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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Convocação para Sessão Ritualística Conjunta do Dia 14/09/2010


CONVOCAÇÃO



Por Ordem do Venerável Mestre, Irm. AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, convocamos a todos os estimados IIIrm. do Quadro de Obreiros para participarem da Sessão Ritualística Conjunta da A.R.L.S. "CAVALEIROS DO ORIENTE", que será realizada amanhã, dia 14/09/2010, às 20 horas, no Templo da A.R.L.S. Lauro Sodré III, localizado na Av. Ceará, nº 754 - Canudos, neste Oriente.


Contamos com a presença de todos !!!



JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA

Secretário

A Nova Face da Campanha


No sítio eletrônico do Grande Oriente do Brasil


Outra é a face da campanha eleitoral no Brasil, depois da vigência da nova lei que exige ficha limpa àqueles que pretendem ocupar cargos públicos. A preocupação mais evidente no meio dos eleitores é a de levar a termo o expurgo tão necessário para que a tranquilidade quanto ao destino dos dinheiros público seja, enfim, implantada.

Louve-se o trabalho dos nossos tribunais e dos juízes em geral, que, já antes da nova lei como depois, tem mandado para prisão líderes políticos indignos do voto democrático. Saudemos os esforços dos magistrados brasileiros para fazerem valer uma lei saneadora, tão bem inspirada pela sabedoria popular.

De fato, as expectativas eleitorais se concentram em parte, neste momento, nos julgamentos pendentes em nossas cortes de justiça eleitoral e no Supremo Tribunal Federal que, expedindo sobre o assunto a última palavra, deve aplainar o caminho para que a moralidade superior transite livremente nos embates eleitorais em nossa terra.

Em síntese, à festa democrática do nosso eleitorado foi acrescentado esse novo vigor cívico: o empenho de limpar os postos de onde se exerce poder do Estado, do peçonhento poder dos corruptos e sem princípios, que zombam da confiança das massas e, através de espertezas repugnantes, tornam sua vida mais dificultosa e infeliz.

O nosso povo, entretanto, tornou-se mais vigilante, o eleitor mais exigente, as autoridades do Estado mais ativas e os candidatos a cargos eletivos mais livres de companhias incômodas, daqueles fraudadores que consideram uma campanha eleitoral como simples operação de contabilidade, abrangendo os bônus da função que pretende ocupar.

Nas eleições gerais do próximo mês, o cidadão brasileiro encontra uma oportunidade única de fazer valer seu voto consciente, colocando nos poderes Legislativo e Executivo políticos comprovadamente isentos de associação com as fileiras da corrupção e realmente interessados na grandeza e na felicidade na Nação Brasileira.

10/09/2010

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Irmão Marco Antonio é Doutor em Desenvolvimento Socioambiental



No dia 31 de agosto passado, o Administrador de Empresas, Professor e Irmão Marco Antonio Silva Lima, defendeu com êxito a Tese intitulada "Análise do Desempenho Competitivo em Arranjos Produtivos Locais - uma contribuição da análise fatorial exploratória à metodologia da REDESIST no estudo do perfil das relações interorganizacionais desenvolvidas no arranjo produtivo mínero-metalúrgico em Barcarena/PA, no período 2002/2005".

O trabalho constituiu parte da conclusão do Curso de Doutorado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará - NAEA/UFPA. A banca examinadora foi integrada pelos Professores Doutores Maurílio de Abreu Monteiro (NAEA/UFPA), Armin Mathis (NAEA/UFPA), Francisco de Assis Costa (NAEA/UFPA), Fabrício Quadros Borges (IFPA e PMAD UNAMA), e José Otávio Magno Pires (PMAD UNAMA).

O Irm.'. Marco Antonio é Mestre Maçom, membro ativo do quadro de Obreiros desta Oficina, na qual exerce o cargo de Deputado Estadual da Loja junto à Poder.'. Assemb.'. Estad.'. Legisl.'., onde ocupa o cargo de Gr.'. Secret.'.

A nossa Sublime Loja "DUQUE DE CAXIAS IX" Nº 2198 - GOEPA/GOB, esteve representada na audiência pública para defesa da Tese, pelos IIIrm.'. Agostinho Queiroz Soares, Antonio Nuno Pereira de Vilhena, Herivaldo José Cristo de Souza e José Ribamar Silva Lima, que parabenizaram o novo Doutor em Desenvolvimento Socioambiental e seus familiares e desejaram ao querido e estimado Irm.'. Marco Antonio crescente sucesso na sua vida profissional.


Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, Prof. Dr. e Irm. MM Marco Antonio Silva Lima, Irm. MI Agostinho Queiroz Soares e Irm. MM José Ribamar Silva Lima


O Prof. Dr. e Irm. Marco Antonio Silva Lima ladeado pela Banca Examinadora

Irmãos do GOEPA participam do Desfile de 7 de Setembro

Na manhã do dia 07 de Setembro, dia da Independência do Brasil, o Irmãos do Grande Oriente do Estado do Pará, participaram do Desfile.
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Estiveram presentes, várias autoridades do GOEPA, o Grão-Mestre Estadual, Eminente Irmão Waldemar Coelho, Secretários, Veneráveis Mestres, Mestres Instalados, Deputados e demais Irmãos.

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O desfile foi realizado na Aldeia Cabana, Avenida Pedro Miranda, no Bairro da Pedreira.


(A:JA/R:JA)

Fonte: Assessoria de Comunicação, da Sec:. Geral de Comunicação e Informática/G.O.B.

Oktoberfest Maçônico



Este evento conta com o apoio desta Sublime Loja "Duque de Caxias IX" Nº 2198.

Vamos participar, Irmãos!!!

Minuto Maçônico

JUSTIÇA

1º - Era uma das quatro virtudes cardeais admitidas pelos antigos. Em direito natural, consiste em tratar cada um de acordo com o seu direito, dando-lhe o que lhe é devido.
2º - Para conhecer os deveres que ela nos impõe, é preciso discernir quais são os direitos dos nossos semelhantes, que é o bastante respeitar: Liberdade, propriedade, etc..
3º - O seu emblema é um dos mais importantes do simbolismo maçônico, encontrando-se constantemente reproduzido nos templos. O Compasso, o Nível, o Esquadro e o Prumo e muitos outros instrumentos alegóricos ensinam constantemente ao Maçom que deles se devem servir para que os seus trabalhos, isto é, as suas ações e sua vida, sejam justos e perfeitos.
4º - Na Maçonaria, esta virtude, à qual são obrigados todos os Maçons, é explicada no primeiro grau simbólico, sendo realçada a sua necessidade e importância.
5º - Apoiando-se na Lei Moral e Divina, é também a balança que pesa todas as manifestações do gênero humano, servindo de fundamento à sociedade civil.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sábado, 4 de setembro de 2010

Sessão Ritualística em Homenagem a Independência do Brasil


No dia 02 de setembro corrente, o Venerável Mestre da Loja, Irm. Amarildo André de Araújo presidiu uma belíssima Sessão Ritualística Conjunta das AA. RR. LL. SS. "Duque de Caxias IX" e "Antonio Baena", no Templo desta Oficina, homenageando a Independência do Brasil, em cumprimento ao disposto no § Único, do art. 231, do Regulamento Geral da Federação.

No descanso ritualístico, o Past Master desta Oficina e poderoso Secretário Estadual de Educação e Cultura do Grande Oriente do Estado do Pará/G.O.E.PA., Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, ministrou brilhante palestra abordando o tema: "Grande Oriente do Brasil: Os Primeiros Tempos e a Luta pela Independência", seguida de um bom debate fraternal com a participação da maioria dos Irmãos presentes.

A Sessão foi prestigiada por 13 Irmãos Maçons Regulares das Lojas "Antonio Baena", "Esperança da Amazônia" e "Duque de Caxias IX" - do G.O.E.PA. e da Loja "Harmonia Nº 8" - da G.L.E.PA., que assistiram o Venerável Mestre, Irm. Amarildo Araújo entregar ao Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena - poderoso Secretário Estadual de Educação e Cultura, a medalha e o diploma de "Colaborador do G.O.E.PA.".

Veja as imagens capturadas pelo Irm. José Couto, do jornal Tribuna Maçônica, no término da Sessão Ritualística e a seguir leia a bibliografia utilizada na palestra.


