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terça-feira, 5 de março de 2013

Agenda da Loja





AGENDA DA LOJA
MARÇO/2013

DIA
GRAU
         SESSÃO


07


I

RITUALÍSTICA - 3ª Preleção



09


III

ELEITORAL – GOB 



21


II

RITUALÍSTICA - 3ª Preleção

segunda-feira, 4 de março de 2013

Aniversariantes do Mês de Março



ANIVERSARIANTES DO MÊS DE MARÇO













IRMÃOS
DIA
ANIVERSARIANTE

15
M. M. Luiz Gonzaga Ferro e Silva SOUTO, Tesoureiro

23
M. I. AGOSTINHO Queiroz Soares, Representante do Ministério Público

24
M. I. Antonio JAIME Machado da Silva Carneiro, Guardião

31
M. M. HERMANO José Cristo de Sousa , Secretário









SOBRINHOS
08
Thomaz Oliveira Soares, filho do Irmão AGOSTINHO Soares

18
Moara Calderaro Cristo, filha do Irmão Herivaldo CRISTO

19
Alexia Tayssa Soares Souto, filha do Irmão Luiz Gonzaga SOUTO



Maçonaria se prepara para escolher seu novo Grão-Mestre




Editoria de Arte/Folhapress



No próximo dia 9, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como "Irmãos" irão às urnas para escolher seu líder máximo.

Em quase 3.000 lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o título de "Mestre" do Grande Oriente do Brasil (GOB) -o maior ramo da maçonaria brasileira - irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral.

Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff.

A Maçonaria costuma ser definida pelos próprios maçons como um clube que reúne "homens livres e de bons costumes", patrióticos e engajados em promover os princípios do lema "liberdade, igualdade e fraternidade".

Os rituais secretos são feitos em templos decorados com imagens celestes, falsas colunas gregas e símbolos do zodíaco. Lojas são os grupos fixos de Maçons que se reúnem para os rituais.

Dentro da ordem há várias designações, usadas conforme o status do filiado: chanceler, guardião, soberano, venerável, eminente e sapientíssimo são algumas delas.

Em certos locais, Maçons são reconhecidos pelo engajamento em ações filantrópicas. No senso comum, levam a fama de homens influentes e misteriosos que se ajudam para enriquecer, "um estereótipo bem distante da realidade", diz o engenheiro Francisco Anselmo, deputado Maçom e estudioso do assunto.



 DISPUTA 

Na eleição do GOB, o Grande Oriente do Brasil, o candidato mais conhecido é o senador (da República mesmo) Mozarildo Cavalcanti, do PTB de Roraima. Como Maçom, ele é deputado da Assembleia Federal Legislativa da entidade. "Sou o único brasileiro deputado e senador ao mesmo tempo", gosta de repetir.

Concorrendo pela terceira vez - ele perdeu em 1993 e 1998 -, Mozarildo tirou quatro meses de licença do Senado Federal para dedicar-se com mais afinco à campanha. Com isso, deixou de participar da eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidente do Congresso, por exemplo.

O nome de Mozarildo ganhou algum destaque no noticiário na época da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Ele era contra a remoção dos fazendeiros da área, mas acabou derrotado quando o Supremo Tribunal Federal bateu o martelo sobre o tema.

Mozarildo ainda costuma ser citado como o campeão do uso da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, a verba para reembolso de viagens, consultorias e outros gastos. Em 2012, ele usou R$ 464 mil contra uma média de R$ 268 mil de seus colegas. Em 2011, também liderou.

Na Maçonaria, porém, ele é mais conhecido como o maior propagador da ideologia maçônica no Congresso. Uma pesquisa simples no site do Senado lista 87 pronunciamentos de Mozarildo sobre o assunto. Para efeito de comparação, o site informa que Eduardo Suplicy (PT-SP) fez 77 pronunciamentos com a expressão "renda básica".

No plenário, Mozarildo já leu o Manifesto da Grande Loja Maçônica de Roraima, já prestou homenagem ao Dia do Pai Maçom e já fez "uma análise do papel histórico da Maçonaria no mundo, ressaltando a operosidade da instituição no contexto social".

