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sábado, 19 de setembro de 2009

Templo de Salomão



O Templo de Salomão é uma edificação construída no Monte Moriah pelo filho do rei David, Salomão, onze séculos antes de Cristo e tinha como propósito ser o marco material da presença do deus Jeová entre os judeus. Além de prestar adoração a esta divindade, lá se guardavam as tábuas da lei gravadas em pedra pelo próprio Jeová. Este deus é descrito pelos registros como ciumento, que exigia adoração exclusiva, razão pela qual o povo judeu sempre caia em desgraça, vencido por conquistadores poderosos como caldeus, persas e romanos, levando aquela edificação ser por diversas vezes destruída e reconstruída.

Chega-se, até ao presente, informações que quando da construção do templo, o respeito e veneração que se tinha pela presença de Jeová no local era tal que não se ouviam ruídos de ferramentas de nenhuma espécie.

Todo material chegava ao pátio de obras devidamente cortado, ajustado e polido. Conta a tradição simbólica maçônica ser esta a razão dos malhetes usados em loja serem confeccionados em madeira. Mesmo que sejam cantados em salmos que a suntuosidade daquele local de adoração de Jeová era enorme, este era em verdade pequeno em tamanho, até para a época, e diminuto se comparado às pirâmides dos egípcios, que de sua parte exerciam grande influência na arquitetura regional. Muito do encontrado em registros, que dizem respeito às características daquela edificação, foram copiados da cultura egípcia.

A decoração do templo era rica e bela, de modo a concorrer com os templos dedicados a outros deuses dos visinhos do povo judeu em sua época. Mas tudo não passava de ostentação material, tendência que foi transmitida aos seus descendentes até nossos dias. O templo material como casa da divindade é imperativa para aqueles que não conseguem separar-se de sua materialidade e tentam aprisionar seus deuses em casa de pedra, tijolos e argamassa.

O templo de Salomão foi emprestado pelos maçons para servir de modelo na construção de seus lugares de reunião. Não é uma réplica daquela edificação. Modelar a edificação de templos maçônicos ao templo de Salomão é apenas uma homenagem a uma personalidade que, segundo consta, era possuidor de grande sabedoria e aplicador de justiça. O templo de Salomão e o templo maçônico têm entre si uma apenas relação simbólica.

Não se trata de uma reprodução, mas de grosseira imitação, estilização, daquela edificação sagrada para o povo de Israel. O templo maçônico é em muito diferente do templo de Salomão em ornamentação, função e objetivo.

Em relação aos seus templos, o maçom usa diversas imagens mentais relacionadas como: da idéia de representação do Universo; do centro do Universo; e das criações do Grande Arquiteto do Universo. O próprio Grande Arquiteto do Universo é apenas um conceito e não um deus como o interpretado para aquele deus dos judeus do templo de Salomão. A Maçonaria pouco tem de original, de sua lavra, ela empresta de outras culturas os modelos, símbolos, ferramentas, e quase sempre de forma estilizada; assim o é com respeito aos seus templos.

O fato de o templo maçônico ser sagrado pelo grão-mestre da obediência não o torna local sagrado ao ponto de lá se manifestar ou aprisionar a divindade. A sagração dos templos maçônicos é uma espécie de aprovação e purificação simbólica do local pela autoridade competente, um local de estudos e não um local de adoração. Nesta edificação, o maçom especula e trabalha em si mesmo, sendo ele um templo vivo, a pedra. O maçom não presta culto a Deus em seus templos, apenas o invoca com o objetivo de obter a sua aprovação, orientação e proteção para toda boa obra.

Poderia até dispensar qualquer tipo de edificação para realizar seus trabalhos, só o fazendo em templos para seu conforto físico e privacidade ritualística.

