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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Adesão do Pará à Independência do Brasil


No Blog do Parsifal

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Santa Maria de Belém do Grão Pará à época da adesão


A data passa despercebida, mas, há exatos 187 anos, em 15 de agosto de 1823, quase um ano depois do “Grito do Ipiranga”, a Província do Grão Pará aderiu oficialmente à independência do Brasil.

O Pará foi a última província a atender D. Pedro I e jogar ao chão os laços da coroa portuguesa, e só o fez porque caiu em um blefe patrocinado pelo Almirante John Grenfell, contratado pelo imperador do Brasil para subjugar os insurgentes.

Grenfell desembarcou no Porto de Salinas, em 11 de agosto de 1823 e foi ter com os governantes do Pará, aos quais deu um ultimato: ou se uniam ao Brasil ou teriam o território invadido e bloqueado pela sua poderosa esquadra.

A “poderosa esquadra” do Almirante inglês era composta de um único brigue cuja tripulação não portava mais que 100 homens.

Mas a noticia de que “a poderosa esquadra” estava à espreita tomou conta de Belém. A população se alvoroçou e o governo convocou uma assembleia no Palácio Lauro Sodré.

Ao final da assembleia o governo resolveu pela adesão e colocou como única condição a manutenção dos cargos públicos, ou vocês pensam que esta coisa de querer manter os cargos quando muda o governo é coisa de hoje?

Tudo foi resolvido no dia 11, mas, somente em 15 de agosto a adesão foi oficializada.

Em homenagem à data, a atual Avenida Presidente Vargas, teve antes o nome de Avenida 15 de agosto.

Por Que São Secretos os Rituais Maçônicos


No Blog Irmão A Partir Pedra


Como se disse já, a Maçonaria tem apenas três tipos de segredos: os rituais, os meios de reconhecimento e a identidade dos seus membros. Debrucemo-nos hoje sobre os rituais.


Recordo claramente o "ritual" de início de cada dia de escola: entrávamos todos em fila, ordeiramente e em silêncio, colocávamo-nos em locais pré-determinados, respondíamos à chamada, preparávamos os instrumentos de trabalho (a caneta e o caderno diário) e escrevíamos o local e a data do dia, seguidos do sumário; depois disso, cada um tinha procedimentos a seguir - se, por exemplo, pretendia falar, tinha que levantar o braço - bem como tinha variadas limitações à sua ação - não podíamos levantar-nos sem autorização, por exemplo.

Identicamente, os rituais maçónicos determinam e regulam uma série de acontecimentos que sucedem durante uma reunião (a que os maçons chamam "sessão"), no sentido de conferir alguma ordem aos trabalhos - precisamente do mesmo modo que numa sala de aula. Assim, fazem parte dos rituais procedimentos meramente administrativos como o são a chamada ou a leitura da ata da sessão anterior. Estes procedimentos nada têm de secreto, e poderia dizer-se que só não se referem por não o merecerem, de tão enfadonhos que são...

Por outro lado, os rituais também são uma espécie de "peças de teatro", no sentido em que há vários "atores" com "falas" e ações bem definidas e pré-determinadas. Estas ações são um pouco mais elaboradas do que é costume noutras circunstâncias do nosso dia-a-dia, e muito do que se diz e faz é simbólico. O simbolismo, em si, não é oculto; já o significado que lhe é atribuído em determinado contexto pode sê-lo. Há coisas que estão à vista desde o primeiro dia em que se entra num templo maçónico e que nunca são explicadas, antes sendo deixadas - como tantas outras - à interpretação e interiorização de cada um. De outras é dada uma explicação em determinado contexto, como na cerimónia de Iniciação - em que se passa de Profano a Aprendiz - na passagem de Aprendiz a Companheiro, ou na de Companheiro a Mestre. Esses "rituais secretos" nada têm de interessante para quem esteja fora do contexto. Imaginem um músico a assistir a uma secretíssima reunião de alta finança num banco; ou uma pessoa como eu, avessa a futebol, a assistir às secretíssimas reuniões do Mourinho com a sua equipa em vésperas de um grande jogo... Para essas pessoas, pouca ou nenhuma valia teria esse conhecimento.

