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domingo, 1 de setembro de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Maçonaria se prepara para escolher seu novo Grão-Mestre
| Editoria de Arte/Folhapress |
No próximo dia 9, cerca de 40
mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para
reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como "Irmãos" irão às
urnas para escolher seu líder máximo.
Em quase 3.000 lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam
o título de "Mestre" do Grande Oriente do Brasil (GOB) -o maior ramo
da maçonaria brasileira - irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral.
Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a
hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e
outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa
equivale ao da presidente Dilma Rousseff.
A Maçonaria costuma ser
definida pelos próprios maçons como um clube que reúne "homens livres e de
bons costumes", patrióticos e engajados em promover os princípios do lema
"liberdade, igualdade e fraternidade".
Os rituais secretos são feitos em templos decorados com imagens
celestes, falsas colunas gregas e símbolos do zodíaco. Lojas são os grupos
fixos de Maçons que se reúnem para os rituais.
Dentro da ordem há várias designações, usadas conforme o status
do filiado: chanceler, guardião, soberano, venerável, eminente e sapientíssimo
são algumas delas.
Em certos locais, Maçons são reconhecidos pelo engajamento em
ações filantrópicas. No senso comum, levam a fama de homens influentes e
misteriosos que se ajudam para enriquecer, "um estereótipo bem distante da
realidade", diz o engenheiro Francisco Anselmo, deputado Maçom e estudioso
do assunto.
DISPUTA
Na eleição do GOB, o Grande Oriente do Brasil, o candidato mais
conhecido é o senador (da República mesmo) Mozarildo Cavalcanti, do PTB de
Roraima. Como Maçom, ele é deputado da Assembleia Federal Legislativa da
entidade. "Sou o único brasileiro deputado e senador ao mesmo tempo",
gosta de repetir.
Concorrendo pela terceira vez - ele perdeu em 1993 e 1998 -,
Mozarildo tirou quatro meses de licença do Senado Federal para dedicar-se com mais
afinco à campanha. Com isso, deixou de participar da eleição de Renan Calheiros
(PMDB-AL) para presidente do Congresso, por exemplo.
O nome de Mozarildo ganhou algum destaque no noticiário na época
da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Ele era contra
a remoção dos fazendeiros da área, mas acabou derrotado quando o Supremo
Tribunal Federal bateu o martelo sobre o tema.
Mozarildo ainda costuma ser citado como o campeão do uso da Cota
para Exercício da Atividade Parlamentar, a verba para reembolso de viagens,
consultorias e outros gastos. Em 2012, ele usou R$ 464 mil contra uma média de
R$ 268 mil de seus colegas. Em 2011, também liderou.
Na Maçonaria, porém, ele é
mais conhecido como o maior propagador da ideologia maçônica no Congresso. Uma
pesquisa simples no site do Senado lista 87 pronunciamentos de Mozarildo sobre
o assunto. Para efeito de comparação, o site informa que Eduardo Suplicy
(PT-SP) fez 77 pronunciamentos com a expressão "renda básica".
No plenário, Mozarildo já leu o Manifesto da Grande Loja
Maçônica de Roraima, já prestou homenagem ao Dia do Pai Maçom e já fez
"uma análise do papel histórico da Maçonaria no mundo, ressaltando a
operosidade da instituição no contexto social".
Um dos maiores orgulhos do senador no parlamento é o livro
"O Senado e a Maçonaria" (472 páginas), assinado por ele e pelo
ex-senador Efraim Morais (DEM-RN), também maçom. Impressa na gráfica do Senado,
a obra reúne 44 discursos de atuais e ex-senadores sobre o tema.
TRADIÇÃO
Em campanha, Mozarildo faz discurso pela abertura do Grande
Oriente. "A Maçonaria precisa sair da clausura, ser menos
conservadora", diz. "Não pode se contentar em ser uma entidade só de
cerimônias e condecorações."
Suas ideias de abertura, porém, não contemplam a revisão de
algumas regras discriminatórias da entidade, como a recusa à participação de
mulheres e o veto à filiação de deficientes físicos, tradições herdadas da
Idade Média, dos primeiros grupos de pedreiros de templos, muralhas e castelos
na Europa - a origem da instituição.