Um dos maiores orgulhos do senador no parlamento é o livro "O Senado e a Maçonaria" (472 páginas), assinado por ele e pelo ex-senador Efraim Morais (DEM-RN), também maçom. Impressa na gráfica do Senado, a obra reúne 44 discursos de atuais e ex-senadores sobre o tema.


TRADIÇÃO

Em campanha, Mozarildo faz discurso pela abertura do Grande Oriente. "A Maçonaria precisa sair da clausura, ser menos conservadora", diz. "Não pode se contentar em ser uma entidade só de cerimônias e condecorações."

Suas ideias de abertura, porém, não contemplam a revisão de algumas regras discriminatórias da entidade, como a recusa à participação de mulheres e o veto à filiação de deficientes físicos, tradições herdadas da Idade Média, dos primeiros grupos de pedreiros de templos, muralhas e castelos na Europa - a origem da instituição.

Outra cláusula fundamental da Maçonaria é a não aceitação de ateus. Todo filiado é obrigado a acreditar em algum ser superior, independentemente da religião. Como pode ser qualquer deus, esse ser superior é chamado internamente de Grande Arquiteto do Universo, simbolizado pela letra "G".

Um dos concorrentes de Mozarildo na disputa é o atual grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil, o servidor público aposentado do Banco Central Marcos José da Silva, candidato à reeleição.

Silva faz campanha ressaltando realizações de sua gestão, sempre dando ênfase aos aspectos financeiros. Além da manutenção de anuidade de R$ 90 por cinco anos "sem reajuste", o destaque é a construção de um centro cultural maçônico de 4.900 m² em Brasília, "obra de R$ 12 milhões totalmente paga à vista", ressalta João Guimarães, seu chefe de gabinete.

O terceiro aspirante é o advogado Benedito Marques Ballouk, membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo na "vida profana", como diz o jargão maçom; ex-grão-mestre de São Paulo na "vida maçônica", o equivalente a governador.

Na disputa, Ballouk também clama por modernização. Depois de exaltar a participação de Maçons ilustres na Independência, na Proclamação da República e na Abolição da Escravatura - exaltações, aliás, feitas por todos os maçons ouvidos para esta reportagem -, Ballouk repete o mantra de sua campanha: "A Maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional".



 INFLUÊNCIA

Fundado em 1822, o Grande Oriente do Brasil é uma das três maiores "potências" maçônicas do país. Em 1927, por divergências eleitorais, um grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como Grandes Lojas. Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência" Grandes Orientes Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil maçons.


O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade num momento histórico paradoxal em seus 190 anos.


Contando Mestres (os únicos votantes), Companheiros e Aprendizes  - os três estágios internos - , são 78 mil maçons associados à ordem. A entidade nunca teve tanta gente. Mas, numa avaliação bastante comum entre os próprios adeptos, nunca foi tão pouco influente.

Entre os notáveis sempre louvados estão figuras como José Bonifácio, Patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da instituição, D. Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco.

Hoje, o mais ilustre é o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que, no entanto, não costuma ser citado com muito entusiasmo por seus "Irmãos". "Faz tempo que ele não aparece por aqui, acho que está inativo", diz o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo Antonio Carlos Mendes, Maçom oficial de gabinete do Grande Oriente paulista.

Nas contas de Mozarildo, há hoje 58 deputados federais maçons no Congresso Nacional e outros seis senadores. "Uma das minhas propostas é organizar a bancada da Maçonaria", afirma. "Imagine só: seria maior que a de muitos partidos de hoje."


Enquanto a bancada não se organiza, os Maçons da Câmara e do Senado só são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à organização quando é 20 de agosto, o Dia do Maçom. No Senado, os seis que sempre comparecem, além de Mozarildo, são Alvaro Dias (PSDB-PR), Cícero Lucena (PSDB-PB), Gim Argelo (PTB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).



