Digite abaixo o seu email para receber mensagens com as nossas postagens:

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Minuto Maçônico

CAPACIDADE MAÇÔNICA

1º - A necessidade em que alguém se encontra, quando se dedica ao estudo de uma ciência, de se tornar competente nas instruções elementares antes de poder esperar alcançar e compreender os seus ramos mais elevados, é tão evidente de per si que dispensa argumentos.
2º - Mas como a Maçonaria especulativa é uma ciência, é igualmente necessário que para a admissão a um grau superior exista também a indispensável condição de adequada capacidade no grau anterior.
3º - É bem verdade que não encontramos, em palavras expressas nas Antigas Constituições, qualquer regulamento exigindo capacidade como preliminar para a promoção, mas todo o seu espírito é evidente em tal sentido.
4º - A moderna constituição da GLU de Inglaterra estabelece que nenhuma Loja poderá conferir um grau superior a um irmão até que ele tenha passado por um exame em Loja aberta, no grau anterior, e muitas Grandes Lojas adotaram uma regulamentação semelhante.
5º - O ritual de todos os graus simbólicos, e, naturalmente, dos Altos Graus, e também de todos os Ritos, faz a imperativa pergunta se o candidato tem capacidade conveniente no grau anterior, sendo exigida resposta afirmativa antes de se proceder aos ritos de iniciação.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Convocação para Sessão Ritualística do dia 25/11/2010


C O N V O C A Ç Ã O


Por Ordem do Venerável Mestre, Irm. MI AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, convocamos todos os estimados IIrm. do Quadro de Obreiros para a realização de mais uma Sessão Ritualística, nesta quinta-feira, dia 25/11/2010, às 19h30, em nosso Templo.


No descanso ritualístico trataremos sobre a nossa Confraternização/2010.



A presença de todos os Obreiros do Quadro é de suma importância.




JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA

Secretário

O Orador

No Blog Irmão A Partir Pedra


O Orador é o guardião da Tradição Maçónica e zelador pelo cumprimento das leis e regulamentos em Loja, pela Loja e pelos obreiros da Loja. Integra, com o Venerável Mestre e o 1.º Vigilante, a Comissão de Justiça da Loja. É o único obreiro que pode interromper qualquer outro obreiro, incluindo o Venerável Mestre, quando se lhe afigure necessário para assegurar o cumprimento dos princípios, leis ou regulamentos maçónicos. Não admira, assim, que a medalha do Orador seja constituída por uma imagem das Tábuas da Lei.

O Orador é um ofício específico do Rito Escocês Antigo e Aceite, que não deve ser confundido, por exemplo, com o ofício de Capelão em outros ritos. Com efeito, o Orador é o oficial da Loja que tem, além da anteriormente referida, a função ritual de proferir Orações. Mas isso não quer dizer Preces... A Oração proferida por este Oficial da Loja é de outra natureza: o Orador tira, de cada debate, as suas conclusões e nisso deve consistir a Oração final (no sentido de "intervenção oral") que lhe compete produzir. Assim, compete ao Orador, no final de cada debate, resumir e organizar as várias posições que tenham sido expostas e, em função das mesmas dar o seu parecer ao Venerável Mestre sobre a decisão a tomar e a forma como deve ser tomada.

Recorde-se que o debate em Loja processa-se segundo regras rígidas, tendentes a possibilitar a livre expressão da opinião de cada um, sem constrangimentos nem perturbações. Importa a substância do que é transmitido, não a sua forma. Debate-se, no sentido de se analisar uma questão e tomar uma decisão; não se discute para procurar fazer valer a sua opinião, para levar de vencida opositores (pois em Loja não há opositores, apenas Irmãos que cooperam) ou rebater argumentos. Em Loja, o debate estabelece-se sempre relativamente a uma questão concreta, em relação à qual cada Mestre deve proceder à sua análise, dar a sua opinião, apresentar o seu entendimento da melhor forma de proceder. Cada Mestre intervém uma e só uma vez em cada debate. Não se interrompe ninguém (o único que pode fazê-lo, e unicamente para salvaguarda dos usos e costumes, leis e regulamentos maçónicos é precisamente o Orador - e esta situação só raramente ocorre). Cada Mestre só inicia a sua intervenção após estar terminada a intervenção anterior e depois de devidamente autorizado a fazê-lo pelo Venerável Mestre. Em caso algum se estabelece diálogo: cada Mestre fala para toda a Loja, não para uma pessoa em particular. Cada um dá a sua opinião sobre o tema, não gasta o seu latim e a paciência dos demais a refutar ou criticar outras opiniões anteriormente expressas: a assembleia é composta de homens inteligentes, que facilmente podem discernir que se A entende branco e B amarelo, B não concorda com A e tem uma opinião diversa dele - não vale a pena afirmá-lo expressamente. A mera expressão da fundamentação da sua opinião chega para mostrar a todos as concordâncias e discordâncias com intervenções anteriores. Em resumo, em Loja não se diz "não concordo com...", declara-se "o meu entendimento sobre o assunto em debate é este, por estas razões").

