Digite abaixo o seu email para receber mensagens com as nossas postagens:

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Secretário Geral Sérgio Utchitel concede entrevista





Na tarde de hoje, estiveram na sede do Grande Oriente do Brasil, o Secretário Geral do Conselho Supremo da Grande Fraternidade Universal, Sérgio Utchitel, juntamente com a Celi Cardozo e Margaret Rosania, onde concederam entrevista, aos Eminentes Irmãos Miranda e João Guimarães.

.


.
Na oportunidade, o Sr. Sérgio Utchitel falou sobre o IV Kumbha Mela, que é uma peregrinação mundial pela paz, que neste ano acontecerá na Venezuela, Brasil e Peru; no Brasil será realizado no dia 07 de outubro, no oriente de Santo Antônio do Descoberto-GO.

.

.
A Grande Fraternidade Universal tem como missão acercar as agrupações culturais, científicas, filósóficas e humanitárias que trabalhem pela paz e promovem os princípios para o avanço e a evolução do gênero humano, sem distinição de raça, crenças, sexo e condição social.
.

Para mais informações, acesse o site www.granfraternidaduniversal.org ou entre em contato através do telefone (61) 3347-8886 e/ou 9614-2266. Para visualizar o informativo, clique aqui.
.
(A:JA/R:JA)


Fonte: Assessoria de Comunicação
Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB

Obreito e autor de obras maçônicas do GOB–MT divulga blog para interagir com seus leitores



Com intuito global de estreitar o relacionamento Autor e Leitor, assim como todos aqueles que apreciam boas leituras,  o Irmão Moacir José Outeiro Pinto M. M. do Grande Oriente do Brasil Mato Grosso, autor das Obras: “ Do Meio-Dia à Meia Noite”, Editora Madras, 2007 e “ Entre a Compósita e a Toscana”, Editora A Trolha, 2008, respectivamente obras destinadas ao 1º e 2º Graus da Maçonaria Simbólica, lançou em 29/01/2010 o seu Blog, titulado como “O Escritor Maçom”, que pode ser acessado através do endereço web: http://mjouteiropinto.blogspot.com.

O Autor, destaca em seu blog textos de ensinamentos voltados a vivência humanitária do Homem em busca da perfeição. Seu Blog também está conectado à sua conta de Twitter: http://twitter.com/vidamaconica, que também pode ser “seguido” por aqueles que desejam receber os “ Post´s” ( Textos ) disponibilizados pelo autor em área destinada para este fim no próprio Blog.

Acessem e se cadastrem conforme as orientações do próprio BLOG, utilizando o cadastro de Newsletter, colocando seu e-mail. Para os cadastrados, receberão mensagem diretamente no e-mail com os post´s do blog imediatamente após publicados.

O blog também está preparado para Celulares, que exclusivamente poderão usar o endereço: http://mjouteiropinto.mofuse.mobi e Desde seu lançamento já foram mais de 1.200 visitas originadas de 7 países do Globo, assim como o critério de busca do Google como “ Escritor + Maçom + Maçonaria” já está colocando o Blog em 1º Lugar nas pesquisas.

(A:JA/R:JA)


Fonte: Assessoria de Comunicação
Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB

Um Exemplo



O Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, professor Marcos José da Silva, fez divulgar a seguinte nota sobre os acontecimentos políticos relacionados com a prisão do Governador do Distrito Federal:

Crescem as expectativas acerca dos acontecimentos políticos ocorridos no Distrito Federal, que culminaram com a prisão do Governador José Roberto Arruda, denunciado pelo Ministério Público, por evidências no sentido de tentar pressionar testemunha para descaracterizar um processo de corrupção em que seu nome figura em destaque nos noticiários nacionais. O Governador, afastado provisoriamente de suas funções, é prisioneiro da Policia Federal, em Brasília, por ordem do Tribunal Federal de Justiça.

O prosseguimento do caso passa pelo Supremo Tribunal Federal, onde o Procurador – Geral da Republica pediu a intervenção federal no DF, considerando a implicação, na ação judicial em curso, de importantes figuras políticas locais da linha sucessória do Governador.