Venerável Mestre desta Sublime Loja, Irm. Amarildo André de Araújo


VV. MM. Irm. Amarildo André de Araújo e Irm. Carlos Alberto Tabosa, com Oficiais e Obreiros


O Venerável Mestre entrega a medalha e o diploma de "Colaborador do G.O.E.PA." ao Past Master, Irm. Antonio Nuno Pereira de Vilhena - poderoso Secretário Estadual de Educação e Cultura do G.O.E.PA.


BIBLIOGRAFIA DA PALESTRA

Desfile do Dia 07 de Setembro



O Grão-Mestre Estadual, Eminente Irmão Waldemar Alberto Chaves Coelho, convida todos os Maçons do GOEPA para participarem do Desfile Militar de 07 de Setembro, que será realizado na Aldeia de Cultura Amazônica "Davi Miguel", localizada na Avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira.

Serviço:
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Concentração: Sede do GOEPA
Horário: 07 horas (será servido café da manhã)
Traje: Maçônico do seu Rito Simbólico, do Grau Filosófico ou do Arco Real.
Informações: Irm. João Neto (pelos telefones: 8879.14.60 / 8255.76.58 / 3244.04.00)

Independência do Brasil: Um Brado que Permanece



Soberania e independência, dois primados na democracia brasileira, cristalizados como objetivos nacionais permanentes a serem preservados e defendidos.

Esses princípios já se atualizavam na alma nacionalista a partir de movimentos insurrecionais que pontuavam num Brasil-colônia inescrupulosa e revoltantemente explorado, tanto do ponto de vista de suas vastas riquezas, quanto de sua desejada autonomia política-administrativa. As campanhas desenroladas nas revoltas do fim do Século XVIII e começo do XIX e a inspiração nos fundamentos da Independência dos Estados Unidos da América e da Revolução Francesa, eram vivo sinal do repúdio à dominação da Metrópole portuguesa.

A Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817, ainda que violentamente sufocadas e produzindo grandes mártires, foram passos indeléveis dados por brasileiros ao encontro da inevitável separação entre o Brasil e Portugal.

Os próprios dominadores, com o passar do tempo e enfrentando forte oposição e resistência dos brasileiros, reconheciam a não legitimidade de seu domínio, pois, em várias e episódicas ocasiões, viram-se obrigados a ameaçar, pela imposição da força, a concreta persistência do ideal libertário em nossa Pátria.

Nesse sentido, foi decisiva a postura de D. João VI, que retirou o Brasil da condição de Colônia para declará-lo integrante do Reino Unido de Portugal e Algarves, apesar da contrariedade da Metrópole, e a conseqüente indignação do Príncipe Regente D. Pedro, francamente opositor às exigências portuguesas.

Contudo, a consolidação desse ideal jamais se tornaria possível, não fosse a formulação dos movimentos emancipadores por homens de elevadíssima têmpera, reunidos nos recônditos da Sublime Ordem. À frente, estava presente a Maçonaria e os Maçons.

Entre seus principais Obreiros, Pedreiros Livres de primeira hora, merecerão permanente destaque: JOAQUIM GONÇALVES LEDO, JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA, JOSÉ CLEMENTE PEREIRA, CÔNEGO JANUÁRIO DA SILVA BARBOSA, JOSÉ JOAQUIM DA ROCHA, PADRE BELCHIOR PINHEIRO DE OLIVEIRA, FELISBERTO CALDEIRA BRANT, o BISPO SILVA COUTINHO, JACINTO FURTADO DE MENDONÇA, MARTIM FRANCISCO, MONSENHOR MUNIZ TAVARES, EVARISTO DA VEIGA e muitos outros.

A 17 de junho de 1822, três Lojas, resultantes da divisão da Loja Comércio e Artes --- a própria Comércio e Artes, a União e Tranqüilidade e a Esperança de Niterói --- fundavam o Grande Oriente Brasiliano (depois, Grande Oriente do Brasil), com a finalidade de "sustentar a causa do Brasil". E essa causa, na época, era a independência política do país.

A luta pela independência, nos meios maçônicos, todavia, começara bem antes, chegando a um ponto praticamente decisivo, quando se conseguiu, a 9 de janeiro de 1822, no célebre episódio do "Fico", que o príncipe-regente D. Pedro permanecesse no país, ignorando os decretos 124 e 125, das Cortes Gerais portuguesas, e a lei de 24 de abril de 1821, instrumentos, que, praticamente, revertiam o Brasil à sua condição colonial e que exigiam a imediata volta do príncipe a Portugal.

