Digite abaixo o seu email para receber mensagens com as nossas postagens:

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

As Eleições de Outubro


No sítio eletrônico do Grande Oriente do Brasil


Mais uma vez o povo brasileiro atravessa um período de intensa vivência política, verdadeira festa democrática, para eleger dirigentes executivos em todos os níveis, menos o municipal, e representantes nos colegiados legislativos das esferas federal estadual. Prepara-se o cidadão para o ato político, além de cívico, que é a digitação na urna eletrônica dos seus votos conscientes que a República exige de todos.

Nestes vinte cinco anos de regime democrático, o Brasil pode demonstrar a sua vocação para a liberdade, igualdade e fraternidade, e a sua aptidão para abrir caminho vitoriosamente no meio de uma economia mundial cambaleante, o que tem levado negra expectativa a potências ricas e sempre dominantes no globo.

A pujante democracia brasileira tem inspirado nossos governantes a adotarem medidas eficazes no controle da inflação, estabilização da moeda, organização da economia, diminuição da pobreza, melhor posição no concerto das nações. Por outro lado, é evidente que vários itens indispensáveis para a avaliação do desenvolvimento estão subestimados, como é o caso da educação, o mais grave deles.

O momento eleitoral é a hora dos embates, do desensarilhamento de armas, da troca de ofensas verbais que a nenhum lugar conduzem, mas dão um tom alegre e irresponsável de uma campanha. A exaltação de ânimos, que eventualmente se transforma em conflitos desnecessários pode de fato ocorrer, mais logo se dilui num ambiente sob o império da liberdade.

Cabe ao Maçom manter seu voto independente e consciente, isento de paixões, de intolerância e de preconceitos de qualquer natureza, no que estará em harmonia, aliás, com o tipo de pronunciamentos, em geral respeitosos, educados e de alto nível, que estamos acompanhando pela palavra dos principais candidatos.

O Grande Oriente do Brasil, obediente à exigência constitucional de “apoiar os poderes públicos, legitimamente constituídos dentro da verdadeira democracia e dos ideais difundidos por nossa Ordem...” – aguarda serenamente o produto das urnas, na firme convicção, de que, seja qual for o resultado, serão resguardadas e mantidas todas as conquistas de que o povo brasileiro hoje desfruta e assegurado o grau de satisfação que revela, mesmo ante as ameaças de um mundo instável e assustador.
.
27/8/2010
.
Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

ATAÚDE

1º - Emblema que encerra um simbolismo da mais alta importância. Figura nas cerimônias mais importantes da Maçonaria para simbolizar a decadência da matéria.
2º - É o emblema das “Portas da Morte”, que todo iniciado deve transpor, para morrer na vida profana e “renascer” no mundo superior.
3º - Como o túmulo, o Ataúde era o símbolo do confinamento, da prisão ou de manifestação na matéria.
4º - O Ataúde com a Acácia, crescendo naturalmente ao seu lado, significa que enquanto o corpo está preso na matéria, a alma é imortalmente livre.
5º - É um ensinamento para o orgulhoso, o vaidoso e para aquele que dedica a sua existência apenas à vida animal e vegetativa.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Agenda Maçônica - GOEPA


DIA

EVENTO


27/08


Baile do Maçom



Veja notícia no sítio eletrônico do Grande Oriente do Estado do Pará


Pronunciamento do Eminente Irmão Presidente da PAEL-PA no Senado Federal




20 AGOSTO DE 2010


Ao longo dos anos frequentemente tenho ouvido irmãos, manifestando descontentamento, dizer que nossa Ordem tem estado à margem não só dos grandes acontecimentos nacionais, como também dos assuntos que dizem respeito à Nação Brasileira como um todo. Isto pode ser verídico. Nossas leis internas não nos permitem discutir, no âmbito da Ordem, assuntos políticos partidários porém, faz-se necessário que saibamos distinguir o que é um assunto político-partidário e o que não o é. É imprescindível avaliar as distinções por ventura existentes e como tal, tratando-se de questões suprapartidárias, não só podem como devem ser discutidas no âmbito de nossas Lojas ou Grande Oriente, conforme necessário. Afinal, defender o direito de nosso povo, além de ser o nosso próprio direito, é um vínculo do qual não podemos nos afastar. E a história da Maçonaria Brasileira prova o que digo.

Não tenho dúvida que nossa Ordem está atenta, mas, o que ela pode fazer. Afinal Maçonaria é uma entidade abstrata. Para que ela exista e produza algo em benefício da nação e de seu povo, há a necessidade precípua de que seus membros não a tenham como mais uma simples sociedade. Ela é muito mais que isto. Seus preceitos hão que ser entendidos e praticados por todos os seguidores de sua doutrina, como bem fizeram nossos predecessores.

A Sagrada Instituição faz-se presente em nosso país há alguns séculos. Sua atuação, além do evento da Conjuração Mineira, quando nossos irmãos se insurgiram contra a cobrança escorchante de tributos impostos pela Coroa Portuguesa, culminando com a condenação de Joaquim José da Silva Xavier, nosso Irmão Tiradentes. No entanto, passou a ser mais atuante no primeiro quartel do século dezenove.