Da parte da Maçonaria, acompanhamos a marcha das investigações com esperançosa atitude, não por ter o acusado, até recentemente, engrossado o quadro de uma de nossas Lojas, mas porque os interesses maiores neste caso são os da nação brasileira, exemplo mundial de combate à corrupção através dos Três Poderes da República harmonicamente articulados.

Com efeito, nos países do mundo a corrupção mantém as tradições mais desgastantes no trato com o bem público, incluindo aí a administração de organismo internacional. Chefes de Estado e de governo, parlamentares de nações colonialistas, executivos de altos escalões de nações ricas e belicosas, comparecem sistematicamente com relevo na mídia, responsabilizados por atos de improbidade no exercício de suas funções.

Grandes e sofisticadas operações desonestas já foram denunciadas em países desenvolvidos, a ocorrerem principalmente nas destruições pela guerra, nas reconstruções para a paz e no embargo econômico contra os insubmissos, fieis guardadores de suas fronteiras.

O que hoje se noticia com as vivas cores de escândalo é simplesmente mais um episódio da luta sem quartel desfechada pela Republica Brasileira contra os “corruptos e sem princípios”, para satisfação do povo e infelicidade dos detratores de nossa cultura, e do nosso modo de ser, apologistas de condutas alienígenas muitas vezes eivadas de suspeição altamente justificada.

Brasília, 19.02.2010.

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuo Maçônico

A CORDA

1º - Emblema muitas vezes utilizado pela Maçonaria, e que possui várias interpretações, de acordo com os diversos Ritos. 
2º - Em geral, a corda passada em volta do pescoço do recipiendário simboliza a Escravidão em que é reduzido o homem pelas paixões, pelos erros e pelos prejuízos. 
3º - Segundo Oswald Wirth, a corda simboliza o cordão umbilical, sendo a Câmara de Reflexão, onde se encontra encerrado o candidato, o útero materno, do qual sairá por uma morte à vida fetal para renascer à vida iniciática. 
4º - Em certas Lojas irlandesas, a corda é então lançada com desprezo ao chão, para significar que ela não convém mais a um homem livre. 
5º - Quando a corda é retirada, significa que o profano está liberto do estado de escravidão.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sobre a Significação das Festas Carnavalescas




A propósito de certa "teoria da festa" formulada por um sociólogo, assinalamos1 que essa teoria tinha, entre outros defeitos, o de querer reduzir todas as festas a um só tipo, que constitui o que se poderia denominar festas "carnavalescas", expressão que nos parece bastante clara por ser facilmente compreendida por todo mundo, pois o carnaval representa na verdade o que delas subsiste ainda hoje no Ocidente. Dizíamos, então, que se apresentam, em temas desse gênero, questões dignas de um exame mais aprofundado. De fato, o que sempre se evidencia nelas, antes de tudo, é uma impressão de "desordem" no sentido mais amplo da palavra. Como explicar então a existência dessas festas, não só numa época como a nossa, em que se poderia considerá-las simplesmente como uma das inúmeras manifestações do desequilíbrio geral, mas também, e mesmo com maior desenvolvimento, nas civilizações tradicionais, com as quais parecem incompatíveis à primeira vista?

Não é inútil citar aqui alguns exemplos precisos. Mencionaremos em primeiro lugar, a esse respeito, certas festas com caráter bem estranho celebradas na Idade Média: a "festa do jumento", em que esse animal, cujo simbolismo propriamente "satânico" é bem conhecido em todas as tradições,2 era introduzido até mesmo no próprio coro da igreja, onde ocupava o lugar de honra e recebia as mais extraordinárias provas de veneração; e a "festa dos loucos", em que o baixo clero entregava-se às piores inconveniências, parodiando tanto a hierarquia eclesiástica, quanto a própria liturgia.3 Como é possível explicar que tais coisas, cujo caráter mais evidente é sem dúvida de paródia e até mesmo de sacrilégio,4 tenham podido, numa época como aquela, ser não só toleradas, mas até mesmo admitidas de certa forma oficialmente?

