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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Minuto Maçônico

LIVRE E DE BONS COSTUMES

1º - Para que um candidato seja admitido à iniciação, a Maçonaria exige que ele seja “livre e de bons costumes”. 
2º - Existindo os servos, durante a Idade Média, todas as corporações exigiam que o candidato a aprendiz para qualquer Ofício tivesse “nascido livre”, visto que, como servo ou escravo, ele não era dono de si mesmo. 
3º - De bons costumes por ter orientado sua vida para aquilo que é mais justo, mais elevado e perfeito. 
4º - Estas duas condições tornam o homem qualificado para ser maçom e com reais possibilidade de desenvolver-se a fim de tornar-se um ser prefeito. 
5º - Verdadeiro Maçom é: "Livre dos preconceitos e dos erros, dos vícios e das paixões que embrutecem o homem e fazem dele um escravo da fatalidade".


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Confraternização de Final de Ano



A ARLS "Duque de Caxias IX" reunirá seus membros, familiares e convidados para um jantar de confraternização de final de ano, que será realizado nesta quinta-feira, dia 17 de dezembro corrente, a partir das 21 horas, na boate da Sede Social da A.A.B.B. 

Traje: Esporte
Endereço: Av. Governador José Malcher, 258 - Nazaré
Entrada mediante apresentação de convite individual
Estacionamento no Clube de Engenharia disponível para dez veículos 

Soberano Irmão Marcos José da Silva visita a Grande Loja Unida da Inglaterra


Nos dias 07, 08 e 09 de dezembro, o Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil esteve com a cúpula da Grande Loja Unida da Inglaterra, Oriente de Londres, onde participou, juntamente com o Secretario Geral de Relações Maçônicas Exteriores, Eminente Irmão Fernando Tullio Colacioppo Júnior, da 4ª e última sessão anual, presidida pelo Pro Grand Master of the United Grand Lodge of England, Irmão Peter Geoffrey Lowndes.





O Encontro tratou sobre diversos assuntos relacionados à atuação do Grande Oriente do Brasil no cenário nacional, o estreitamento dos laços de amizade e o posicionamento do Grande Oriente do Brasil perante a maçonaria brasileira e sulamericana.





No dia 07, esteve em reunião com o Grand secretary of the Orders of improvement of the Grand Lodge of England Irmão John Brackley e com o Grand Secretary for International Relations of the SC of the United Grand Lodge of England, Irmão James Mungo Somerville Lockhart.





No dia 08, esteve reunido com o Pro Grande Master, Irmão Peter Geoffrey Lowndes, o Grand Chancellor, Irmão Alan John Englefield e o Grand Secretary, Irmão Christopher Nigel Rupert Brown. No período da tarde participou da Sessão do Grande Priorado da Inglaterra.





No dia 09, o Soberano Irmão Marcos José da Silva e o Eminente Irmão Fernando Tullio Colacioppo Júnior, participaram da Sessão magna de final de ano da Grande Loja Unida da Inglaterra, sob a condução dos trabalhos realizada pelo Pro Grand Master of the United Grand Lodge of England, Irmão Peter Geoffrey Lowndes.





No final, concedeu a condecoração da Comenda da Ordem do Mérito D. Pedro I para o Grand Master of the of the United Grand Lodge of England, Irmão H.R.H. The Duke of Kent; concedeu a condecoração da Cruz da Perfeição Maçônica, os Irmãos Peter Geoffrey Lowndes e Alan John Englefield e com a condecoração da Estrela da Distinção Maçônica, os Irmãos Christopher Nigel Rupert Brown, John Brackley e James Mungo Somerville Lockhart.


(A:JA/R:JA)
Assessoria de Comunicação
Sec:. Geral de Comunicação e Informática

Fonte: www.gob.org.br

Perguntas e Respostas da Maçonaria




OS SÍMBOLOS MAÇÔNICOS

O QUE É O SÍMBOLO NA MAÇONARIA?
Entre a maçonaria antiga e a maçonaria moderna existe um ponto fundamental e comum: o símbolo. O símbolo é a própria essência, a razão de ser da maçonaria. O visível é o reflexo do invisível.

QUAL A FINALIDADE DOS SÍMBOLOS?
Sua finalidade é de selecionar aqueles que os integrando sejam dignos da verdade.

O QUE SE SABE A RESPEITO DOS SÍMBOLOS NA MAÇONARIA?
A maçonaria possui inúmeros símbolos, emblemas e adornos, cada qual com seu significado especial, destinados ao uso de seus obreiros.

QUAL A FUNÇAO DOS SÍMBOLOS MAÇÔNICOS?
A função dos símbolos não é a de ocultar. Tem a finalidade de levar aos adeptos da maçonaria os mais sábios ensinamentos, por meio de instrumentos, sinais, figuras e alegorias que, em conjunto, se resumem num elevado sistema de moral.

NO QUE SE INSPIRA A MAÇONARIA QUANDO ADOTA OS SÍMBOLOS?
Inspira-se em alto grau na ciência simbólica, sugerindo que o homem aprende melhor por meio de comparações, do que por qualquer outro método.

O QUE TRANSMITEM OS SÍMBOLOS NA MAÇONARIA?
Num templo maçônico não há adornos supérfluos, mas, sim, uma série de símbolos, cada um deles contendo uma transcendente mensagem que deverá ser decifrada e entendida para que se possa, realmente, saber o que é a maçonaria.

O QUE CONSTITUEM AS LOJAS SIMBÓLICAS?
Constituem incontestavelmente o alicerce sobre o qual se apoia toda a estrutura da pirâmide maçônica.

