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terça-feira, 23 de março de 2010

Convocação para a Sessão Ritualística desta quinta-feira, dia 25/03/2010


CONVOCAÇÃO



Por Ordem do Venerável Mestre, Irm. AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, ficam os estimados IIIrm. do Quadro de Obreiros convocados a comparecer nesta quinta-feira, dia 25 de março corrente, às 19h30, em nosso Templo, para a Sessão Ritualística do ano vigente.

Ordem do Dia: Apresentação da Palestra: O que a Maçonaria representa para os Irmãos, coordenada pelo Irm. ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA, valoroso Obreiro desta Loja e poderoso Secretário Estadual de Educação e Cultura do G.O.E.PA.


Contamos com a presença de todos!!!



JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA

Secretário


Capítulo Hipólito da Costa: Convocação para a Sessão de Instrução do dia 27/03/2010


CONVOCAÇÃO



Por Ordem dos Principais E.E. Companheiros HALDONE LIRA FONSECA, WALDEMAR TITO MELO e ALMIR FERREIRA APOLUCENO, fica o estimado amigo e Companheiro convocado a comparecer dia 27 de março corrente (sábado), às 17 horas, no Templo da A.R.L.S. Lauro Sodré III, localizado na Av. Ceará, nº 754 - Canudos, neste Oriente, para mais uma Sessão de Instrução do Capítulo Hipólito da Costa Nº 48 de Maçons do Arco Real.



ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA

Escriba Esdras


GOEG Sedia comemorações do 42º ano de reimplantação do Rito Brasileiro


No dia 19 de março, foi realizado no Templo da Fraternidade do Palácio Maçônico Nasseri Gabriel, a comemoração dos 42º ano de Reimplantação do Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos, como também, a fundação do Supremo Conclave do Brasil.





Estiveram presentes, Delegados Litúrgicos de todo o Brasil, Dentre as autoridades maçônicas, o Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva; o Grande Primaz do Rito Brasileiro, Soberano Irmão Nei Inocêncio dos Santos e os Grão-Mestres Estaduais de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, Eminentes Irmãos Barbosa Nunes, Amintas de Araújo Xavier e Eduardo Gomes de Souza.





A sessão foi aberta e encerrada pelo Delegado Litúrgico do Rito em Goiás, Irmão Ocrair da Costa Ribeiro, que foi alvo de homenagem da Soberania, da mesma forma que aconteceu com vários outros Irmãos presentes de todo Brasil. O Grão-Mestre Estadual de Goias, Eminente Irmão Barbosa Nunes; os Grão-Mestres Honorários, Irmãos Ovídio Inácio Ferreira e Oclécio Pereira de Freitas e o Irmão Lourival Borges do Nascimento, são responsáveis por suas dedicações pelo crescimento do Rito em Goiás.



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Ao final da comemoração, foi assinado pelos Soberanos Irmãos Marcos José da Silva e Nei Inocêncio dos Santos o “Tratado Maçônico de Rerratificação de Reconhecimento, Amizade e Aliança” entre o Grande Oriente do Brasil e o Supremo Conclave do Brasil.

O Eminente Irmão Barbosa Nunes, em suas palavras, agradeceu a homenagem recebida através da entrega de uma placa e de um diploma de Reconhecimento Maçônico, assinado pelo Grande Primaz do Rito Brasileiro.

(A:JA/R:JA)

Fonte: Assessoria de Comunicação
          Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB

Minuto Maçônico

A ACÁCIA

1º - Entre nós, existem para mais de trezentas espécies de acácias que se encontram nos bosques e nas cidades, nos jardins e nas floriculturas. 
2º - O ramo que, segundo a lenda de Hiram, foi colocado na cabeceira do túmulo do Mestre, era a verdadeira acácia, a Mimosa Nilótica de Lineu, sempre verde e que floresce próximo a Jerusalém. 
3º - Desde a mais alta antigüidade, a acácia foi considerada como árvore sagrada. Moisés ordenou que dela se fabricassem o Tabernáculo, a Arca da Aliança, a Mesa dos Pães de proposição e o restante dos adornos sagrados. 
4º - A sua madeira teve reputação de incorruptível, como a do carvalho, que é também um emblema simbólico. A acácia é dedicada a Hermes-Mercúrio e seus ramos floridos relembram o célebre "Ramo Dourado" dos antigos mistérios. 
5º - A acácia é também considerada sagrada pelos Maçons que nela simbolizam a imortalidade da alma, a inocência, a incorruptibilidade, além de transformá-la em emblema de iniciação.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sábado, 20 de março de 2010

