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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Educação na Maçonaria




O cidadão que bate na porta de um templo da Maçonaria em busca da luz, a educação que leva à sabedoria, aguarda que a ordem maçônica possua um método de ensino que o transformá-lo em homem melhor do que já é. Isso é evidente na redação da absoluta maioria das propostas de admissão.

Tempos depois, alguns não encontram esse tesouro, desiludem-se e adormecem. Para eles, a almejada luz foi apenas um lampejo. Longe de constituir falha do método maçônico de educação de construtores sociais, a rotatividade é devida principalmente a nesses cidadãos a luz não penetrar, isso porque eles mesmos não o permitem. A anomalia é consequência do condicionamento a que foram submetidos ao confundirem educação com aquisição de conhecimentos na sociedade. É comum não perceberem a sutil diferença entre os dois propósitos. Professor de escola da sociedade ensina, transmite conhecimentos e não educa. São raros os professores das escolas que mostram caminhos e motivam o livre pensamento, e mesmo assim, isso ainda não constitui educação.

Em educação existe apenas o ato de educar-se, de receber luz de fora e sedimentar em si novos conceitos, princípios e prática de virtudes. É impossível educar outra pessoa, a não ser que essa, na prática de seu livre-arbítrio, consinta e se esforce em mudar a si próprio. No universo dos seres pensantes existe apenas a autoeducação. Qualquer um só pode educar a si próprio. Ao mestre maçom é dada a atribuição de ensinar. Pelo modelo do mundo, é de sua atribuição transmitir conhecimentos e, pelo da Maçonaria, é induzir o educando a decidir qual caminho deseja seguir em sua jornada. O método da ordem maçônica visa a provocar que cada um descubra seus próprios caminhos. Ler em conjunto as instruções do ritual não faz do mestre um educador maçônico, mas um professor que transmite conhecimento; ele não induz à luz, à educação da Maçonaria, à almejada sabedoria; para tal, ele carece de um condicionamento de autoformação. O mestre que apenas dá instruções de forma mecânica nem instrui, pois se comporta à semelhança do modelo do mundo, onde os governos propiciam instrução e igrejas conceitos de ação e moral, que na maioria das vezes visa apenas a escravizar para o trabalho ou ao fundamentalismo radical. Auxiliar alguém a mudar o rumo de sua jornada, na presença do livre-arbítrio, é educação. Romper a “couraça de aço” que envolve o intelecto do educando exige uma expressão de arte, algo quase místico.

Para despertar dentro do educando as potencialidades de seus dons, exige-se do mestre obter conhecimento lato da natureza humana. Para aprofundar-se no conhecimento das características humanas exige-se dele que conheça antes a si mesmo da forma mais ampla possível – é a essência do “conhece-te a ti mesmo”, de Sócrates. Esse autoconhecimento só aflora quando ele atinge a fase de autor-realização em sua vida, o último estágio que um ser humano atinge depois de atender a todas as demais necessidades, e que Abraham Maslow definiu para o indivíduo que procura “tornar-se aquilo que os humanos podem ser, eles devem ser: eles devem ser verdades à própria natureza delas”.

É nesse último nível que se considera a pessoa coerente com aquilo que ela é na realidade, seu verdadeiro eu, de ser tudo o que é capaz de ser, de desenvolver seus potenciais até o limite. Só então é possível ao mestre conhecer a natureza humana alheia, em que a educação passa a obter característica de arte ao invés de ciência. É ilusão pensar que pelo fato do maçom ver-se mergulhado numa sociedade de homens bons, livres e de bons costumes, já seja o suficiente para fazer dele um homem bom. Se ele não o desejar e não agir conforme, de nada adiantam os melhores mestres que nunca obterá a sabedoria maçônica; essa luz só penetra num homem se esse o permitir. Por mais que o mestre se esforce, ou possua proficiência num determinado tema, se o caminho para dentro do educando não estiver aberto, isso não sedimentará e não se transformará em educação ou em luz maçônica.

Se o recipiendário não se abre ao que lhe é transmitido, de nada vale o mais habilidoso educador. O mestre educador exerce apenas um impacto indireto, por uma espécie de indução; um potencial que todos têm latente em si de influenciar terceiros por um conjunto de atividades intelectuais, afetivas e espirituais. Para romper os bloqueios do educando, o mestre deve encontrar-se primeiro, mudar- -se, e só então obterá a capacidade de induzir luz maçônica ao outro – de fazer o outro mudar – momento em que, mente e coração do educando se abrem, e ele mesmo passa a efetuar mudanças em si, exercendo seu potencial de autoeducação. Em todos os casos o educando só muda se o mestre mudar antes.

