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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Minuto Maçônico

A RÉGUA DE 24 POLEGADAS

1º - Emblema considerado na Maçonaria como a imagem das vinte e quatro horas do dia. 
2º - Entre os Maçons operativos, a Régua, dividida em 24 partes de uma polegada cada uma, era utilizada para tomar as dimensões da pedra que devia ser preparada. 
3º - Na Maçonaria Especulativa foi ela considerada como uma das ferramentas do Aprendiz Maçom, sendo as suas divisões vistas como representando as horas. 
4º - A Régua de 24 polegadas, pois, marca o Aprendiz, a judiciosa distribuição do tempo, representando também ele o emblema do aperfeiçoamento e da retidão. 
5º - Simboliza, para todos os maçons, a precisão na execução, a obrigação, a pontualidade e a exatidão.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Traços Biográficos de Hipólito da Costa

Biografia de Hipólito da Costa

Contribuição do Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, ARLS Duque de Caxias IX Nº 2198 - GOEPA/GOB, Or. de Belém/PA.

Sereníssimo Grão-Mestre da GLEPA Visita a Grande Loja Unida da Inglaterra


Nota publica pelo colunista social Walter Guimarães, no Caderno Você, do Jornal Diário do Pará, desta sexta-feira.

A Escola

No Blog Irmão A Partir Pedra




Uma Loja maçónica deve ser também uma escola. Uma escola diferente. Não propriamente um local onde se ensina matéria única para alunos múltiplos. Antes um meio de proporcionar a cada elemento, que é ÚNICO, porque diferente de todos os outros, os meios, o ambiente, a vontade, a orientação, para que ele apreenda (mais do que simplesmente aprenda...) os múltiplos ensinamentos éticos e morais que a vida nos ilustra e exige que um homem verdadeiramente de bem pratique.

A Loja maçónica é uma escola que não ensina. Pelo menos, nada ensina de novo. Ou nada que não possa ser aprendido noutros locais, noutras escolas, em livros, publicações, etc.. No entanto, é um lugar onde se aprende.

Aprende-se porque não se limita a ouvir uma palestra ou lição. Aprende-se porque se vivem as situações que demonstram ou sugerem os princípios ou ensinamentos éticos ou morais que se tornam patentes até perante os olhos mais distraídos.

Aprende-se porque não é exibido ou induzido um pensamento único, uma formatação, antes se facultam painéis de onde cada um retira elementos para que seja a sua própria inteligência, a sua própria vivência, a sua própria personalidade a formular o conceito, a integrar o pensamento.

Aprende-se - sempre! Mesmo quando se "ensina". Sobretudo então. Porque, ao apontar ao Aprendiz um símbolo, ao fornecer-lhe pistas para que ele o interprete, ao executar o ritual para evidenciar um dado ensinamento ético ou moral, o Mestre está, por sua vez, ele próprio a aprender.

Aprende-se com o auxílio dos Mestres. Mas estes também aprendem com o auxílio dos Aprendizes e Companheiros. Não há alunos e professores. Há iguais descobrindo em conjunto como cada um pode ser melhor.

Aprende-se, aprende-se mesmo, coisas novas, porque a maçonaria procura pôr em prática o ideal iluminista em relação ao conhecimento. E, portanto, todos sabem que, por muito que saibam, muito mais desconhecem e podem aprender. Cada um contribui com a sua área de conhecimento para ilustração dos demais. E assim todos podem aprender um pouco de (quase) tudo. E quanto mais diversificada for a Loja, mais se pode aprender.

Por isso, em Loja tanto valor tem o Professor Doutor como o operário ou o indiferenciado. Aquele proporciona ensinamentos a estes - mas também destes recolhe ensinamentos, que complementam a sua profunda formação.

Em Loja, cada um põe em comum o que sabe e retira do bolo comum o que precisa de saber, da forma como lhe dá jeito retirar, ao ritmo a que lhe é possível retirar. Por isso em Lojas não há ideologias incensadas ou proscritas ou recomendadas, não há conceitos únicos ou favorecidos ou aconselhados. Há um meio, um espaço e um tempo para cada um se melhorar a si próprio, aprendendo com os demais o que tiver de aprender, seguindo os exemplos que entender dever seguir.

Em Loja, homens livres e de bons costumes cultivam a Liberdade e, em espírito de Igualdade, Fraternalmente cooperam, no sentido de todos e cada um, permanecerem livres, em si mesmos e de preconceitos
 e de vícios, e sejam cada vez de melhores costumes.

