A CAVEIRA
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
A CAVEIRA
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
CERIMÔNIA DE INSTALAÇÃO
A ARLS DUQUE DE CAXIAS IX - Nº 2198, Convida todos os Veneráveis Mestres e demais Irmãos Maçons Regulares para participarem da Cerimônia de Instalação como V.'. M.'. do nosso estimado Irm.'. MM AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, que será realizada às 17 horas do dia 27/02/2010 (sábado), no nosso Templo, localizado na Avenida Senador Lemos, Nº 4.044, no bairro da Sacramenta, neste Oriente.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS.

Entende-se por dogma o ponto fundamental e indiscutível de uma doutrina religiosa e, por extensão, de qualquer doutrina ou sistema.
A palavra “dogma”, em grego, significa “opi-nião”, mas, em filosofia, é empregada no sentido de opinião explicitamente formulada como verdadeira. Daí serem chamados dogmáticos aqueles que oferecem uma filosofia fundada em dogmas, ou que a apresentam dogmaticamente. No Cristianismo, porém, chamam-se dogmas as verdades reveladas e que são propostas pela suprema autoridade da Igreja, como artigos de fé, que devem ser aceitos por todos os seus membros. Pejorativamente, também são chamados “dogmas” as afirmações que expressam opinião, sem os necessários fundamentos, mas que são proclamadas como verdades indiscutíveis.
A Maçonaria não professa nem impõe dogmas maçônicos, visto que ela não se proclama depositária de nenhuma “Revelação”; ela só tem princípios. Como, porém, não existe uma religião sem dogmas, a Maçonaria não condena o pensamento dogmático em si, deixando a cada Maçom o direito de ser dogmatista, fora da Maçonaria. Não obstante, o ensinamento maçônico não é dogmático.
O dogmatismo era, entre os gregos, a posição filosófica que se opunha ao cepticismo. Enquanto os defensores desta posição negavam a possibilidade do conhecimento, os dogmáticos afirmavam-na plenamente. Kant emprega o termo em sentido pejorativo, e o considera não apenas oposto ao cepticismo, mas também à critica por ele estabelecida.
Chama-se “dogmatismo moral” a concepção que explica legítima a certeza pela ação. Emprega-se em geral para indicar a afirmação de doutrinas que não admitem em si mesmas nada de imperfeito ou errado. O “dogmatismo moral” opõe-se ao “dogmatismo intelectual”. Aquele afirma que nossos conhecimentos espontâneos são a expressão de nossos desejos, e que as nossas atitudes intelectuais, em suma, dependem dos interesses humanos. O “dogmatismo intelectual” afirma a independência do nosso conhecimento quanto aos nossos interesses.
?Dogmatismo negativo? é o nome que se dá geralmente ao cepticismo, porque ao afirmar a impossibilidade do conhecimento verdadeiro, faz uma afirmação dogmática, enquanto se chama de positivo o dogmatismo contrário.
Se a maçonaria é composta por livres-pensadores que buscam a Verdade, obviamente ela não pode ser dogmática. Mas o que é verdade?
A Verdade dos conhecimentos humanos é a base de toda Filosofia, a Verdade moral é a base de toda vida social. Para os antigos, a verdade era uma divindade alegórica, filha de Saturno, isto é, do Tempo, e a mãe da Justiça. Representavam-na, geralmente, sob a figura de uma mulher segurando na mão um espelho ou um facho, e algumas vezes saindo de um poço.
O verdadeiro objetivo da Maçonaria é a busca da Verdade, quer no sentido filosófico, quer no sentido religioso. Para o Maçom, a investigação da Verdade é contínua, é algo que se começa com a sua entrada em Loja como Aprendiz, mas não acaba quando atinge os graus mais elevados.
Por meio de símbolos e alegorias, a Maçonaria ensina aos seus adeptos que a Verdade constitui um atributo da Divindade, sendo ela a busca de todas as virtudes, sem contudo apontar-lhes o que ela considera como Verdade, nem a definindo. Deixa esta tarefa, e isto constitui a principal característica da Instituição Maçônica, aos seus adeptos, para que, por meio do estudo, da pesquisa e da meditação, possam chegar, neste particular, a “Conclusões” que satisfaçam em tudo a Moral e a Razão.
Respeito
Disciplina
Vemos que a autoridade como instrumento de submissão não é bem-vinda, até porque seus efeitos se limitam à presença do agente repressor. É preciso deixar claro que tanto o irmão que segue outro, quanto o que é seguido, abre mão de sua liberdade. O que segue porque deixa de ser livre e passa a “comer na mão do outro”. O que é seguido porque passa a ter a responsabilidade de pensar por dois, e a agir conforme agrade seus seguidores. E aí se vai mais um dos três pilares básicos da maçonaria que é a Liberdade.
Hierarquia
Posso afirmar que, um aprendiz que domina completamente seu grau, está no topo de sua escala hierárquica. A hierarquia deve se dar pelo conhecimento do grau em que o irmão está, e pelos atos e fatos praticados pelos irmãos (exemplo e trabalho), em prol da sua Loja, da sua Obediência e da Maçonaria em Geral. De que adianta ser Mestre se não conhece os cinco PP.·. PPerf.·., e não se lembra de seus juramentos e seus compromissos assumidos, tanto no seu grau atual quanto nos graus anteriores? Têm muitos MM.·. II.·.que não passariam por um exame simples da sua classe, entre os Mestres.
Conclusão
O que vocês querem para Maçonaria? Um monte de “lambe-botas”, bajuladores, que precisam “se dar bem” com os graus superiores para poder subir e alcançar cargos? Ou querem uma Maçonaria composta de homens livres e de bons costumes, que sejam livres-pensadores e busquem incessantemente a Verdade, sem restrições? Quem quiser impor Respeito, Disciplina e Hierarquia está no lugar errado, devia procurar e se inscrever na caserna. Aí estão os três dogmas, de uma Maçonaria que se diz, e deveria ser, antidogmática.
Ir.·.Francisco Carlos Campos
Sereníssimo Grão-Mestre 33º
A ALAVANCA
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
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Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br