RICARDO MENDONÇA
EDITOR-ASSISTENTE DE "PODER"



Fonte: www.folha1.uol.com.br


Para os Maçons Católicos




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O Pará perde Almir Gabriel




Almir Gabriel, ainda  como governador, durante visita às obras da Alça Viária, uma das grandes obras de infraestrutura creditadas à sua administração ao longo de oito anos





Almir José de Oliveira Gabriel faleceu na manhã da terça-feira, 19, aos 80 anos, de falência múltipla dos órgãos, em um hospital particular de Belém, onde estava internado desde o início de fevereiro. Há alguns anos o político vinha lutando contra um edema e um enfisema pulmonar, agravados, ao longo do tempo, pelo tabagismo. O velório foi realizado no Palácio Lauro Sodré (antiga sede do Governo Estadual transformado pelo ex-governador em Museu do Estado), no bairro da Cidade Velha. O enterro foi realizado nesta quarta-feira, 20, na cidade de Castanhal, no mausoléu da família do ex-governador. 

Dr. Almir, como era carinhosamente chamado pelo povo do Pará, era médico e foi Secretário Estadual de Saúde, Secretário Estadual de Segurança Pública, Prefeito de Belém, Senador da República e Governador do Estado por dois mandatos (entre os anos de 1995 e 2002), além de dirigir o Hospital Barros Barreto, em Belém, e a Divisão Nacional de Pneumologia Sanitária do Ministério da Saúde.

Os oitos anos à frente da administração do Estado foi marcado por obras de infraestrutura e pelo início da revitalização turística da capital paraense. Entre elas está o projeto que levou energia firme de Tucuruí para o oeste paraense, batizado como Tramoeste; a Alça Viária, complexo de pontes e estradas que interliga a Região Metropolitana ao interior do Pará; a macrodrenagem da Bacia do Una, a construção do Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), do Aeroporto Internacional, do Complexo Feliz Lusitânia, e da Estação das Docas, em Belém; o porto de Vila do Conde, em Barcarena; e a recuperação de grande parte da malha viária do Estado.

Almir Gabriel também foi um dos fundadores, no final da década de 80, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Franco Montoro, Mário Covas e de outros políticos do país, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), no qual concorreu em 1989, como vice à presidência da República, na chapa encabeçada por Mário Covas e desfiliou-se do PSDB em 2009. 


Fonte: Agência Estado.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Agenda da Loja para o mês de Fevereiro




AGENDA DA LOJA
FEVEREIRO/2013

DIA
GRAU
         SESSÃO


07


II

RITUALÍSTICA  - 2ª Preleção



21


I

RITUALÍSTICA  - 3ª Preleção



28


* * *

ADMINISTRATIVA

Certificado de Assiduidade Financeira 2012





Composição atual do Comitê de Assuntos Gerais da Oficina




COMITÊ DE ASSUNTOS GERAIS DA OFICINA





MEMBROS NATOS

Agostinho Queiroz Soares, M. I.


Amarildo André de Araújo, M. I.   (Presidente)


Antonio Jaime Machado da Silva Carneiro, M. I.


Herivaldo José Cristo de Sousa, M. I.


MEMBROS NOMEADOS

José Maria de Souza Martins, M. I. 


José Ribamar Silva Lima, M. M. (Secretário)

Transição na Igreja Católica






Com a anunciada renúncia do Papa Bento XVI, realizada na segunda feira, dia 11 de fevereiro corrente, a Sé estará vacante no próximo dia 28, às 20h de Roma.

No mínimo 15 dias e no máximo 20 dias depois, os cardeais iniciam o rito da substituição do Papa. Seguem em cortejo da Capela Paulina até a Sistina, no Vaticano, onde as portas são fechadas, as chaves retiradas e o isolamento é assegurado pelo Cardeal Carmelengo, no interior, e pelo prefeito da Casa Pontifícia, no exterior.

Eles se hospedam no edifício denominado "Domus Sanctae Marthae" (Residência Santa Marta) e, embora sejam levados até ali de ônibus, são proibidos de usar o telefone, assistir à TV ou trocar qualquer tipo de correspondência com o exterior nos dias prévios à escolha. Internet, nem pensar. O isolamento vem desde 1271 quando os cardeais, sem conseguir chegar a um acordo para escolher o sucessor de Clemente IV, foram presos pelos cristãos e mantidos a pão e água para que escolhessem o novo papa rapidamente. O eleito, Gregório X, adotou a regra, com conforto, é claro, já que não se trata de flagelo e a maioria é de idosos.


