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sábado, 1 de maio de 2010

Minuto Maçônico

SÍMBOLOS 2º

1º - Os símbolos não se dirigem a qualquer pessoa. Desorientam, especialmente, a estes supostos espíritos positivos, que se acostumaram a fundar os seus raciocínios na rigidez de fórmulas dogmáticas ou científicas. 
2º - Estes não são feitos evidentemente para traduzir o que chamamos de verdades científicas. Por sua natureza devem ser eles elásticos, vagos, ambíguos como as sentenças dos oráculos, cujo papel essencial consistia em revelar os mistérios, deixando ao espírito toda a sua liberdade. 
3º - Não é estranho, portanto, que todas as iniciações os tenham utilizado, porque somente os símbolos permitem escapar à escravidão das palavras e das fórmulas para chegar a uma deliberação real do pensamento. 
4º - Todos os simbolistas estão unanimemente de acordo em que a interpretação dos símbolos é algo pessoal que não pode ser portanto baseado em alheias interpretações, pois nele introduzimos, necessariamente, todas as nossas idéias. 
5º - O símbolo evoca para o Iniciado uma vista sintética das coisas, um conjunto de interpretações particulares e cada uma múltipla e variada.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Convocação para Sessão Administrativa nesta quinta-feira, dia 29/04/2010


CONVOCAÇÃO



Por Ordem do Venerável Mestre, Irm. AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, ficam os estimados IIIrm. do Quadro de Obreiros convocados a comparecer nesta quinta-feira, dia 29 de abril corrente, às 19h30, em nosso Templo para mais uma Sessão Administrativa.

Pauta da Reunião: Continuação da Elaboração do Planejamento Estratégico da Loja.


Contamos com a presença de todos!!!



JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA

Secretário

Origem do Rito de Emulação




Uma 1º característica do acordo é a afirmativa de que, “a pura e Antiga Maçonaria” consiste de apenas três graus somente. Ou seja, os de Aprendiz Registrado, Companheiro de Ofício e o de Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Santo Real Arco (“that pure Antient Masonry consists of three degrees, and no more, viz., those of Entered Apprentice, the Fellow Craft (2) and the Master Mason, including the Supreme Order of Holy Royal Arch”). Reconhecendo a Suprema Ordem do Santo Real Arco, como complemento do Grau de Mestre e não como um 4ª Grau. (2ª Landmark).

Uma 2º característica estabeleceu a criação da LODGE OF RECONCILIATION, (na realidade ela já vinha trabalhando com membros de ambas as potências), cujo objetivo era promulgar e promover um sistema puro e impoluto, com a finalidade de estabelecer um formato para a maçonaria inglesa, ajustando as diferenças numa perfeita reconciliação, com um único juramento, uma única lei, um único ritual, linguagem e vestimentas. Esta Loja de Reconciliação revisou todos os graus e cerimônias com espírito de reconciliação, realizando um amplo trabalho de instrução. Este trabalho foi concluído 3 (três) anos depois, em 1816, e aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra, estabelecendo um método específico de 
abertura e fechamento da Loja nos três graus, de iniciação, passagem e elevação. Terminada assim sua missão a Loja de Reconciliação dissolveu-se.

“Oliynik, Anatoli. O Rito de York (Emulation Rite). Curitiba: Ed. Vicentina” (... o trabalho foi efetuado oralmente, respeitando a proibição de nada escrever a respeito do “segredo maçônico”. Nenhuma ata foi redigida, assim como foi proibido até tomar notas).

Em 2/10/1823, é fundada na Inglaterra a EMULATION LODGE OF IMPROVEMENT (Loja Emulação de Aperfeiçoamento) ou mais corretamente “Loja de estímulo, de incentivo e de aperfeiçoamento de Mestres Maçons”. Foi constituída especificamente para M.M., com a finalidade de abastecer com instruções aqueles que quisessem ocupar os cargos de oficiais em Lojas e/ou o cargo de Venerável Mestre. Naquela época, as instruções eram feitas basicamente com preleções Maçônicas que descrevem em sua totalidade as cerimônias. Com o firme propósito de não publicar ritual, a Loja Emulação de Aperfeiçoamento praticava, desenvolvia e divulgava a cerimônia constantemente e esta prática se generalizou, tornando-se assim esta Loja a guardiã do ritual que praticamos até hoje. Cabe a observação que o ritual não era oficialmente impresso, era apenas praticado como forma de perpetuação, e que até hoje permanece a exigência de ser praticado de memória. Teve dois ajustes posteriores, um em 1964 (alteração no juramento) e outro em 1968 (sobre penalidades físicas). Este procedimento criado pela Loja de Reconciliação e guardado pela Loja de Emulação é a Cerimônia ou Rito mais próximo da maçonaria operativa, anterior a 1717.