QUAIS SÃO AS TRÊS GRANDES LUZES EMBLEMÁTICAS DA MAÇONARIA?
O livro da lei, o esquadro e o compasso.

O QUE SIGNIFICA O LIVRO DA LEI?
Significa o traçado espiritual para o aperfeiçoamento do maçom.

O QUE REPRESENTA O LIVRO DA LEI?
O código de moral, a fé que governa e anima a todos os maçons.

O QUE PRESCREVE O COMPASSO?
Como emblema da precessão e da exatidão, prescreve aos verdadeiros maçons – com o círculo que traça – nada empreender que não seja justo.

O QUE REPRESENTA O ESQUADRO?
Representa o símbolo da retidão, da justiça e da equidade.

POR QUE O VENERÁVEL MESTRE USA O ESQUADRO NO COLAR?
Porque ele deve ser o maçom mais reto e mais justo da Loja.

O QUE SIMBOLIZAM AS PONTAS DO COMPASSO OCULTAS SOB O ESQUADRO?
Simbolizam que o Aprendiz, trabalhando na Pedra Bruta, embora consciente da existência do Compasso, não o pode usar, enquanto sua obra não estiver perfeitamente acabada, polida e esquadrejada.

O QUE REPRESENTAM O COMPASSO E O ESQUADRO UNIDOS?
A medida justa que deve presidir todas as ações dos maçons.

DURANTE QUE TEMPO O COMPASSO E O ESQUADRO PERMANECEM UNIDOS EM LOJA?
Permanecem unidos, enquanto a Loja estiver em funcionamento.

O QUE RECORDAM O ESQUADRO, O COMPASSO, O NÍVEL E O PRUMO?
Recordam o papel de construtor social que compete a todos os maçons, traçando as normas pelas quais devem se conduzir.

O QUE ESSES INSTRUMENTOS REPRESENTAM AINDA?
O esquadro representa a retidão;
O compasso representa a justa medida;
O nível representa a igualdade e
O prumo representa a justiça.

O QUE REPRESENTA O DELTA SAGRADO?
Representa o Grande Arquiteto do Universo, a Suprema Perfeição e a Divina Providência.

O QUE LEMBRA O TRIÂNGULO?
Considera-se o triângulo a figura mais perfeita para lembrar AQUELE QUE FOI, QUE É E QUE SERÁ.

QUAL O PRINCIPAL SÍMBOLO DO ORIENTE?
É o Delta, ou Triângulo Radiante, representando no alto do Painel do Trono, de modo que os obreiros possam contemplá-lo sempre, sem esquecer jamais o Grande Arquiteto do Universo.

O QUE SE ENCONTRA NO CENTRO DO DELTA?
A letra IOD, inicial do tetragrama IEVE, símbolo da Grande Evolução ( do que existiu, do que existe e do existira).

O QUE É O ALTAR DOS JURAMENTOS?
O altar dos juramentos é a parte mais sagrada de uma Loja. Representa um altar de sacrifícios, eis que o neófito deixará, quando de seu juramento, todos os seus vícios e as suas paixões aí, oferenda ao Grande Arquiteto do Universo.

O QUE SE ENCONTRA SOBRE O ALTAR DOS JURAMENTOS?
Encontra-se o Livro da Lei, um Esquadro com seus ramos voltados para o Oriente e um Compasso aberto com as pontas voltadas para o Ocidente.

O QUE REPRESENTAM OS CANDELABROS DE TRÊS LUZES QUE ESTÃO EM CIMA DOS ALTARES?
Os candelabros de três luzes representam os três aspectos do Logos, a Trindade Divina, manifestada no poder do Pai, na solicitude do Filho e na sabedoria do Espirito Santo, que devem presidir os trabalhos da Loja.

O QUE REPRESENTA O MAÇO?
É o símbolo da decisão voluntária que impele o cinzel em sua obra de aperfeiçoamento. É o instrumento indicado para trabalhar a Pedra Bruta, representando as resoluções retidas em nosso espírito.

O QUE REPRESENTA O MALHETE QUE ESTÁ SOBRE O ALTAR DO VENERÁVEL MESTRE?
Ele representa a vontade quando bem dirigida; a força que age sob a direção do espirito, da sabedoria e da ciência.

NAS MÃOS DO VENERÁVEL MESTRE O QUE REPRESENTA O MALHETE?
Nas mãos do Venerável é o símbolo da autoridade e do poder. Às suas pancadas a Loja pára ou se movimenta, segundo a sabedoria do Mestre.

QUE INTERPRETAÇÃO SE DÁ A MOVIMENTAÇÃO DAS COLUNAS NOS ALTARES DOS VIGILANTES?
Sendo o primeiro vigilante o encarregado de velar para que os trabalhos transcorram com disciplina e ordem, sua coluna deve ser levantada enquanto têm lugar as trabalhos maçônicos. Quando, porém cessam estes trabalhos, ou para recreação ou para seu término definitivo, os irmãos passam à responsabilidade do segundo vigilante que, então, levantará a sua coluna para mostrar a sua autoridade.

O QUE SIGNIFICA A ESPADA FLAMÍGERA?
É o emblema da Justiça do Ser Supremo.

O QUE SIMBOLIZAM AS ESPADAS?
O símbolo da lealdade e da honra. Elas são o símbolo da proteção contra o mundo profano. São símbolos de combatividade e de igualdade.