Então porquê o secretismo? Por uma razão: porque, para aqueles a quem interessa, há um momento certo para se saber. E porque é que há esse "momento certo", e não se pode saber logo? Procurei um bom paralelismo que o explicasse, e creio que o encontrei: imaginem-se a ler um bom livro policial, daqueles bem elaborados; ou a ver um bom filme de suspense. Agora imaginem que alguém chega, e vos diz: "Ah, conheço, já vi, foi o mordomo na biblioteca com o candelabro." Pior: imaginem que vo-lo dizem mesmo antes de iniciarem o livro ou o filme. Acham que irão retirar o mesmo prazer, ler com o mesmo empenho, analisar com o mesmo estímulo? Claro que não. A experiência ficou arruinada pelo conhecimento prévio. O mesmo se passa com os rituais maçónicos. Por isso se recomenda a quem pretenda ingressar a Maçonaria que não leia, não procure, não se informe. Mas, se o fizer, apenas a si mesmo se prejudica - na mesma medida de alguém que, sorrateiramente, ludibriando-se a si mesmo, ardendo de curiosidade, fosse ler as últimas páginas do tal romance policial.

Por isso, e se não pretendem alguma vez ser admitidos na Maçonaria - ou se pretendem mas querem garantir que a experiência fique irremediavelmente arruinada - então basta procurarem que, com o auxílio do nosso "amigo" Google, terão, com alguma diligência e arte, acesso a dezenas de versões de rituais maçónicos de diversas épocas, locais e obediências.

Encontrarão também, se as procurarem, partituras de obras musicais famosas, e mesmo vídeos das mesmas. Mas - ah! - só quem já cantou num coro ou tocou numa orquestra sabe o quão diferente é estar de fora a ver, ou participar de dentro. Tentem que vos expliquem a diferença, e serão unânimes: "não dá para explicar, tens que viver a experiência para a compreenderes". Com um ritual maçónico - já o adivinharam - passa-se o mesmo. Não se explica, não se revela, não se estuda - vive-se, ou não se entende.

Paulo M.

Soberano Irmão nomeia novo Assessor Especial de Gabinete


Na manhã do dia 13 de agosto, o Grão-Mestre Geral, Soberano Irmão Marcos José da Silva, nomeou para o cargo de Assessor Especial de Gabinete do Grão-Mestre Geral, o Irmão Marcos Antônio Martins.

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Estiveram presentes na posse, o Secretário Geral de Adm:. e Pat:., Eminente Irmão Ronaldo Fidalgo Junqueira, o Secretário Geral da Guarda dos Selos, Eminente Irmão Carlos Alberto Costa Carvalho e o Secretário de Entidades Paramaçônicas, Eminente Irmão Jair Félix da Silva.

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(A:JA/R:JA)

Fonte: Assessoria de Comunicação, da Sec:. Geral de Comunicação e Informática/G.O.B.

Minuto Maçônico

DEVER

1º - Desde a iniciação o Maçom aprende sobre seus deveres, muito antes de saber quais os seus direitos.
2º - Vejamos: "Quais são seus deveres para com a família?" "Quais são seus deveres para com o próximo?"
3º - A doutrina do dever é, como se vê, originariamente própria de uma ética fundada na norma do "viver segundo a natureza" que é, de resto, a norma de conformar-se à ordem racional de um todo.
4º - Na ética contemporânea e doutrina do dever continua a vincular-se com a de uma ordem racional necessária, ou de uma norma (ou conjunto de normas) apta a dirigir o comportamento humano.
5º - "As qualidades que são dever de um Maçom, devem ser obrigações morais fundamentais, porque preocupada com o progresso, assiste à maçonaria o direito de exigir de seus adeptos o cumprimento de sérios deveres sendo considerado traidor quem vai contra".
(Celso Ricardo Sichieri)


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Inauguração do Templo Maçônico do GOEPA


A Loja e o Aprendiz



Uma das maiores responsabilidades de um Venerável-Mestre é a de cuidar amorosamente do aperfeiçoamento maçônico dos aprendizes de sua Loja. É um dever indeclinável do líder de uma oficina simbólica preparar os novos mestres maçons que os atuais aprendizes serão no futuro.