O Compasso e o Esquadro



Na Revista Palavra Maçônica

O Esquadro e o Compasso podem relacionar-se com o Selo de Salomão; mas este é uma figura fechada, enquanto que a nossa sigla é aberta, pois é formada por dois ângulos e não por dois triângulos, evocando assim a idéia do infinito. Nessa posição, o Esquadro representa esotericamente a Terra, o Corpo, a Matéria; e o Compasso, o Sol, o Espírito ou a Mente; a fecunda imaginação humana que pode equiparar-se ao instrumento capaz de traçar uma infinidade de círculos, cada qual com sua “justa medida”.

Sabemos que o compasso reproduz círculos e o esquadro forma retas verticais e horizontais. Mas onde está o seu significado oculto? Não está apenas nos conhecimentos científicos; está também nos conhe-cimentos filosóficos e místicos, como por exemplo, a Escola Pitagórica e a Cabala. Para explicarmos a existência do Compasso e do Esquadro na Maçonaria, utilizaremos o Evangelho de São João, cap. 1:

“No começo era o verbo...”

 

“... e o verbo estava com Deus”,

 

“... e o Verbo era Deus”.

 

“Ele estava no começo, com Deus”.


Observamos que: “No começo era o verbo...”. Portanto, o “começo” é a unidade, é a força geradora do universo, a Mônada, ou ainda, o âmago do G.·. A.·. D.·. U.·. onde teve início a concepção do universo, o qual foi criado através do Verbo. O número 1, representado pelo raio da circunferência, representa o Desejo Divino em levar a Luz rumo à escuridão. A díade representada pelo ponto de encontro do raio da circunferência com a mesma simboliza a base da criação de nosso mundo físico, seja ele humano, animal, vegetal ou mineral. É o princípio passivo, conceituado pela Cabala como o “Desejo de Receber”. Em um objeto inanimado, por exemplo, uma pedra, o “Desejo de Receber” é pequeno, pois é quase independente do mundo físico no que diz respeito à sua existência; ela não necessita de nada para assegurar a continuidade de sua existência. No reino vegetal, uma árvore tem o “Desejo de Receber” fluidos vitais como o floema e o xilema, bem como a luz solar, para garantir a sua continuidade. À medida que ascendemos na escala evolutiva, nós encontramos uma crescente dependência em relação ao mundo externo em termos de sobrevivência, o que culmina com o Homem, que tem o maior “Desejo de Receber” de toda a Criação. Deus impôs a sombra unicamente para tornar a luz visível; a unidade somente pode manifestar-se pelo binário. Portanto, o princípio ativo busca o passivo.

Qual a natureza do princípio ativo? A de expandir. Qual a natureza do princípio passivo? A de reunir e fecundar. A Unidade superior da qual partem duas linhas divergentes se reproduz no Binário; mas estas linhas divergentes seriam inúteis se não se unissem em alguma parte. O Pai (1) e a Mãe (2) geram o filho (3); o enxofre e o sal produzem o mercúrio; o céu e a terra formam o Homem. A culminação do “Desejo de Receber” para os outros, a qual é equivalente ao “Desejo de Repartir”. A hipotenusa dos triângulos ou Tríade é a sabedoria. É a união de um de dois princípios. É o orgulho submetido ao amor; é a ciência humana que se faz prudente por sua modéstia e se submete à infalibilidade da razão universal. Mas onde se encaixam o compasso e o esquadro dentro deste princípio filosófico? As hastes do compasso representam o terceiro elemento, ou a Tríade, como podemos ver na figura. São formadas pelas duas hipotenusas dos triângulos superiores, representando assim dois ângulos de 45 graus, que é a medida da abertura do compasso em Loja Simbólica. O Esquadro está no semicírculo inferior e forma um ângulo de 45° com hastes do compasso, estando assim impossibilitado de traçar uma linha vertical, pois simplesmente ignora a Tétrada ou o Quaternário. Assim como na Árvore Cabalística, os três primeiros sefirotes, representados pelos números um, dois e três, representam o plano metafísico, ou ainda o Oriente da Loja Maçônica, correspondendo ao Venerável, Secretário e Orador, respectivamente.

