada. Não há na lei nada que diga que tem de se ouvir apenas a população do estado", disse.
O requerimento administrativo deve ser apreciado pelo TSE apenas em agosto, após o recesso forense. No dia 5 de agosto, uma audiência pública será realizada em Brasília.
Fonte: www.conjur.com.br





















