Digite abaixo o seu email para receber mensagens com as nossas postagens:

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Virtudes e Defeitos


 É notável como conseguimos ver, todos os dias, a todos os instantes, os defeitos alheios.
Dificilmente encontraremos alguém que não se mostre propenso a apontar erros e absurdos dos outros.
Muitos casamentos acabam porque marido e mulher passam a ver tanto os defeitos um do outro, que se esquecem que se uniram porque acreditavam se amar.
Amigos de infância, certo dia, se surpreendem a descobrir falhas de caráter um no outro. Desencantados se afastam, perdendo o tesouro precioso da amizade.
Colegas de trabalho culpam o outro por falhas que, em verdade, em muitos casos, é da equipe como um todo.
Foi observando esse quadro que alguém escreveu que os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, estão colocadas as qualidades positivas, as virtudes de cada um. Na sacola de trás são guardados todos os defeitos, as paixões, as más qualidades do Espírito.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos de forma impiedosa, nas costas do companheiro que está à frente, todos os defeitos que ele possui.
Assim nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
A imagem é significativa e nos remete à reflexão. Talvez seja muito importante que saiamos da fila indiana e passemos a andar ao lado do outro.
E, no relacionamento familiar, profissional, social em geral, que nos coloquemos de frente um para o outro. Aí veremos as virtudes nossas, que devem ser trabalhadas, para crescerem mais e também as virtudes do outro.
Com certeza nos surpreenderemos com as descobertas que faremos.
Haveremos de encontrar colegas de trabalho que supúnhamos orgulhosos, como profissionais conscientes, dispostos a estender as mãos e laborar em equipe.
Irmãos que acreditávamos extremamente egoístas, com capacidade de ceder o que possuam, a bem dos demais membros da família.
Pais e mães que eram tidos como distantes, em verdade estarem ávidos por um diálogo aberto e amigo.
Esposos e esposas que cultivavam amarguras, encontrarem um novo motivo para estarem juntos, redescobrindo os encantos dos dias primeiros do namoro.
*   *   *
A crítica só é válida quando serve para demonstrar erros graves que possam causar prejuízo para os outros ou quando sirva para auxiliar aquele a quem criticamos.
Portanto, resistir ao impulso de ressaltar as falhas dos outros, exercitando-nos em perceber o que eles tenham de positivo, é a meta que devemos alcançar.
Não esqueçamos de que se desejamos que o bem cresça e apareça, devemos divulgá-lo sempre.
Falar bem é fazer o bem. Apontar o belo é auxiliar outros a verem a beleza.
 

Fonte: Redação do Momento Espírita, com base no
texto Sem olhar para trás, de Gilberto Nucci.

Minuto Maçônico

CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE SALOMÃO

1º - O sentido esotérico da construção do Templo de Salomão, segundo H. P. Blavatsky (Ísis sem Véu), é o seguinte: 
2º - Símbolo maçônico e iniciático. O Templo de Salomão é o Templo da Paz, da Paz interna, objetivo principal do Maçom sincero. 
3º - A construção do Templo de Salomão simboliza a aquisição gradual da Sabedoria secreta, ou magia, a maneira pela qual a natureza espiritual se edifica e se desenvolve acima da natureza terrestre, a manifestação no mundo físico do poder e do esplendor do espírito, pela Sabedoria e o gênio do Construtor. 
4º - Este, quando se torna adepto, é um rei mais poderoso que Salomão; representa o Sol e a própria Luz; a Lei do mundo real e subjetivo no seio das trevas do universo objetivo. 
5º - É este o Templo que pode ser construído sem ruído de martelos nem de qualquer outro instrumento de ferro.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

AcACLeGOB empossa novos acadêmicos

No Grande Oriente do Brasil, sob o título acima:


Na noite de sexta-feira, 18 de setembro, a Academia de Artes, Ciências e Letras do Grande Oriente do Brasil realizou Solene Sessão de Instalação e Posse de seus acadêmicos. O evento ocorreu no auditório Álvaro Palmeira, na sede do Poder Central.


 

         O Presidente da Academia, comendador, Irmão Hermes Elias de Moura, recebeu do Irmão Fagundes a estola e a jóia da posse simbólica, no qual sentiu-se honrado pelo momento.