O templo maçônico representa a Terra, os seres humanos reunidos como família, a reunião de todas as ciências, o local onde se transmitem conceitos de fraternidade, igualdade e liberdade; é o espaço aonde não existe separação de raça, religião ou ideologia política; é a sala de aulas para o desenvolvimento da consciência planetária do terráqueo organizado em sociedade fraterna; é simbolicamente a miniatura do grande Universo e do pequeno universo que cada obreiro tem dentro de si; é o local onde a criança é recebida como Lowton, o jovem passa a freqüentar grupos DeMolays e depois o homem de valor, livre e de bons princípios é iniciado na Maçonaria.

Com a iniciação, o maçom tem a seu dispor no templo as ferramentas, símbolos e irmãos para elaborar a sua própria construção interna. Tudo depende apenas da força e persistência individual. A Maçonaria apenas propicia os meios para a construção de uma sociedade na qual reina absoluto o amor fraterno, a única solução de todos os problemas da humanidade. A sublime instituição apenas propicia o espaço físico especial, devidamente ornamentado, provido de ferramentas, de modo que cada maçom desenvolva a possibilidade de tornar-se um ser humano melhor do que já é. O trabalho é de competência de cada obreiro, apenas o indivíduo tem a capacidade de mudar a si próprio.

E quando ele muda o seu caráter e personalidade, os outros que o rodeiam mudam também. Numa espécie de efeito dominó, um maçom contagia o outro para o bem e os maçons, de sua parte, contagiam os outros homens da sociedade.

O templo representa o que cada maçom é por dentro, um templo daquilo que cada um tem como a representação de sua própria divindade. O templo é o próprio corpo do maçom. Assim como o templo de Salomão é modelo para a Maçonaria edificar os seus templos de pedra e cimento, o templo maçônico é para o maçom o modelo do universo interior, que ele possui dentro de seu corpo físico. O templo de pedra é modelo do templo de carne, ossos e intelecto. Devido a esta comparação, o templo de pedra é respeitado pelo maçom como se fosse o seu próprio corpo, um lugar que ele jamais conspurca; esta a razão do grão-mestre purificar simbolicamente o templo de pedra.

Deve-se deixar bem esclarecido que o corpo físico não é o local físico do deus de cada um; em Maçonaria isto é simbólico. Qualquer tentativa de desejar encontrar o deus dentro de seu corpo físico é vã, é um exercício antropomórfico. O que existe dentro de cada um é um modelo em miniatura do grande universo que existe fora, apenas isto. Tentar materializar a divindade em qualquer local físico é mero exercício vicioso de tentar retratar o deus como imagem do homem ou de suas coisas. A divindade existe apenas como um exercício especulativo e nunca como criatura, energia ou coisa.

O maçom tem sua crença num princípio criador, numa especulação intuitiva de que existe uma mente orientando os processos de criação, deixando-os livres para seguirem as leis naturais para as quais cada criatura da biosfera evolui em complexidade crescente. E nunca, em momento algum, transporta suas considerações de deus para o mundo material; sempre que alguém o tenta, esbarra em sérias discussões vazias e desconexas.

O templo de Salomão é o modelo do templo maçônico, que por sua vez é modelo do templo interior de cada maçom. Tudo simbólico. O templo é parte das ferramentas que auxiliam o raciocínio do homem em suas especulação de se autoconhecer, de buscar sua razão de ser, especular de onde vem e para onde vai. É um grãozinho de areia neste Universo infindo usando de sua capacidade de pensar e sentir o Universo, sendo ele mesmo parte deste mundo. E ao sentir-se parte de algo maior, tão complexo e belo como ele, esta criatura vivente lê simbolicamente em cada elemento da natureza a assinatura daquilo que ele denomina pelo conceito de Grande Arquiteto do Universo.