POR QUE A ESPADA É UMA INSÍGNIA MAÇÔNICA?
A espada, além de simbolizar a harmonia e o valor, é a insígnia do poder e do mando, lembrando aos maçons o dever que têm de proteger-se contra os opressores e a tirania.

QUANTOS TIPOS DE PAINÉIS EXISTEM?
Na maçonaria simbólica a cada grau corresponde um painel próprio. Há dois tipos de painéis: o painel simbólico e o painel alegórico.

O QUE REPRESENTA O PAINEL PARA A LOJA?
É uma de suas jóias fixas e varia conforme os ritos e graus.

O QUE É O PAINEL SIMBÓLICO?
É o conjunto de símbolos, jóias e alegorias do grau.

COMO É TAMBEM CONHECIDO O PAINEL ALEGÓRICO DO GRAU DE APRENDIZ?
O painel alegórico é mais sugestivo e é também conhecido por “tábua de traçar”.

ONDE É COLOCADO O PAINEL ALEGÓRICO DURANTE AS REUNIÕES DA LOJA?
Geralmente é pintado ou bordado e é colocado, normalmente, em frente ao Ara, em lugar visível, porque contém todos os símbolos maçônicos do grau.

QUAIS SÃO AS JÓIAS FIXAS DA LOJA?
A prancheta da Loja, a pedra bruta e a pedra polida ou cúbica.

O QUE CONTÉM O PAINEL DA LOJA?
Nele se condensam todos os símbolos que o maçom deve conhecer.

O QUE SIMBOLIZA A PEDRA BRUTA?
A inteligência e o sentimento do homem no estado primitivo, áspero e despolido.

O QUE REPRESENTA A PEDRA BRUTA?
O homem sem instrução, com as suas asperezas de caráter, devidas a ignorância em que se encontra e as paixões que o dominam.

O QUE SIMBOLIZA A PEDRA POLIDA?
Simboliza o saber do homem no fim da vida, quando a aplicou em atos de piedade e de virtude.

O QUE REPRESENTA A PEDRA POLIDA?
O homem instruído, que dominou as paixões e abandonou os preconceitos.

O QUE É A ESCADA DE JACÓ?
É o caminho do céu. A escada de Jacó sugere como alegoria o verdadeiro caminho iniciático da perfectibilidade.

O QUE REPRESENTAM OS DEGRAUS DESSA ESCADA?
Representam as virtudes que um verdadeiro maçom deve possuir.

QUE SÍMBOLOS APARECEM NESSA ESCADA?
A cruz, a âncora e o cálice.

QUE SIGNIFICA A CRUZ?
Significa a fé, ou seja, os sentimentos de confiança e certeza e a convicção da existência do Grande Arquiteto do Universo.

O QUE SIGNIFICA A ÂNCORA?
A âncora que simboliza a esperança sugere aos maçons a segurança com que se pode alcançar os verdadeiros objetivos da vida.

O QUE SIGNIFICA O CÁLICE?
A caridade, representada pelo cálice, significa o verdadeiro amor que o maçom deve dedicar ao próximo, cuja prática está na disposição de auxiliar o nosso semelhante.

O QUE SIMBOLIZA O SOL?
Simboliza a principal luz da Loja, lembrando a Glória do Criador. Representa também a Caridade.

POR QUE O SOL E A LUA FORAM COLOCADOS NO TEMPLO MAÇÔNICO?
Porque sendo a Loja a imagem do Universo nela devem estar representados os astros.

POR QUE A LUA SE APRESENTA NO SEU QUARTO CRESCENTE?
É a maneira de lembrar ao maçom o dever de aumentar os conhecimentos que recebe.

A ABÓBADA ESTRELADA É EXCLUSIVA DOS TEMPLOS MAÇÔNICOS?
Não. Assim eram decorados os Templos da antigüidade e também numerosas igrejas antigas. Se o Templo representa o Universo, seu teto figura o firmamento. Por isso mesmo tem a forma de abóbada, pintada de azul celeste e semeada de estrelas.

POR QUE O MAÇOM CONTEMPLA EM LOJA O CÉU ESTRELADO?
Porque contemplar o céu estrelado estampado no teto da Loja transmite grande quietude de espirito e incita à meditação.

QUAL O SIGNIFICADO DA PALAVRA ESTRELA?
Maçonicamente, o termo é aplicado para definir o que é chamado tocha, de que se mune o maçom de comissão para recepcionar visitantes e autoridades.

O QUE SIMBOLIZA A ESTRELA DE CINCO PONTAS?
O homem espiritual, reflexo da verdade, sabedoria e amor de Deus.

O QUE SIMBOLIZA A ESTRELA DE SETE PONTAS QUE ENCIMA A ESCADA DE JACÓ?
Simboliza as setes principais direções em que, lentamente, se move toda vida até entrar em harmonia com a vontade do Grande Arquiteto do Universo.

O QUE INDICA A ESTRELA DE SETE PONTAS?
As sete maneiras através das quais o homem pode atingir a perfeição.

O QUE REPRESENTA O PAVIMENTO MOSAÍCO?
Representa a união de todos os maçons.

O QUE SIMBOLIZA O PAVIMENTO MOSAÍCO?
Simboliza a diversidade dos homens e de todos os seres, animados ou inanimados, entrelaçando-se o espirito com a matéria.

O QUE REPRESENTA AINDA O PAVIMENTO MOSAÍCO?
Com seus ladrilhos unidos e simétricos representa a harmonia universal, a união de homens de todas as raças e crenças e a afirmação de que a maçonaria não admite preconceitos.