 

         A mesa diretora da Sessão foi composta pelos referidos Irmãos, além do Soberano Irmão Marcos Jose da Silva, Dorival Lourenço da cunha, 2º presidente do tribunal maçônico do GOB, Eminente Irmão Anísio de Araújo, presidente da academia municipalista metropolitana de letras de fortaleza; João Francisco Guimarães, tesoureiro da Academia Maçônica de Letras e Juvenal Antunes Ferreira, secretario da Arcad.


 

Após o hino nacional, a palavra fora concedida ao presidente Hermes, quando deu posse aos novos acadêmicos, Irmãos Fagundes de Oliveira, Innocêncio Viégas, João F. Guimarães, José Luiz de Moura Pereira, Marcos José da Silva, José Odair Pereira Diniz, Juvenal Antunes Pereira, João Bosco Ferreira Lima, Marcos Antônio Filgueiras, Dorival Lourenço da Cunha, João Leudo Chaves, José Anízio de Araújo e Roberto Rocha de Araújo e depois de seus nomes citados, receberam suas estolas, jóias e fizeram o juramento.


 


O tesoureiro da Academia, João Guimarães fez pronunciamento em nome de todos os acadêmicos. O Irmão Hermes agradeceu aos presentes, acadêmicos e o Soberano Irmão Marcos José da Silva encerrou os trabalhos.

 

(A:JA/R:J)


Assessoria de Comunicação

Sec:. Geral de Comunicação e Informática

NOVA DATA: Projeto de iniciativa popular será entregue segunda-feira (28/09) no Congresso Nacional


O Projeto de Lei sobre a Vida Pregressa dos Candidatos e 1,3 milhão assinaturas da Campanha Ficha Limpa serão entregues ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, na segunda-feira às 15h. A antecipação da data, antes marcada para o dia 29/09, deve-se à agenda do deputado.

A partir das 13h30 haverá a concentração de membros do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e da sociedade civil em frente ao Palácio da Justiça. Os presentes sairão em caminhada até o salão verde do Congresso Nacional, num ato simbólico com a presença de juristas, artistas e representantes das 43 entidades que compõem o Comitê Nacional do MCCE. Todos e todas que quiserem se juntar ao MCCE nessa caminhada são convidados a participar.

Ciente de que muitos formulários ainda circulam pelo país devido a greve dos Correios, o MCCE se compromete a entregar as assinaturas que chegarem a Brasília depois do dia 28/09, mesmo com o PL já tramitando no Congresso Nacional. “Não ficaremos com nenhuma assinatura e também fazemos um apelo para que as pessoas não guardem formulários em casa”, acrescenta a secretária executiva do Movimento, Cristiane Vasconcelos.

A entrega das assinaturas marca o encerramento da primeira fase da Campanha Ficha Limpa, caracterizada pela coleta de adesões. O passo seguinte é o diálogo com os parlamentares para o acompanhamento da tramitação e aprovação do Projeto de Lei sobre a Vida Pregressa dos Candidatos na Câmara e Senado. 
 
HISTÓRICO DA CAMPANHA:

Iniciada em abril de 2008, a Campanha Ficha Limpa atingiu a marca de 1,3 milhão de assinaturas. O Projeto de Lei sobre a Vida Pregressa dos Candidatos quer criar critérios mais rígidos para que alguém possa se candidatar. Na prática, o PL terá um papel preventivo, garantindo assim candidaturas idôneas no processo eleitoral. Para conhecer mais o projeto e aderir à campanha, basta visitar o site da iniciativa www.mcce.org.br.

Na mesma semana da entrega, comemoram-se os dez anos da primeira lei de iniciativa popular do Brasil, a Lei 9.840/99, que trata do combate à compra de votos e ao uso eleitoreiro da máquina administrativa, e a partir da qual surgiu o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. 
 

Fonte: Assessoria de Comunicação da SE-MCCE.

As Três Peneiras da Sabedoria

No Blog da Maçonaria, sob o título acima:

Meia noite em ponto. Mais uma jornada na construção do templo terminara. Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob o frescor do Ébano para o tão merecido descanso. Eis que subindo em sua direção, aproxima-se seu mestre construtor predileto, que lhe diz:

- Mestre Hiram... vou lhe contar o que disseram do segundo mestre construtor...

Hiram, com sua infinita sabedoria, responde:
- Calma, meu mestre predileto; antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar as informações pelas “Três Peneiras da Sabedoria”?

- Peneiras da Sabedoria??? Não me foram mostradas. Respondeu o predileto.