Irm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.

CONTINUA ...


Fonte: www.palavramaconica.com.br

Grão-Mestre Geral empossa novo Secretário Geral da Guarda dos Selos


Na tarde de hoje, 27 de abril, conforme o Decreto nº 1163, de 26 de abril de 2010, o Grão-Mestre Geral, Soberano Irmão Marcos José da Silva, deu posse ao agora, Eminente Irmão Carlos Alberto Costa Carvalho.
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O então, Eminente Irmão José Edmilson Carneiro saiu a pedido, conforme consta no Decreto nº 1164, de 26 de abril, sendo que, de acordo com o Decreto nº 1162, de 26 de abril, o Irmão Carlos Alberto Costa Carvalho, fora exonerado do cargo de Secretário Geral da Guarda dos Selos Adjunto, para que tomasse posse.





Na ocasião, o Soberano Irmão exaltou os feitos do Irmão José Edmilson Carneiro, pelos seus relevantes serviços prestados à Guarda dos Selos e ao Grande Oriente do Brasil, pela sua dedicação e trabalho e o homenageou com um fraterno Abraço.





Estiveram presentes a cerimônia, os Eminentes Irmãos Ronaldo Fidalgo Junqueira, Jair Félix, José Eduardo de Miranda, João Guimarães, Juvenal Antunes Pereira, Evaldo de Melo Medeiros, Arthur Feitosa Vieira Monteiro, o Irmão Guilherme Fagundes de Oliveira e visitantes.





(A:JA/R:JA)


Fonte: Assessoria de Comunicação da Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB

Minuto Maçônico

SÍMBOLOS - 1º

1º - É a representação gráfica ou pictórica de uma idéia ou princípio. Este método tem a vantagem de não se encerrar nos limites de uma definição, sempre mais ou menos arbitrária e contestável. 

2º - A semelhança do símbolo com coisas facilmente compreensíveis por sua materialidade, desperta no homem idéias abstratas de ordem superior às representações mentais que geralmente faz, permitindo-lhe aproximações com o mundo espiritual. 

3º - O símbolo deve constar de elementos concisos e que resumam múltiplos conhecimentos. Assim sendo, o número é o símbolo mais singelo, mais geral, mas também o menos limitado e, portanto, o mais perfeito. 

4º - Um símbolo pode ser considerado desde infinitos pontos de vista, e todo pensador está autorizado a descobrir-lhe um sentido segundo a lógica de suas próprias concepções. 

5º - Os símbolos, efetivamente, são destinados a despertar as idéias que dormitam em nosso entendimento. Estimulam o pensamento por meio da sugestão e nos fazem descobrir as verdades enterradas nas profundezas de nosso espírito.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 27 de abril de 2010

Origem do Rito de Emulação


Antes de propriamente entrarmos no assunto, se faz necessário ressaltar a crise de identidade que a Cerimônia Maçônica Inglesa praticada no Brasil vem passando. Existe uma corrente de irmãos, que o chama de RITO DE YORK, outra que o chama de RITO DE EMULAÇÃO e, mais propriamente, alguns eruditos que o reconhecem como as EXATAS CERIMÔNIAS DA ARTE MAÇÔNICA ou “Arte Real” simplesmente TRA-BALHOS DE EMULAÇÃO. Ao final do relato histórico, espero demonstrar ao leitor de uma forma cronológica o porquê dos acontecimentos que justificam meu modo de pensar, seja qual for a forma pronunciada, estaremos falando da mesma Ritualística. Trata-se do Rito Primordial, o primeiro a ser praticado pela maçonaria moderna até que alterações, variações e até mesmo novas formulações criassem novos Ritos.

CAPÍTULO I - Surgimento do Rito de Emulação culminado com o nascimento da Maçonaria Moderna

24/06/1717 – é fundada a Grande Loja de Londres (Grand Lodge Freemansory of England), composta por maçons de Londres e Westminster. Até então, não havia Rito, e sim uma espécie de catecismo com três simples cerimônias: a de recepção (iniciação) de candidato como aprendiz (1ª Grau); a de passagem para companheiro (2ª Grau) e a de instalação a Mestre da Loja (presidente da Loja) – ainda não havia o 3ª Grau, o de Mestre Maçom.

Em 1723, é compilada pelos reverendos John The. Desaguliers e James Anderson e publicada em nome da Grande Loja de Londres, a hoje conhecida Constituição de Anderson, que é o ponto de partida ideológico da lei escrita da nova Maçonaria (segundo alguns, era indubitavelmente cristã).

Em 12/05/1725, a lenda de Hiram é criada.
Em 1725, também é criada a Grande Loja da Escócia.