Humor Maçônico

Sabedoria, Força e Beleza

22 de Setembro - Dia Mundial Sem Carro



Para chamar mais uma vez a atenção da população de Belém sobre meio ambiente e sustentabilidade, ambientalistas locais irão promover, nos dias 21 e 22 de setembro, que é comemorado, o Dia Mundial Sem Carro. Quatro ações que prometem marcar e movimentar este acontecimento.  As atividades estão sendo organizadas por um coletivo, proposto pela Prefeitura Municipal de Belém, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), Companhia de Transportes de Belém (CTBEL), Fundação Verde Herbert Daniel e do Núcleo de Meio Ambiente (NUMA) da UFPA, Federação Paraense de Ciclismo (FPC), EART (Equipe de Aventura Ratos de Trilha) e centenas de pessoas que já se engajaram na campanha. 
           As atividades para o Dia Mundial Sem Carro 2009 começarão dia 21 de setembro, na Estação Gasômetro – Parque da Residência, com início programado para as nove horas da manhã, com palestra e debate sobre a criação e regulamentação do Plano Cicloviário de Belém; Realização do Primeiro Encontro da Rede Voluntária de Educação Ambiental de Belém; Lançamento do livro “Gestão Sócio-ambiental de Belém: O Desafio Político da Sustentabilidade", que é uma realização da Fundação Verde Herbert Daniel, Núcleo de Meio Ambiente da UFPA (NUMA) com apoio da PMB/SEMMA. 
           Para palestrar e debater o Plano Cicloviário de Belém, A SEMMA  e a CTBEL trazem como convidado especial, Alfredo Sirkis, vereador,  ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e criador do projéto das ciclovias da cidade do Rio de Janeiro. 
           No dia 22 de setembro, além dos debates, farão parte da programação geral do Dia Mundial sem Carro, às atividades de Educação Ambiental, que estarão presentes nas ruas de Belém com campanha educativa por um trânsito mais humano na cidade, com “blitz” nos principais cruzamentos e vias, com a participação da Rede de Voluntários de Educação Ambiental de Belém e grupo de arte-educadores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA (Galera Jogo Limpo). 
          Encerrado a programação, Passeio Ciclístico Noturno – “Bicicletada”, que pretende reunir diversos grupos de cicloativístas e amantes deste esporte. Esta ação, objetiva manifestar apoio a regulamentação do Plano Cicloviário de Belém, bem como, incentivar e promover às atividades físicas em grupo a cultura do bem estar e da vida saudável e as questões ambientais. A concentração será em frente ao Mercado de São Braz, às 19 horas, o passeio percorrerá os bairros centrais de Belém.  
        Mais do que estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa durante um só dia, a idéia da campanha é marcar a luta por um transporte público de qualidade, por menos poluição do ar, por respeito ao pedestre, por mais ciclovias, enfim, pela mobilidade urbana. Qualquer cidadão pode participar das atividades propostas, maiores informações: www.belem.pa.gov.br / fone: 3039-8120/3039-8100. 
PROGRAMAÇÂO DO DIA MUNDIAL SEM CARRO 
Dia 21/09/2009 (segunda-feira) –  Manhã - Abertura Oficial 
Local: Estação Gasômetro – Parque da Residência (Av. Magalhães Barata, 830) 
Horário: Das 9hs. as 12hs. 
Palestra Inaugural: “Ciclovias: Alternativa de Transporte para uma Belém Mais Verde”. 
Com Alfredo Sirkis, vereador,  ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e criador do projéto das ciclovias da cidade do Rio de Janeiro.
Horário: Das 12hs. às 13hs. 
Lançamento do Livro: “Gestão Sócio-ambiental de Belém: O Desafio Político da Sustentabilidade". 
Intervalo Para Almoço 
Dia 21/09/2009 –  Tarde – Encontro e Lançamento. 
Local: Estação Gasômetro – Parque da Residência (Av. Magalhães Barata, 830) 
Horário: Das 14hs. às 18hs. 
- Primeiro Encontro da Rede Voluntária de Educação Ambiental de Belém; 
- Lançamento do Programa de Agentes Ambientáis Voluntários; 
- Edital de Pequenos Projetos de Apoio as Iniciativas Locais de Educação Ambiental. 
Dia 22/09/2009 (terça-feira) - DIA MUNDIAL SEM CARRO. 
“Dia de Deixar Seu Carro em Casa, Por Uma Belém Mais Verde”. 
- Atividades de Educação Ambiental durante o dia; 
- Passeio Ciclístico: Concentração as 19 horas em frente ao Mercado de São Braz. 
Roteiro: saída de São Braz pela José Bonifácio até a Governador José Malcher, seguindo até a Nove de Janeiro;descendo a Nove de Janeiro no sentido Marques de Herval; Marques de Herval até a Dr. Freitas; Dr. Freitas até a Protásio de Oliveira seguindo pela Júlio Cesar no sentido Almirante Barroso, contornando a Praça São Cristóvão e seguindo em direção ao entrocamento, dobrando a esquerda na Tavares Bastos (Conjunto do Basa) até a João Paulo Segundo sentido São Braz. Encerrando o Passeio no Mercado de São Braz.