- Sim... meu mestre predileto! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção. Tudo quanto te disserem de outrem, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira que é a da Verdade, eu te pergunto: Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?!

Meio sem jeito o mestre responde:
- Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram...

Hiram continua:
- Então se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e repousa na segunda, que é a da Bondade. E eu te pergunto: É alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?!

- De maneira alguma mestre Hiram! ... Claro que não!

- Então a tua estória acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu nas cruzetas da terceira e última, e te faço a derradeira pergunta: Achas mesmo necessário passar adiante essa estória sobre teu irmão e companheiro?!

- Realmente mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade...

- Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.

- Entendi poderoso mestre Hiram. Doravante somente as boas palavras terão caminho em minha boca.

- És agora um mestre completo. Volta a teu posto e constrói teus templos, pois terminastes teu aprendizado. Porém, lembra-te sempre: As abelhas construtoras do Universo, nas imundícies dos charcos, buscam apenas as flores para suas laboriosas obras, enquanto as nojentas moscas, buscam em corpos sadios as chagas e feridas para se manterem vivas.

Em resumo: procure fazer, pensar, sentir e falar aos outros aquilo que gostaria que fosse feito, pensado, sentido e falado a você, ou de você.
Procure não fazer, pensar, sentir ou falar aos outros, ou dos outros, aquilo que não gostaria que fosse feito, pensado, sentido e falado a você, ou de você.
Cuidado com os boatos.

Autor Desconhecido

domingo, 20 de setembro de 2009

Tecendo o Saber Maçônico


“AQUELE, PORÉM, QUE ATENTA BEM PARA A LEI PERFEITA DA LIBERDADE E NISSO PERSEVERA, NÃO SENDO OUVINTE ESQUECIDO, MAS FAZEDOR DA OBRA, ESSE TAL SERÁ BEM-AVENTURADO EM SEUS FEITOS”.
Tiago, 1:25

O Maçom que está imbuído, que realmente comunga com os saberes maçônicos, antes de tudo compreende as obrigações que lhe são afetas e rende sincero culto à LEI DA LIBERDADE, ciente de que ele mesmo colherá nas leiras do mundo o que houver semeado.

Lembremos da aranha tecendo sua teia, ou do tecelão traçando os fios do tear, ou as mães fazendo a comida para a família, que nos ensinam a PACIÊNCIA, A TOLERÂNCIA dos afazeres necessários, bem como a DEDICAÇÃO na realização desta tarefa. 

Sua culminância será a admiração e sensação do dever cumprido, e o coração alegre e feliz, por ter contribuído para que algo útil fosse criado e colocado à disposição dos outros.

Assim, nós também como MAÇONS, na caminhada da ESCADA DE JACÓ, uma caminhada mais simbólica e espiritual do que propriamente física. Devemos saber de que somente com DISCIPLINA, poderemos degrau a degrau assimilar e absorver todo o conhecimento que nos é passado e que nos cabe aprender.
A MAÇONARIA É SÁBIA EM SEUS ENSINAMENTOS, MAS O MAÇOM PRECISA SER INTELIGENTE.

Sim, inteligente para saber interpretar todos os ensinamentos, para que na vida fora do TEMPLO exerça sua verdadeira função de CONSTRUTOR SOCIAL.

Tecer o saber maçônico, precisa mais do que nunca, ser compreendido, com saberes relevantes que possam ser utilizados no mundo profano, que já não é tão profano assim, mas algo que sirva para a realidade atual. 

O que nós transmitimos em templo precisa se tornar realidade fora dele. São as VIRTUDES em ação.

Há necessidade de inovarmos na forma de transmissão de nossos SABERES RELEVANTES.

Quem sabe com mais sessões fora dos templos, para uma ampliação do necessário debate e esclarecimento sobre os nossos temas? Quem sabe grupos de irmãos estudando certos temas, ou instruções e após apresentação para o quadro da loja? Devemos na Maçonaria seguir, os grupos de estudos, fora das universidades, tipo STUDIO CLIO, CLUBES DE CULTURA e CASA DO SABER, entre outros, onde interessados reunidos tratam de assuntos e temas que na formalidade institucional ficam sempre limitados. E assim, ampliam os conhecimentos.

Devemos cada vez mais, propiciar aos APRENDIZES e COMPANHEIROS e porque não aos MESTRES também, condições interpretativas e de compreensão destes saberes, para que possam em suas vidas utilizá-los, em vez de simplesmente sabermos e transmitirmos fatos e datas fechadas sem o devido alcance social e político deles.