Feito sob a liderança dos maçons José Joaquim da Rocha e José Clemente Pereira, o movimento do "Fico" foi alimentado por representações ao príncipe, emanadas de diversas províncias brasileiras : a representação dos paulistas, redigida por José Bonifácio de Andrada e Silva, que viria a ser o primeiro Grão-Mestre do Grande Oriente ; a representação dos fluminenses, redigida pelo frei Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio, orador da Loja Comércio e Artes ; e a representação dos mineiros, de Pedro Dias Paes Leme.

A figura do Príncipe Regente também se deve realçar como personagem que se destacou durante todo o movimento articulado e trabalhado pela Maçonaria. Iniciado Maçom na forma regular prescrita na liturgia e nos Rituais Maçônicos por proposta de José Bonifácio, a 2 de agosto de 1822 integrava o quadro da Loja "Comércio e Arte na Idade do Ouro". Esta Loja dera origem às Lojas "União e Tranqüilidade" e "Esperança de Niterói" e a posterior constituição do Grande Oriente do Brasil, que, como já citado, teve o Patriarca da Independência como o primeiro Grão-Mestre.

D. Pedro, prestigiado desde o "FICO", de 9 de janeiro, é exaltado a Mestre Maçom já no dia 5 de agosto. E tendo proclamado a Independência do Brasil a 7 de setembro, por iniciativa de Gonçalves Ledo é eleito Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, em 4 de outubro.

A respeitabilidade alcançada por D. Pedro, dentre adversidades políticas da época e daquele momento, há que ser ressaltada. A propósito, o jornalista, orador, político e maçom Evaristo Ferreira da Veiga, um dos mais encarniçados adversários políticos de D. Pedro, assim se referiu a ele, com sinceridade e reconhecimento:

"O ex-imperador do Brasil não foi um príncipe de ordinária medida (...). Se existimos como corpo de nação livre, se nossa terra não foi retalhada em pequenas repúblicas inimigas, onde só dominassem a anarquia e o espírito militar, devemo-lo muito à resolução que tomou de ficar entre nós".

A Maçonaria teve grande parte nas responsabilidades dos acontecimentos libertários. Não há como negar o papel preponderante desta Sublime Ordem na emancipação política do Brasil, como o registram, de fato, as primeiras Atas dos trabalhos nas Lojas iniciais e no Grande Oriente. Como se verificou nos episódios marcantes da permanência do Príncipe Regente, da posterior Aclamação de D. Pedro I como "Defensor Perpétuo" e Imperador do Brasil, e da instalação da Assembléia Constituinte, que levaria à Constituição outorgada de 1824.

A Independência do Brasil foi realizada à Sombra da Acácia, cujas raízes arejaram o terreno para o grandioso acontecimento. A nova Nação e o novo Estado foram reconhecidos no concerto mundial, de forma inconteste, política e administrativamente livres e soberanos!

Assim, se fez nestas laudas sintética apreciação da História que dá significado e elevada responsabilidade à Ordem Maçônica e aos Maçons de todas as Potências do País. Deve ser entendido, amados Irmãos, que o trabalho pela consolidação da Independência e Soberania de nossa Pátria não está terminado. Pois como afirmado no início, esses são objetivos nacionais aos quais, permanentemente, cada brasileiro tem o dever de emprestar o melhor de sua capacidade para a preservação e defesa do contido nesses primados, essenciais ao futuro das gerações.

Vale recordar que a 4 de outubro de 1822, D. Pedro comparecia ao Grande Oriente do Brasil e tomava posse no cargo de Grão-Mestre, oportunidade em que era aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.

Naquele mesmo dia, o Irmão Joaquim Gonçalves Ledo, 1º Vigilante, redigiu uma nota patriótica ao povo brasileiro, a primeira divulgação depois da Independência, que dizia: "Cidadãos! A Liberdade identifica-se com o terreno; a Natureza nos grita Independência; a Razão nos insinua; a Justiça o determina; a Glória o pede; resistir-lhe é crime, hesitar é dos covardes, somos homens, somos Brasileiros. Independência ou Morte! Eis o grito de honra, eis o brado nacional..."