O Dever de Fraternidade



O Grão-Mestre Geral, Soberano Irmão Marcos José da Silva, do Grande Oriente do Brasil, manifestou-se, através de mensagem aos Maçons, com o seguinte texto:


O movimento da terra ao redor do Sol ocasiona, amanhã, dia 20, o fenômeno do equinócio,  de grande significado simbólico para a Maçonaria e também para as demais escolas iniciáticas. É quando o Sol, aparentemente, transpõe a linha do equador e se dirige, neste caso, para o outro hemisfério, levando a primavera, para o norte do planeta, e devendo trazê-la de volta, para os lados do Sul, no mês de setembro.

O homem moderno, desligado dos temas que não são de interesse imediato, esquece de que vivemos  todos dentro de um sistema planetário com suas leis, seus ciclos garantidores da harmonia e da beleza intrínsecas em fatos com que nos deparamos diariamente. Um desses é a viagem do Sol, que desequilibra sempre a duração dos dias e das noites, mas que, duas vezes ao ano, o põe em lugar de perfeito equilíbrio.

Em tempo não muito longínquo, o ano maçônico começava, no Grande Oriente do Brasil, no dia 21 de março, quando o Sol ingressando no primeiro signo do Zodíaco – Aires – inicia um novo ciclo a partir do equinócio. Em algumas partes do mundo ainda se adota o calendário cujo primeiro dia do ano é justamente o 21 de março.

Se bem observada, a geométria celeste envia periodicamente à Humanidade certas mensagens, em forma de símbolos que são usados pela Maçonaria em sua faina de aperfeiçoamento do ser humano e de busca constante da verdade- vejam-se os exemplos da esquadria e da igualdade, este em matéria de duração do dia e da noite, ocorrências associadas à passagem do equinócio.

As lições que os maçons recolhem dos sinais celestes são sempre indicação da reta conduta nas relações humanas, que devem ser orientada pela virtude da tolerância; na justa valorização dos opostos, seja com referência à orígem, raça, crença, orientação política e em outros aspectos das diferenças entre os seres humanos. Enfim, esses sinais sugerem que vem de muito longe a imposição da fraternidade entre as criaturas do Grande Arquiteto do Universo, princípio tão defendido pela Maçonaria Universal.

E é em nome desse princípio que devemos celebrar a passagem do equinócio não só como fenômeno astronômico, mas também como aviso fugaz e poderoso de que o céu está atento ao comportamento dos homens, especialmente de nós, maçons, que temos a missão grandiosa de tornar feliz a humanidade.

19.03.2010.


Marcos José da Silva

Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

A BOLSA DE BENEFICÊNCIA

1º - Tem várias denominações como: Tronco de Solidariedade, de Beneficência, dos Pobres, da Viúva, etc. 
2º - A segunda bolsa é conduzida pelo hospitaleiro que, também, faz o giro obedecendo à hierarquia funcional; oferece a bolsa aos irmãos sem olhar para a mão que coloca o óbulo. 
3º - Contribuir financeiramente para a beneficência é um dos deveres mais sérios de todo maçom, uma vez que, junto com o seu óbulo lança os seus "fluídos espirituais" que o acompanham dando afinal muito mais que os simples valores materiais. 
4º - O "mais bem-aventurado o que da, que o que recebe", é um preceito bíblico que deve estar sempre em nossa mente. 
5º - Quando colocamos nosso óbolo devemos visualizar o destinatário, enviando-lhe nosso carinho e votos de prosperidade.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quinta-feira, 18 de março de 2010

Padrinho, Seja Responsável




Na Revista Palavra Maçônica


O maçom que propõe um candidato à iniciação transforma-se em Padrinho desse candidato que, logo após iniciado, assume a condição de seu mestre. É bom saber que para a apresentação de um candidato por meio de uma proposta colocada na bolsa das premiações ou bolsa de propostas e informações, o proponente deve possuir o grau de mestre Maçom. A decisão de apresentar um candidato deve ser bem avaliada e estudada e ter do candidato pleno conhecimento de seu viver, pois a iniciação fará com que esse candidato passe a fazer parte da nossa família, a família Maçônica. A responsabilidade do proponente é moral, sua leviandade poderá pôr em risco todo o grupo, não só a loja, mas como também a própria ordem.