O QUE LEMBRA O PAVIMENTO MOSAÍCO?
Lembra que apesar da diversidade do antagonismo das coisas da natureza, em tudo reside a mais perfeita harmonia.

O QUE REPRESENTA A ORLA DENTADA?
Ela representa a atração universal, simbolizada no amor.

O QUE SIMBOLIZA A ORLA DENTADA?
Contornando o painel, ela simboliza os astros gravitando em torno do Sol.

SIMBOLICAMENTE, O QUE LEMBRA A ORLA DENTADA?
O símbolo lembra a família e a Pátria, isto é, os filhos reunidos em torno dos pais e cada nação reunida em torno do respectivo chefe.

O QUE REPRESENTAM AS BORLAS QUE APARECEM EM CADA CANTO DO PAINEL?
As virtudes que devem existir em todos os maçons: temperança, coragem, justiça e prudência.

QUEM PODE PISAR O PAVIMENTO MOSAÍCO?
Somente o Oficiante poderá pisar o Pavimento Mosaíco na abertura e no encerramento dos trabalhos.

QUAIS SÃO OS UTENSÍLIOS DE TRABALHO DO APRENDIZ?
A régua de 24 polegadas, o maço e o cinzel.

O QUE REPRESENTAM O MAÇO E O CINZEL?
A inteligência e a razão que tornam o maçom capaz de discernir o bem do mal, o justo do injusto.

O QUE SIMBOLIZA A TROLHA?
Os sentimentos e a indulgência que devem animar a todos os homens esclarecidos e de boa vontade.

O QUE SIMBOLIZA A RÉGUA?
A retidão dos princípios maçônicos e a retidão da conduta que deve ser observada por todos os maçons.

QUAL O SIMBOLISMO DA ABÓBADA DE AÇO?
Instrui os maçons que a integram, indicando que os mesmos, em tal atitude, colocam sua força a serviço de quem eles honram com a cerimônia.


CONTINUA ...


Fonte: templomaconico.blogspot.com

Poderoso Irmão Elival Santos do Nascimento passa para o Oriente Eterno


É com pesar que comunicamos o falecimento do Poderoso Irmão Elival Santos do Nascimento, Subprocurador Geral do Grande Oriente do Brasil, o mesmo passou para o Oriente eterno no dia 12/12/2009. De acordo com duas testemunhas, o Irmão Elival Santos do Nascimento, 56 anos, ia entrar no condomínio Fênix, onde morava, e tentou desviar de um Palio que estava no acostamento. Ele perdeu o controle da direção e se chocou contra o poste.





Elival chegou a ser levado para o Hospital Regional do Gama (HRG) mas não resistiu aos ferimentos. O velório aconteceu na A:.R:.L:.S:. Raimundo Rodrigues Chaves nº 2028

Elival nasceu no dia 27 de setembro de 1953, em Itacaré-BA, mas veio criança para Brasília. Deixou a cidade quando foi aprovado em concurso para escrivão da Polícia Federal, em 1977. Exerceu a função em Curitiba-PR. Em 1982, ele se mudou para Manaus-AM, onde foi delegado federal, até 1987. Dois anos depois, veio para o DF assumir cargo na Corregedoria até 2001.

Membro ativo da A:.R:.L:.S:. Raimundo Rodrigues Chaves nº 2028 e Subprocurador Geral do Grande Oriente do Brasil, Ultimamente, ele trabalhava como advogado. "Era um homem realizado porque teve o emprego que queria, constituiu uma linda família e advogava como hobby", comentou o amigo Corinto. "Ele se dedicou à profissão como ninguém", disse Elma Santos Nascimento, irmã de Edival.

O Poderoso Irmão deixou três sobrinhas de 27, 29 e 33 anos, além de cinco netos. Elival foi enterrado ontem à tarde, no Cemitério do Gama. 


(A:JA/R:JA)
Assessoria de Comunicação
Sec:. Geral de Comunicação e Informática


Fonte: www.gob.org.br

Ecologia e Poder

Pronunciamento do Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva


Reúne-se em Copenhague, capital dinamarquesa, estas duas semanas, a grande assembleia sobre o clima do mundo, com a presença de 192 países, para discutir a maneira de salvar o planeta Terra de um fim catastrófico em breve tempo, induzido pelas transformações que ocorre no meio ambiente.

Isso nos leva de pronto à associação com a literatura apocalíptica dos fins do século passado, como geralmente tem ocorrido nos fins de cada século, quando as escatologias são lembradas e se brandem contra a humanidade todas as desgraças que se encerram nos livros sagrados de culturas diversas.

Diferentemente de um fim de século, temos agora, nos princípios do século XXI, decreto da ONU assegurando que realmente o desastre final está próximo, e que responsável pela hecatombe é o homem, isto é, os seres humanos; a humanidade não é vítima, e sim culpada pelo que vai acontecer, segundo os cientistas instalados na ONU neste início de milênio.

Pelo que a mídia divulga, compreende-se que a parte da humanidade que não enriquece com a devastação do meio ambiente não tem mais chance. Grandes fortunas serão aplicadas agora para frustrar o desenvolvimento das nações menos poderosas. Assim deseja a comunidade das grandes potências, aquelas que detêm maior poderio nuclear.

As nações menos poderosas, entretanto, destaca a posição do Brasil, apresentam-se decididamente à procura de um lugar mais favorável e não aceitam a condenação, sem recurso, ao pré-apocalipse, nem ao papel de personagem derrotado nesse teatro do poder mundial com uma peça em cena na COP-15.