O aprendizado torna-se ainda mais eficiente quando as provocações provêm da ação do grupo sobre o indivíduo – é o efeito tribal fixado profundamente na mente de cada indivíduo, fenômeno psicológico e social desenvolvido desde os vetustos homens das cavernas – é quando a maioria das barreiras e bloqueios desaba e abre-se espaço para a autoeducação; nesse caso, com o objetivo de obter aprovação do grupo e identificar-se com seus semelhantes.

Fica mais efetivo quando uma força assemelhada é aplicada a si mesmo, para obter a aprovação própria, algo que lança o homem na obtenção de sua derradeira necessidade: a autorrealização. Note-se que educação maçônica, a luz, a sabedoria, não têm nada a ver com decorar rituais, conhecer ritualística, ser uma enciclopédia ambulante; é uma arte que adquire contornos quase mágicos, principalmente quando os resultados aparecem e produzem bons frutos ao induzir os outros a mudarem para melhor como edificadores sociais.

Enquanto a ciência pode ter tratamento intelectual com a transmissão de instruções, a arte de educar da Maçonaria vai muito além, e alcança intuição cósmica, limitada apenas nas fronteiras que cada um impõe a si próprio. Enquanto o talento analisa e é consciente, o gênio intui e vai muito além da consciência, pode até alcançar o místico.

Abordagens técnicas não furam a couraça do livre arbítrio do educando, mas a alma da educação pode ser alcançada pela “metafísica” da arte de ensinar os caminhos para a luz. É uma mistura equilibrada de conhecimento, emoção e espiritualidade; elementos dependentes entre si. A educação que quebra as barreiras do livre-arbítrio apresentará sempre contornos lúdicos na sua indução. Para isso exigem-se do educador maçônico autoconhecimento e autorrealização.

Tal personagem porta a capacidade de induzir na mente do educando uma caminhada que o motiva a efetuar mudanças em sua vida; não porque o mestre assim o determina ou exemplifica, mas porque o educando assim o deseja. Quando o mestre adquire essa arte de atingir e motivar o educando pela autoeducação, terá quebrado a barreira da indiferença do livre-arbítrio e o educando se modifica porque ele assim se auto-determina.

Com isso, o mestre alcança a plenitude de sua atribuição. É a razão do educador maçônico nunca ser definitivo em suas colocações e sempre apresentar as verdades sob diversos ângulos, para que o educando possa escolher ele próprio qual é o melhor caminho a seguir. É a razão de propiciar aos educandos a possibilidade de debater num grupo, em família, os temas com que a Maçonaria os provoca e eles mesmos definirem, cada um a sua maneira, suas próprias verdades.

É a razão de o mestre brincar com os pensamentos, propiciando emoção agradável, conduzindo as provocações apenas na direção certa do tema e que cada um define suas próprias veredas. Em todos os casos nos quais o educando sente-se livre para pensar e intuir, ele derruba as inexpugnáveis barreiras do livre-arbítrio que o impedem, em outras circunstâncias mais rígidas e ritualísticas, de obter as suas próprias verdades pelos eternos ciclos de tese, antítese e síntese.

Da mágica que se segue da absorção da luz pela auto-educação é que surge a razão do maçom nunca iniciar um trabalho sem invocar a fonte espiritual da arte de educar à glória do Grande Arquiteto do Universo, a única fonte de luz da Maçonaria.


AUTOR

Enviado pelo Ir.’. Charles Evaldo Boller ARLS Apóstolo da Caridade Nº 21 • Or.’. Curitiba • PR

BIBLIOGRAFIA

1. ROHDEN, Humberto. Educação do homem integral, 1a edição. São Paulo: Martin Claret 2007.

Imagens das Eclusas de Tucuruí











Fotos Lucivaldo Sena/Ag. Pará

Fonte: Blog da Franssinte Florenzano.

Um olhar pela lente


O barco singra as águas da Baía do Guajará, em Belém, num final de tarde.
A foto é de Nick.