Para o bem geral de todos, você, proponente, deve avaliar bem o seu Candidato e imagina-lo, olhando do Ocidente, como seu Venerável Mestre, Venerável de sua Loja, dirigindo os trabalhos e tomando decisões, e imaginar se ele tem condições reais para isso. Por outro lado, as sindicâncias feitas devem ser rigorosas e só submetidas à aprovação quando realmente o sindicato o resultar plenamente apto para ingressar no grupo. Não ficando o proponente aborrecido, chateado ou melindrado, caso seu Candidato não seja aprovado na Sindicância. Às vezes é melhor a loja explicar a um Irmão sobre as reais condições de um Candidato, do que este trazer problemas sérios com insatisfação para todo o Grupo.

Todo discípulo tem seu mestre; o padrinho passa a ser o mestre “particular” do neófito e esse, por sua vez, deverá seguir os seus ensinamentos até que atinja o mestrado e possa propor profanos e assim tomar o lugar de quem lhe foi mestre, numa cadeia sucessiva e ordeira. Dessa forma, o quadro da loja amplia-se e constitui o núcleo da ordem com solidez. O afilhado Maçom deve empenhar-se ao máximo para que seu mestre o oriente, deve ser ativo e colocar sempre as suas dúvidas para que sejam esclarecidas e resolvidas. É também condição exigida para que um profano ingresse na maçonaria por intermédio da iniciação. Não basta o candidato ser politicamente livre, não basta ter um comportamento moral comum, a Maçonaria proclama que a sua filosofia tem base na tradição, nos usos e nos costumes. Portanto, costumes não é mero comportamento ou moral de conduta, mas sim um universo de práticas do bem que conduzem o ser humano a uma vida espiritual e moral bem definida, no qual o candidato deve comparecer à iniciação com uma disposição quase inata de amar a seu futuro irmão como a si próprio.

Isso exige um comportamento para com seu próprio corpo, para com sua própria alma e para com seu espírito. Ser livre e de bons costumes constitui uma exigência de muito maior profundidade do que parece a primeira vista. Seria muito cômodo aceitar um candidato que politicamente é livre, pois não há escravidão no mundo, ou que, penalmente, não se encontre preso, cumprindo alguma pena.

A liberdade exigida é ampla, sem compromissos que inibam o cumprimento das obrigações maçônicas, sem restrições mentais. Todo Maçom, mesmo antigo na ordem, tem o dever de se manter livre e de bons costumes, aprendizes, companheiros, padrinhos, afilhados, mestres, mestres instalados, Grão-Mestre, enfim, todo maçom tem essa responsabilidade. E o padrinho deve passar ao afilhado toda segurança, perseverança e fé, para que o mesmo consiga desbastar a sua pedra bruta para o aperfeiçoamento humano, e erguer em seu íntimo o seu templo para a morada do Grande Arquiteto do Universo.

Lembre-se sempre de imaginar o seu Candidato dirigindo sua Loja, que você com tanto carinho e dedicação a mantém, e não vai querer de forma nenhuma que ela seja mal dirigida ou mal administrada.n

Naur Soares de Araújo, M.•.M.•.
Obreiro da ARLS. Independência N°119 - Or.•. São Paulo

O Maçom e a Política



No Blog Irmão A Partir Pedra


O sexto Landmark (princípio fundamental) da Maçonaria Regular prescreve:

A Maçonaria impõe a todos os seus membros o respeito das opiniões e crenças de cada um. Ela proíbe-lhes no seu seio toda a discussão ou controvérsia, política ou religiosa. Ela é ainda um centro permanente de união fraterna, onde reinam a tolerante e frutuosa harmonia entre os homens, que sem ela seriam estranhos uns aos outros.

No texto que, neste blogue, dediquei ao sexto Landmark, escrevi:

Por isso, em Loja não se discute Política nem Religião. Esta, porque sendo do foro íntimo da cada um, não faz sentido discuti-la. Aquela, porque sendo susceptível de grandes paixões poderia cavar insanáveis conflitos entre Irmãos. Ademais, reconhecendo cada maçon no seu Irmão um homem livre e de bons costumes, grave atentado a essa liberdade seria não lhe reconhecer o direito à sua crença religiosa e ao seu entendimento político. Não quer isto dizer que um maçon não possa ou não deva afirmar a sua convicção religiosa ou a sua posição política. Pode este, pode aquele, pode aqueloutro, podem todos. Mas, isto feito, mais além não se vai. Cada um crê no que crê, pensa como pensa, ponto final! Não há lugar para discussões sobre se esta crença é melhor do que aquela ou se aquele entendimento político é mais ou menos adequado do que aqueloutro.