Outra cláusula fundamental da Maçonaria é a não aceitação de
ateus. Todo filiado é obrigado a acreditar em algum ser superior,
independentemente da religião. Como pode ser qualquer deus, esse ser superior é
chamado internamente de Grande Arquiteto do Universo, simbolizado pela letra
"G".
Um dos concorrentes de Mozarildo na disputa é o atual
grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil, o servidor público aposentado do
Banco Central Marcos José da Silva, candidato à reeleição.
Silva faz campanha
ressaltando realizações de sua gestão, sempre dando ênfase aos aspectos
financeiros. Além da manutenção de anuidade de R$ 90 por cinco anos "sem
reajuste", o destaque é a construção de um centro cultural maçônico de
4.900 m² em Brasília, "obra de R$ 12 milhões totalmente paga à
vista", ressalta João Guimarães, seu chefe de gabinete.
O terceiro aspirante é o advogado Benedito Marques Ballouk,
membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo na "vida
profana", como diz o jargão maçom; ex-grão-mestre de São Paulo na
"vida maçônica", o equivalente a governador.
Na disputa, Ballouk também clama por modernização. Depois de
exaltar a participação de Maçons ilustres na Independência, na Proclamação da
República e na Abolição da Escravatura - exaltações, aliás, feitas por todos os
maçons ouvidos para esta reportagem -, Ballouk repete o mantra de sua campanha:
"A Maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje
somos só uma elite convencional".
INFLUÊNCIA
Fundado em 1822, o Grande Oriente do Brasil é uma das três
maiores "potências" maçônicas do país. Em 1927, por divergências
eleitorais, um grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como
Grandes Lojas. Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência"
Grandes Orientes Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil
maçons.
O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade
num momento histórico paradoxal em seus 190 anos.
Contando Mestres (os únicos votantes), Companheiros e Aprendizes - os três estágios internos - , são 78 mil
maçons associados à ordem. A entidade nunca teve tanta gente. Mas, numa
avaliação bastante comum entre os próprios adeptos, nunca foi tão pouco
influente.
Entre os notáveis sempre louvados estão figuras como José
Bonifácio, Patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da instituição, D.
Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco.
Hoje, o mais ilustre é o vice-presidente da República, Michel
Temer (PMDB), que, no entanto, não costuma ser citado com muito entusiasmo por
seus "Irmãos". "Faz tempo que ele não aparece por aqui, acho que
está inativo", diz o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo
Antonio Carlos Mendes, Maçom oficial de gabinete do Grande Oriente paulista.
Nas contas de Mozarildo, há hoje 58 deputados federais maçons no
Congresso Nacional e outros seis senadores. "Uma das minhas propostas é
organizar a bancada da Maçonaria", afirma. "Imagine só: seria maior
que a de muitos partidos de hoje."
Enquanto a bancada não se organiza, os Maçons da Câmara e do Senado só
são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à organização quando
é 20 de agosto, o Dia do Maçom. No Senado, os seis que sempre comparecem, além
de Mozarildo, são Alvaro Dias (PSDB-PR), Cícero Lucena (PSDB-PB), Gim Argelo (PTB-DF),
Jayme Campos (DEM-MT), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
RICARDO MENDONÇA
EDITOR-ASSISTENTE DE "PODER"
EDITOR-ASSISTENTE DE "PODER"
Fonte: www.folha1.uol.com.br
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Curso de Oratória para Maçons – Capítulo I: O Poder da Palavra
Uma das mais importantes ferramentas não simbólicas de uma loja maçônica é a palavra; invisível, porém audível, ela circula o tempo todo entre os maçons e seu poder se faz sentir inclusive nas Iniciações, quando o iniciando nada vê, mas tudo ouve.
Alternando-se em todos os segmentos de qualquer sessão e de qualquer grau, ela se apresenta na forma de diálogos ritualísticos, leitura de atas, palestras, debates, declarações, palavras a bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular, leitura de leis, decretos, atos, etc. Suprima-se a palavra…e a Maçonaria deixará de existir!