Atitudes escusas e inaceitáveis passam-se à luz da ribalta, enquanto os atores discriminados não concordam em ficar na platéia, nem pagar pela saciedade satisfeita de seculares predadores. A maneira como se comporta a maioria das nações presentes ao grande “festim” parece anunciar que em pouco tempo algo vai mudar nas relações mundiais de poder.  

Brasília, 10.12.2009.   

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Minuto Maçônico

VELAS - 2º

1º - “É fácil compreender que o hábito de manter três velas acesas - particularmente três - é de origem religiosa e provém da Igreja ou da guilda e cuja interpretação moderna pode ou não coincidir”. 
2º - Os antigos mantinham certas praxes para que o fogo permanecesse sempre puro, cabendo às Lojas maçônicas, principalmente as do R.E.A.A., depositárias dessas antigas tradições, mantê-las em toda a sua pureza. 
3º - As velas não devem ser acesas com isqueiros, nem com fósforos de enxofre ou de quaisquer outras substâncias que produzem mau cheiro e fumaça com fuligem. O melhor será acender as três velas com uma vela intermediária e transmitir o fogo com o seu auxílio, para que a chama possa ser "pura". 
4º - Existe no cerimonial da Maçonaria o costume de receber os altos dignitários com estrelas, isto é, com velas sobre tocheiras. Trata-se de um costume antiqüíssimo, já existente entre os romanos, e que a Igreja cristã primitiva veio a adotar. 
5º - "Quando um visitante eminente, um dignitário, é introduzido no Templo, precede-o o Mestre de Cerimônias portando uma "Estrela". Não é para "iluminar" o visitante que o fazem preceder por uma tocha, é para simbolizar a "luz" que ele representa". 
(pouco ou não mais usados)


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2009

Teoria do Conhecimento Maçônico





Quando iniciado na Maçonaria, muitos são os sonhos de realização, educação e cultura que o neófito espera obter. Imagina-se que terá mestres que lhe ensinarão todos os meandros da Arte Real.

Depois de algum tempo, ele percebe que a ordem maçônica apenas fornece local físico, ferramentas e amigos para a caminhada que fará a sua maneira e por seus próprios meios. O estudante maçom anda só na estrada do desenvolvimento, porque lhe cabe descobrir, decorrente da própria vivência, por si e em si próprio, na devida oportunidade, as verdades tão sonhadas.

As descobertas intuídas pelo método maçônico de aprendizagem são diferentes para cada pessoa, dependendo de sua herança cultural, porque o método objetiva que cada um desenvolva suas próprias verdades, sem submetê-las a um molde.

Esta liberdade de auto-desenvolvimento tem conexão com a teoria do conhecimentoda antiguidade, na qual Heráclito afirmou que tudo no universo muda constantemente, tudo é dinâmico. O método de ensino maçônico transporta esta idéia para as verdades de cada um ao longo do tempo. Cada pessoa tem verdades próprias, que mudam constantemente, dependendo apenas do dinamismo de seu alicerce cultural.

Inicialmente, é bem estranha a forma como cada ferramenta de pedreiro é apresentada, pois sua utilização é universalmente conhecida na arte da construção civil. O processo de conhecimento maçônico processa informações, manipulando símbolos, baseado em regras ritualísticas. O que o neófito não dispõe, são as regras que lhe permite utilizar estes mesmos utensílios do pedreiro de forma simbólica, na construção do próprio homem.

Dentro da teoria do conhecimento maçônico estes símbolos são aplicáveis aos aspectos: moral, ético, social, das saúdes física, mental e espiritual, e no conjunto de cada um.

Platão afirmou que os homens comuns se detêm nos primeiros degraus do conhecimento e não ultrapassam o nível da opinião; matemáticos ascendem a um nível
intermediário, e só o filósofo tem acesso à ciência suprema.

Para isto, o filósofo usa um processo conhecido por dialética; passando de uma idéia para outra, sendo uma delas o complemento ou alicerce da outra. O filósofo é em essência o dialético.

A Maçonaria usa de suas lendas e símbolos para proporcionar ao estudante um método de progresso do pensamento filosófico; funciona também para obreiros, sem formação acadêmica alguma, poderem tratar processos dialéticos complicados e com isto se humanizarem. Estes exercícios dialéticos compõem a essência da formação do conhecimento maçônico.

O maçom é um filósofo diferente, porque seus processos cognitivos desenvolvem-se pela materialização da idéia na linguagem simbólica, no uso de símbolos e lendas, que são convertidos em pensamentos abstratos e complexos por métodos de associação e repetição. E isto faz a Maçonaria produzir seres humanos inteiros, equilibrados e destituídos da abordagem mecanicista que, ao fragmentar os processos, acaba por perder a visão do todo. O maçom é treinado para ser a um só tempo nos planos espiritual, psíquico, biológico, históricocultural, social, físico, e outros.

A fragmentação transmitida pela educação profana, usando de disciplinas, impossibilita ao homem aprender o que significa ser humano. É nisto que o método de ensino maçônico leva vantagem. A diversidade de idéias, pelo fato de cada um observar os processos a sua maneira, é a aplicação da teoria da complexidade, em semelhança com um universo vivo que evolui da desordem para a ordem em graus de complexidade crescentes.

Quando a Maçonaria migrou da arte de construir para a arte de pensar, no século XVIII, deu partida a um processo educacional que veio até o presente, revolucionando a sociedade em seu caminho por ações daqueles que foram treinados debaixo de sua filosofia. Desde então, e na maioria dos eventos históricos onde se pautou por Liberdade, Igualdade e Fraternidade, a ordem maçônica agiu nos bastidores com esta educação do homem por inteiro e que move seus membros à ação.

O homem maçom torna-se mestre de si próprio ao longo de seu auto-desenvolvimento, e procura alcançar o ápice da perfeição com a tomada de atitudes. Sem discutir, o maçom age baseado na moral que desenvolveu ao longo de sua jornada maçônica, e esta ação está pautada no desejo de acertar e promover o bem para si e a coletividade.

Nestas ações, ele pode ser aviltado e até morto, porque não é sem perigo que um homem de ação atua. Entretanto, na maioria das ocasiões ele se beneficia com esta postura, caindo sobre sua pessoa o reconhecimento da sociedade que o rodeia, e principalmente incrementa sua própria satisfação, alegria e felicidade. Nisto, o maçom é semelhante a um planeta que órbita o Sol; ele reflete a luz emanada por intermédio da ação frente ao que ele considera certo. A educação do maçom o leva a conhecer o mal e também o modo de evitá-lo.

A máxima em toda a caminhada fundamentada na teoria do conhecimento maçônico é o auto-conhecimento, o “conhece-te a ti mesmo”, de Sócrates, e esta noção, como resultado de um trabalho solitário e autodidata é decorrente de profunda introspecção, de longa meditação.

O interessante é que tudo o que se aprende nos templos maçônicos é baseado em lendas fictícias, porém alicerçados em fatos históricos registrados. Assim como as ferramentas, as lendas são materializações de conceitos abstratos, dentro da linha e em direção de estados de complexidade cada vez maiores. Estas histórias sempre têm mensagens que impulsionam ao desenvolvimento Moral. E como não se usam computadores para educar o homem maçom, ocorre enriquecimento espiritual e aporte de diversidade cultural.

Já que nada pode ser feito para melhorar a sociedade se no fundo do cidadão não existir um cunho de homem espiritualmente desenvolvido e em harmonia com o princípio criador do universo designado como Grande Arquiteto do Universo, o homem maçom considera a si mesmo um templo do Incriado, e tudo fará para não conspurcar aquele lugar sagrado. É templo cujo limite é sua própria pele, cujos portões são sua boca, ouvidos e visão, tudo regido por sua capacidade cognitiva e emocional equilibrados pela sua espiritualidade.

O maçom desenvolve sua espiritualidade para avançar com apoio daquilo que considera a origem de tudo; sem uma elevada Fé ele se perderia nas sendas do mal, à semelhança do que acontece na sociedade humana, na qual o homem fera prevalece sobre o homem evoluído. E tudo é proporcionado por seu próprio esforço e pelos princípios desenvolvidos com a técnica de aprendizado maçônico. A criatura humana ao longo de sua vida deve se desenvolver de forma equilibrada em todas as suas dimensões, e o que acelera o processo de desenvolvimento é uma potencialidade latente em cada um: a capacidade de crescer em espiritualidade. E cada pessoa desenvolve seus próprios critérios e idéias de divindade; o que para alguns faz sentido e alimenta sua capacidade de evolução espiritual, para outros não faz sentido algum.

A epistemologia genética, formulada por Piaget, ocupa-se com a formação do significado do conhecimento e meios usados pela mente humana a sair de um nível de conhecimento inferior para outro superior, mais complexo. Segundo ele, a natureza dos saltos do conhecimento são históricas, psicológicas e biológicas. Ele explica que “a hipótese fundamental da epistemologia genética é a de que existe paralelismo entre o progresso completo e a organização racional e lógica do conhecimento e os correspondentes processos psicológicos formativos”.

Pode-se deduzir que o método maçônico de progresso do conhecimento usa o lastro genético que cada um tem, e de forma livre permite que cada um construa sua própria base sem espremer este dentro de um modelo.

Muitas das lendas contam histórias de personagens movidas à ação, o que lhes trouxeram bons e maus resultados. No fundo, o trabalho em mergulhar nos sentidos destas lendas é sempre o de estudar denodadamente para desenvolver o poder de, em conhecendo o mal, saber evitá-lo.

Estes estudos são movidos principalmente pela curiosidade, a mola propulsora do desenvolvimento intelectual. O desejo intenso de ver, ouvir, conhecer, experimentar alguma coisa geralmente nova, original, pouco conhecida ou da qual nada se conhece, faz vencer barreiras, escalar níveis de conhecimento superiores, em níveis de complexidade sempre maiores, contribuindo para fazê-lo possuidor dos segredos do mal, a fim de desviar-se com galhardia de sua ação corrosiva e destruidora. É apenas pelo estudo levado pela curiosidade salutar e edificante que o maçom obtém sucesso em subjugar a natureza e passa a desfrutá-la em sua plenitude.

Em contrapartida, o que também favorece o desenvolvimento pessoal é o controle da indiscrição. O maçom ouve mais e age mais do que fala. Pela curiosidade e longe da bisbilhotice que induz ao perigo, desenvolve a capacidade de manter segredos, a nunca falar de assuntos de outros ou repassá-los sem sua anuência.

A vida em sociedade impõe a necessidade de politização, desenvolvimento do exercício do poder em favor da coletividade. E sendo o humano um ser social por excelência, a sociedade não funcionaria de forma equilibrada sem o exercício do poder de forma eqüitativa e livre sem a política. Aí o desenvolvimento filosófico maçônico tem sua mola mestra ao impulsionar pessoas a pensarem e agirem mais.