No conclave, os cardeais não têm o direito de votar em si mesmos e prestam, um por um, juramento de respeito ao voto secreto, de aceitar o resultado e de, se eleito, não renunciar jamais a reivindicar a plenitude dos direitos de pontífice romano. Para ser ungido é preciso receber pelo menos dois terços dos votos. Em caso de impasse, uma votação pela maioria absoluta é possível. São duas votações de manhã e duas à noite. Ao final de cada uma, as cédulas são queimadas, sendo que a tradição indica que os cardeais devem usar palha seca ou úmida para que a fumaça seja preta (se não foi escolhido o papa) ou branca (se a votação deu como resultado a eleição do novo pontífice). Assim que o eleito "aceitar sua escolha canônica" como sumo pontífice, o primeiro dos diáconos - o cardeal Protodiácono - anuncia da sacada da Basílica vaticana a eleição do novo papa com a tradicional citação: "Nuntio vobis gaudium magnum: Habemus Papam". 



Confira a lista dos "papáveis" com mais chances de assumir o posto mais alto da Igreja Católica, em ordem alfabética de sobrenome.


João Braz de Aviz, (Brasil, 65) trouxe ar fresco para o departamento do Vaticano para congregações religiosas quando ele assumiu em 2011. Ele apoia a preferência para os pobres na teologia da libertação da América Latina, mas não os excessos de seus defensores.

Timothy Dolan, (EUA, 62) tornou-se a voz do catolicismo dos EUA depois de ser nomeado arcebispo de Nova York, em 2009. Seu humor e dinamismo impressionaram o Vaticano, onde as duas coisas estão em falta. Mas cardeais estão receosos de um "superpapa" e seu estilo pode ser norte-americano demais para alguns.

Marc Ouellet, (Canadá, 68) é o chefe da Congregação para os Bispos. Ele disse uma vez que se tornar papa "seria um pesadelo". Apesar de bem relacionado, o secularismo generalizado de sua Québec nativa poderia atrapalhá-lo.

Gianfranco Ravasi, (Itália, 70) é ministro da Cultura do Vaticano desde 2007 e representa a Igreja para o mundo da arte, ciência, cultura e até mesmo para ateus. Este perfil poderia prejudicá-lo se os cardeais decidirem que precisam de um pastor experiente em vez de outro professor como papa.

Leonardo Sandri, (Argentina, 69) nasceu em Buenos Aires de pais italianos. Ele deteve o terceiro posto mais alto do Vaticano como chefe de gabinete em 2000-2007, mas não tem experiência pastoral.

Odilo Pedro Scherer, (Brasil, 63) é considerado o mais forte candidato da América Latina. Arcebispo de São Paulo, a maior diocese do maior país católico, ele é conservador no Brasil, mas considerado moderado nos demais lugares. O rápido crescimento das igrejas protestantes no Brasil poderia pesar contra ele.

Christoph Schoenborn, (Áustria, 67) é um ex-aluno de Bento com um toque pastoral que o pontífice não tem. O arcebispo de Viena foi classificado como "papável" desde a edição do catecismo da Igreja na década de 1990.

Angelo Scola, (Itália, 71) é arcebispo de Milão, um trampolim para o papado, e muitos italianos apostam nele. Especialista em bioética, ele também conhece o Islã como chefe de uma fundação para promover a compreensão entre muçulmanos e cristãos. Sua densa oratória pode irritar cardeais que buscam um comunicador caristmático.

Luis Tagle (Filipinas, 55) tem um carisma muitas vezes comparado com o do falecido papa João Paulo 2º. Ele também é próximo ao papa Bento depois de trabalhar com ele na Comissão Teológica Internacional. Embora tenha muitos fãs, ele só se tornou cardeal em 2012.


Peter Turkson (Gana, 64) é o principal candidato africano. Chefe do escritório de justiça e paz do Vaticano é o porta-voz da consciência social da Igreja e apoia a reforma financeira mundial.



Fontes: Blog da Franssinete Florenzano e Folha de São Paulo.


Campanha da Fraternidade 2013