Fonte: Blog Espaço Aberto.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Minuto Maçônico

QUADRILONGO

1º - É um quadrado com dimensões e proporções e de 1 a 2 e é a forma que se dá a um Templo Maçônico.
2º - A proporção perfeita para a construção de um Templo Maçônico é a chamada “proporção áurea”.
3º - Se o templo for realmente orientado no sentido Oeste-Leste, desloca-se com a Terra e vai ao encontro do Sol.
4º - Nas sociedades iniciáticas, Templo é o lugar onde se reúnem os seus adeptos; esotéricamente, é o ser humano ideal e perfeito, que deve ser “edificado” pelos “construtores” da raça; é o Iniciado verdadeiro mas ainda muito raro.
5º - A forma retangular do Templo parece-nos preferível a qualquer outra, prática e simbolicamente. Com efeito, esta forma presta-se perfeitamente para a disposição interna e representa o corredor ou o “caminho” que leva do Ocidente ao Oriente, isto é, em direção à Luz.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Aniversariantes do Mês de Dezembro





DIA

ANIVERSARIANTE

06

Irmão MI ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA, Secretário Estadual de Educação e Cultura do G.O.E.PA.

26

Cunhada DANIELE VIEGAS,

Esposa do Irmão MI AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO - Venerável Mestre

30

Cunhada LISSANDRA CARNEIRO APINAJÉ,

Esposa do Irmão MI HERIVALDO JOSÉ CRISTO DE SOUZA - Tesoureiro



Oração do Aniversariante

Acompanha-me, Grande Arquiteto do Universo, no novo ano de vida;

é um ano com trilha nova e desconhecida.

Ampara-me, Seja o meu refúgio e castelo forte.

Sob Tua bênção divina não temerei nem a morte.

Anima-me, quando medos assustam o coração,

Consola-me, segura-me por Tua mão.

Permite que Tua Palavra seja luz no meu caminhar.

Teu braço forte me segura quando eu fraquejar.

A cada nova manhã que Tu, G.A.D.U., me envias,

confio na Tua promessa: que Tu me amas e me guias.

Amém.


Efemérides do Mês de Dezembro




1
Dia do Numismata
Dia Mundial de Combate à AIDS, ONU
Dia do Casal
Sta. Cândida
Dia do imigrante
2
Dia Nacional das Relações Públicas
Dia Nacional do Samba
Dia do Sambista
Sta. Eurélia
Dia do advogado criminalista
Dia nacional da astronomia
3
Dia Internacional dos Deficientes Físicos
Dia de São Francisco Xavier, padroeiro dos futebolistas
Dia Internacional das pessoas incapacitadas, ONU
4
Confraternização 2010
Dia do Orientador Educacional
Dia do Pedicuro
Dia do Trabalhador em Minas de Carvão
Dia Internacional da Câmara Júnior
Dia Mundial da Propaganda
São João Damasceno
5
Dia Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Econômico e Social, ONU (1985)
São Anastácio
7
São Ambrósio
Dia Internacional da Aviação Civil, ONU
Dia do Pau-Brasil
8
Dia do Cronista Esportivo
Dia da Justiça, feriado forense
Dia Nacional da Família
Imaculada Conceição de Maria
Dia dos Produtores de Rádio e Televisão
9
Dia da Criança Defeituosa
Dia do Cronista
Dia da Bíblia Protestante
Sta. Valéria
Dia do alcoólatra recuperado
Dia do fonoaudiólogo
10
Dia Internacional dos Povos Indígenas
Dia Internacional dos Direitos Humanos, ONU (1948)
Dia do Palhaço
11
Dia do Agrimensor
Dia do Evangelho
Dia do Engenheiro
Dia do Arquiteto
Dia do Tango
São João Damasco
13
Dia do Marinheiro (militar)
Dia do Cego
Dia do Lapidador
Dia Nacional do Ótico
Dia de Santa Luzia, protetora dos olhos
Dia do avaliador
Dia da Marinha (militar)
Dia do ótico
Dia do engenheiro avaliador e perito de engenharia
14
Dia do Engenheiro de Pesca
São João da Cruz
15
Dia do Jardineiro
Dia do jornaleiro
16
Dia do Reservista, homenagem à data de aniversário de Olavo Bilac
Dia do Teatro Amador
São Misael
Dia do Butantã
17
São Lázaro
18
São Basiliano
19
São Urbano
20
Dia da Bondade
Dia do Mecânico
São Liberato
21
Dia dos Artistas Profissionais
Dia do Atleta
Início do Verão no hemisfério Sul
São Pedro Canísio
Início do inverno no hemisfério Norte
22
São Demétrio
23
Dia do Vizinho
São João Cândido
24
Dia Universal do Perdão
Dia Nacional do Órfão
Sta. Hermínia
25
Dia de Natal, feriado nacional e religioso
26
Dia da Lembrança
São Estevão
Dia do pedreiro
27
Dia de São João Evangelista
28
Dia da Marinha Mercante
Dia do Salva-Vidas
29
Dia Internacional das Diversidades Biológicas, ONU
São Tomás Becket
30
São Honório
Dia da Engenharia (militar)
31
Dia das Devoluções
Dia da Esperança
Dia de São Silvestre