Lideranças são forjadas no fogo da convivência em lojas. De nada adianta revelar os segredos maçônicos por meio de livros com objetivo meramente comercial se não se oferecer a oportunidade da pessoa viver a Maçonaria, e não possibilitar que a maçonaria penetre nela.

Pela política, o poder é concentrado de forma natural, pelo convencimento com argumentos da razão e pela formação de relacionamentos fortes. Platão detratava
o retórico e o considerava mentiroso, pois este usa o poder do convencimento para a adulação e adulteração do verdadeiro, e adicionalmente, o tinha como crédulo e instável. Segundo Platão, poetas e retóricos estão para o filósofo no mesmo nível em que está a realidade para as imitações da verdade.

Por ser uma coletividade diminuta, cada loja cobra imediatamente resultado da liderança. Não existe espaço para ações evasivas e dissimuladas como é comum observar-se na sociedade. Sentar no trono de Salomão, antes de ser privilégio que destaca e enaltece, é ato de fé, lição de humildade, exercício de real de política como ela deveria ser executada no mundo externo. O cidadão forjado nestas oficinas filosóficas vai certamente mudar e passa a praticar a política honesta, no exato sentido que Platão e Sócrates deram a tão nobre profissão.

O maçom não faz da filosofia a finalidade de sua própria vida, mas usa da filosofia maçônica para especializar sua capacidade cognitiva e emocional no exercício da Política. A Maçonaria é uma escola de política, pois com sua filosofia e sua organização desenvolve-se a verdadeira política. Foi Platão o primeiro a estabelecer a doutrina da anamnese, que é a lembrança de dentro de si mesmo das verdades que já existem a priori, em latência. O conhecimento maçônico, alicerçado em suas simbologias e lendas, é um exercício permanente de anamnese. E fica tão fácil deduzir verdades complexas latentes que não há necessidade alguma de freqüentar escola superior, basta viver o dia-a-dia maçônico que estas verdades afloram naturalmente, como se sempre estivessem plantadas na mente e no coração a priori. É aí que nasce o verdadeiro homem politizado. Este não busca um ganha-pão com este conhecimento, mas pela ação busca exercer a verdadeira atitude política, para tornar-se pedra polida dentro da sociedade ideal. Uma pedra cúbica que não rola ao sabor dos fluxos dos manipuladores como se fosse um seixo rolante de fundo de rio, por ter desenvolvida a capacidade de pensar, é um obstáculo para os políticos despóticos e desonestos.

O aspecto emocional deve ser alimentado com freqüentes distrações, para permitir à mente descansar e se refazer para novas investidas na arte de pensar. Durante os períodos de devaneio pode ser desenvolvido o ócio criativo; usar o tempo de folga para criar e desenvolver idéias ou coisas apenas para o deleite emocional, mas que também propiciem crescimento.

Russell propôs que o ócio poderia ser acessível a toda a população se modernos métodos de produção fossem aplicados, para ele, o trabalho, tal como o conhecemos, não é o real objetivo da vida. De Masi diz que a sociedade industrial permitiu que milhões de pessoas atuassem apenas com os corpos e não lhes deu liberdade de se expressarem com a mente.

O que se faz nos templos maçônicos é exatamente esta retomada da capacidade de pensar que o mundo pósindustrial impôs. Só que na Maçonaria ninguém é compelido só a pensar, mas também de sentir e interpretar toda a mensagem maçom dentro de seu nível de entendimento.

Interagem diversão, trabalho, sentimentos e misticismo. Mesmo após as sessões, nas ágapes festivas o processo de construção continua, é quando se discutem livremente todos e quaisquer temas da vida. As emoções fazem parte do homem, principalmente aquelas que disparam o gatilho da racionalidade. É em momentos de laser que a maioria das idéias são forjadas, haja vista que elas parecem já existir a priori e nos saltos para níveis superiores de conhecimento, para níveis de complexidade maiores, são então apenas “lembradas”.

Muitas vezes o pensador passa dias em profunda meditação para buscar solução a um problema de forma intensa e sem descanso; basta-lhe um momento de descontração, e o cérebro expele a solução para aquilo que jazia incógnito e insolúvel até então.

Outras vezes o pensamento é inédito, não existe registro de haver sido pensado anteriormente, na maioria das vezes ele é despertado em momentos de descontração por um símbolo, por uma estória ou lenda; de repente a idéia está ali, num estalo. A mola da teoria de conhecimento maçônico é seu paradigma da complexidade, a curiosidade salutar em avançar cada vez mais nos conhecimentos de trabalhar a Arte Real em benefício da humanidade, sempre com freqüentes intervalos de laser entre cada investida.

É devido a este conjunto harmônico da metodologia maçônica que ela tem sucesso em lapidar com um mínimo de esforço os seres humanos de uma pedra bruta e tosca em pedra polida e cúbica, onde cada um ocupa seu espaço na sociedade humana de forma esplendorosa nas colunas e paredes do grande templo da humanidade para honra e à glória do Grande Arquiteto do Universo.