Mencionaremos ainda as Saturnais dos antigos romanos, das quais o carnaval moderno parece ter derivado diretamente, ainda que seja apenas, para dizer a verdade, um vestígio muito empobrecido: durante essas festas, os escravos davam ordens aos senhores e estes os serviam;5 tinha-se então a imagem de um verdadeiro "mundo invertido", onde tudo se fazia ao contrário da ordem normal.6 Ainda que se pretenda comumente que havia nessas festas uma evocação da "idade de ouro", essa interpretação é inteiramente falsa, por completo, pois não se trata de uma espécie de "igualdade" que poderia ser vista a rigor como representativa, na medida em que o permitem as condições presentes,7 da indiferenciação primitiva das funções sociais; trata-se de uma inversão das relações hierárquicas, o que é inteiramente diferente. Uma tal inversão constitui-se, de modo geral, numa das características mais claras do "satanismo". É preciso, portanto, ver nelas algo mais relativo ao aspecto "sinistro" de Saturno, que por certo não lhe pertence enquanto deus da "idade do ouro", mas sim na medida em que hoje é apenas o deus decaído de um período encerrado.8

Podemos ver, por exemplo, que existe invariavelmente nas festas desse gênero um elemento "sinistro" e mesmo "satânico", e que, de modo especial, é precisamente esse elemento que agrada ao vulgar e excita a sua satisfação. Aí está, com efeito, alguma coisa que é muito apropriada, muito mais que outra qualquer, para satisfazer às tendências do "homem decaído", na medida em que essas tendências o impelem a desenvolver, sobretudo as possibilidades mais inferiores de seu ser. É nisso em particular que reside a verdadeira razão de ser das festas em questão. Trata-se, em suma, de "canalizar", de algum modo, essas tendências e de torná-las tão inofensivas quanto possível, dando-lhes ocasião de se manifestarem, mas somente durante períodos muito curtos e em circunstâncias bem determinadas, estabelecendo, assim, para essa manifestação, limites estreitos que não é permitido ultrapassar.9 Se não fosse assim, essas mesmas tendências, por falta de receberem o mínimo de satisfação exigida pelo estado atual da humanidade, correriam o risco de explodir, se pudermos assim dizer,10 e estender seus efeitos à existência inteira, coletiva e individual, causando uma desordem muito mais grave do que a que se produz apenas durante alguns dias especialmente reservados a esse fim, e que é muito menos temível por estar como que "regularizada". Por um lado, esses dias estão colocados em certa medida fora do curso normal das coisas, de modo que não exerce sobre ele qualquer influência apreciável, e no entanto, por outro, o fato de que não existe aí nada de imprevisto "normaliza" de certa forma a própria desordem e a integra na ordem total.

Além dessa explicação geral, que é evidente quando se está disposto a refletir, existem algumas observações úteis que podem ser feitas, em particular no que diz respeito às "mascaradas", que desempenham um papel importante no carnaval propriamente dito e em outras festas mais ou menos similares. E essas observações confirmarão ainda o que acabamos de dizer. De fato, as máscaras de carnaval são em geral hediondas e evocam com freqüência formas animais ou demoníacas, de modo que são como que uma espécie de "materialização" figurativa dessas tendências inferiores, até mesmo "infernais", que então é lícito exteriorizar. Mais ainda, cada um escolherá naturalmente, mesmo sem ter consciência clara disso, aquela que melhor lhe convém, isto é, aquela que representa o que está mais de acordo com suas tendências dessa ordem. Assim, poderíamos dizer que a máscara, supostamente destinada a ocultar o verdadeiro rosto do indivíduo, faz, ao contrário, aparecer aos olhos de todos o que ele traz em si na verdade, mas que de hábito deve dissimular. É bom notar, pois isso esclarece ainda mais a natureza de tais fatos, que existe aí uma espécie de paródia da "reversão" que, tal como explicamos em outro lugar,11 produz-se num certo grau do desenvolvimento iniciático; paródia, dizíamos, e contrafacção verdadeiramente "satânica", pois nesse caso a "reversão" é uma exteriorização, não mais da espiritualidade, mas sim, pelo contrário, das possibilidades inferiores do ser.12