A chegada da Família Real em 1808 ao Brasil foi como a realização de um sonho, que amealhado por tantos quanto esperança tinham de ver o desenvolvimento da terra pátria deu-lhes um alento. As boas coisas, no entanto, costumam ter vida efêmera. Cessaram as causas que determinaram a vinda da Corte para nosso País. Os súditos de além-mar reclamam o retorno da Corte à capital Lusa, o que ocorre. D. João deixa seu filho Pedro, como Príncipe Regente. As Cortes portuguesas não ficaram satisfeitas e pelos Decretos nºs. 124 e 125 determinaram que o Príncipe também deveria retornar a Lisboa. Pedro claudicava. Indeciso não sabia ao certo a quem atender se aos anseios nacionalistas dos brasileiros, ou a determinação das Cortes e de seu pai. Era chegado o momento de agir. Não mais havia tempo para aguardar que novos acontecimentos arrefecessem os ânimos da Corte. Liderados por Joaquim Gonçalves Ledo e pelo Cônego Januário da Cunha Barbosa, seguidos por insignes figuras exponenciais da pátria como Domingos Alves Branco, José Joaquim da Rocha, José Clemente Pereira entre outros, a Maçonaria deliberou e agindo rapidamente buscou convencer, D. Pedro, a assumir de vez suas responsabilidades para com a pátria que o acolhera, e a 9 de janeiro de 1822, data que marcou o início de nossa emancipação política, conseguiu o compromisso de D. Pedro de não aceitar as determinações da Corte, optando em permanecer no Brasil.

Os esforços despendidos pela Ordem Maçônica através de seus proeminentes adeptos alcançaram seus objetivos. A luta, porém, não estava finda. Não seria de esperar que as Cortes portuguesas aceitassem passivamente aquele ato de insubordinação, o que de fato ocorreu. Os sentimentos libertários de emancipação fervilhavam não só no Rio de Janeiro, então sede do futuro Império, como também nos principais centros administrativos brasileiros.

Há uma data de emblemática importância no período que antecedeu à proclamação de nossa Independência. Trata-se de um documento cuja responsabilidade de sua redação coube a Joaquim Gonçalves Ledo e ao Cônego Januário da Cunha Barbosa, mas que viria a ser assinado por D. Pedro, dirigido ao povo brasileiro contendo o seguinte texto:

O Manifesto de 1º de Agosto

Está acabado o tempo de enganar os homens”.

Está dado o grande passo para nossa independência. Já sois um povo soberano”.

Não se ouça entre vós, outro grito que não seja – união! Do Amazonas ao Prata não retumbe outro eco que não seja – Independência! Formem todas as nossas províncias o feixe misterioso que nenhuma força pode quebrar. Desapareçam de uma vez antigas preocupações, substituindo o amor ao bem geral ao de qualquer província ou cidade”.

A nossa História registra que a 20 de agosto de 1822, data que ora comemoramos, em reunião da Loja Commercio e Artes, e em sessão presidida por Joaquim Gonçalves Ledo que possuía a função de Primeiro Grande Vigilante, equivalente ao cargo de Grão-Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil, foi decidida a Proclamação da Independência do Brasil. Dezoito dias após aquela sessão, às margens do riacho Ipiranga era proclamada a Independência do Brasil pelo homem que, embora filho de Portugal, soube valorizar o torrão que lhe acolheu, e à sua família, num momento de dificuldades.

Muitos outros foram os relevantes feitos prestados por nossa Ordem ao longo da História pátria. Muitos haverão de ser os feitos que, se tivermos discernimento para bem absorver os sagrados ensinamentos que tanto nossa Ordem quanto a vida nos transmitem; se nos despirmos do orgulho que sobrepuja a razão, e das vaidades que toldam as realizações que nada mais representam se não o simples cumprimento do dever, certamente os realizaremos.



(Parte introdutória do pronunciamento do Resp. Irm. José Maria de Souza Martins, Emin. Presidente da Assembleia Estadual Legislativa Maçônica do Grande Oriente do Estado do Pará, federado ao Grande Oriente do Brasil, no plenário do Senado Federal, durante a sessão solene em homenagem ao Dia do Maçom, sob a presidência do Resp. Irm. Senador da República Francisco Mozarildo de Melo Cavalcante).

Maçonaria inaugura biblioteca para o público


clique na imagem para ampliar



Matéria publicada na página 4, do Caderno Atualidades, do Jornal Oliberal, de sábado, dia 21/08/2010.