Seu uso é quase sempre disciplinado pelo Ritual; seu detentor é o Venerável-Mestre, que a concede, ou retira, a qualquer dos maçons presentes, sejam do quadro ou visitantes. Em alguns Ritos, ou na tradição de algumas lojas, ela é negada aos aprendizes; outros consideram que eles, os aprendizes, podem fazer uso da palavra somente para perguntas pertinentes ao seu grau; e há ainda aquelas Lojas que estimulam os aprendizes a falar, entendendo que assim estarão se desinibindo e aperfeiçoando a mais nobre de todas as artes: a retórica.
Sem entrar no mérito dessas questões, o fato é que, nas sessões maçônicas todos dela fazem uso: uns, por atribuição inerente ao cargo, como é o caso do Venerável-Mestre, dos Vigilantes, das Dignidades e, sobretudo, do Orador de ofício; outros, por estarem inscritos na Ordem do Dia ou no Tempo de Estudos; e finalmente, todos os que assim o desejarem, nas Palavras à Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular.
Dominar bem o emprego da palavra, portanto, é obrigação de todo maçom, além de ser uma necessidade e uma forma de aprimoramento cultural, pois alguém já disse que a Maçonaria é uma escola de líderes e que um líder é aquele que, além do exemplo pessoal de valores e virtudes, sabe expressar-se corretamente, utilizando sua fala para impressionar, persuadir, comover e conduzir seus interlocutores.
Vemos frequentemente IIr.’. com grandes ideias e magníficos ideais perderem a oportunidade de ação e serem votos vencidos nos debates, justamente pelo mau uso das palavras, pelo descaso com a didática e a retórica.
Muitas pessoas, alegando não possuírem o dom da palavra, recusam-se a falar em público, perdendo excelentes oportunidades de promoção pessoal.
Mas, será que a palavra é um dom?… ou será simplesmente uma técnica, possível de ser aperfeiçoada com estudo e treino?
Demonstrar que qualquer pessoa pode desenvolver e melhorar sua voz, dicção, didática e até mesmo expressão corporal é um dos objetivos deste livro; leia-o atentamente, siga os seus conselhos e dicas e, dentro de pouco tempo, voce estará se sentindo uma nova pessoa, mais interessante e agradável, não somente em sua Loja maçônica, como também na vida profissional, social e familiar.
Falar bem não é requisito fundamental apenas para os profissionais da palavra–advogados, apresentadores e vendedores–mas um complemento indispensável a todos os que queiram viver melhor, ter mais qualidade de vida, sentindo-se admirados e aceitos em todas as esferas do relacionamento humano.
“Diante do público…
…o fraco treme, o louco afronta, o tolo subestima…
e o orador conduz.”
Enviado pelo Ir.’. Carlos Basílio Conte
Autor de: ” O Livro do Orador”
Editado por: Madras Editora
Autor de: ” O Livro do Orador”
Editado por: Madras Editora
Fonte: Revista Universo Maçônico.
domingo, 15 de julho de 2012
Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico – GOB
Meus Caros Irmãos, Minhas Cordiais Saudações… As Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico, compostas das seguintes Ordens estabelecidas, REGULARES E RECONHECIDAS no MUNDO Inteiro, estão em pleno desenvolvimento no Brasil, e são elas:
- Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil;
- Antiga e Honrosa Fraternidade de Nautas da Arca Real do Brasil;
- Supremo Grande Capítulo de Maçons do Arco Real do Brasil;
- Grande Priorado do Brasil
- Ordem dos Cavaleiros Templários,
- Ordem dos Cavaleiros de Malta.
- O texto abaixo foi retirado das palestras realizadas por Wagner Veneziani Costa.
Primórdios da Maçonaria:
É improvável que o atual sistema da Maçonaria tenha tido qualquer relação com a construção do templo de Salomão. Aquele monumento de arquitetura foi aceito pela Maçonaria como um símbolo e as muitas referências a ele são puramente simbólicas. Lembre-se de que o objetivo da Maçonaria não é ensinar história, mas sim verdades morais. Ninguém sabe quando ou onde se originou a Maçonaria. Não existem registros para mostrar os primórdios da fraternidade.