O Orador efetua o resumo do debate com o máximo de objetividade possível e coloca em relevo o sentir da Loja, o que resultou do debate. Ao fazer o resumo, o Orador evidencia se se verificou uma posição unânime, e em que sentido, se se manifestaram entendimentos diversos, mas um deles foi largamente maioritário, e qual, se há diversos entendimentos, sem que se tivesse destacado uma posição largamente maioritária, ou se o debate não foi conclusivo, por falta de elementos ou de opiniões consolidadas sobre a questão em análise.

Feito o resumo do debate, o Orador tira a sua conclusão, isto é, o parecer, a recomendação, que transmite ao Venerável Mestre sobre a decisão a tomar. A conclusão do debate tirada pelo Orador nada tem a ver com a posição pessoal que porventura tenha. Assinala se houve unanimidade ou, pelo menos, uma posição largamente maioritária - e, nesse caso, recomenda que o Venerável Mestre decida em conformidade com o sentido expresso pela Loja, sem necessidade de votação - ou indica as posições expressas que, não sendo evidente uma tendência largamente maioritária, devem ser colocadas à votação pela Loja. O enunciar dessas posições deve ser claro e inequívoco, para que a Loja, ao votar, saiba exatamente o que está em causa na escolha que vai fazer. Quando tal se justifique, seja por das intervenções ressaltar a falta de elementos suficientes para uma decisão devidamente fundamentada, seja por se notarem mais dúvidas do que certezas, o Orador deve recomendar o adiamento da decisão, sugerindo as diligências a efetuar para possibilitar, em devido tempo, uma decisão mais esclarecida.

Note-se que o Venerável Mestre não está obrigado a decidir em conformidade com as conclusões do Orador. Pode discordar e decidir em sentido diferente, formal ou substancialmente. É o Venerável Mestre aquele a quem a Loja delegou o exercício da autoridade. O Orador é - sempre - um colaborador, um auxiliar, do Venerável Mestre, nunca uma eminência parda que se lhe imponha. E isto mesmo até quando o Orador, no uso da sua competência de guardião da Tradição Maçónica e zelador pelo cumprimento das leis e regulamentos, porventura chame a atenção do Venerável Mestre para uma infração ou falha que se esteja em vias de cometer. Ainda assim, o poder de decisão final é do Venerável Mestre e só do Venerável Mestre. Se errar, é ele quem erra e é ele que assume a responsabilidade do erro. Ao Orador compete avisar, não pretender sobrepor uma sua inexistente autoridade à única que vigora em Loja.

No final da sessão, após ter sido concedida a palavra a bem da Ordem ou da Loja (o que, em reuniões profanas corresponde ao "período depois da Ordem do Dia"...), o Orador tira as suas conclusões sobre a reunião. Não se trata aqui de sumariar as intervenções a bem da Ordem ou da Loja, porque estas, ou são meramente informativas ou, se carecerem de deliberação, são apenas introdutórias de um debate a efetuar em sessão futura. Trata-se de sumariar o que foi feito e deliberado na sessão. Este breve sumário, para além de evidenciar o trabalho realizado, facilita a tarefa do Secretário de elaboração da ata da sessão, a ser aprovada na reunião seguinte.