O Interpretativo da REVOLUÇÃO FRANCESA, do ILUMINISMO e seus efeitos e não somente, sabermos que existiu em tal data, e quem foi às personagens, mas o que dali resultou e mudou a humanidade. Para isso, se faz necessário mais leitura e mais diálogo. 

E se as sessões em loja fossem mais a campo, sem formalidades teríamos um grande avanço cultural. Aliás, no início era assim. Em tabernas.

Só nós MAÇONS empenhados, comprometidos e líderes poderemos realizar a transformação que se fazem necessários. Os frutos serão colhidos, talvez não de imediato ou em curto prazo, mas em médio e longo prazo. E aí teremos a SEMEADURA do nosso trabalho.

O APRENDIZ PRONTO, TRANSFORMANDO-SE EM VERDADEIRO MESTRE.

Nossa esperança, é que assim todos atinjam o objetivo de tornarem-se CONSTRUTORES SOCIAIS. Com PACIÊNCIA, DEDICAÇÃO, COMPROMETIMENTO, ESTUDO e AÇÃO no compartilhar conhecimentos, possam irmanados INFORMAR, INSTRUIR e FORMAR, VERDADEIROS MAÇONS.

Demanda TEMPO, e tempo é o nosso maior valor na SOCIEDADE DO CONHECIMENTO, em caminho para a SOCIEDADE ESPIRITUAL. Precisamos estar preparados para isso, bem como cada vez mais a RESPONSABILIDADE SOCIAL deverá estar presente em nossos atos sejam eles individuais ou corporativos. Precisamos então, dedicar tempo para a MAÇONARIA.

Não somos nós que pagamos captação?

Dar valor a ela, se faz necessário para ampliar nosso conhecimento.

Meus Gentis Irmãos;

Seremos contemplados com a transformação do outro, pelo compartilhar dos nossos conhecimentos, compartilhar da fraternidade, do compartilhar da ação maçônica e da ética social. Contemplado pelo APRENDIZ e COMPANHEIRO que cresceram e floresceram, e que também estão a SEMEAR o mundo com os propósitos maçônicos. 
Assim, teceremos o saber maçônico, em prol da humanidade.

Façamos nossa parte de docente nesta caminhada, compartilhando conhecimento, ensinando como aprender a aprender, eliminando saberes ultrapassado, criando e inovando com aquilo que temos - e isso, meus irmãos de modo algum interfere nos aspectos litúrgicos e ritualísticos da ORDEM, mas complementa-os.

Assim, julgo eu, ampliando os horizontes e elevando a maçonaria a eles, poderemos com uma nova didática, com uma nova visão e atualização dos saberes, fazer o nosso TEAR MAÇÔNICO prosperar.

Com um estudo em loja melhor elaborado, com sintonia para o diálogo, e não para imposição e sem hierarquia autoritária, com interpretações corretas de LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE, poderemos nós na MAÇONARIA ver frutificado o nosso trabalho de nos melhorarmos e melhorar os outros.

TECER O SABER MAÇÔNICO passa por mais ESTUDO, passa por dedicar mais TEMPO à ORDEM, passa por mais COMPARTILHAR de CONHECIMENTOS, passa por mais FRATERNIDADE e passa por mais EXEMPLO que devemos dar. Que é fazer o que falamos.

TECER O SABER MAÇÔNICO é tarefa para LÍDERES.

Vamos tecer os fios do conhecimento, dos valores, da ética, dedicando tempo, paciência, estudo e comprometimento com aquilo que juramos sem reserva mental. Faça parte dos grupos de estudos existentes na maçonaria, será possível ver algo mais - INOVE.

SEJA UM DELES, MEU IRMÃO. COMECE POR SUA LOJA.

Fraternalmente.

Pare de observar, comece a fazer.
É SEMPRE MELHOR FAZER PARA ENSINAR DEPOIS, DO QUE ENSINAR SEMPRE SEM NUNCA FAZER.