Na escola que é a Loja maçónica, aprende-se e ajuda-se os outros a aprender. Mas - sobretudo! - vive-se!

Rui Bandeira

A Procura da Luz

O Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva,  manifestou-se através de mensagem aos Maçons, com o seguinte texto:



Num início de ano marcado por desastres e mortandade aqui e alhures, quando as forças da natureza parecem mobilizar-se em revanche contra as agressões que sofrem há séculos, é dever dos Maçons se unirem em socorro às vítimas cujo número se anuncia vir aumentando a cada dia e que melhor amparadas estariam se menores fossem as exigências burocráticas no transito das doações.

Cada vez melhor se percebe a necessidade de mudança no tipo de relações humanas e de relações com a natureza no orbe terráqueo como condição essencial para que a humanidade venha a desfrutar da sonhada felicidade, objetivo final da Ordem Maçônica, composta de homens que olham com primazia para o bem estar coletivo, deixando para o segundo lugar seu próprio conforto.

Tal sentimento se acentua de modo especial no começo do exercício maçônico anual, sendo as Lojas Simbólicas o centro de ebulição onde as idéias e os ideais se encontram em perfeita harmonia, embora pairando acima de debates, mas sempre fiéis aos grandes princípios da fraternidade.

O agradável reencontro dos Obreiros, seja nas oficinas, seja nos corpos administrativos, tem o sabor de reinício do mundo, desde que a Oficina simboliza o universo e o universo é uma oficina que trabalha incessantemente, regida pela autoridade suprema dos mundos.

Os debates, por vezes acalorados, não conseguem esconder a sua característica final de procura da verdade, que se processa entre Irmãos Maçons, isto é: entre Iniciados que procuram unir a própria luz à de milhões de criaturas humanas, àquela “verdadeira luz que ilumina todo homem que vem ao mundo” na palavra do Evangelho Segundo São João.

E assim ajuda a humanidade em sua marcha infinita através dos séculos, até o ponto buscado incansavelmente: a transformação da espécie humana num todo luminoso e feliz, na glória do Supremo Arquiteto do Universo.

05.02.2010


Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

A RÉGUA

1º - A invenção deste instrumento remonta a mais ou menos oito séculos antes de Cristo. Os gregos a atribuíram a Rhycos, célebre arquiteto construtor do labirinto de Samos. 
2º - Em linguagem figurada, a Régua representa os princípios, as máximas, as leis, as regras, enfim tudo o que, numa palavra, serve para dirigir e alude às regras de moral, do dever, da urbanidade, da Justiça, dos usos e costumes e das normas estabelecidas pelas leis humanas. 
3º - A régua figura em todas as Lojas simbólicas entre os utensílios alegóricos da Maçonaria como emblema de perfeição. 
4º - A régua pode ser considerada como emblema da disciplina fraternal, livremente consentida por cada um de nós e que só pode produzir os seus frutos pelo respeito escrupuloso dos nossos ritos. 
5º - Unida à linha reta nascida da Régua, ideal suscetível de ser prolongado ao infinito nos dois sentidos, concorre para simbolizar o absoluto e o relativo”.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Convocação para a Sessão Ritualística desta quinta-feira, dia 04/02/2010



CONVOCAÇÃO

A A.R.L.S. "Duque de Caxias IX" Nº 2198, convoca todos os seus Obreiros para trabalharem em nossa próxima Sessão Ritualística , que ocorrerá em nosso Templo nesta quinta-feira, dia 04 de fevereiro corrente, às 20 horas.
Durante o descanso, daremos continuidade ao Seminário de Elaboração do Planejamento Estratégico da nossa Oficina.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS  OS OBREIROS!!! 