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

Maçonaria Solidária 2010



Lançamento de Livro da Editora Madras


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O Sacrifício do Rio de Janeiro


No sítio eletrônico do Grande Oriente do Brasil

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Devemos neste momento manifestar a nossa solidariedade à população do Rio de janeiro, pacífica e trabalhadora, tão jovial e amável, dona de tradicional espírito fraterno, mas prejudicada em seu cotidiano, pelos choques entre policiais e marginais, além da ameaça que paira sobre a integridade física ou mesmo a vida de seus cidadãos afligidos entre os dois lados da violência urbana. – o da Lei e da ordem e o do crime organizado.
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Sentimos profundamente o drama de famílias que perdem seus entes queridos e inocentes como tributo pago à inércia dos poderes públicos diante de desafios que lhes compete enfrentar, para extinguir da vida social dos menos favorecidos o repugnante processo de controle e subjugação de comunidades pelos chefes do narcotráfico, que tem levado ao desespero os pacatos moradores desses locais.
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Numa ação um tanto incompreensível, bandidos passaram, desde o início desta semana, a praticar atos, possivelmente coordenados, de depredação de veículos particulares de todos os tipos em vários pontos da cidade. Segundo as autoridades do Estado foram atos de represália contra a justa ação da polícia na implantação das Unidades de Polícia Pacificadora, e, portanto, estavam previstas, o que fez diminuir o impacto dos órgão governamentais.
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Teriam havido ordens, transmitidas de presídios pelos chefões do tráfico, os quais provavelmente comandaram independentemente de orientação superior. Mas, o momento de transição da administração federal poderia tê-los animado a acreditar em desatenção, em falta de ânimo político da parte do governo federal, que se apressou, ao contrário, em socorrer o governo do Estado.
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Ao lado disso, a Polícia Militar do Rio de Janeiro mostrou a capacidade de mobilização, exibiu a sua grande potencialidade para responder ao inimigo em caso de emergência e a sua disposição de atuar em harmonia com a tropa da União, em defesa da população. E esta, disciplinadamente, tem observado as recomendações militares e ajudado a força legal através de centenas de denuncias telefônicas.
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A Maçonaria brasileira, que esteve presente, através da história, e ainda vive atualmente em favor das grandes causas nacionais oferece ao povo carioca e ao seu governo o possível e necessário apoio no sentido de atrair a opinião pública sobre os acontecimentos atuais, as suas origens e o resultado dos sacrifícios exigidos para uma futura situação de segurança, bem estar, felicidade e tranquilidade da população em geral, no Rio de Janeiro.
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26.11.2010
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Marco José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

LEI E ESPADA

1º - Em algumas Lojas, sobre o Altar dos Juramentos, além do Livro da Lei, do Esquadro e do Compasso, existe o costume de se colocar também uma Espada, considerando-a como a Guardiã contra os traidores da Lei maçônica.
2º - "Para os místicos, a lei era o Logos e o Logos era a Lei. Em outras palavras, A PALAVRA era A LEI e a palavra ou lei estava representada por tábuas de pedra com hieróglifos toscamente traçados; mais tarde, por um rolo de pergaminho e mais recentemente por um livro".
3º - Portanto, as tábuas, o rolo ou o livro são colocados sempre sobre o altar com os outros objetos sagrados. Este costume antigo modificou-se anos mais tarde, colocando-se a Santa Bíblia em lugar do livro antigo, porque a Bíblia veio a ser considerada "A Palavra" ou "A Lei", devido à influência da religião e da Igreja, que viam na Bíblia como um arquivo permanente do Logos.
4º - É esta a origem do uso da Bíblia por tantas sociedades e fraternidades secretas dos tempos modernos, embora algumas dessas organizações, aderindo a costumes mais antigos, não usem a Bíblia nem o livro da Constituição, tendo, ao invés, um livro, geralmente iluminado à mão, contendo os rituais e as antigas leis da sociedade.
5º - Por outro lado, a Espada era o símbolo da força que defendia os Irmãos contra qualquer ataque e ao mesmo tempo fazia cumprir as leis que estavam no Livro. Desta forma, admoestava-se e recordava-se aos Irmãos, por este duplo emblema, que "na Lei e na Espada estavam a ordem e a obediência".


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br