Para terminar esse esboço, acrescentaremos que se as festas dessa espécie estão-se reduzindo cada vez mais, e só parecem despertar o interesse do povo, é porque, numa época como a nossa, elas perderam na verdade sua razão de ser.13 De fato, como se poderia tratar ainda de "circunscrever" a desordem e encerrá-la em limites rigorosamente definidos, quando está espalhada por toda parte e se manifesta sem cessar em todos os domínios em que se exerce a atividade humana? Se nos mantivermos presos às aparências exteriores e a um ponto de vista simplesmente "estético", poderíamos ser tentados a nos congratular com o desaparecimento quase completo dessas festas, em especial pelo aspecto "disforme" de que se revestem, como é inevitável. Mas essa desaparição, ao contrário, quando se vai ao fundo das coisas, constitui-se em sintoma muito pouco tranqüilizador, pois revela que a desordem irrompeu em todo curso da existência e se generalizou a tal ponto que, pode-se dizer, estamos na realidade vivendo um sinistro e "eterno carnaval".

* Publicado na revista Études Traditionnelles, dez. 1945.
Notas:
1. Ver a revista É.T., abr. 1940, p. 169.
2. Seria um erro querer opor a isso o papel desempenhado pelo jumento na tradição evangélica, pois, na realidade, o boi e o jumento, colocados lado a lado na manjedoura em que Cristo nasceu, simbolizam respectivamente o conjunto das forças benéficas e maléficas; tornamos a encontrá-los na crucificação, sob a forma do bom e do mau ladrão. Por outro lado, Cristo montado num jumento, sua entrada em Jerusalém, representa o triunfo sobre as forças maléficas, triunfo esse que se constitui na própria "redenção".
3. Esses "loucos", aliás, levavam um chapéu com orelhas compridas, claramente destinadas a evocar a idéia de uma cabeça de jumento, traço este que é muito significativo do ponto de vista em que nos colocamos.
4. O autor da teoria a que nos referimos reconhece a existência dessa paródia e do sacrilégio, porém, atribuindo-os ao seu conceito de "festa" em geral, pretende que sejam elementos característicos do próprio "sagrado", o que não só é um paradoxo exagerado, mas, também, é preciso dizer, claramente, uma contradição pura e simples.
5. Encontram-se, inclusive, em países muito diferentes, casos de festas do mesmo gênero em que se chegava a conferir, temporariamente, a um escravo ou um criminoso as insígnias da realeza, com todo o poder que comportam, com a ressalva de dar-lhe morte assim que a festa terminasse.
6. O mesmo autor fala também, a esse respeito, de "atos às avessas" e mesmo de "retorno ao caos", o que contém ao menos uma parte da verdade, mas, por uma surpreendente confusão de idéias, assimila o caos à "idade de ouro".
7. Referimo-nos às condições do Kali-Yuga ou da "idade de ferro", da qual a época romana e a nossa fazem parte.
8. Que os antigos deuses tornam-se, de uma certa forma, demônios, é um fato constatado com grande freqüência, e a atitude dos cristãos em relação aos deuses do "paganismo" é um caso particular disso, mas que parece não ter sido jamais explicado como deveria. Não podemos, contudo, insistir sobre este ponto, que nos levaria fora do nosso tema. Deve ficar bem entendido que isso tudo se refere apenas a certas condições cíclicas, mas que não afeta ou modifica em nada o caráter essencial desses mesmos deuses enquanto simbolizam intemporalmente princípios de ordem supra-humana, de modo que, ao lado desse aspecto maléfico acidental, o aspecto benéfico, apesar de tudo, subsiste sempre, até mesmo quando completamente desconhecido pelas "pessoas de fora". A interpretação astrológica de Saturno poderia fornecer um exemplo muito claro a esse respeito.
9. Isso corresponde à questão do "enquadramento" simbólico, à qual nos propomos voltar. [Ver cap. 66.]
10. No fim da Idade Média, quando as festas grotescas de que falávamos foram suprimidas ou caíram em desuso, produziu-se uma expansão da feitiçaria desproporcional ao que se havia visto nos séculos precedentes. Esses dois fatos têm uma relação muito direta entre si, ainda que geralmente despercebida, o que é, aliás, mais surpreendente na medida em que existem algumas semelhanças evidentes entre tais festas e o sabá dos bruxos, em que tudo se fazia também "às avessas".
11. Ver Initiation et réalisation spirituelle, cap. XXX: L'Esprit est-il dans le corps ou le corps dans l'esprit?
12. Havia ainda, em certas civilizações tradicionais, períodos especiais em que, por razões análogas, permitia-se que as "influências errantes" se manifestassem livremente, tomando-se no entanto todas as precauções necessárias em tais casos. Essas influências correspondem, naturalmente, na ordem cósmica, ao que é o psiquismo inferior no ser humano e, por conseguinte, entre a sua manifestação e as influências espirituais existe a mesma relação inversa que entre as duas espécies de exteriorização que acabamos de mencionar. Afinal, nessas condições, não é difícil compreender que a própria mascarada parecer figurar, de certo modo, o aparecimento de "larvas" ou espectros maléficos.
13. Isso quer dizer que, para falar claro, elas são apenas "superstições", no sentido etimológico da palavra.

