SÍMBOLOS 2º
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br
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MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
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CONVOCAÇÃO
Por Ordem do Venerável Mestre, Irm. AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, ficam os estimados IIIrm. do Quadro de Obreiros convocados a comparecer nesta quinta-feira, dia 29 de abril corrente, às 19h30, em nosso Templo para mais uma Sessão Administrativa.
Pauta da Reunião: Continuação da Elaboração do Planejamento Estratégico da Loja.
Contamos com a presença de todos!!!
JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA
Secretário
Uma 1º característica do acordo é a afirmativa de que, “a pura e Antiga Maçonaria” consiste de apenas três graus somente. Ou seja, os de Aprendiz Registrado, Companheiro de Ofício e o de Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Santo Real Arco (“that pure Antient Masonry consists of three degrees, and no more, viz., those of Entered Apprentice, the Fellow Craft (2) and the Master Mason, including the Supreme Order of Holy Royal Arch”). Reconhecendo a Suprema Ordem do Santo Real Arco, como complemento do Grau de Mestre e não como um 4ª Grau. (2ª Landmark).
Uma 2º característica estabeleceu a criação da LODGE OF RECONCILIATION, (na realidade ela já vinha trabalhando com membros de ambas as potências), cujo objetivo era promulgar e promover um sistema puro e impoluto, com a finalidade de estabelecer um formato para a maçonaria inglesa, ajustando as diferenças numa perfeita reconciliação, com um único juramento, uma única lei, um único ritual, linguagem e vestimentas. Esta Loja de Reconciliação revisou todos os graus e cerimônias com espírito de reconciliação, realizando um amplo trabalho de instrução. Este trabalho foi concluído 3 (três) anos depois, em 1816, e aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra, estabelecendo um método específico de
abertura e fechamento da Loja nos três graus, de iniciação, passagem e elevação. Terminada assim sua missão a Loja de Reconciliação dissolveu-se.
“Oliynik, Anatoli. O Rito de York (Emulation Rite). Curitiba: Ed. Vicentina” (... o trabalho foi efetuado oralmente, respeitando a proibição de nada escrever a respeito do “segredo maçônico”. Nenhuma ata foi redigida, assim como foi proibido até tomar notas).
Em 2/10/1823, é fundada na Inglaterra a EMULATION LODGE OF IMPROVEMENT (Loja Emulação de Aperfeiçoamento) ou mais corretamente “Loja de estímulo, de incentivo e de aperfeiçoamento de Mestres Maçons”. Foi constituída especificamente para M.M., com a finalidade de abastecer com instruções aqueles que quisessem ocupar os cargos de oficiais em Lojas e/ou o cargo de Venerável Mestre. Naquela época, as instruções eram feitas basicamente com preleções Maçônicas que descrevem em sua totalidade as cerimônias. Com o firme propósito de não publicar ritual, a Loja Emulação de Aperfeiçoamento praticava, desenvolvia e divulgava a cerimônia constantemente e esta prática se generalizou, tornando-se assim esta Loja a guardiã do ritual que praticamos até hoje. Cabe a observação que o ritual não era oficialmente impresso, era apenas praticado como forma de perpetuação, e que até hoje permanece a exigência de ser praticado de memória. Teve dois ajustes posteriores, um em 1964 (alteração no juramento) e outro em 1968 (sobre penalidades físicas). Este procedimento criado pela Loja de Reconciliação e guardado pela Loja de Emulação é a Cerimônia ou Rito mais próximo da maçonaria operativa, anterior a 1717.
Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
CONTINUA ...
Fonte: www.palavramaconica.com.br
SÍMBOLOS - 1º
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Antes de propriamente entrarmos no assunto, se faz necessário ressaltar a crise de identidade que a Cerimônia Maçônica Inglesa praticada no Brasil vem passando. Existe uma corrente de irmãos, que o chama de RITO DE YORK, outra que o chama de RITO DE EMULAÇÃO e, mais propriamente, alguns eruditos que o reconhecem como as EXATAS CERIMÔNIAS DA ARTE MAÇÔNICA ou “Arte Real” simplesmente TRA-BALHOS DE EMULAÇÃO. Ao final do relato histórico, espero demonstrar ao leitor de uma forma cronológica o porquê dos acontecimentos que justificam meu modo de pensar, seja qual for a forma pronunciada, estaremos falando da mesma Ritualística. Trata-se do Rito Primordial, o primeiro a ser praticado pela maçonaria moderna até que alterações, variações e até mesmo novas formulações criassem novos Ritos.