É também frequente que o Orador, nas suas conclusões finais, apresente uma (breve, muito breve) Prancha Traçada sobre um tema maçónico, preferentemente relacionado com o que se tratou na sessão em causa. Porém, tal NUNCA sucede quando na sessão tiver sido apresentada uma outra Prancha Traçada por um Mestre. Em cada sessão de Loja deve haver formação dos obreiros, deve ser apresentado, em contribuição para o trabalho de aperfeiçoamento dos obreiros, um trabalho, uma exposição, um estudo - em resumo, uma Prancha Traçada. É incumbência, dever, dos Mestres da Loja garantirem-no. Se o não fizerem, estão a prejudicar a aprendizagem e a integração dos Aprendizes e Companheiros e a própria evolução pessoal dos Mestres. Mas apenas deve ser apresentada e colocada à meditação da Loja uma única Prancha Traçada de Mestre. Mais do que isso, seria estabelecer a confusão. Um tema para meditação e estudo por sessão é o necessário e o suficiente. Assim, se nessa sessão, tiver sido apresentada por um Mestre uma Prancha Traçada, a conclusão final do Irmão Orador resumir-se-á ao sumário dos trabalhos (incluindo a referência a essa Prancha Traçada, obviamente). Se tal não tiver sucedido, incumbe ao Orador, Mestre que efetua a última intervenção formal antes do encerramento dos trabalhos, garantir que a Loja não fique sem matéria para estudo e meditação, através então de uma brevíssima Prancha Traçada, em que, mais do que ensinamentos ou proposições, deve levantar pistas para reflexão. Assim, ficam os trabalhos justos e perfeitos!

Rui Bandeira

Secretaria Geral de Educação e Cultura divulga certame literário



O certame literário é realizado anualmente pelo Centro de Estudos Maçônicos Fernando Pessoa, órgão da Grande Loja Nacional de Portugal. Clique aqui para visualizar o regulamento.

(A:JA/R:JA)
Fonte: Assessoria de Comunicação, da Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB.

A Gratidão Maçônica


No sítio eletrônico do Grande Oriente do Brasil


Em sua estrutura orgânica, o Grande Oriente do Brasil é constituído como “Federação indissolúvel dos Grandes Orientes dos Estados e do Distrito Federal, das Lojas Maçônicas Simbólicas e dos Triângulos”, nos termos da Constituição Federal, a Lei básica que rege a vida do GOB e à qual todos os seus iniciados devem submeter-se.

Cada Maçom iniciado no GOB, através de suas Lojas federadas e de solenes juramentos sucessivos, é uma gota neste oceano de harmonia e virtude, sem lugar para as vaidades, a competitividade, a falsidade, a impostura.

Dentre os 11 Incisos e quatro parágrafos do artigo que lista os deveres dos Maçons, destaca-se o Inciso I: “observar a Constituição e as leis do Grande Oriente do Brasil.” Os institutos legais que conformam a entidade jurídica do GOB estão, assim, entregues ao amparo dos superiores sentimentos de moral e de ética de cada Irmão.

Dessa forma, a salvaguarda da dignidade e da autoridade de Irmãos responsáveis, nos vários cargos que ocupam, sem qualquer compensação pecuniária, pelo perfeito funcionamento da Organização, essa salvaguarda está a cargo de obreiros sempre dispostos a manifestar a coesão fraternal que sustenta a nossa Ordem.

Nos momentos em que a Fraternidade se encontra em perigo por atuação nefasta de adversários externos ou defecções internas, é quando se manifesta todo o poder da união dos maçons em torno dos seus líderes para a defesa dos princípios e postulados maçônicos, deixando de lado os que se atrevam a perturbar o nosso nobre trabalho pelo bem-estar da humanidade.

A esses queridos Irmãos, verdadeiros iniciados maçons, merecedores da confiança irrestrita da Sublime Instituição, o mais autêntico e sincero preito de gratidão e respeito do Grande Oriente do Brasil, com nossos votos de que o Grande Arquiteto do Universo constantemente ilumine e guie suas vidas meritórias e exemplares.


19.11.2010.

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE SALOMÃO

1º - O sentido esotérico da construção do Templo de Salomão, segundo H. P. Blavatsky (Ísis sem Véu), é o seguinte:
2º - Símbolo maçônico e iniciático. O Templo de Salomão é o Templo da Paz, da Paz interna, objetivo principal do Maçom sincero.
3º - A construção do Templo de Salomão simboliza a aquisição gradual da Sabedoria secreta, ou magia, a maneira pela qual a natureza espiritual se edifica e se desenvolve acima da natureza terrestre, a manifestação no mundo físico do poder e do esplendor do espírito, pela Sabedoria e o gênio do Construtor.
4º - Este, quando se torna adepto, é um rei mais poderoso que Salomão; representa o Sol e a própria Luz; a Lei do mundo real e subjetivo no seio das trevas do universo objetivo.
5º - É este o templo que pode ser construído sem ruído de martelos nem de qualquer outro instrumento de ferro.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 23 de novembro de 2010

PAEL - GOEPA sob nova Presidência




Na Sessão Ordinária realizada no último sábado, dia 20 de novembro corrente, o Ven.'. Dep.'. Irm.'. José Maria de Souza Martins se desincompatibilizou do cargo de Presidente da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa do Grande Oriente do Estado do Pará / PAEL-GOEPA, para disputar a eleição ao Grão-Mestrado Estadual que será realizada no ano de 2011, tendo como companheiro de chapa e candidato ao cargo de Grão-Mestre Adjunto, o Ven.'. Dep.'. Irm.'. Mário Tadeu Ferreira das Neves.