Fonte: René Guénon: "Os Símbolos da Ciência Sagrada", 9ª edição. Trad. J. Constantino Kairalla Riemma. São Paulo: Pensamento, 1993. Cap. 21, pp. 126-130.

Contribuição do Irm. Anatoli Oliynik, Or. de Curitiba/PR.

Minuto Maçônico

O ESQUADRO

1º - Instrumento de desenho em forma de ângulo reto cuja origem é antiqüíssima. Símbolo da Retidão, o Esquadro exprime que o homem deve sujeitar todas as suas ações a essa qualidade, constituindo a virtude que deve existir em todo homem de bem. 
2º - O Esquadro é uma das seis jóias da Loja e a primeira das três chamadas móveis, e figura em todos os graus da Maçonaria como um dos emblemas mais eloqüentes. 
3º - Símbolo da Terra, onde se desencadeiam as paixões humanas, o Esquadro relaciona-se com a Matéria, que simboliza, retifica e ordena, representando, de um lado, a ação do Homem sobre a Matéria, e do outro, a ação do Homem sobre si mesmo. 
4º - Sempre à vista do Maçom, o Esquadro lembra-lhe constantemente a obrigação que tem de desprender-se das coisas materiais e das preocupações vulgares para enveredar pelo caminho mais reto da Equidade e da Justiça. 
5º - Simbolizando a Equidade e a Justiça, por isso, constitui a jóia do Venerável Mestre, porque este deve ser o Maçom mais reto, justo e eqüitativo da Loja.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Pesquisa em Maçonaria





"Era comum buscar guarida nos conhecimentos egípcios que, segundo escritores renomados, teriam sido herdados das prósperas civilizações. Atlantida e Lemuriana, destruídas devido à vaidade que cultivavam e também pelo uso inadequado dos conhecimentos esotéricos."

Entendemos por pesquisa, a busca, a indagação, a investigação que procura a verdade. Quais seriam as ferramentas do homem moderno na sua eterna procura da veracidade não só dos fatos, como também das idéias?

Hoje, no terreno científico, temos os sofisticados laboratórios, os observatórios astronômicos, os vôos siderais tripulados e os satélites artificiais, cujas observações criam teorias, hipóteses para serem demonstradas como falsas ou verdadeiras. Quanto aos fatos e às idéias humanas, teríamos um vasto arsenal de descrições ali-cerçadas na arqueologia, etnologia, etologia, lingüística, antropologia, sociologia e psicologia, comprovando ou invalidando conhecimentos e conceitos.

Como é muito difícil, às vezes, fazermos pesquisas de campo, usamos na maior parte do tempo a pesquisa bibliográfica constituída por publicações: documentos (fontes primárias) ou por monografias, livros de um modo geral (fontes secundárias), nos quais o autor procura justificar sua tese ou antítese nas conclusões de outros tratadistas de reconhecida capacidade e ho-nestidade, no assunto.