Minuto Maçônico

 IDEAL OU OBJETIVO?

1º - Ideal é sinônimo de objetivo; todo homem tem um objetivo a realizar; é o seu sonho, a sua esperança, a sua programação. 
2º - Dentro de atividade humana cabe um ideal e assim sucede com a maçonaria. O ideal maçônico objetiva a reunião dos homens de boa vontade que passaram pela iniciação. 
3º - O ideal é um objetivo programado; idealismo é a ação para alcançar e realizar essa programação. 
4º - O maçom visualiza o seu ideal e o constrói, peça por peça e nesse trabalho ele vai construindo a sua meta até alcança-la para então objetivar um novo ideal.
5º - Quando definires um objetivo; quando definires as metas para alcança-lo, reflita sobre o seguinte: "De que vale um rio inteiro se um pote é suficiente para matar a sede"?


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Global Consultoria & Empreendimentos

Conheça um pouco das atividades desenvolvidas pela empresa do amado Irmão MM Amarildo André de Araújo, Oficial Primeiro Vigilante da nossa Oficina



A Global Consultoria atua no mercado desde 2003, sendo que no início de suas atividades focava principalmente à área de Consultoria e Capacitação Empresarial. No entanto a partir do segundo semestre do ano de 2005, iniciamos uma nova vertente de atuação, especificamente no Desenvolvimento de Empreendimentos Imobiliários, ação essa que envolve uma complexa combinação de Construtoras, Incorporadoras, Investidores Particulares e Bancários, Órgãos de Fiscalização Públicas nas Esferas Municipal, Estadual e Federal, e principalmente o CLIENTE ADQUIRENTE das Unidades Habitacionais, onde assessoramos o planejamento, a execução, a legalização e a entrega dos imóveis em perfeitas condições de habitabilidade, ou seja, nossa Empresa passou a atuar em todo o processo Operacional, Administrativo, Técnico e Mercadológico, agregando uma "expertise" diferenciada e exclusiva no Mercado Imobiliário Regional, sendo inclusive destaque a nível nacional pelo trabalho desenvolvido perante a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL no Projeto Imóvel na Planta (2005/2008), cujo o Público Alvo foram trabalhadores do Mercado Formal com Renda até 4 SM, quer seja pela Qualidade do Produto, bem como pela condução de todo o processo Operacional, Técnico e Social.

Todo esse trabalho foi pautado em um sonho, que com certeza absoluta, está contribuindo para a realização de dezenas de outros sonhos. E aproveitando a oportunidade e o relacionamento que possuímos, solicito a disseminação desse e-mail junto aos seus contactos virtuais e reais, contribuindo assim para o conhecimento e avaliação constante dos nossos trabalhos, para tal, destacamos a seguir, dois Empreendimentos geridos por nossa Empresa hoje.

 O "Mirante do Rio Residence" em Vila dos Cabanos - Barcarena/Pa, o primeiro, maior e mais luxuoso Condomínio Residencial Vertical da Região Metropolitana de Belém, lançado em Março/2009, contendo apartamentos de 2 e 3 Quartos e Duplex's na cobertura, todos com sacada e suite, possuindo ainda uma excelente condominial.