Em 1732, é criada a Primeira Loja Maçônica na América do Norte (EUA).

Em 1736, é criada a Grande Loja da Irlanda.

Em 1738, é publicada a 2º Constituição de Anderson e a lenda de Hiram no formato do 3ª Grau foi acrescentada aos dois Graus existentes. A maçonaria era de característica cristã e, devido a condições sociais agitadas na Inglaterra e às violentas discordâncias religiosas da época, a Grande Loja de Londres julgou proveitoso “descristianizar” os graus existentes na maçonaria, requerendo apenas a crença no G.A.D.U., deste modo foram substituídas as antigas crenças cristãs.

Alguns maçons, em particular os de York, não aceitavam e discordavam da Grande Loja de Londres por uma série de modificações e alguns atos administrativos, um dos quais invasões territoriais. Isso levou a uma ruptura total entre a Grande Loja de Londres e os Maçons de York. E em decorrência, surge:


rm. M.I. DENIS TAFARELLO, ARLS "União e Lealdade" Nº 547 - GLESP, Or. de Osasco/SP.

CONTINUA ...


Fonte: www.palavramaconica.com.br

sábado, 24 de abril de 2010

Ser Maçom .'.


No Blog Irmão Templo Maçônico




Não sejas Maçom...

Se...:

Se queres descanso não seja Maçom, pois o trabalho é continuo!

Se queres ser beneficiado não sejas Maçom, pois se promovem benefícios, não vivemos em prol deles!

Se queres paz não sejas Maçom, pois o Maçom está em guerra constante contra os vícios!

Se és egoísta não sejas Maçom, pois compartilhar é um hábito, pensar em si é inviável, mas devemos pensar e agir para todos!

Se desejas enriquecer não sejas Maçom, pois o patrimônio de um Maçom não é avaliado pelos seus bens, mas pelas suas atitudes!

Se és arrogante nunca sejas Maçom, pois a humildade é uma virtude constante, demonstrada em todos os momentos!

Se és demasiadamente religioso não sejas Maçom, pois religião não salva ninguém, o Maçom não é religioso, mas vive a sua religião!

Se gostas de prazeres não sejas Maçom, devemos ignorá-los, pois são temporários!

Se tens medo da morte jamais sejas Maçom, pois a certeza da existência de um Ser Superior e a alegria da imortalidade da alma são o maior tesouro que podemos ter!

Não sejas um Maçom, mas o Maçom; não faças parte, faças a diferença!

Não sejas o pior, não sejas o melhor, sejas tu mesmo!

Se és arrogante não sejas Maçom, pois o desprezo é sintoma de maldade, e a maldade é a principal inimiga do Maçom!

Se és omisso não sejas Maçom, pois a iniciativa é notável no Maçom!

Se és preconceituoso não seja Maçom, pois a igualdade é um pilar marcante na vida do Maçom!

Fraternalmente: Eliseu Trelha Am:. E Ir:.

Frequência nas Lojas Maçônicas



Estatísticas do conhecimento de todos apontam São Paulo, como a região, onde se situa a maior quantidade de Lojas Maçônicas e de Maçons do Brasil.


Mercê destas circunstâncias, é que tenho conversado com o maçonólogo Raimundo Rodrigues que exerce o magistério maçônico naquela Unidade da Federação, a respeito das possíveis dificuldades que a Ordem porventura venha tendo naquele Estado.

 

O professor R. Rodrigues que já presenteou os maçons brasileiros com excelentes compêndios, em especial, nos campos da Filosofia e da História da Ordem, com o mais alto grau de credibilidade, é claríssimo em suas respostas.

 

Para o sábio mestre Rodrigues, os principais problemas de lá são os mesmos de toda a maçonaria brasileira: deserção e baixa frequência.

Ele entende que o iniciado abandona a Arte Real, porque teria sido atingido por três males que, para simplificar, os identifico como: dois de nascimento e um de crescimento.

 

De nascimento: o mal escolhido (o candidato foi indicado por ser amigo do proponente e não por ter vocação; segue-se uma sindicância imperfeita); e o mal iniciado (cerimônia com passagens bisonhas; gracejos; visita a lugares estranhos).

 

De crescimento: o mal instruído (pobreza didática do instrutor; falta de leitura dos clássicos maçônicos; acesso a invencionices e achismos).

Este último item (precariedade de instrução) se agrava com a pressa na concessão de “aumento de salário”. Ensinar, diz o respeitável mestre Rodrigues, “é transmitir conhecimento”. E as sessões de aprendiz e companheiro são de instruções. Dispensar interstício é, assim, por demais prejudicial à formação do iniciado maçom.