Este é o aspecto geral que, praticamente, teve início no final do século passado, mas principalmente no começo do atual século, no qual a experimentação e as descobertas nos campos das ciências humanas, subs-tituem o magister dixiit dos sábios das culturas arcaicas e as alucinações e delírios de místicos desequilibrados.
Analisando o primeiro período do dístico inicial: “Era comum buscarem guarida nos conhecimentos egípcios”. Que conhecimentos? Quais as influências egípcias na cultura do mundo antigo?

Porém, sabemos pelas modernas descobertas arqueológicas que o Egito encontrava-se e manteve-se num grau baixíssimo sob os vetores científicos, filosóficos e religiosos. Tinham alguns conhecimentos de geometria e astronomia. A filosofia deles era uma cosmogonia mitológica, dentro das idéias comuns a todos os povos do mundo antigo, que em muito precederam os egí-pcios com mitos da criação do universo e do homem, sendo os mais primitivos historicamente os da cultura suméria-acadiana.

Sua teologia ficava num animismo e totemismo dos mais primários, pois seus grandes deuses eram representados por homens com cabeças de animais.Adoravam alguns animais, comprovação obtida pelas múmias encontradas de certos animais (gato, crocodilo, escaravelho). Osíris e Ísis pertenciam aos velhos mitos da fecundidade e imortalidade como os anteriores dos sumérios: Dumuzzi e Gilgamesh e das demais culturas como Adonis, Atis, Orfeu, Dionísio, Jesus e Hiram Abi; sintetizados na morte e renascimento do deus em analogia com a natureza.
Quais seriam os escritores renomados: Leadbeater, Ragon, Paul Burton, e alguns tupiniquins, cujo trabalho é copiar dos outros.

"Os conhecimentos egípcios eram herdados da Atlantida e Lemuria", que não sabemos se existiram, ou, principalmente a primeira seria fruto das histórias inventadas por quem não tinha o que fazer, ou mesmo um mito criado por Platão. Até os dias de hoje, não existem evidências arqueológicas da existência de tão prósperas e evoluídas culturas.

Esoterismo seria a doutrina dos círculos mais restritos das sociedades iniciáticas, ou das religiões criadas pelos sacerdotes para melhor explorar o homem em benefício próprio. O que constituía o esoterismo antigo? Uma série de práticas de magia oral ou gestual, criando cerimônias de ofertas aos deuses para aplacá-los ou comprar os favores deles como fazem até hoje os “pais de santos” ou mães em seus cultos afros.

Modernamente, o esoterismo transformou-se nas modernas medicinas alternativas, nas quais encontramos as velhas “mezinhas”, chás de plantas (fitoterapia) das velhas mucamas, acupuntura, hipnose, homeopatia, passes ou “sacudimentos”, florais, magia, bruxaria e todo um universo com adivinhações astrológicas, “taróticas” e outras.

Temos uma fatia da literatura ocultista dos autores do realismo fantástico, culminando com o sucesso do escritor Paulo Coelho, o Papus moderno. Demonstração insofismável da procura das pessoas pelo incomum para solucionarem seus problemas comuns, criados por uma sociedade irracional e consumista, onde não tem lugar o amor sob a forma de tolerância.

Os órgãos de comunicação maçônica (jornais e revistas), devem ter o cuidado de não publicarem toda essa baboseira esotérica, pois na realidade exprimem superstições geradas pela ignorância dos séculos passados. Como nós, Maçons, temos alguma responsabilidade no campo da cultura, devemos inquirir e contradizer as pregações, nas Lojas, desses arautos de um mundo imaginário com seus mitos válidos há cinco mil anos, e que hoje são histórias da “carochinha”, para os imaturos adultos humanizados.

 
I.·.Breno Trautwein
Or.·.de Curitiba – PR

Perguntas e Respostas da Maçonaria




O APRENDIZ MAÇOM


O QUE ACONTECE QUANDO O APRENDIZ MAÇOM RECEBE A LUZ?
Passa a trabalhar para a futura sociedade na qual os homens se dedicarão ao trabalho e à justiça.

DURANTE QUE PERÍODO TRABALHA O APRENDIZ MAÇOM?
Do meio-dia a meia-noite.

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO MEIO-DIA?
Como sinônima da divisão do tempo, equivale a doze horas, marca do instante teórico em que o Sol se acha no zênite do lugar considerado como centro da abobada celeste.