Muitos elementos contribuíram para seu crescimento e desenvolvimento. Deus plantou no coração do homem um desejo de buscar a sociedade de seus companheiros e este anseio por companheirismo foi um grande fator contribuinte nas origens da Maçonaria. Por necessidade de construir uma forma de abrigo da inclemência do tempo, veio à arte da construção ou da arquitetura, e isso formou o plano ou o material com o qual a Maçonaria foi desenvolvida. Em diversas partes do velho mundo serão encontradas ruínas de construções colossais que foram erigidas por associações de homens mostrando que foram unidos para levar a cabo seus planos. Na Idade Média, havia grupos de trabalhadores especializados trabalhando pela Europa, e envolvidos na construção de grandes catedrais. Entre esses trabalhadores especializados, a Maçonaria assumiu uma forma bruta de fraternidade e, a partir desse humilde começo, através de um longo processo de desenvolvimento temos a Maçonaria de hoje. Existem muitas provas de que o atual sistema da maçonaria especulativa teve seus inícios nas antigas guildas de trabalho dos franco-maçons viajantes. Essas diversas sociedades tiveram um forte crescimento até o início do século XVII, quando eles tiveram dificuldade de se manter por causa da falta de operações de construções. No ano 1717 eles mudaram suas regras para admitir homens de todas as profissões e isso marca o início do atual sistema da Franco-Maçonaria filosófica ou especulativa. Alguns homens muito sábios tomaram os diversos materiais e implementos da arte operativa e através de um sistema ímpar de símbolos e alegoria desenvolveram a Maçonaria da qual desfrutamos.
Nenhuma organização de tão alta importância é tão pouco compreendida como a Maçonaria. Não é uma ordem no sentido em que aquele termo é aplicado às sociedades secretas do período, mas sim uma Sociedade, Fraternidade, Irmandade ou Instituição. Não é um clube, pois ela não diverte. Não é um sistema de sinais e apertos de mãos para um uso conveniente, pois ela não oferece nada no sentido de benefícios para doenças e morte, há não ser um devido preparo mental e filosófico. Na cerimônia pela qual você passou lhe foram dadas muitas definições sobre a Maçonaria. Algumas delas, talvez, foram mais ou menos entendidas. Disseram a você que é um sistema de antiga instrução moral hieroglífica ensinada por tipos, emblemas e figuras alegóricas, a forma antiga e primitiva de ensinar aos homens. Reduzir isto a uma linguagem mais simples seria dizer que a Maçonaria é um sistema de moralidade disfarçado de alegoria. Mas definir a Maçonaria na linguagem mais simples possível seria dizer que é a ciência e a arte de viver corretamente. Como ciência, ela tem a ver com a descoberta e classificação desses princípios que visam à conduta moral correta; a arte diz respeito a viver esses princípios antes do mundo. Tudo indica que os homens que formularam a Maçonaria tinham em mente a idéia de uma fraternidade cuja moralidade satisfaria sua concepção de uma vida religiosa e que seria mais bem exemplificada em suas relações diárias com o mundo e uns com os outros.
Na Maçonaria podemos encontrar uma mistura das melhores filosofias de todo o mundo. Isso não significa que aqueles velhos filósofos que vocalizaram essas verdades eram Maçons, mas significa que os homens que formularam a Maçonaria colecionaram as melhores vocalizações dos bons e sábios homens do passado e as cimentaram em um belo mosaico e o chamaram de Maçonaria.
Um Pouco dessas estruturas:
GRANDE LOJA DE MESTRE MAÇOM DA MARCA DO BRASIL – GOB
Conhecida também como o Grau da Amizade. A Sessão é dividida em duas partes: O candidato passa pelo cerimonial onde é reconhecido como Homem da Marca e posteriormente é Avançado como Mestre Maçom da Marca. O Grau da Marca era um complemento do grau de companheiro. Nessa ocasião era costume, um companheiro de pedreiro, escolher uma marca que fosse diferente de todas usadas por quaisquer outro naquela Loja. A Lenda do grau é singularmente instrutiva e bem fundamentada nas declarações das Sagradas Escrituras. Seu maior ensinamento é que “a educação é o prêmio do trabalho que contém uma mensagem dramática – de que a fraude nunca poderá ser bem-sucedida.”
A sua estrutura e qualificação é assim:
- Venerável Mestre;
- Primeiro Vigilante;
- Segundo Vigilante;
- Mestre Supervisor;
- Primeiro Supervisor;
- Segundo Supervisor;
- Capelão;
- Tesoureiro;
- Fiel de Registro;
- Secretário; Diretor de Cerimônias;
- Primeiro Diácono;
- Segundo Diácono;
- Guarda Interno e
- Guarda Externo.