Também afirma o irmão Castellani:

"O trabalho social e político deve continuar, incessante, porque o mundo evolui, as fronteiras nacionais vão ficando esmaecidas, os conflitos religiosos alastram-se, as refregas atávicas entre povos em perene litígio continuam, os laços familiares tornam-se mais tênues, os valores morais e éticos são postergados, a consciência dos povos embota-se e o sentimento de amor ao chão natal vai sendo substituído pelo cosmopolitismo global.

Por isso, luta-se pela independência até hoje! Não para que ela seja feita, mas para que seja mantida, para que perdure e para que esteja sempre na mente do povo. Porque, parafraseando Colbert, a grandeza de um país não se mede pela extensão de seu território, mas pelo caráter de seu povo".

Tomemos por base o cívico espírito maçônico e continuemos, pois, Irmãos desta Sublime Ordem, a fazer ecoar o brado libertário sob o império da Justiça, onde sejam erigidos Templos à Virtude e cavadas masmorras ao vício, por um Brasil forte e Pujante!


BIBLIOGRAFIA:

1. CASTELLANI,José. História do grande Oriente do Brasil.

2. INDEPENDÊNCIA DO BRASIL-PARTICIPAÇÃO DA MAÇONARIA. Artigo do Irm:. Mario Guilherme Da Silveira Carvalho, da ARLS "Rangel Pestana", in Revista Voz do Dia – Assuntos Maçônicos, nº 46, 1998, pág 22.

3. Texto: A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, do Irm:. Fuad Hadad, Oriente de Alfenas – MG, pesquisado na Internet.



Contribuição do Irm. Amarildo André de Araújo, Venerável Mestre da A.R.L.S. "DUQUE DE CAXIAS IX" Nº 2198 -G.O.B/G.O.E.PA., Or. de Belém/PA.

Semana da Pátria


No sítio eletrônico do Grande Oriente do Brasil



Semana da Pátria! Momento de meditação, de reflexão sobre a nacionalidade, a História do surgimento do nosso País com personalidade própria, cujo futuro será feliz ou adverso segundo as atitudes de hoje, adotadas por seus cidadãos, seus filhos natos, sua população adulta, seus patriotas indormidos, todos, a força propulsora da Democracia.

A responsabilidade da Maçonaria no advento da nossa maioridade política, através das figuras históricas como os Grão-Mestres Dom Pedro I e José Bonifácio, é indiscutível. Os sacrifícios dos valorosos Irmãos Gonçalves Ledo, Januário Barbosa e outros estão gravados num quadro emocional no coração dos Maçons, dominado pela imagem de herói e mártir de Tiradentes, imolado 30 anos antes.

Dever de honra do Maçom genuíno é reconhecer a sua parcela no comprometimento da nossa Ordem com a manutenção e defesa da nossa independência e soberania num mundo globalizado, onde o mercado, esse ser imediatista e insensível, parece querer levar o mundo acovardado a um fim catastrófico se qualquer país deixar de submeter-se a seus ditames.

Quando se comemora mais um aniversário do imperecível “Independência ou Morte”, estejamos atentos, pois o Maçom não tem o direito de ser ingênuo, a todas as condições hostis de caráter externo que podem afetar a nossa total integridade, e às ações internas e necessárias que possam levar à excelência dos serviços de saúde, educação e segurança, por exemplo, que representam, em última análise, a melhor salvaguarda do progresso da Pátria.

Eis que, periodicamente, a fase eleitoral, no Brasil, inclui os sete dias que precedem o Sete de Setembro, como que lembrando que o futuro do País depende do nosso comportamento perante as urnas. Depende de sabermos escolher nomes dignos de figurarem nesta grande consulta onde a palavra decisiva é a do povo.

Demos os nossos votos a candidatos íntegros, verazes, de vida pregressa limpa e pura, que enxerguem o erário inviolável, descompromissados com regimes de força contra o nosso povo sempre heróico e colaborativo; entreguemos os cargos públicos a pessoas de índole nobre e corajosa ante as ameaças do exterior e os perigos internos, que os há. Cidadãos dessa estirpe, cada um em sua área, poderão manter e defender conosco o elevado grau de vida democrática e eficiência econômica a que chegamos neste expirante primeiro decênio do Terceiro Milênio.

3/09/2010
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Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral