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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Templo, Loja e Oficina




Em que pese a riqueza de que se reveste o vocabulário da língua portuguesa, é sabido que não existem palavras absolutamente sinônimas, porque isso, além de não ter objetivo, acomodaria o homem à lei do menor esforço. Se analisarmos, por exemplo, os vocábulos: trono, poltrona, sofá, divã, banco, banqueta, cadeira; veremos que se tratam de peças de mobiliário destinadas ao mesmo fim, tendo, porém, cada uma delas, características próprias.

Situações existem em que os vocábulos “Templo”, “Loja” e “Oficina” são empregados como sinônimos, já que é comum ouvirmos expressões como “convidamos o prezado irmão para visitar nosso templo” ou “visitar nossa loja”, ou então “visitar nossa oficina”. Rigorosamente, porém, Templo, Loja e Oficina têm, dentro da simbologia maçônica, significados completamente diferentes, que devem ser perfeitamente conhecidos por todos os irmãos.

O vocábulo “Templo” tem para nós um significado de coisa concreta, material. Quando dizemos Templo Maçônico, referimo-nos ao edifício ou parte dele, no qual funciona uma Loja ou Oficina. É também bastante comum entre nós o uso das expressões “Loja” e “Oficina”, como palavras sinônimas, o que, à evidência, não corresponde à verdade.

À luz do rigor maçônico, “Oficina” é termo genérico, designativo de qualquer agremiação ou assembléia maçônica em seu círculo de trabalho. “Loja” é o vocábulo que deve ser utilizado para designar determinadas agremiações de maçons, como no simbolismo e em alguns casos do filosofismo (por exemplo, as Lojas de Perfeição). Dessa forma, toda Loja é uma Oficina, mas nem toda Oficina é uma Loja.

“Loja” é termo designativo de reunião litúrgica. “Oficina” é expressão definidora de reunião ou representação administrativa. A Loja é dirigida pelo Venerável e Vigilantes, ao passo que a Oficina é dirigida pelo Venerável, Orador e Secretário.

Pode-se dizer, em função disso, que a Loja tem um Venerável e a Oficina um Presidente que, incidentalmente, são a mesma pessoa. Isso se verifica porque o Venerável é autoridade litúrgica e o Presidente é autoridade administrativa. Com base nesse princípio, há uma tendência a distinguir as “luzes litúrgicas” (Venerável e Vigilantes) das “luzes administrativas” (Venerável, Orador e Secretário).

Ainda pode-se afirmar que Loja é uma Oficina em trabalho litúrgico, razão pela qual um profano pode ver o Templo e a Oficina (festas brancas, por exemplo), mas não pode ver uma Loja. A Oficina pode reunir-se a descoberto para resolver assuntos administrativos, prestar homenagens, festejar efemérides, etc.; a Loja só pode instalar seus trabalhos a coberto.

Eis porque, meus irmãos, no início dos nossos trabalhos o Venerável Mestre determina ao 1ª Vigilante que se certifique de que o Templo está coberto e depois verifique se todos os presentes são maçons.

Estando o Templo coberto, sendo todos os presentes maçons e estando regularmente constituída é que a Loja pode dar início aos seus trabalhos, invocando o auxílio do Grande Arquiteto do Universo. Transforma-se, pois, a Oficina em Loja Maçônica e, a partir desse momento, passam a ser desenvolvidos os trabalhos litúrgicos.

Nota-se, pois, que os vocábulos “Loja” e “Oficina” têm significados completamente distintos e todos os maçons devem conhecê-los plenamente, à luz da simbologia da Arte Real.


Ir.·. Reinaldo Crocco Júnior
Loja Inteligência de Araritaguaba, 65 - Porto Feliz - SP

Perguntas e Respostas da Maçonaria



O MAÇOM

O QUE SIGNIFICA A PALAVRA MAÇOM?
Trata-se de palavra vinda do francês “maçon” que em português recebe a grafia de “maçom” ou “mação” e quer dizer “pedreiro”.

O QUE É UM MAÇOM?
É maçom todo aquele que for regularmente iniciado nos Augustos Mistérios da Ordem Maçônica em Loja Justa e Perfeita.

COMO DEVE SER UM MAÇOM?
Ser maçom, não é apenas colocar-se dentro de um Templo, devidamente revestido de suas insígnias e em postura correta; ser maçom é irradiar as qualidades mentais e espirituais adquiridas através de uma vivência maçônica.

O QUE SE ESPERA DE UM MAÇOM?
O maçom, desde que integrado na essência da iniciação, deve ser bom pai, melhor filho, apreciável irmão, ótimo esposo e invejável cidadão.

COMO DE AGIR UM MAÇOM?
Deve tornar-se uma criatura transfigurada espiritualmente, pautando sua norma de agir dentro dos princípios maçônicos, elegendo sua consciência como guia e proclamando sua liberdade como requisito fundamental.

QUAIS SÃO OS VALORES QUE A MAÇONARIA RECONHECE?
São os sentimentos nobres e as ações altruísticas, únicos valores pessoais que a maçonaria reconhece como de alta valia para os homens.

COMO SE DENOMINAM OS ATUAIS MAÇONS?
Maçons antigos, livres e aceitos.

O QUE SE ENTENDE POR MAÇOM ACEITO?
São maçons não profissionais ou não operativos, admitidos ou agregados a corporações de pedreiros-livres e respectivas fraternidades, nos tempos em que a maçonaria operativa passou a congregar nobres, intelectuais e protetores.

O QUE SE ENTENDE PELO ADJUTIVO “LIVRE” EM MAÇONARIA?
Designa o homem independente, senhor de si mesmo e que pode, por sua condição, pertencer à Ordem Maçônica, sem sacrifício de seu bem-estar pessoal e do sustento de sua própria família.

QUAIS OS PRINCIPAIS DIREITOS DE UM MAÇOM?
a) a justa proteção de sua Loja, da Ordem e dos maçons;
b) emitir livremente sua opinião, desde que não fira os preceitos da Ordem;
c) pugnar pelos seus direitos, exercendo a mais ampla liberdade de defesa;
d) pedir em qualquer tempo a sua demissão.

QUAIS OS PRINCIPAIS DEVERES DE UM MAÇOM?
a) cumprir e fazer cumprir todas as leis e resoluções emanadas das autoridades maçônicas competentes;
b) instruir-se nos princípios e praticas maçônicos;
c) ser membro ativo de uma loja e ser assíduo em seus trabalhos;
d) reunir e discutir assuntos maçônicos somente em lugar vedado à vista e aos ouvidos dos não maçons.

QUAIS AS OBRIGAÇOES DE UM MAÇOM?
a) honrar e venerar o G\A\D\U\ que quer dizer: Grande Arquiteto do Universo;
b) tratar todos os homens como seus iguais;
c) combater a ambição;
d) lutar contra a ignorância;
e) praticar a justiça;

QUAIS SÃO OS DEVERES DE UM MAÇOM PARA COM O G\A\D\U\?
Amá-lo sobre todas as coisas, venerando-o com todo o respeito e não tomando o seu Santo Nome em vão.

O QUE AMBICIONA O MAÇOM?
Sendo livre de bons costumes e estando nas trevas, ambiciona ver a luz.

ONDE O MAÇOM É RECEBIDO?
Em uma Loja justa, perfeita e regular.

POR QUEM O MAÇOM É LEVADO A UMA LOJA?
Sempre por um amigo que, depois, acaba reconhecendo como irmão.

POR QUE SE USA O TRATAMENTO DE IRMÃO?
Porque os maçons devem amarem-se uns aos outros e serem leais e dedicados mutuamente. Traduz uma maneira de proceder muito afetiva e agradável a todos os coraçoes dos que militam em seus augustos Templos ou augustos mistérios.

QUAL A OBRIGAÇAO QUE ENCERRA O TÍTULO DE IRMÃO?
Encerra uma obrigação muito séria, que é a de socorrer qualquer outro irmão que se achar em situação difícil, desde que não seja originada por sua própria culpa ou leviandade.

COMO O MAÇOM SE LIGA A SUBLIME INSTITUIÇÃO?
Por um juramento e uma consagração.

QUAL A PROMESSA QUE O MAÇOM FAZ AO SER ADMITIDO?
Proteger e socorrer a seus irmãos, dentro do que é justo.

PARA QUE SERVE O SEGREDO MAÇÔNICO?
O segredo e mistério que cobrem os trabalhos maçônicos servem para conservar fora de qualquer ostentação os benefícios distribuídos.

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DE UM BOM MAÇOM?
Virtude, honra e bondade.

QUAIS AS QUALIDADES ESSENCIAIS AO MAÇOM?
Amor, vontade e inteligência.

O QUE É TROLHAMENTO OU TELHAMENTO?
É a verificação da identidade de um visitante em uma Loja que não seja a sua, quando responderá a um questionário que lhe é proposto pelo Venerável Mestre, precedido da apresentação de documentos.

QUAL A ORIGEM DA IDENTIFICAÇÃO MAÇÔNICA?
A identificação por meio de Sinais, Toques e Palavras é de origem medieval, praticada que era, principalmente, entre os “pedreiros-livres” nas respectivas fraternidades.

COMO O MAÇOM SE FAZ RECONHECER?
Pelos sinais, toques e palavras.

O QUE SIGNIFICA O SINAL?
A honra de guardar o segredo.

QUAL O SIGNIFICADO DA PALAVRA SAGRADA?
Força, Moral e Apoio.

O QUE SE ENTENDE POR TOLERÂNCIA EM MAÇONARIA?
Entende-se que o comportamento do maçom deve ser de respeito a todas as manifestações da consciência.

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO “ENTRE COLUNAS”?
Significa “entre irmãos”, ou,” em segredo” e, ainda, em “Loja coberta”.

QUAL A VERDADEIRA INSÍGNIA DO MAÇOM?
O Avental que usa.

PODE O MAÇOM APRESENTAR-SE EM LOJA SEM A SUA INSÍGNIA?
Em nenhuma sessão poderá o maçom apresentar-se sem estar revestido do avental.

POR QUE O MAÇOM DEVE USAR O AVENTAL EM LOJA?
O maçom trabalha de avental. É ele o símbolo do trabalho e a dignidade do trabalho e mais importante que qualquer outro distintivo.

POR QUE O APRENDIZ USA O AVENTAL COM A ABETA LEVANTADA?
A tradição afirma que os aprendizes carregavam pedras junto ao peito. Por isso a aprendiz usa o avental com a parte superior levantada, na maioria dos ritos.

O QUE SIGNIFICAM AS LUVAS BRANCAS TRAZIDAS PELOS MAÇONS?
Elas são o símbolo da pureza e significam que o maçom deverá Ter sempre suas mãos limpas de qualquer impureza.


CONTINUA ...

Fonte: templomaconico.blogspot.com

E os Interesses Políticos do Pará ?


No 5ª Emenda, sob o título acima.

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Em cima do post  'Eh! Você Aí! ', 
uma análise de Alex Fiúza de Mello, comentarista do Quinta.  
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Será a hora da verdade e o teste histórico definitivo para essa geração de políticos paraenses: ou resgatarão à memória futura o mínimo de dignidade que lhes resta, honrando os votos da representação popular (lutando pela unidade do estado), ou passarão à história como "vendilhões" do maior patrimônio público dos paraenses: o tamanho de sua população e de suas riquezas naturais. 
Dividir o estado agora é uma ilusão de que será o povo do sul do Pará a lucrar com a medida. Não é verdade. Restarão dois estados fracos, sem condições econômicas e políticas de se afirmarem perante a Federação e perante os interesses das grandes empresas, em nome do interesse público maior. 
Teremos, de um lado, mais um governador, mais alguns senadores e deputados  (o que entusiasma alguns poucos) e, de outro, o aumento da miséria.  
O problema do Pará é não ter uma política de atendimento de sua população na dimensão da grandeza do estado (o que justifica a revolta do povo do interior), e não o seu tamanho (o que não justifica a ilusão da falsa solução).  
É hora de vermos quem terá a grandeza de arriscar votos e mandato pela defesa de teses diante do público e, sobretudo, DIANTE DA HISTÓRIA ; ou quem vai se calar diante de tamanha ameaça ao futuro dos paraenses, apenas em troca de um punhado de votos (e, quem sabe, de outras "vantagens"). 
Afinal, terão nossos políticos a estatura do Pará atual, ou ficarão com aquela diminuída do que restará. 
Que dirão a seus filhos e netos (se é que estão preocupados com isso...)?  Um plebiscito restrito a uma região apenas e não estendido a todo o estado é  golpe!  carece de legitimidade e, creio, inclusive de legalidade. Será o fundo do poço da política paraense. 
Onde está a palavra clara do Governo a respeito? dos Partidos (têm ou não têm programas)? dos políticos (têm ou não têm vergonha)? Sim, diante de tamanha questão, como se justificar tamanho silêncio? O que é então a política, meus senhores? um jogo de cartas? de interesses miúdos? o "toma-lá-dá-cá"? mero comércio? 
A "arte" dos oportunistas? 
É inacreditável!!! Onde estão a coragem, a postura, o compromisso público, a honra, o caráter, os princípios, a transparência que deve ser cultuada na república? Onde estão? Onde? Onde? Onde?

Soberana Assembléia Federal Legislativa realiza última reunião de 2009



Como acontece a cada três em três meses, na sede do Poder Central do Grande Oriente do Brasil, em Brasília - DF, a Soberana Assembléia Federal Legislativa realizou, neste sábado, 05 de dezembro, o seu ultimo encontro de 2009.

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A reunião contou com a presença do Grão-Mestre Geral do GOB, Soberano Irmão Marcos Jose da Silva, e todo seu Secretariado Geral.

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Os cadastros começaram a ser feitos as 07h30min e foram registrados, pelo departamento de Informática, 520 presenças de Deputados Federais.

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Confira a pauta na íntegra clicando aqui

Veja fotos da ocasião clicando aqui


(A:M/R:JA)

Assessoria de Comunicação

Sec:. Geral de Comunicação e Informática


Fonte: www.gob.org.br

Minuto Maçônico


AUTO EXAME

1º - Convivendo em um mundo tão conturbado se faz necessário uma pequena pausa e perguntar: você já fez o seu auto exame? 
2º - Faz algum tempo que entrou na Ordem? Comparou seu comportamento antes e depois de entrar na Maçonaria? 
3º - Meu comportamento é coerente com aquilo que assimilei como verdade? Mudei em alguma coisa? 
4º - Por mais que eu me esforce reconheço que ainda falta muito para atingir a perfeição. Aonde está a minha falha? Que devo fazer? 
5º - Queridos manos, quando formos capazes de ser honesto conosco mesmo, e aniquilar a vaidade, suplantar o egoísmo, trocar a ambição por ideais altruísticos, aí meus irmãos, estaremos no caminho certo das realizações fraternas.

Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Aniversariantes do Mês de Dezembro


DIA

                          ANIVERSARIANTE

06

Irmão MI ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA, Secretário Estadual de Educação e Cultura do G.O.E.PA.

26

Cunhada DANIELE VIEGAS,

Esposa do Irmão MM AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO - 1º Vigilante

30

Cunhada LISSANDRA CARNEIRO APINAJÉ,

Esposa do Irmão MI HERIVALDO JOSÉ CRISTO DE SOUZA - Tesoureiro

 


Oração do Aniversariante

Acompanha-me, Grande Arquiteto do Universo, no novo ano de vida;

é um ano com trilha nova e desconhecida.

Ampara-me, Seja o meu refúgio e castelo forte.

Sob Tua bênção divina não temerei nem a morte.

Anima-me, quando medos assustam o coração,

Consola-me, segura-me por Tua mão.

Permite que Tua Palavra seja luz no meu caminhar.

Teu braço forte me segura quando eu fraquejar.

A cada nova manhã que Tu, G.A.D.U., me envias,

confio na Tua promessa: que Tu me amas e me guias.

Amém.

A divisão do Pará e a ilusão do desenvolvimento municipal


No Bilhetim.




1- Caso o argumento central para a divisão de um estado membro da união seja a busca do desenvolvimento muncipal, esta argumentação é falaciosa. A criação de novos estados geralmente só beneficia a capital e um ou outro município contíguo à capital.


2- Vejam o caso do Pará, os municípios que se beneficiam diretamente com o Pará é Belém, Ananindeua e Marituba, e não estamos falando de que nessas cidades existem os excluídos sociais. Quando visitamos os demais municípios da região metropolitana a situação é sofrível em relação à infraestrutura urbana, como: saneamento básico, distribuição de água, assistência à saúde e transportes públicos, sem falar na segurança pública.

3- Os municípios mais desenvolvidos de nosso estado, obedecem mais à lógica espontânea de serem pólos de desenvolvimento a partir do minério e da energia elétrica, como: Marabá, Parauapebas, Tucurui, Santarém e Barcarena, do que resultado de uma política planejada a partir do governo estadual.