ANTIGA E HONROSA FRATERNIDADE DE NAUTAS DA ARCA REAL DO BRASIL – GOB
Esse grau é um dos mais lindos e ricos em instruções, talvez por isso, estimulou a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca a tomar a ação decisiva de colocar esse Grau/Ordem sob sua proteção. A Elevação, nesse grau comemora a providência e misericórdia de Deus e relata a lenda do dilúvio. Referência tomada diretamente do volume das Sagradas Escrituras. Se por um lado o grau da Marca é conhecido como o Grau da Amizade, Nautas da Arca Real é sem sombra de dúvida, o Grau do Amor Fraternal.
Para você ser elevado nesse Grau é necessário ter sido Avançado no Grau da Marca.
Os principais oficiais dessa Loja representam Noé e seus dois filhos, Sem e Jafé.
A sua estrutura e qualificação é assim:
- Venerável Comandante (Noé);
- Primeiro Vigilante (Jafé);
- Segundo Vigilante (Sem);
- Capelão;
- Tesoureiro;
- Escriba;
- Diretor de Cerimônias;
- Primeiro Diácono;
- Segundo Diácono;
- Esmoler;
- Guarda Externo e
- Guarda Interno.
SUPREMO GRANDE CAPÍTULO DOS MAÇONS DO ARCO REAL DO BRASIL – GOB
Por muitos anos o Arco Real foi praticado como suplemento do Terceiro Grau. Era considerado pelos Antigos como um quarto grau. Mas os modernos possuíam uma postura totalmente nova para esse grau. É descrito por muitos historiadores como sendo, “a mais sagrada parte da Maçonaria, sendo sua raiz, coração e essência.” Também é considerado como a conclusão do sistema da Maçonaria Simbólica. Para ser Exaltado nessa Ordem, você precisa ser Mestre Maçom de uma Loja Regular e Reconhecida pelo GOB. A cerimônia se desenvolve em uma época muito posterior ao término do glorioso reinado do Rei Salomão. O Templo de Jerusalém tinha sido destruído, o reino da Judéia fora divido e os membros de suas tribos, rendidos…
A Babilônia finalmente caiu sob o comando de Ciro, o Grande, tornando-se parte do poderoso Império Persa, e esse dirigente extraordinariamente humano liberou os judeus do cativeiro e os convidou a retornar a Jerusalém para começar a reconstrução do Templo. O restauro dos segredos genuínos de um Mestre Maçom é fornecido pela lenda com a contribuição de uma descoberta momentosa feita por trabalhadores, e desse fato produz uma das mais interessantes e instrutivas explicações da natureza de Deus.
O reconhecimento do Arco Real era essencial para a Unificação das Duas Grandes Lojas dos Antigos e dos Modernos. Isto foi alcançado pela ambigüidade do texto da declaração preliminar do Livro das Constituições, que afirma que a pura e antiga Maçonaria consiste de três graus e não mais, ou seja, Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Santo Arco Real.
As lições contidas no ritual nos fazem lembrar a retomar o caminho do encontro com Deus, tal qual no Livro das Sagradas Escrituras, de onde vêm as nossas palavras, lembrando-nos da misericórdia e do perdão de Deus.
Devemos sempre ter em mente que a Maçonaria é um sistema peculiar de moralidade velada em alegorias e ilustrada por símbolos. E também que os nossos rituais são baseados em lendas e não em fatos. Por isso devemos cada um de nós, interpretar que realmente foi “perdido e depois encontrado…” Devemos interpretar as palavras no sentido metafísico… Como se a palavra encontrada fosse algo como:
Descobrindo alguma coisa como se pela primeira vez… Pensar metafisicamente é pensar, sem arbitrariedade, em dogmatismo…
A sua estrutura e qualificação é assim:
- Primeiro Principal – Zorobabel;
- Segundo Principal – Ageu;
- Terceiro Principal – Josué;
- Escriba Esdras – Secretário;
- Escriba Neemias;
- Tesoureiro;
- Diretor de Cerimônias;
- Esmoler;
- Principal Forasteiro;
- Primeiro Assistente de Forasteiro;
- Segundo Assistente de Forasteiro e
- Guardião.