E o mais novo Empreendimento , o "Residencial JIAMA". Em Excelente localização (10' do Centro) - Rua Esperanto, 219 – B, entre P. A. Cabral e Tavares Bastos - Marambaia - Belém-Pa.  Apartamentos confortáveis c/ 02 e 03 Quartos, com 68,14m² e 86,23m² de área privativa, respectivamentes.  (1 Suíte/Estar/Jantar/Varanda Copa-Cozinha/Área Serviço/Banheiros Social e Serviço, etc...), Área de Lazer Completa (Piscina conjugada adulto - infantil /Playground/Área Coberta c/ Churrasqueira/praça/Jardim...) - Pórtico c/ Guarita de Segurança. Apenas 02 Apartamentos por Andar e somente 20 Apartamentos no Total, tudo com Padrão "Classe A". Pagamento Facilitado c/ Financiamento Bancário, e o melhor... ENTREGA EM DEZEMBRO/2009, ou seja, você poderá passar o Ano Novo de apartamento Novo!

Portanto, havendo interesses, temos condições especiais de venda, para atender aos amigos e clientes, bastando entrar em contacto pelos fones abaixo ou acessar o nosso Site: www.globalempreendimentos-pa.com.br

Informações e Vendas (91) 3238-1419 / 8882-1914 / 8866-1419. 

Todos com Padrão "GLOBAL" de Qualidade.

Oração Maçônica


G.'.A.'.D.'.U.'. fonte fecunda e imortal de luz, de felicidade e de virtude, os obreiros da paz reunidos neste templo cedendo aos movimentos de seus corações, rendem a Vós mil ações de graças e reconhecem ser a Vós devido o que eles fizeram de bom, de útil e de glorioso. Continuai a proteger os seus trabalhos e a dirigí-los cada vez mais a perfeição. Fazei que a harmonia, a paz e a concórdia sejam a tríplice argamassa com que se liguem as suas Obras.
Que Assim Seja !!!

Fonte: Cartão de Visitas da Loja Maçônica União, Vigilância e Perseverança Nº3315 - GOB.

Minuto Maçônico

O PERJÚRIO

1º - O que é perjúrio? É a quebra de um juramento! 
2º - Na realidade, o maçom a todo momento falta aos compromissos assumidos, como o principal, de amar o seu irmão. 
3º - A assistência que o maçom deve dar a sua loja deveria ser plena e sem reserva, no entanto o que se vê é a displicência e o desinteresse. 
4º - Triste é constatarmos que o maçom da atualidade não é aquele iniciado em que a ordem depositou sua confiança e esperança. 
5º - Oxalá todo maçom possa deter-se por alguns momentos para meditar a respeito de sua atuação e do seu comportamento.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Participação Consciente

Pronunciamento do Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva

As correntes político-partidárias enfrentam-se no Brasil de hoje, numa espécie de introdução ao embate eleitoral fixado para uma data a mais de um ano. As escaramuças assumem aspectos distintos, subordinados aos temas escolhidos para a demonstração, perante os eleitores, das excelências dos respectivos partidos e da inferioridade dos contrários.

 

Os focos escolhidos perduram na mídia por semanas, às vezes meses, até que um novo assunto venha substituir o escolhido anteriormente, apelando sempre para o lado emocional do cidadão e, não raro, fornecendo elementos que induzem a raciocínios incorretos, impedindo a elevação desejável e desejada do nível de desempenho e de idoneidade de nossos representantes.

 

Estamos na fase inicial dos debates para aprovação, no Congresso Nacional da nova política brasileira no campo do petróleo, isto é, o estabelecimento de normas que permitam a exploração do óleo existente no fundo do nosso mar territorial e abaixo da camada de sal – o chamado pré-sal, tido como capaz de abrir novos horizontes econômicos e políticos ao nosso País, além de uma era de prosperidade e riqueza para o nosso povo.