Enviado pelo Ir. Carlos Augusto G. Pereira da Silva - M.I.
Loja Obreiros de São João Nº 42 - Porto Alegre - RS

Minuto Maçônico

O ESQUADRO

1º - Caso não for usado, teremos uma construção torcida, desalinhada sem equilíbrio e pronta para desabar. 
2º - Somente quem souber esquadrejar poderá transformar a pedra bruta em pedra angular e devidamente desbastada para ser utilizada na construção do templo. 
3º - O esquadro cujo ângulo é reto nos ensina a retidão de nossas ações; o maçom em sua linguagem simbólica diz que pauta a sua vida dentro do esquadro. 
4º - Estar em esquadria significa ou equivale a dizer estar algo ou alguém harmonizado com os deveres impostos pelas normas maçônicas. 
5º - O símbolo do esquadro tem sua presença marcante em todos os graus da maçonaria, oferece a todos os maçons sapientíssimas lições em matéria de reta conduta e exato cumprimento do dever.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo

sábado, 19 de setembro de 2009

Templo de Salomão



O Templo de Salomão é uma edificação construída no Monte Moriah pelo filho do rei David, Salomão, onze séculos antes de Cristo e tinha como propósito ser o marco material da presença do deus Jeová entre os judeus. Além de prestar adoração a esta divindade, lá se guardavam as tábuas da lei gravadas em pedra pelo próprio Jeová. Este deus é descrito pelos registros como ciumento, que exigia adoração exclusiva, razão pela qual o povo judeu sempre caia em desgraça, vencido por conquistadores poderosos como caldeus, persas e romanos, levando aquela edificação ser por diversas vezes destruída e reconstruída.

Chega-se, até ao presente, informações que quando da construção do templo, o respeito e veneração que se tinha pela presença de Jeová no local era tal que não se ouviam ruídos de ferramentas de nenhuma espécie.

Todo material chegava ao pátio de obras devidamente cortado, ajustado e polido. Conta a tradição simbólica maçônica ser esta a razão dos malhetes usados em loja serem confeccionados em madeira. Mesmo que sejam cantados em salmos que a suntuosidade daquele local de adoração de Jeová era enorme, este era em verdade pequeno em tamanho, até para a época, e diminuto se comparado às pirâmides dos egípcios, que de sua parte exerciam grande influência na arquitetura regional. Muito do encontrado em registros, que dizem respeito às características daquela edificação, foram copiados da cultura egípcia.

A decoração do templo era rica e bela, de modo a concorrer com os templos dedicados a outros deuses dos visinhos do povo judeu em sua época. Mas tudo não passava de ostentação material, tendência que foi transmitida aos seus descendentes até nossos dias. O templo material como casa da divindade é imperativa para aqueles que não conseguem separar-se de sua materialidade e tentam aprisionar seus deuses em casa de pedra, tijolos e argamassa.

O templo de Salomão foi emprestado pelos maçons para servir de modelo na construção de seus lugares de reunião. Não é uma réplica daquela edificação. Modelar a edificação de templos maçônicos ao templo de Salomão é apenas uma homenagem a uma personalidade que, segundo consta, era possuidor de grande sabedoria e aplicador de justiça. O templo de Salomão e o templo maçônico têm entre si uma apenas relação simbólica.

Não se trata de uma reprodução, mas de grosseira imitação, estilização, daquela edificação sagrada para o povo de Israel. O templo maçônico é em muito diferente do templo de Salomão em ornamentação, função e objetivo.

Em relação aos seus templos, o maçom usa diversas imagens mentais relacionadas como: da idéia de representação do Universo; do centro do Universo; e das criações do Grande Arquiteto do Universo. O próprio Grande Arquiteto do Universo é apenas um conceito e não um deus como o interpretado para aquele deus dos judeus do templo de Salomão. A Maçonaria pouco tem de original, de sua lavra, ela empresta de outras culturas os modelos, símbolos, ferramentas, e quase sempre de forma estilizada; assim o é com respeito aos seus templos.

O fato de o templo maçônico ser sagrado pelo grão-mestre da obediência não o torna local sagrado ao ponto de lá se manifestar ou aprisionar a divindade. A sagração dos templos maçônicos é uma espécie de aprovação e purificação simbólica do local pela autoridade competente, um local de estudos e não um local de adoração. Nesta edificação, o maçom especula e trabalha em si mesmo, sendo ele um templo vivo, a pedra. O maçom não presta culto a Deus em seus templos, apenas o invoca com o objetivo de obter a sua aprovação, orientação e proteção para toda boa obra.

Poderia até dispensar qualquer tipo de edificação para realizar seus trabalhos, só o fazendo em templos para seu conforto físico e privacidade ritualística.