4- Dividir um estado, como o Pará, por certo concentrará mais um polo (enclave administrativo) de desenvolvimento social e econômico localizado, e não o conjunto dos 38 municípios de novo estado. Quem ganhará mesmo será a nova elite política estadual, os fornecedores públicos e o funcionalismo, pois será gerado mais uns milhares de empregos no entorno da máquina pública.

5- Agora se quizermos falar, de verdade, em um desenvolvimento equânime para todos os municípios, temos de optar pelo empoderamento orçamentário dos municípios, e aí temos de falar em reforma tributária que transfira recursos da União e dos estados membros em direção aos municípios. Nos EUA em 1902. 52% do bolo tributário nacional já ia em direção ao município. Hoje no Brasil, em pleno século XXI, os municípios recebem apenas 15% do bolo tributário nacional.

6- É o desenho pouco federativo que coloca prefeitos de joelhos em frente ao governador e ao presidente, reproduzindo em escala o clientelismo e o governismo municipal, que conspira contra um política tranparentee fundada em projetos ( republicanismo) e favorece o pragmatismo político e a ação informal (patrimonialismo) em busca de recursos federais e estaduais. É a corrupção e o clientelismo induzida pela carência estrutural de recursos em base municpal. Creiam, não estou inventando nada, estou inspirado em Vítor Nunes Leal, em uma obra escrita há 70 anos.


Edir Veiga, cientista político e professor da UFPa, com mestrado e doutorado pelo IUPERJ.

Os Sinais Maçônicos

Na Revista Palavra Maçônica


Especula-se muito no mundo profano a respeito dos sinais pelos quais se reconhecem os maçons. Idéias das mais mirabolantes rondam o imaginário popular. Depois de iniciado e visitar as lojas em nossa cidade e arredores, ficava admirado com a quantidade de homens, de minha convivência ou conhecimento, que me reconheciam como irmão e me recebiam com cordialidade, amizade e carinho. Com o passar do tempo, percebi que os sinais de que eram maçons já haviam sido dados, faltando de minha parte, capacidade de compreensão para percebê-los. Capacidade que começo a adquirir com o passar do tempo. Os sinais que me foram dados são aqueles que fazem um homem de grande virtude no mundo profano, mas que são obrigatórios ao verdadeiro maçom. Sinais de homens probos na sociedade. Bons filhos, bons pais e bons maridos. Sinais de tolerância no trato com todos. Seriedade em seus empregos ou negócios e a ação positiva na tentativa de praticar o bem e contribuir para uma sociedade mais justa e fraterna.

Acredito serem estes os sinais que identificam o verdadeiro irmão. O sinal de amizade e respeito no trato com todos, onde a igualdade vale em qualquer situação. O sinal de tolerância em uma ordem, onde encontramos irmãos que representam a pluralidade de nossa sociedade, e onde sempre existirão diferenças entre o conhecimento e assimilação de nossos ensinamentos.

O sinal de saber falar e saber ouvir. Sempre somar e nunca dividir. Tornando nossa ordem unida e coesa, onde as decisões são tomadas de forma participativa e o todo vale mais que o singular.

Que o Grande Arquiteto do Universo me ajude a poder um dia passar estes sinais aqui ou no mundo profano para que nenhum irmão se surpreenda ao me reconhecer como tal.

Humor Maçônico



Minuto Maçônico


A LOJA DE MESA OU BANQUETE RITUALÍSTICO

1º - Nos primórdios da Franco-Maçonaria, ainda na de ofício, ou operativa, eram comuns, nos solstícios, esses repastos fraternais 
2º - Por influência da Igreja e dada a proximidade dos solstícios com as datas dedicadas aos dois São João, eles passaram a ser realizados nestas datas. 
3º - Todas as Lojas devem, ao menos uma vez ao ano, reunir seus membros em torno de uma mesa fraternal. A mesa será disposta em forma de ferradura, cuja volta corresponderá ao Oriente e as extremidades ao Ocidente. 
4º - Todos os participantes da Loja de Mesa estarão paramentados e as Dignidades e Oficiais usarão as jóias de seus cargos. 
5º - O ágape fraternal é uma festa que pertence à categoria das mais antigas solenidades e a Maçonaria tem conservado, até hoje, o que de mais belo há nelas.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br