A presidência do Poder Legislativo Maçônico Estadual está agora sob o comando do Emin.'. Irm.'. Raimundo Nonato Jucá de Lima, Ven.'. Dep.'. da A.'.R.'.L.'.S.'. “Lauro Sodré” Nº 1947, antigo 1º Vig.'. da PAEL, que assume o cargo na forma regimental.

Camisinha é aceitável em alguns casos, diz Bento XVI


No Blog Irmão O Malhete


O uso de camisinha para impedir que a Aids se espalhe pode ser justificado em certos casos limitados, disse o Papa Bento XVI no livro "A luz do mundo".
"O papa, a Igreja e os sinais dos tempos. Uma conversa com o santo Padre Bento XVI", do escritor alemão Peter Seewald, que reune várias entrevistas do Pontífice e será lançado nas livrarias no dia 23.
Em trechos publicados no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, neste sábado, o Papa menciona o exemplo do uso de camisinha por prostitutas como "o primeiro passo para a moralização", mas diz que os preservativos "não são realmente a maneira de lidar com o mal da infecção por HIV".

Diversidade


No Blog Irmão A Partir Pedra



A Maçonaria é, por vezes, vista do exterior como uma instituição fechada, imutável, dotada de uma grande coesão, que atua em bloco. Esta visão não é, nem de perto, nem de longe, correta. Pelo contrário, a Maçonaria é dotada de uma invulgar diversidade, agrupando sob a mesma genérica denominação, realidades distintas, práticas diversas, entendimentos díspares. Em todos os aspetos, a começar logo pelas suas origens...

A maior parte dos estudiosos da Maçonaria consideram que ela tem a sua origem nas corporações medievais de construtores em pedra, de catedrais, palácios, fortificações, etc.. Mas essas agremiações medievais, embora partilhando regras e costumes similares, tinham caraterísricas muito próprias e específicas, em função da sua localização geográfica. Só para falar das Ilhas Britânicas, a organização específica das Lojas Operativas inglesas diferia das escocesas, que por sua vez, tinham sensíveis diferenças das irlandesas. Em França, não se pode falar dos antecedentes históricos da Maçonaria sem referir a Compagnonage. As agremiações de construtores da Flandres tinham usos diversos das italianas e estas das teutónicas. Por isso, quando se afirma que a Maçonaria Especulativa moderna evoluiu da Maçonaria Operativa - afirmação que, pessoalmente, considero correta -, é bom que se tenha presente que esta evolução resulta de diferentes Tradições, não inteiramente díspares, mas também não totalmente semelhantes.

Mas, ainda no campo da origem da maçonaria, há aqueles que a situam nos Templários e respetiva Tradição. E aqueles que a fazem remontar aos Antigos Mistérios egípcios e ou mitraicos.

Só no tema das origens podemos detetar assinaláveis diferenças de entendimento, que conduzem a diversas posturas e práticas. É inevitável que haja diferenças de conceção, mais visíveis ou mais subtis, entre quem considera praticar algo que evoluiu das corporações medievais e quem acredita que a sua prática descende da tradição cavaleiresca religiosa e ainda quem considera a maçonaria herdeira dos herméticos mistérios da Antiguidade.

Mas a Maçonaria também assume estilos e práticas diversas em função dos grandes espaços em que se insere. Não é a mesma coisa falar-se da Maçonaria Americana e da Maçonaria Europeia Continental. Não é de todo a mesma a realidade da Maçonaria Inglesa e da Latinoamericana. Isto para não falar da diversidade asiática e da progressiva afirmação maçónica em África.

Mesmo dentro de cada bloco geográfico - diga-se assim - as Obediências Nacionais e as práticas maçónicas em cada país mostram-nos assinaláveis diferenças e visíveis variantes, designadamente em práticas rituais. Cada país tem uma discreta evolução própria, que, ao longo do tempo, adquire uma individualidade específica, também inerente às diversidades culturais dos diversos povos. Se se assistir a uma sessão de Loja em Itália, na Alemanha, em França, num país eslavo e em Portugal, ainda que em Lojas do mesmo rito - designadamente do Rito Escocês Antigo e Aceite - facilmente reconhecemos um ambiente comum, uma base partilhada, mas também diferenças, idiossincracias, práticas próprias.