O templo maçônico representa a Terra, os seres humanos reunidos como família, a reunião de todas as ciências, o local onde se transmitem conceitos de fraternidade, igualdade e liberdade; é o espaço aonde não existe separação de raça, religião ou ideologia política; é a sala de aulas para o desenvolvimento da consciência planetária do terráqueo organizado em sociedade fraterna; é simbolicamente a miniatura do grande Universo e do pequeno universo que cada obreiro tem dentro de si; é o local onde a criança é recebida como Lowton, o jovem passa a freqüentar grupos DeMolays e depois o homem de valor, livre e de bons princípios é iniciado na Maçonaria.

Com a iniciação, o maçom tem a seu dispor no templo as ferramentas, símbolos e irmãos para elaborar a sua própria construção interna. Tudo depende apenas da força e persistência individual. A Maçonaria apenas propicia os meios para a construção de uma sociedade na qual reina absoluto o amor fraterno, a única solução de todos os problemas da humanidade. A sublime instituição apenas propicia o espaço físico especial, devidamente ornamentado, provido de ferramentas, de modo que cada maçom desenvolva a possibilidade de tornar-se um ser humano melhor do que já é. O trabalho é de competência de cada obreiro, apenas o indivíduo tem a capacidade de mudar a si próprio.

E quando ele muda o seu caráter e personalidade, os outros que o rodeiam mudam também. Numa espécie de efeito dominó, um maçom contagia o outro para o bem e os maçons, de sua parte, contagiam os outros homens da sociedade.

O templo representa o que cada maçom é por dentro, um templo daquilo que cada um tem como a representação de sua própria divindade. O templo é o próprio corpo do maçom. Assim como o templo de Salomão é modelo para a Maçonaria edificar os seus templos de pedra e cimento, o templo maçônico é para o maçom o modelo do universo interior, que ele possui dentro de seu corpo físico. O templo de pedra é modelo do templo de carne, ossos e intelecto. Devido a esta comparação, o templo de pedra é respeitado pelo maçom como se fosse o seu próprio corpo, um lugar que ele jamais conspurca; esta a razão do grão-mestre purificar simbolicamente o templo de pedra.

Deve-se deixar bem esclarecido que o corpo físico não é o local físico do deus de cada um; em Maçonaria isto é simbólico. Qualquer tentativa de desejar encontrar o deus dentro de seu corpo físico é vã, é um exercício antropomórfico. O que existe dentro de cada um é um modelo em miniatura do grande universo que existe fora, apenas isto. Tentar materializar a divindade em qualquer local físico é mero exercício vicioso de tentar retratar o deus como imagem do homem ou de suas coisas. A divindade existe apenas como um exercício especulativo e nunca como criatura, energia ou coisa.

O maçom tem sua crença num princípio criador, numa especulação intuitiva de que existe uma mente orientando os processos de criação, deixando-os livres para seguirem as leis naturais para as quais cada criatura da biosfera evolui em complexidade crescente. E nunca, em momento algum, transporta suas considerações de deus para o mundo material; sempre que alguém o tenta, esbarra em sérias discussões vazias e desconexas.

O templo de Salomão é o modelo do templo maçônico, que por sua vez é modelo do templo interior de cada maçom. Tudo simbólico. O templo é parte das ferramentas que auxiliam o raciocínio do homem em suas especulação de se autoconhecer, de buscar sua razão de ser, especular de onde vem e para onde vai. É um grãozinho de areia neste Universo infindo usando de sua capacidade de pensar e sentir o Universo, sendo ele mesmo parte deste mundo. E ao sentir-se parte de algo maior, tão complexo e belo como ele, esta criatura vivente lê simbolicamente em cada elemento da natureza a assinatura daquilo que ele denomina pelo conceito de Grande Arquiteto do Universo.