Uma Nova Visão na Maçonaria




Vivemos um momento de grandes transformações, de mudanças nos rumos da história da maçonaria. E as mudanças parecem muito rápidas, deixando, às vezes, a impressão de imprevisibilidade ou impossibilidade de visualizar o futuro.
É importante pensar no momento que a maçonaria vive sob uma perspectiva ampla, que contemple os valores e conhecimentos mais significativos, desenvolvidos  pelos maçons, que possam servir de fundamento para um futuro melhor.
A evolução é  um fenômeno muito amplo: abrange as mutações físicas das galáxias, cuja matéria, ao longo dos anos se modificam, transformando-se depois em energia, e também abrange o desenvolvimento da consciência do maçom e da maçonaria. Sabemos que a evolução biológica, intuída por Darwin, é apenas parte deste fenômeno que de uma maneira mais dinâmica avança no campo da consciência  e do conhecimento dos irmãos.
As descobertas das novas técnicas de comunicação,  representam apenas uma plataforma para melhorar o desenvolvimento da consciência e o nascimento de uma “irmandade de colaboração” mais inteligente e mais rica, apoiada numa visão científica e histórica da filosofia da irmandade, mas que ainda contempla conhecimentos menos avançados, na área comportamental.
Se formos analisar, sob o ponto de vista  de recursos, a irmandade tem, hoje, a tecnologia para transformar a maçonaria em um paraíso perfeito. A dificuldade está  na área dos nossos conhecimentos humanos emocionais. Neste particular nossos conhecimentos ficaram defasados, e também porque cada um de nós, cada grupo é, ao mesmo tempo, parte da solução e parte do problema.
A história nos ensina que sempre se evolui numa curva ascendente, contínua em longo prazo, e que as civilizações passam por períodos de hibernação, desenvolvimento e decadência.
Cada geração herda conhecimentos das que a antecedemE a decadência  decorre, invariavelmente, do êxito de um estágio de bem estar e riqueza utilizados para o supérfluo, sem consistência para evitar o enfraquecimento dos valores conquistados.
Porém estamos, no que costumamos chamar de “ponto de  mutação”, sugere que a maçonaria, neste início de novo milênio, está convivendo com duas realidades:  Uma é a  da irmandade  influenciada pelo poder, que dá sinais de decadência, a outra é o  lado de novos conhecimentos humanos que é  base para o desenvolvimento de uma irmandade mais transparente inteligente e fraterna, com melhor qualidade de vida para os maçons, em que o desafio será a continuidade do desenvolvimento do conhecimento e mesmo da sabedoria.
A psicologia  avançou bastante  reconhecendo que  parte de nossa mente é apenas a ponta de um iceberg, sendo a porção submersa constituída pelo inconsciente, ou o “subconsciente” que acumula todo o nosso conhecimento, com seus atavismos, instintos, mentalidade e hábitos.
Hoje, o “superconsciente” que deriva do desenvolvimento emocional, é muito mais inteligente do que a parte racional. É a área das intuições, da criatividade, da inspiração e mesmo da revelação.
O futuro do conhecimento, da educação, da sabedoria, da própria evolução enfim, está mais no desenvolvimento do crescimento da intuição, que favorece a visão holística do que no esforço de conhecimento analítico passado e limitado,  por ser conhecimento desatualizado e fragmentado.
A visão de uma nova maçonaria desperta o imaginário dos maçons, na luta por um sonho possível, motivador, unificador, integrador e desafiador - uma visão que mobilize energias e as melhores qualidades humanas dos maçons, para lutar por algo que valha a pena. Exemplos recentes estão nas organizações que buscam a Excelência.
É fundamental que seja preservada a luta por uma maçonaria mehor, estamos na época de acabar com a competição exacerbada que destrói valores importantes, inibindo convivência mais harmoniosa entre as pessoas.
Para isso devemos evoluir na parte comportamental, ampliar o espírito comunitário e buscar uma visão colaborativa para aproveitar as maravilhas da conquista tecnológicas, e que sejam postas a serviço da felicidade e evolução dos irmãos.
O desafio neste novo milênio, fica por nossa conta, em criarmos juntos uma nova visão, a ser implementada a partir das idéias acima alinhavadas.

Irm. M. M. AMARILDO André de Araújo, A.R.L.S. "Duque de Caxias" IX Nº 2198 - GOEPA/GOB, Or. de Belém/PA. - Trabalho apresentado no Seminário de Elaboração do Planejamento Estratégico desta Sublime Loja.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cerimônia de Exaltação no Grau de Maçom do Arco Real no Capítulo Hipólito da Costa Nº 48


Imagens capturadas no encerramento da Cerimônia de Exaltação no Capítulo Hipólito da Costa Nº 48 de Maçons do Arco Real, dos Obreiros HERMANO JOSÉ CRISTO DE SOUZA e JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA, ocorrida no dia 30/01/2010, no Templo da ARLS Lauro Sodré III, localizado na Avenida Ceará, Nº 754, Bairro de Canudos, neste Oriente.