Por outro lado, não olvidemos a transversal diferença existente entre a Maçonaria Regular e a Maçonaria Liberal, aquela trabalhando à glória do Grande Arquiteto do Universo e com os seus obreiros na busca de um aprofundamento espiritual, esta efetuando os seus trabalhos à glória do Homem e do seu aperfeiçoamento moral. Ambas tem a sua específica valia e ambas são - creio-o - necessárias. Mas as respetivas buscas são diferentes. Sem serem reciprocamente opostas, prosseguem caminhos diferentes, esta tendente a melhorar o relacionamento do Homem com a Sociedade e os diferentes grupos sociais, aquela trilhando a rota de uma espiritualidade baseada na Fé no UM universal, origem e reflexo de tudo e todos. Ambas as vias são - repito - respeitáveis e valiosas. Ambas têm assinaláveis pontos de contacto entre si, partilham aqui e ali caminhos e princípios e valores comuns. Ambas têm - sobretudo - a inestimável caraterística de integrarem homens que procuram ser melhores. Mas são intrinsecamente diferentes. Para os cultores de cada uma das vias, essa é a melhor. Intrinsecamente nenhuma é melhor do que a outra. Apenas diferentes.

Por outro lado ainda, a Maçonaria pratica-se em diferentes ritos, uns mais universais ou mais difundidos, outros mais seletos ou localizados. Sem preocupações de exaustão, podemos referir uma dezena de ritos hoje em dia praticados: Emulação, York, Escocês Antigo e Aceite, Escocês Retificado, Sueco, Brasileiro, Adonhiramita, Francês ou Moderno, Memphis-Misraim, Schröder. Cada um com simbologia própria ou diferente interpretação simbólica, ou diverso encadeamento do ensinamento. Todos diferentes. No entanto, cada maçom de um destes ritos, de visita a uma Loja de qualquer dos outros, reconhece ali Maçonaria...

Mesmo na mesma região, no mesmo país, na mesma Obediência, praticando o mesmo rito, cada Loja tem uma prática subtilmente diferente das demais. Tem a marca da sua individualidade, o resultado da sua evolução própria, a levemente diferente evolução de uma mesma matriz.

E, finalmente, dentro de cada Loja, que pratica o mesmo rito, que pertence a uma mesma Obediência, no mesmo país e na mesma região do globo... cada maçom é - inevitável e felizmente! - diferente do Irmão ao seu lado. Cada maçom tem a sua pessoal busca, a sua individual interpretação, o seu diferente caráter, a sua diversa história, o seu incomparável plano. Buscam todos o mesmo - o seu aperfeiçoamento -, utilizando o mesmo método, seguindo o mesmo rito, integrando-se no mesmo grupo. Mas, porque intrínseca e gloriosamente diferentes, não prosseguem todos o mesmo caminho, à mesma velocidade e não chegarão aos mesmos lugares. Embora naveguem à vista um dos outros. Embora se auxiliem e influenciem mutuamente. Cada um é um diferente maçom, ainda que na mesma maçonaria.

Quando se fala em Maçonaria, está-se na realidade falando de todas estas diversas maçonarias. Todas - mais ou menos - diferentes. Mas todas se incluindo no mesmo universal conceito de... Maçonaria.

Rui Bandeira

Minuto Maçônico

ALFABETO

1º - Termo originado pelas palavras alfa e beta, nome das primeiras letras do alfabeto grego. Apesar da extrema diversidade das línguas e das escrituras, a maioria dos alfabetos oferecem, seja no número, no nome, na ordem e mesmo na forma dos caracteres, semelhanças que provam uma origem comum.
2º - Segundo a opinião mais antiga, os fenícios seriam os inventores da escrita alfabética.
3º - O alfabeto hieróglifo, isto é, aquele que representa os pensamentos por meio de imagens, deve ter precedido de muito tempo o alfabeto silábico.
4º - Como todas as instituições iniciáticas, a Maçonaria também possui alfabetos, que adotou para os seus vários sistemas, graus, matérias, etc. Era uma forma de escrita popular em muitos países, pelos meados do século XVIII, e que durou por mais de um século, sendo hoje obsoleta.
5º - Não era, porém, como se pensa, peculiar à Maçonaria, podendo ser encontrada em livros elementares de criptografia. Baseada em figuras de “zeros e cruzes”, uma cruz; duas letras eram colocadas em cada divisão, sendo a Segunda distinguida da outra por um ponto.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br