O estudo árduo exigido nas colunas, desde a perfeita compreensão e da prática cotidiana da fraternidade humana, passando pela exaltação do trabalho produtivo, pela correta assimilação dos rudimentos do esoterismo, até a vivência dos grandes mistérios - os mistérios da vida e da morte - é a trajetória do Aprendiz Maçom, orientados pela sabedoria do Venerável-Mestre e seus colaboradores.

A Maçonaria existe para o serviço à humanidade e sua preocupação básica é torná-la feliz, missão que seus iniciados assumem para toda a vida, e que lhes é outorgada a partir dos rituais da Ordem. A preparação de servidores da Pátria e da humanidade está presente em todos os momentos na consciência dos Veneráveis, que os recebem na maçonaria. E o próprio futuro da Instituição tem relação com os jovens obreiros de hoje, destinados a substituírem os antigos mestres.

Da boa orientação aos neófitos na lide permanente para o aprimoramento do caráter e a formação do homem maçom, de alta moralidade, de capacidade cívica insuperável e de inexcedível generosidade para com o próximo, da orientação que aos neófitos for facultada depende, nos dias vindouros, a boa posição que a Maçonaria tem desfrutado perante a sociedade.

No rol de sessões que são praticadas pelo GOB, estão aquelas destinadas especificamente para os aprendizes - maçons; essas sessões devem ser realizadas com maior esmero, cada item da agenda voltado para os aprendizes – os iniciados do 1º grau - e cada mestre com a atenção focalizada no progresso do aprendiz, dentro do seu grau, evitando-se perda de tempo e de energia em assuntos estranhos à carreira maçônica do Irmão.

O progresso e o crescente prestígio da Sublime Ordem repousa na atenta e profunda observação do Irmão Aprendiz e sua aptidão para a prática do bem, conforme a doutrina iniciática, o que, em ultima análise está nas mãos dos Veneráveis - Mestres das lojas maçônicas.

13/08/2010

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Adiado o Baile do Maçom





O baile comemorativo do Dia do Maçom, promovido pelo Grande Oriente do Estado do Pará, foi adiado do dia 20 de agosto para o dia 27/08/10. 

A nota de um dólar dos Estados Unidos e as teorias da conspiração (IV - conclusão)


No Blog Irmão  A Partir Pedra


Nos três textos anteriores, expliquei detalhadamente como a pirâmide de 13 degraus e o Olho da Providência foram incluídos no Grande Selo dos EUA e, ulteriormente, na nota de um dólar americano, demonstrando que essa inclusão nada tem a ver com Maçonaria e que a simbologia ali utilizada nada teve a ver com a mesma.

Mas afinal os ditos símbolos são maçónicos ou não?

O Olho da Providência é uma ancestral representação da Divindade. Na mitologia egípcia, encontramos o "Olho de Ra", também chamado de "Olho de Hórus". 


No Budismo, Buda é frequentemente referido como o "olho do Mundo".

Na iconografia cristã medieval e da Renascença, o símbolo é representado através de um olho inscrito no interior de um triângulo e é utilizado como representação da Santíssima Trindade.

Na iconografia maçónica original, este símbolo não existia. A mesma resumia-se ao compasso, ao esquadro, a outras ferramentas da Arte da Construção e a pouco mais.

Mas não olvidemos que a Maçonaria nasce cristã. Só mais tarde, em resultado de todo um percurso de prática da Tolerância evolui para a presente configuração aberta que admite todos os crentes, qualquer que seja a sua religião ou crença particular, num sincretismo que balança entre o teísmo e o deísmo (no meu entender, sendo originariamente teísta e assim se mantendo, mas evoluindo para incluir também as conceções deístas).

Originariamente os maçons eram todos cristãos. Católicos, da Igreja de Inglaterra, luteranos, ou calvinistas, mas todos cristãos. Não admira, assim, que, seja por influência cultural, seja pela crença religiosa, todos os maçons conhecessem e interiorizassem os símbolos cristãos, incluindo o Olho da Providência, símbolo da Santíssima Trindade.