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO MEIA-NOITE?
Significa a hora do repouso material e espiritual do homem, bem como da própria natureza.

O QUE INDICA O PERÍODO DE TEMPO COMPREENDIDO ENTRE O MEIO-DIA E A MEIA-NOITE?
Começando os trabalhos ao meio-dia simbólico e prolongando-se durante doze horas figuradas, indicam que o maçom deve empregar metade do seu tempo em tarefas úteis, instruindo-se fundamentalmente.

POR QUE OS APRENDIZES TRABALHAM DO MEIO-DIA A MEIA-NOITE?
Porque Zoroastro, um dos primeiros fundadores dos mistérios da antiguidade, reunia secretamente seus discípulos ao meio-dia e terminava seus trabalhos à meia-noite, depois de uma ceia fraternal.

O QUE PRETENDE DEMONSTRAR A MAÇONARIA DURANTE AS DOZE HORAS SIMBÓLICAS DE TRABALHO?
Quer apresentar aos maçons as chaves de todos os segredos de sua doutrina. Combate a ignorância, a tirania e os preconceitos, glorificando o direito e a justiça, levantando templos à virtude e cavando masmorras ao vicio.

O QUE É O GRAU DE APRENDIZ?
É o marco inicial de toda carreira maçônica. Constitui o pedestal de toda filosofia desenvolvida nos outros graus que o seguem.

COMO UM APRENDIZ PROVA QUE É MAÇOM?
Pelas provas de sua iniciação e outras circunstâncias, prestando-se sempre a rigoroso exame, desde que seja regularmente exigido.

QUAL A IDADE DO APRENDIZ MAÇOM?
Três anos.

COMO DEVE TRABALHAR UM APRENDIZ MAÇOM?
Com independência, fervor, devotamento e inteligência.

O QUE DEVE PROCURAR O APRENDIZ MAÇOM?
Aproximar-se da verdade do cosmo, convencendo-se de que a investigação da verdade não deve ter limites, senão aqueles dirigidos pelo bom senso, pela moral e pela razão.

QUANTO TEMPO DEVE UM APRENDIZ TRABALHAR PARA OBTER AUMENTO DO GRAU?
Antigamente, sete anos. Atualmente, no mínimo, sete meses.

O QUE SE ENTENDE POR AUMENTO DE SALÁRIO?
Aumento de salário, maçonicamente, significa aumento de grau. Assim, completado o seu tempo de serviço, receberá em retribuição, como aumento, o grau de companheiro. Esotericamente, representa a evolução que o maçom obtêm pelo seu próprio esforço.

QUAIS AS EXIGÊNCIAS PARA QUE UM APRENDIZ RECEBA O SEU AUMENTO DE SALÁRIO?
a) Deverá estar colado no grau, no mínimo, há sete meses;
b) Deverá ter assistido pelo menos a 80% das sessões de seu grau realizadas pela Loja;
c) Deverá estar em dia com suas obrigações junto a tesouraria da Loja;
d) Deverá demonstrar conhecimento do simbolismo do grau e das Leis que regem a Ordem, por questionário e verbalmente, a critério da Loja;
e) Deverá apresentar trabalho por escrito sob tema fixado pelo Venerável Mestre da Loja.



CONTINUA ...


Fonte: templomaconico.blogspot.com

Minuto Maçônico

O SOL

1º - Em todas as religiões, desde a mais alta antiguidade, o sol foi um símbolo constante da Divindade. 
2º - Fonte de vida e de toda a ordem do nosso sistema solar, o sol é como a presença indireta da Divindade junto aos homens e, por isto, foi cultuado em todas as religiões. 
3º - O Sol é considerado a fonte de luz e o emblema da inspiração, da revelação, do conhecimento e do poder. 
4º - O Sol é o coração do sistema planetário. Representa as energias positivas, regentes do Cosmo, é o elemento masculino. Os indivíduos dominados pelo influxo solar são os grandes líderes da Humanidade”. 
5º - Para o Maçom, o Sol representa a luz intelectual da qual está em constante procura e também a autoridade soberana e a Verdade Divina.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br