A Maçonaria não deveria existir


No nosso Blog Irmão União, Prosperidade e Diálogo


Dia desses fui acompanhar a Sindicância de um jovem de 14 anos, pretendente a ser Iniciado na Ordem DeMolay no Capítulo do qual faço parte.

Estávamos em um grupo de 4 pessoas para esta Sindicância. Além de mim, iam meu filho e mais dois DeMolays.

Chegamos na casa do jovem e a Sindicância começou como começam todas as Sindicâncias, os DeMolays explicando ao Candidato o que é a Ordem, como ela se iniciou, seus preceitos, as virtudes que são cultuadas, etc., etc.....

Na minha posição de Tio eu só escutava as explicações, acompanhava as perguntas curiosas e as respostas bem fundamentadas.

Porém, eu percebia que o Candidato ficava incomodado com as respostas e acabava questionando com mais ênfase determinados pontos, até que ele perguntou:

“- Ok, vocês me explicaram que a Ordem DeMolay prega o respeito a Pai e Mãe, quer que sejamos cidadãos patriotas, tolera e respeita todas as religiões e etc., mas eu não preciso ser DeMolay para fazer isso, pois isso é o que meus Pais têm me ensinado desde pequeno. Então, por que eu precisaria ser Iniciado na Ordem para continuar fazendo o que eu já faço?”

Se não fosse a seriedade do momento teria sido engraçado, pois tanto meu filho quanto os outros dois DeMolays ficaram com aquela cara de “putz, é verdade, eu não tinha pensado nisso. E agora, o que eu respondo?”.

Aí todo mundo olhou para mim, esperando uma ajuda na resposta e eu fui obrigado a dizer algo. Mas eu acho que eles não esperavam a resposta que eu dei.

Disse assim:

“- Sabe, eu já me fiz essa pergunta algumas vezes e só pude concluir uma coisa: A Maçonaria não deveria existir, assim como a Ordem DeMolay também não deveria existir”.

Nossa!!! a cara de pânico dos jovens era hilária. No mínimo eles pensaram “Este cara ficou doido! A gente vem tentar trazer mais um Membro para nossa Ordem e ele diz que ela deveria acabar? Ele deve ter ficado maluco”.

Aí eu tive de continuar a explicar minha “teoria”:

“- Na verdade, as pessoas não deveriam precisar ser lembradas a todo momento que elas devem ter respeito pelo seu País, sua Família ou ao próximo. Aliás deveria ser a coisa mais normal do mundo, nós nos reunirmos para arrecadar fundos para ajudar um orfanato. Aliás, mas aliás mesmo, se o mundo fosse diferente, nem deveriam existir orfanatos, pois não deveriam existir
crianças abandonadas pelos Pais.

Nós deveríamos sair à rua e não deveria ser normal querermos brigar com o motorista de outro carro por causa de uma vaga para estacionar.

Ninguém deveria desconfiar da honestidade de outra pessoa, porque a desonestidade não deveria existir.

Eu não deveria colocar portões na minha casa, e me fechar dentro de uma gaiola para evitar ser assaltado, porque a violência não deveria existir.

Ninguém deveria temer sair de casa com a camisa do seu time de futebol preferido, com medo de ser espancado até a morte por uma meia dúzia de imbecis que usam uma camisa de outro time.

Mas, infelizmente, este mundo que acabei de comentar não existe, e somos expostos diariamente a tantas influências negativas, que temos de procurar uma forma de nos unirmos a pessoas que ainda cultuam algum tipo de preceitos e valores morais e que pensem como nós. E para isso que existe a Maçonaria e a Ordem DeMolay, por exemplo.

Lá, somos lembrados a continuar usando tudo de bom que aprendemos com nossos Pais, e nos são “relembrados” alguns outros valores que acabamos esquecendo com a correria da vida.

No dia que o ser humano aprender a respeitar ao próximo, eu proponho o fim da Maçonaria e de todas as Ordens semelhantes. Enquanto isso seria um prazer ter você conosco.”

Hoje esse Candidato não é mais Candidato, pois foi Iniciado DeMolay logo depois.

Mas o que mais me deixou feliz, foi escutar esta minha teoria repetida por um dos jovens que estavam participando daquela Sindicância para outro Candidato à Ordem DeMolay, dias depois. Ou seja, até que esta teoria não é tão maluca assim, pois mais alguém concorda com ela.

Esta história foi narrada por um Irmão Maçom desconhecido, mas ela deve ser muito divulgada entre nós...

Contribuição do Irmão H. Cristo