A primeira aparição do Olho da Providência na iconografia maçónica surge apenas em 1797 (já depois da criação do Grande Selo dos Estados Unidos), com a publicação do
Freemasons Monitor por Thomas Smith Webb. Ali foi incluída a representação do Olho Que Tudo Vê ou Olho da Providência, como forma de recordar a todos os maçons que os seus pensamentos e atos são observados por Deus, o Grande Arquiteto do Universo. E, a partir daí, foi-se expandindo, também nos meios maçónicos, a utilização do Olho da Providência, como representação e símbolo da Divindade.

Resumindo: o Olho da Providência é ancestralmente um símbolo da Divindade. Desde a Idade Média e Renascença que foi utilizado como símbolo cristão da Santíssima Trindade e nessa aceção foi incluído no Grande Selo dos Estados Unidos e, por essa via, mais tarde, na nota de um dólar americano. Só posteriormente a essa inclusão no Grande Selo é que, pela primeira vez, foi utilizado em ambiente maçónico. Hoje, é correntemente utilizado como símbolo maçónico. Mas essa utilização atual corresponde a uma apropriação pela Maçonaria do símbolo cristão pré-existente.

Quanto à pirâmide de 13 degraus, não tem qualquer significado ou simbologia maçónicos. A iconografia maçónica baseia-se nas ferramentas do ofício da construção e no Antigo Testamento. Particularmente importante nessa iconografia é o Templo de Salomão e a Lenda associada à sua construção. Nada na Maçonaria remete para a Tradição egípcia ou suméria, nem para as pirâmides egípcias (bem vistas as coisas, meros jazigos de gente rica e poderosa...) ou sumérias (tidos como artefatos destinados a favorecer a observação astronómica).

Referências a pirâmides maçónicas? Só no romance de Dan Brown, 
O Símbolo Perdido! Mas essa não é, de modo algum, uma referência relevante! Por três razões: 1. Trata-se, assumidamente, de uma obra de ficção; 2. Trata-se de uma obra, assumidamente, escrita por alguém que não é maçom; 3. Trata-se de um romance escrito já no século XXI, insuscetível de criar qualquer tradição, e, obviamente, impossível de ter servido de fonte a um qualquer eventual símbolo maçónico existente no século XVIII nos Estados Unidos da América!

Resumindo e concluindo: os badalados 
símbolos maçónicos do Grande Selo dos Estados Unidos da América e da nota de um dólar americano nem sequer são... símbolos maçónicos! O mais perto que lá se chega é da verificação que, depois da inclusão do Olho da Providência no Grande Selo dos Estados Unidos da América, a Maçonaria apropriou-se e passou a usar também o símbolo, até aí essencialmente cristão do Olho da Providência.

Factos são factos!

Não que eu acredite que os teóricos da conspiração deixem os factos abalar os seus (pobres) argumentos...

Fontes das informações contidas neste texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Olho_da_Provid%C3%AAncia
http://en.wikipedia.org/wiki/Eye_of_Providence
http://www.masonicinfo.com/eye.htm

Rui Bandeira

Palestra sobre a Redivisão Territorial do Estado do Pará




A P.A.E.L. convida para a palestra do Senador da República José Nery Azevedo (representante do estado do Pará), sobre a Redivisão Territorial do Estado do Pará, a ser realizada às 16h30, de amanhã, dia 14/08/2010, no Templo da A.R.L.S. "Lauro Sodré" Nº 1497, localizado na Av. Ceará nº 754 - Canudos, neste Oriente.

Será necessário que os participantes estejam trajando passeio completo - sem paramentos.

Minuto Maçônico

BANDEIRA

1º - Figurando a fidelidade à pátria entre os princípios da Maçonaria, a Bandeira do Brasil é hasteada em todas as Oficinas da Ordem, recebendo nas solenidades um culto especial, de acordo com a ritualística adotada por cada Potência. 
2º - Pano com desenho variado, usado como distintivo por certas Oficinas e pela própria Ordem Maçônica. 
3º - Cada Potência maçônica pode adotar uma bandeira especial; 
4º - Geralmente se usa a conhecida pelo nome de maçônica, a qual consiste num retângulo azul orlado de branco, tendo no centro o esquadro e o compasso. 
5º - Nas cerimônias de banquete, é o nome simbólico dado à toalha de mesa ou ao guardanapo.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br