Minuto Maçônico

TRABALHO EDUCACIONAL

1º - As luzes, que devem desempenhar o papel principal na educação e na instrução do Maçom, devem estimular o zelo de todos os membros da Oficina para a realização do trabalho.
2º - Necessário é que todos os membros da Oficina devem possuir um bom entendimento de Simbolismo maçônico, das modalidades ritualísticas, o que facilitará o ensino dado em Loja.
3º - Deve ser sempre lembrado a: Dignidade de postura; Correção no vestuário; Linguagem escorreita; Atenção contínua; Calma e ponderação; Atitudes ritualísticas convenientes, execução correta dos gestos; Assiduidade às diferentes ordens de trabalho.
4º - Estas regras aplicam-se a todos os graus do ensino maçônico. Valem tanto para os trabalhos dos Aprendizes, como para aqueles que são destinados aos Companheiros e aos Mestres.
5º - Será letra morta se não for posta em evidência por educadores qualificados não tanto pelas suas aptidões pedagógicas naturais ou profissionais, mas pelas suas possibilidades de interessar, tornados atraentes os assuntos um tanto complicados que dizem respeito ao simbolismo e ao ritualismo.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tributo a Luis Alves de Lima e Silva, o "Duque de Caxias" - Patrono do Exército Brasileiro e da nossa Sublime Loja


Busto de Duque de Caxias
Museu do Palácio do Lavradio



Espada usada por Duque de Caxias
Museu do Palácio do Lavradio


Contribuição do Irm. M.I. Antonio Nuno Pereira de Vilhena, Past Master da A.R.L.S. "Duque de Caxias IX" Nº 2198 - G.O.E.PA/G.O.B., Or. de Belém/PA.

Palestra sobre a Redivisão Territorial do Estado do Pará


Imagem capturada no encerramento da Palestra sobre a Redivisão Territorial do Estado do Pará, ministrada pelo Senador da República José Nery (Representante do Estado do Pará), promovida pela Poderosa Assembleia Estadual Legislativa / PAEL-PA, no dia 14 de agosto corrente, no Templo da ARLS "Lauro Sodré III", localizado na Avenida Ceará, Nº 754, Bairro de Canudos, neste Oriente.


Irm. Adalmilson, Irm. Firmino, Sen. José Nery, Irm. Álvaro, Irm. Amarildo Araújo (Nosso Venerável Mestre), Irm. José Feio, Irm. Marco Antonio (Secretário da PAEL), Eminente Irm. José Martins (Presidente da PAEL), Irm. Tadeu e Irm. Abbadi

Dirigentes Maçons Cobram Voto Consciente Nas Eleições


No Blog Irmão O Malhete


O combate à corrupção na esfera pública e a escolha de candidatos comprometidos com a ética e a moral na política. Nesses dois apelos se uniram dirigentes maçons de todo o país durante a homenagem do Senado, na sexta-feira p. p. (20), à Maçonaria e ao Dia do Maçom. Eles chamaram os eleitores a votar com consciência nas eleições de 3 de outubro para renovar os quadros políticos e eleger candidatos compromissados com o desenvolvimento nacional.




Essa é uma oportunidade de renovação, de afastar da vida pública aqueles que foram alvo de denúncias. É preciso ter a consciência de não votar naquele que nos vai representar apenas por ser um colega de classe, por ser um amigo ou por ser um elemento que conhecemos na TV ou no rádio. Temos de escolher aqueles que realmente têm algo a oferecer ao País - recomendou o grão-mestre-geral da Loja Maçônica Grande Oriente do Brasil, Marcos José da Silva.



O Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Juvenal Amaral, defendeu a necessidade de incentivar os jovens e os homens de bem a participar da vida política do país.
- Só o exercício do voto consciente é que vai afastar os candidatos não comprometidos com o decoro necessário ao exercício da função pública - argumentou.



O presidente da Confederação Maçônica do Brasil (Comab), Rubens Franz, afirmou que o povo quer, sim, pessoas de "ficha limpa" no Legislativo, Executivo e Judiciário. Na sua avaliação, é preciso restabelecer a dignidade dos partidos políticos e a fidelidade ideológica e partidária.



Já o grande mestre nacional da Ordem DeMolay, Wilson José Barbosa Júnior, declarou que, mais importante que a Lei da Ficha Limpa, é a luta contra a impunidade.
- Quem escolhe a vida pública tem a obrigação de dar o exemplo - cobrou
.

Minuto Maçônico

TRABALHO EM LOJA - 2º

1º - A boa organização dos Trabalhos em Loja necessita que eles se coadunem com os Princípios e as metas da nossa Associação.
2º - Os organizadores do trabalho em Loja deverão lembrar-se sempre: Em primeiro lugar o “Progresso Moral”, individual, de início, coletivo, em seguida, até atingir a unidade moral da humanidade.
3º - Este processo, absolutamente notável em seu princípio, não pode contudo produzir o seu pleno efeito se não for condicionado pelo que traz cada um em benefício de todos.
4º - "Trabalho Maçônico concretiza-se desta maneira pela educação e pela instrução do adepto só de certa forma, a fim de que ele possa determinar-se a seu modo, em vista do seu desenvolvimento intelectual e moral".
5º - O plano de trabalho deve ser organizado pelas Luzes da Oficina, plano que deve ser posto em ação de maneira razoável, gradativa e sábia.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br