A controvérsia ou discussão política está, assim, completamente banida em Loja, na Maçonaria Regular.

Este princípio implica um corolário, a que se chega por duas vias: a Maçonaria Regular não toma posições políticas.

Não o faz, porque (1), uma vez que não existe discussão política em Loja e, dado que as deliberações dos maçons são tomadas em Loja, não há como tomar posição política que resulte de deliberação validamente tomada; e porque (2), uma vez que a tomada de uma posição política implica escolha - em favor de algo, em detrimento de algo -, a instituição maçónica não toma posição, pois, com toda a probabilidade, iria fazê-lo em concordância com alguns dos seus membros, mas, por outro lado, afirmando discordância em relação a outros. E a Maçonaria Regular não privilegia nenhum dos seus elementos, nenhuma das ideias livres de homens livres. Não se trata sequer de determinar maiorias e de agir segundo as maiorias verificadas. Em matéria de ideias, tão legítimas e respeitáveis são as ideias maioritárias como as minoritárias. Afirmar uma posição institucional em detrimento do livre entendimento de um elemento que seja seria desrespeitar esse entendimento. A instituição é de todos, o espaço onde todos cooperam para que cada um se aperfeiçoe e evolua. Não pode pois privilegiar uns - ainda que porventura a maioria - em detrimento de outros ou de apenas um que seja.

A Maçonaria Regular, enquanto instituição, não toma, pois, posições políticas. A Maçonaria Regular não é monárquica nem republicana. A Maçonaria Regular não é politicamente conservadora, nem liberal, nem social-democrata, nem progressista, não prossegue nem defende nenhum "ismo". A Maçonaria Regular integra homens bons, que procuram ser melhores, sejam monárquicos ou republicanos, conservadores ou progressistas, liberais ou sociais-democratas, seja qual for o "ismo" que prefiram.

Por seu turno, cada maçom tem as convicções políticas que entende ter, toma e divulga (ou não...) as posições políticas que lhe aprouver, declara (ou não...) as escolhas políticas que julga adequado declarar, quando se lhe afigura oportuno, nos locais em que pretenda e possa fazê-lo.

Cada maçom é, em suma, um homem livre, que assume e aceita e com naturalidade pratica que há um espaço - a Loja - em que convive e coopera com outros homens livres, que podem ter ideias diversas das suas, sem que tal cause quaisquer dificuldades de relacionamento. E assim a diversidade é, não causa de conflito, mas catalisador de riqueza e abertura de espírito, de constante e leal interação das ideias de todos com todos, cada um testando e avaliando a validade das suas, a força das suas convicções, cada um evoluindo em função da sadia análise das ideias e convicções dos outros.

Fora do espaço da Loja, cada um é livre de assumir as posições políticas que entenda, como entenda, quando entenda.

Por isso, e em suma, não há posições políticas da Maçonaria Regular, mas cada maçom regular é livre de tomar e assumir e divulgar as posições e convicções e escolhas políticas que muito bem entenda. Que serão sempre suas e só suas e só a ele vinculam.

Rui Bandeira

Minuto Maçônico

A ABÓBADA DE AÇO

1º - Cerimonial usado quando se tributam honra a um Irmão Maçom, a visitantes e autoridades. 
2º - Consiste em cruzar as pontas das espadas, formando os Irmãos que as seguram duas ou quatro fileiras para que passem por baixo as pessoas a quem é dispensada esta honra maçônica, enquanto batem os malhetes. 
3º - Trata-se de uma particularidade do REAA, Segundo Alec Mellor: "Este uso não é de origem maçônica". Foi introduzido no século XVIII à imitação do cerimonial de certas Ordens de cavalaria nobres. 
4º - As Grandes constituições escocesas de 1763, de Frederico II, já citam a formação de abóbada de aço. 
5º - A “abóbada de aço” tem um simbolismo eloqüente. Por ela, os Maçons indicam que põem a sua força a serviço de quem honram com este cerimonial e o teto formado pelas espadas cruzadas simboliza a proteção oferecida.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
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Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br