GRANDE PRIORADO DO BRASIL – GRANDE PRIORADO DAS ORDENS UNIDAS – RELIGIOSAS MILITARES E MAÇÔNICAS – DO TEMPLO E DE SÃO JOÃO DE JERUSALÉM, PALESTINA, RODES E MALTA DO BRASIL.
Essa Ordem é dividida em dois graus, por assim dizer. Os Cavaleiros Templários e os Cavaleiros de Malta. Ambas são dirigidas pelo Grande Priorado do Brasil – GOB. Para ter ingresso e ser Instalado (armado) nessa Ordem é necessário você ter sido Exaltado como Companheiro no Arco Real e professar a fé na Santíssima Trindade. Temos notícias que em 1791 houve a união de sete acampamentos independentes, foi realizado o primeiro Conclave da ordem, como a conhecemos hoje. As assembléias onde os Cavaleiros Templários se reúnem são conhecidas como Preceptórios e quem a dirige é o Preceptor. As assembléias de Cavaleiros de Malta são conhecidas como Priorado e quem a dirige é o Prior. A Cerimônia é realizada num Templo que representa uma capela.
A estrutura e qualificação dos Cavaleiros Templários são assim:
- Eminente Preceptor;
- Capelão;
- Primeiro Guardião;
- Segundo Guardião;
- Tesoureiro;
- Escrivão;
- Marechal;
- Esmoler;
- Principal Arauto;
- Segundo Arauto;
- Capitão da Guarda;
- Primeiro Porta Estandarte;
- Capitão da Guarda e
- Guarda.
PARA TER INGRESSO NA ORDEM DOS CAVALEIROS DE MALTA, O IRMÃO TEM QUE TER SER MESTRE MAÇOM, EXALTADO A COMPANHEIRO NO ARCO REAL E INSTALADO CAVALEIRO TEMPLÁRIO.
Essa Ordem foi originalmente fundada em Jerusalém, durante a primeira cruzada, aproximadamente no ano de N.S. 1099, para dar alívio aos peregrinos que se dirigiam ao Santo Sepulcro.
Aqui também a cerimônia é representada pela passagem pelos graus de Cavaleiro de São João, incluindo o Passe Mediterrâneo. E dividida em duas Câmaras, uma representando a Casa do Capítulo ou Sala do Conselho do Priorado. A outra representa a Casa da Guarda.
A cerimônia é uma forma simbólica, onde é realizada a antiga viagem que São Paulo fez indo de leste para oeste.
Ocasião onde os irmãos serão instalados como Cavaleiros de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta.
Chegando posteriormente a Terra Prometida…
Estrutura e qualificação dos Cavaleiros de Malta são assim:
- Eminente Prior;
- Capitão Geral;
- Tenente Geral;
- Primeiro Tenente;
- Segundo Tenente;
- Capelão;
- Marechal;
- Marechal Adjunto;
- Hospitaleiro;
- Almirante;
- Conservador;
- Intendente;
- Depositário;
- Tesoureiro;
- Chanceler;
- Capitão da Guarda e
- Guarda
De todas elas possuímos a devida Carta Patente, dando-nos o total e amplo direito de funcionamento em nosso PAÍS.
São dezessete as Ordens praticadas e devidamente Reconhecidas na Inglaterra e estamos trabalhando para trazê-las, aos poucos para o Brasil. Muitas já estão em vias de fato.
Colocamo-nos a inteira disposição dos Irmãos…
Peço aos Irmãos que divulguem.
Fraternalmente,
Wagner Veneziani Costa
Ir.’.Wagner Veneziani Costa
Membro Efetivo do Supremo Conselho do Grau 33 para o REAA;
Grão-Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca;
M.A.D.E. Grande Senescal do Grande Priorado do Brasil,
ARLS Madras, N0 3359 e Sublime Imprensa Maçônica, N0 3999.
Membro Efetivo do Supremo Conselho do Grau 33 para o REAA;
Grão-Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca;
M.A.D.E. Grande Senescal do Grande Priorado do Brasil,
ARLS Madras, N0 3359 e Sublime Imprensa Maçônica, N0 3999.
Fonte: Revista Universo Maçônico
domingo, 10 de junho de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Irmão Álvaro Martins recebe prêmio da Academia Paraense de Letras
sábado, 21 de abril de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
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