Notas:
1. Herança Cultural, respeitante ao conjunto de conhecimentos, informações, saberes adquiridos e que ilustram o indivíduo, segundo uma perspectiva evolutiva;
2. Dialética, em filosofia, método que investiga a natureza da verdade mediante a análise crítica de conceitos e hipóteses. Esse termo adquire relevância fundamental no pensamento de Platão, Aristóteles, Friedrich Hegel e Karl Marx;
3. Mecanicismo, em filosofia ocidental, termo que designa qualquer conceito segundo o qual o Universo é mecanicamente explicável. Nesse sentido, é equivalente
ao Materialismo. Também se usa a palavra mecanicismo como sinônimo de Naturalismo (filosófico). Devida a René Descartes. O método desdobra processos complexos em menores e mais simples de entender, para então tentar entender como funciona o conjunto. O problema é que, ao analisar o detalhe, na maioria das vezes o analista acaba perdendo a capacidade de observar o conjunto, de formar juízo do conjunto dos processos. Como exemplo seria analisar uma árvore como ser vivo.
O técnico formado por nossas instituições acadêmicas a dividiria em raízes, tronco, galhos e folhas. Depois passa a analisar suas raízes nos mais diversos aspectos, e ao formar conhecimento das raízes esquece de considerar os outros detalhes que a tornam um ser vivente inteiro, e mais, esquece que uma árvore é parte de um sistema ainda muito mais complexo de interação com o meio ambiente, sendo esta árvore local de abrigo de pássaros, de animais, de insetos, de fertilidade do solo e outros. Agora transfira isto quando for analisar uma criatura humana. O método da Maçonaria analisa o ser humano em todos os seus aspectos, da forma mais completa possível, sem desconsiderar nenhum detalhe. E isto só é possível com o uso de uma linguagem simbólica, onde cada um enxerga um objeto de uma forma diferente toda vez que olhar para ele na linha de tempo. Isto porque a aculturação é um processo dinâmico no tempo e as verdades sofrem mudanças na corrente do tempo e em função das mudanças que ocorrem na psique das pessoas, sejam elas explicitas ou subliminares;
4. Só emitimos nossa luz quando a recebemos de outra fonte. Pode-se refletir a luz do sol, da tocha, da vela, mas principalmente de nossas ações, quando estas estão em equilíbrio com a natureza e consigo mesmo. Como não somos vaga-lumes, necessitamos que a luz venha de fora para que a possamos refletir, assim acontece com a filosofia maçom, há necessidade que venha um estimulo externo para provocar a iluminação interna necessária à evolução como ser humano;
5. Conhecer o mal não significa praticá-lo. É decorrente da vontade do maçom de fazer frente ao mal com atitudes e ações que visem traduzir todo o mal em bem. Isto porque o homem maçom deve ser manso e calmo como a ovelha para fazer o bem, mas astuto e ardiloso como a cobra para escapar do mal;
6. Epistemologia, reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano, especialmente nas relações que se estabelecem entre o sujeito indagativo e o objeto inerte, as duas polaridades tradicionais do processo cognitivo; teoria do conhecimento. Estudo dos postulados, conclusões e métodos dos diferentes ramos do saber científico, ou das teorias e práticas em geral, avaliadas em sua validade cognitiva, ou descritas em suas trajetórias evolutivas, seus paradigmas estruturais ou suas relações com a sociedade e a história; teoria da ciência;
7. Anamnese, lembrança pouco precisa; reminiscência, recordação. Na filosofia platônica, rememoração gradativa através da qual o filósofo redescobre dentro de si as verdades essenciais e latentes que remontam a um tempo anterior ao de sua existência empírica.

Biografias:
1. Bertrand Russell ou Bertrand Arthur William Russell, filósofo, matemático e sociólogo inglês. Também conhecido por Terceiro Conde Russell. Nasceu em Ravenscroft em 18 de maio de 1872. Faleceu em Perto de Penrhyndeudraeth, País de Gales, em 2 de fevereiro de 1970. É o mais representativo e influente pensador inglês do século XX;
2. Domenico de Masi, antropólogo, consultor, escritor, filósofo, professor e sociólogo italiano. Nasceu em Rotello, Província de Campobasso, Itália em 1 de fevereiro de 1938, com 70 anos de idade. Consultor de Administração; 
3. Heráclito ou Heráclito de Éfeso, filósofo grego. Nasceu em Éfeso, Jônia em 540 a.C. Faleceu em Éfeso, Jônia, em 470 a.C. Afirmava que tudo era feito de fogo. Filósofo pré-socrático, recebeu o cognome de pai da dialética;
4. Piaget ou Jean Piaget, experimentador, filósofo, lógico, psicólogo e teorista suíço. Nasceu em Neuchâtel em 9 de agosto de 1896. Faleceu em Genebra, em 16 de setembro de 1980, com 84 anos de idade. Pesquisador e estudioso do desenvolvimento intelectual. Conhecido por seus trabalhos pioneiros sobre o desenvolvimento da inteligência infantil. Seus estudos tiveram grande impacto no campo da psicologia infantil e da educação, revolucionando os métodos de aprendizagem. Piaget observou que a criança cria, e recria, a realidade. Em seus trabalhos, distinguiu quatro etapas no desenvolvimento intelectual da criança: sensório-motor (até os 2 anos), pré-operacional (de 2 a 7 anos), operacional concreto (até os 12 anos) e operacional formal (até os 15 anos). Entre suas obras destacam-se: A linguagem e o pensamento na criança (1923) e Psicologia e Pedagogia (1970). Piaget é doutor honoris causa da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro, título que recebeu quando visitou o Rio, então capital da República, em 1949;
5. Platão ou Platão de Atenas, filósofo grego. Também conhecido por Aristócles Platão de Atenas. Nasceu em Atenas em 428 a.C. Faleceu em Atenas, em 347 a.C. Considerado um dos mais importantes filósofos de todos os tempos;
6. Sócrates ou Sócrates de Atenas, filósofo grego. Nasceu em Atenas em 468 a.C. Faleceu, em 399 a.C. Um dos mais importantes pensadores de todos os tempos.