 

As atenções voltam-se todas para a discussão do assunto, envolvendo aí os interesses empresariais, políticos e governamentais, dadas as grandes repercussões econômicas para frente e para trás que um programa de tal natureza acarretará para o Brasil. Esses interesses constituem a base em que se assentam os partidos políticos nos grandes choques que promoverão no Congresso e fora dele, na mídia.

 

O dever dos maçons como paladinos da democracia e inspiradores do regime republicano é inteirar-se completamente dos acontecimentos, das razões e contra razões de todos os argumentos invocados, assenhorear-se das motivações mais ocultas dos contendores com o objetivo de atuar em defesa dos princípios da Ordem e isso em todos setores sociais, especialmente no âmago dos partidos políticos, de acordo com a vocação cívica de cada um.

 

Já se disse que “a política é a arte de bem governar”, mas isso não é sempre observado na vida prática. Cabe, portanto, aos maçons, como de certa forma responsáveis históricos pela evolução de nosso País a partir da Independência, uma participação consciente nos fatos políticos que se desdobram. Em caráter pessoal, evitando atribuir às Lojas maçônicas a função própria dos partidos, devemos envidar todos os nossos esforços para garantir à Pátria e ao povo brasileiro o grandioso destino que decerto lhes está reservado .


17.09.2009


Marcos José da Silva

Grão-Mestre Geral



Fonte: www.gob.org.br

Minuto Maçônico

PERFEIÇÃO

1º - Somente o Grande Arquiteto do Universo cria o Justo e Perfeito. 
2º - O símbolo que representa a perfeição é o círculo construído com o compasso. 
3º - Diz-se que a maçonaria é uma escola de perfeição buscando o aperfeiçoamento do homem. 
4º - A maçonaria como instituição humana é suscetível de erros e imperfeições. Cabe a cada maçom evoluir e fazer evoluir todos que estão ao seu redor. 
5º - Muito mais poderíamos fazer se não julgássemos tantas coisas como impossíveis.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Reflexões Sobre Os Nossos Dias



Quando iniciamos nesta sublime e milenar instituição, aprendemos, desde os primeiros passos, que a Ordem Maçônica é uma associação de homens esclarecidos e virtuosos que se consideram irmãos entre si, com o objetivo de viver em perfeita igualdade, intimamente ligados por laços de recíproca estima, confiança e amizade, sempre estimulando uns aos outros na prática da virtude.

O preâmbulo mostra-nos que é um sistema de moral velado por alegorias e ilustrado por símbolos. Com o trolhamento, ensinamos que devemos conhecer o preâmbulo e tê-lo na “ponta da língua”. Mas por que tudo isso?

Porque todos os maçons existentes na face da Terra vieram do mesmo lugar, ou seja, de uma loja de São João J.·. P.·., e todos trazem sempre amizade, paz e votos de prosperidade a todos os IIr.·., porque sempre representamos o vosso V.·. M.·. que, invariavelmente, envia-lhes o seu T.·. F.·. A..·. O que acontece na minha oficina, ocorre nas demais: é a vontade de levantar templos à virtude e cavar masmorras ao vício, pois temos um objetivo comum de vencer as paixões ignóbeis, principalmente submeter a minha vontade e sempre progredir na Maçonaria, e nos sentirmos bem em estarmos cada vez mais juntos e unidos nesta grande confraria.

Ora meus queridos irmãos, temos observado que, embora todos nós saibamos destes princípios, temos dificuldades em praticá-los, é aquele velho dito popular “falar é fácil, fazer é que são elas”.

Ao convivermos com as transições de poder nas oficinas ou no poder central, uma das coisas que me preocupa é percebermos que o nosso preparo para o exercício da plena democracia - a qual todos batemos no peito e juramos defender – está muito, mas muito distante daquilo que pregamos, ou seja, nosso discurso na prática não é o mesmo. É como aquele velho dito popular “faça o que eu falo e não faça aquilo que faço”. Estamos copiando do mundo profano e a cópia está saindo muito pior.

A tramitação de nossos documentos até a recepção, visitas efetuadas e a recepção no cemitério têm um significado, houve tempo suficiente para a gestação e estamos preparados para morrer para o mundo profano, e nascer num mundo ideal. Eis que em nossa primeira viagem na câmara das reflexões, faço uma analogia como se estivéssemos no útero de nossa mãe Terra, e ao sairmos dali, estaremos iniciando uma nova vida para as paixões ignóbeis e os vícios.

Todo ser que nasce apreende inúmeras coisas, coisas boas e coisas ruins, porém esta faculdade que iniciamos deveria nos ensinar como praticar o que pregamos, ou seja, a prática do bem. Por mais simples que seja a mudança, deveria ser um compromisso de todos que tem a oportunidade de adentrar e trilhar o caminho da senda real, deveria ser uma obstinação, e não exatamente isto que estamos vendo e convivendo.

No processo de iniciação, existe a expectativa do profano e da cunhada, com o decorrer dos trabalhos, percebemos que caímos na mesmice e que não estamos encontrando o processo de evolução. Nesse momento, vem a fase do desencanto e muitos deixam as oficinas, quando não saem falando mal da instituição, cada um alega um motivo particular, quase ninguém discorda dos ensinamentos recebidos quando os possui, excetos os que têm muita ou até pouca sensibilidade para perceberem o lado místico, espiritualista, evolucionista, de camaradagem que sempre existe em nosso meio.

Apesar de ver, sentir, reconhecer os problemas (desafios), só poderemos ajudar para a solução daquilo que julgamos e acreditamos como sendo o caminho correto a ser trilhado, se permanecermos dentro da instituição, lutando e defendendo nossas teses, nossas convicções para que a ordem possa processar as mudanças que defendemos no entendimento de estarmos fazendo com a visão coletiva, de uma Maçonaria melhor.

Ao contrário, se formos excluídos, estaremos morrendo e não possibilitando a evolução de nosso espírito, de nossa mente, que é um dos grandes propósitos da instituição, seria como se cometêssemos o suicídio, e seguindo a filosofia espiritualista, poderemos retornar noutro local (como reencarnando), ou seja, se for só exclusão poderá ainda filiar ou regularizar noutra loja e continuar o processo evolutivo.

As cerimônias ritualísticas, até as sessões econômicas, na minha interpretação, podem representar o nascimento de um feto, onde no princípio do mundo o verbo era Deus, e o verbo se fez carne e habita em nós. Portanto, a cerimônia ritualística não pode ser quebrada, alterada, não podem existir brincadeiras, temos que encarar de forma séria como deve ser encarado a gestação e o parto, pois existem sessões difíceis, sessões rápidas, as que não puderam acontecer, das mais variadas formas, ao observarmos, não existe uma sessão igual a outra, assim também são todas as pessoas: por mais parecidas que sejam, são seres distintos e diferentes, cada um carrega uma carga genética única, o DNA.

Meus irmãos, todos nós que aqui estamos, se estamos é porque, em princípio, acreditaram em nós para aqui estarmos; e permanecendo é porque acreditamos que poderemos ajudar a melhorar, a minimizar todo tipo de desconforto, de dificuldades que tenhamos durante o transcorrer de nossa carreira maçônica. Principalmente se entendermos que se não formos egoístas, se ajudarmos nossa própria evolução, estaremos dando uma significativa colaboração para a melhoria do universo em que vivemos. Pois, por mais infinitamente pequenina parte que somos, também fazemos parte do universo, e é um grande pecado se tivermos consciência da relevância de nossa participação e não agirmos, não participarmos.

Meus irmãos, digo tudo isto porque gosto da instituição e faço questão de dividir o que penso para refletirmos: talvez não sejam estes os motivos de evasão das Lojas, por tudo isso é que temos de repensar a Maçonaria, repensar as mudanças impostas, repensar nossa contribuição, repensar nosso relacionamento, repensar nossa veneranda instituição.


M.·. I.·.  João Pedro Santana Pereira

Livre Pensador