Humor Maçônico

Sabedoria, Força e Beleza

22 de Setembro - Dia Mundial Sem Carro



Para chamar mais uma vez a atenção da população de Belém sobre meio ambiente e sustentabilidade, ambientalistas locais irão promover, nos dias 21 e 22 de setembro, que é comemorado, o Dia Mundial Sem Carro. Quatro ações que prometem marcar e movimentar este acontecimento.  As atividades estão sendo organizadas por um coletivo, proposto pela Prefeitura Municipal de Belém, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), Companhia de Transportes de Belém (CTBEL), Fundação Verde Herbert Daniel e do Núcleo de Meio Ambiente (NUMA) da UFPA, Federação Paraense de Ciclismo (FPC), EART (Equipe de Aventura Ratos de Trilha) e centenas de pessoas que já se engajaram na campanha. 
           As atividades para o Dia Mundial Sem Carro 2009 começarão dia 21 de setembro, na Estação Gasômetro – Parque da Residência, com início programado para as nove horas da manhã, com palestra e debate sobre a criação e regulamentação do Plano Cicloviário de Belém; Realização do Primeiro Encontro da Rede Voluntária de Educação Ambiental de Belém; Lançamento do livro “Gestão Sócio-ambiental de Belém: O Desafio Político da Sustentabilidade", que é uma realização da Fundação Verde Herbert Daniel, Núcleo de Meio Ambiente da UFPA (NUMA) com apoio da PMB/SEMMA. 
           Para palestrar e debater o Plano Cicloviário de Belém, A SEMMA  e a CTBEL trazem como convidado especial, Alfredo Sirkis, vereador,  ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e criador do projéto das ciclovias da cidade do Rio de Janeiro. 
           No dia 22 de setembro, além dos debates, farão parte da programação geral do Dia Mundial sem Carro, às atividades de Educação Ambiental, que estarão presentes nas ruas de Belém com campanha educativa por um trânsito mais humano na cidade, com “blitz” nos principais cruzamentos e vias, com a participação da Rede de Voluntários de Educação Ambiental de Belém e grupo de arte-educadores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA (Galera Jogo Limpo). 
          Encerrado a programação, Passeio Ciclístico Noturno – “Bicicletada”, que pretende reunir diversos grupos de cicloativístas e amantes deste esporte. Esta ação, objetiva manifestar apoio a regulamentação do Plano Cicloviário de Belém, bem como, incentivar e promover às atividades físicas em grupo a cultura do bem estar e da vida saudável e as questões ambientais. A concentração será em frente ao Mercado de São Braz, às 19 horas, o passeio percorrerá os bairros centrais de Belém.  
        Mais do que estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa durante um só dia, a idéia da campanha é marcar a luta por um transporte público de qualidade, por menos poluição do ar, por respeito ao pedestre, por mais ciclovias, enfim, pela mobilidade urbana. Qualquer cidadão pode participar das atividades propostas, maiores informações: www.belem.pa.gov.br / fone: 3039-8120/3039-8100. 
PROGRAMAÇÂO DO DIA MUNDIAL SEM CARRO 
Dia 21/09/2009 (segunda-feira) –  Manhã - Abertura Oficial 
Local: Estação Gasômetro – Parque da Residência (Av. Magalhães Barata, 830) 
Horário: Das 9hs. as 12hs. 
Palestra Inaugural: “Ciclovias: Alternativa de Transporte para uma Belém Mais Verde”. 
Com Alfredo Sirkis, vereador,  ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e criador do projéto das ciclovias da cidade do Rio de Janeiro.
Horário: Das 12hs. às 13hs. 
Lançamento do Livro: “Gestão Sócio-ambiental de Belém: O Desafio Político da Sustentabilidade". 
Intervalo Para Almoço 
Dia 21/09/2009 –  Tarde – Encontro e Lançamento. 
Local: Estação Gasômetro – Parque da Residência (Av. Magalhães Barata, 830) 
Horário: Das 14hs. às 18hs. 
- Primeiro Encontro da Rede Voluntária de Educação Ambiental de Belém; 
- Lançamento do Programa de Agentes Ambientáis Voluntários; 
- Edital de Pequenos Projetos de Apoio as Iniciativas Locais de Educação Ambiental. 
Dia 22/09/2009 (terça-feira) - DIA MUNDIAL SEM CARRO. 
“Dia de Deixar Seu Carro em Casa, Por Uma Belém Mais Verde”. 
- Atividades de Educação Ambiental durante o dia; 
- Passeio Ciclístico: Concentração as 19 horas em frente ao Mercado de São Braz. 
Roteiro: saída de São Braz pela José Bonifácio até a Governador José Malcher, seguindo até a Nove de Janeiro;descendo a Nove de Janeiro no sentido Marques de Herval; Marques de Herval até a Dr. Freitas; Dr. Freitas até a Protásio de Oliveira seguindo pela Júlio Cesar no sentido Almirante Barroso, contornando a Praça São Cristóvão e seguindo em direção ao entrocamento, dobrando a esquerda na Tavares Bastos (Conjunto do Basa) até a João Paulo Segundo sentido São Braz. Encerrando o Passeio no Mercado de São Braz.