CAPÍTULO I - Surgimento do Rito de Emulação culminado com o nascimento da Maçonaria Moderna
24/06/1717 – é fundada a Grande Loja de Londres (Grand Lodge Freemansory of England), composta por maçons de Londres e Westminster. Até então, não havia Rito, e sim uma espécie de catecismo com três simples cerimônias: a de recepção (iniciação) de candidato como aprendiz (1ª Grau); a de passagem para companheiro (2ª Grau) e a de instalação a Mestre da Loja (presidente da Loja) – ainda não havia o 3ª Grau, o de Mestre Maçom.
Em 1723, é compilada pelos reverendos John The. Desaguliers e James Anderson e publicada em nome da Grande Loja de Londres, a hoje conhecida Constituição de Anderson, que é o ponto de partida ideológico da lei escrita da nova Maçonaria (segundo alguns, era indubitavelmente cristã).
Em 1732, é criada a Primeira Loja Maçônica na América do Norte (EUA).
Em 1736, é criada a Grande Loja da Irlanda.
Em 1738, é publicada a 2º Constituição de Anderson e a lenda de Hiram no formato do 3ª Grau foi acrescentada aos dois Graus existentes. A maçonaria era de característica cristã e, devido a condições sociais agitadas na Inglaterra e às violentas discordâncias religiosas da época, a Grande Loja de Londres julgou proveitoso “descristianizar” os graus existentes na maçonaria, requerendo apenas a crença no G.A.D.U., deste modo foram substituídas as antigas crenças cristãs.
Alguns maçons, em particular os de York, não aceitavam e discordavam da Grande Loja de Londres por uma série de modificações e alguns atos administrativos, um dos quais invasões territoriais. Isso levou a uma ruptura total entre a Grande Loja de Londres e os Maçons de York. E em decorrência, surge:
rm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.
CONTINUA ...
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Estatísticas do conhecimento de todos apontam São Paulo, como a região, onde se situa a maior quantidade de Lojas Maçônicas e de Maçons do Brasil.
Mercê destas circunstâncias, é que tenho conversado com o maçonólogo Raimundo Rodrigues que exerce o magistério maçônico naquela Unidade da Federação, a respeito das possíveis dificuldades que a Ordem porventura venha tendo naquele Estado.
O professor R. Rodrigues que já presenteou os maçons brasileiros com excelentes compêndios, em especial, nos campos da Filosofia e da História da Ordem, com o mais alto grau de credibilidade, é claríssimo em suas respostas.
Para o sábio mestre Rodrigues, os principais problemas de lá são os mesmos de toda a maçonaria brasileira: deserção e baixa frequência.
Ele entende que o iniciado abandona a Arte Real, porque teria sido atingido por três males que, para simplificar, os identifico como: dois de nascimento e um de crescimento.
De nascimento: o mal escolhido (o candidato foi indicado por ser amigo do proponente e não por ter vocação; segue-se uma sindicância imperfeita); e o mal iniciado (cerimônia com passagens bisonhas; gracejos; visita a lugares estranhos).
De crescimento: o mal instruído (pobreza didática do instrutor; falta de leitura dos clássicos maçônicos; acesso a invencionices e achismos).
Este último item (precariedade de instrução) se agrava com a pressa na concessão de “aumento de salário”. Ensinar, diz o respeitável mestre Rodrigues, “é transmitir conhecimento”. E as sessões de aprendiz e companheiro são de instruções. Dispensar interstício é, assim, por demais prejudicial à formação do iniciado maçom.
Desejamos ainda acrescentar, em relação à frequência, que ela tem uma forte vertente: as motivações. O maçom deve ir à Loja por amor e não por obrigação. O Venerável tem que ser um líder, que entusiasma seus obreiros.
Ademais a Loja tem que ter projetos (metas e meios) que não só tenham a ver com a formação de seus quadros, mas também refiram-se à sua ação filantrópica, em cuja execução todos se envolvam.
A monotonia é cansativa e estressante. Mas a reinvenção é animadora e cativante. A maçonaria não é o ócio. É o fascínio da lapidação do principal produto do Criador – o homem, tornando-o um “construtor social”.
A recomendação das sagradas escrituras é de que, em cada dia, precisamos renascer. Pois a vida é ação. É trabalho. Quem se entranhou de maçonaria sabe o quanto ela é superior dentre todas as organizações humanas.
Lutar pela permanência dos irmãos, frequentes e em atividade, no seio da Fraternidade, é uma missão relevante do maçom. Deixar de fazê-lo, alerta o ritual do 1º grau, é “mais do que uma infidelidade. É um perjúrio”.
Trabalho apresentado pelo Irm. Antônio do Carmo Ferreira, durante o 3º Encontro Regional da COMAB (Aprovado e encaminhado para publicação).
Contribuição do Irm. Valter Martins Toledo, Or. de Curitiba/PR.

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