 

Desejamos ainda acrescentar, em relação à frequência, que ela tem uma forte vertente: as motivações. O maçom deve ir à Loja por amor e não por obrigação. O Venerável tem que ser um líder, que entusiasma seus obreiros.

 

Ademais a Loja tem que ter projetos (metas e meios) que não só tenham a ver com a formação de seus quadros, mas também refiram-se à sua ação filantrópica, em cuja execução todos se envolvam.

 

A monotonia é cansativa e estressante. Mas a reinvenção é animadora e cativante. A maçonaria não é o ócio. É o fascínio da lapidação do principal produto do Criador – o homem, tornando-o um “construtor social”.

 

A recomendação das sagradas escrituras é de que, em cada dia, precisamos renascer. Pois a vida é ação. É trabalho. Quem se entranhou de maçonaria sabe o quanto ela é superior dentre todas as organizações humanas.

Lutar pela permanência dos irmãos, frequentes e em atividade, no seio da Fraternidade, é uma missão relevante do maçom. Deixar de fazê-lo, alerta o ritual do 1º grau, é “mais do que uma infidelidade. É um perjúrio”.


Trabalho apresentado pelo Irm. Antônio do Carmo Ferreira, durante o 3º Encontro Regional da COMAB (Aprovado e encaminhado para publicação).


Contribuição do Irm. Valter Martins Toledo, Or. de Curitiba/PR.

A Célula Tronco




O Grão-Mestre Marcos José da Silva, do Grande Oriente do Brasil, manifestou-se, através de mensagem aos Maçons, com o seguinte texto: 

Assunto que raramente vem a público, embora seja preocupação constante de um grupo numeroso de cientistas que se absorvem no exame do destino da humanidade, é o desenvolvimento das pesquisas em torno das chamadas células-tronco, aquelas que têm a capacidade de se dividir, gerando outras células, semelhantes às que lhes deram origem.

Há, na estrutura física do corpo humano, diversos sítios onde se encontram e desenvolvem as células-tronco, mas no estrito limite do órgão específico, seja no cordão umbilical, na medula  óssea, no sangue, etc. Ultimamente,  descobriu-se que os dentes de leite contém forte concentração de células-tronco.

A utilização desse material para a cura de doenças hoje tidas como incuráveis ou difíceis de debelar – como o Mal de Parkinson, doenças neurodegenerativas, hematológicas, etc. –depende da legislação de cada país,  sendo que no Brasil espera-se maior abertura legislativa para que possam os cientistas se utilizar de todos os recursos no acervo de descobertas em seu poder.

A Maçonaria posta-se ao lado dos desbravadores da ciência tendo em vista o bem comum. Nada deverá restringir as incansáveis e nobres atividades científicas para facilitar o acesso da Humanidade ao que melhor a Mãe natureza colocou à sua disposição. Assim a Maçonaria se comportou quando as cabeças mais avançadas na medicina iniciaram o transplante de órgãos e encontraram resistências dos menos destemidos. E, anteriormente, o Maçom Rodrigues Alves então presidente da República, conseguira implantar a Lei da Vacina Obrigatória, tendo de vencer resistência armada.

Respeitando as opiniões dos que se opõem a esse novo avanço da ciência, já que defendemos a plena liberdade de expressão do pensamento, o Grande Oriente do Brasil manifesta sua fidelidade, todavia, ao princípio constitucional que o obriga a pelejar, por meio da investigação constante da verdade , pelo aperfeiçoamento intelectual da humanidade. E também moral e social.

O próprio sentimento de fraternidade, que governa todos os atos do Maçom, o impele a apoiar esse grandioso programa mundial, que vem abrindo novos horizontes para as vítimas de certas moléstias hoje consideradas invencíveis e oferecendo-lhes oportunidade de uma vida mais completa, mais bela e produtiva, certamente mais harmônica com o Sublime Princípio Criador, o Supremo Arquiteto do Universo.
23.04.2010.

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

MARCHA

1º - Chama-se marcha, em Maçonaria, a disposição dos passos que devem ser dados para dar ingresso no templo. 
2º - Técnica maçônica adotada nos três graus simbólicos, para o candidato à perfeição avançar do Ocidente para o Oriente, isto é, das trevas para a Luz. 
3º - Depois que teve início os trabalhos, os obreiros que chegarem atrasados deverão entrar na Loja ritualisticamente. (REAA) 
4º - A marcha do Aprendiz simboliza os dotes que devem distingui-lo: Sabedoria, Força e Beleza, sendo emblema das três grandes fases da sua iniciação na Maçonaria: Nascimento, Vida e Morte. 
5º - Simbolizam também as três qualidades morais que têm de caracterizar a conduta do aprendiz: retidão, decisão e discernimento, e cujo desenvolvimento lhe aumenta gradativamente as capacidades.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br