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terça-feira, 23 de novembro de 2010

PAEL - GOEPA sob nova Presidência




Na Sessão Ordinária realizada no último sábado, dia 20 de novembro corrente, o Ven.'. Dep.'. Irm.'. José Maria de Souza Martins se desincompatibilizou do cargo de Presidente da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa do Grande Oriente do Estado do Pará / PAEL-GOEPA, para disputar a eleição ao Grão-Mestrado Estadual que será realizada no ano de 2011, tendo como companheiro de chapa e candidato ao cargo de Grão-Mestre Adjunto, o Ven.'. Dep.'. Irm.'. Mário Tadeu Ferreira das Neves.


A presidência do Poder Legislativo Maçônico Estadual está agora sob o comando do Emin.'. Irm.'. Raimundo Nonato Jucá de Lima, Ven.'. Dep.'. da A.'.R.'.L.'.S.'. “Lauro Sodré” Nº 1947, antigo 1º Vig.'. da PAEL, que assume o cargo na forma regimental.

Camisinha é aceitável em alguns casos, diz Bento XVI


No Blog Irmão O Malhete


O uso de camisinha para impedir que a Aids se espalhe pode ser justificado em certos casos limitados, disse o Papa Bento XVI no livro "A luz do mundo".
"O papa, a Igreja e os sinais dos tempos. Uma conversa com o santo Padre Bento XVI", do escritor alemão Peter Seewald, que reune várias entrevistas do Pontífice e será lançado nas livrarias no dia 23.
Em trechos publicados no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, neste sábado, o Papa menciona o exemplo do uso de camisinha por prostitutas como "o primeiro passo para a moralização", mas diz que os preservativos "não são realmente a maneira de lidar com o mal da infecção por HIV".

Diversidade


No Blog Irmão A Partir Pedra



A Maçonaria é, por vezes, vista do exterior como uma instituição fechada, imutável, dotada de uma grande coesão, que atua em bloco. Esta visão não é, nem de perto, nem de longe, correta. Pelo contrário, a Maçonaria é dotada de uma invulgar diversidade, agrupando sob a mesma genérica denominação, realidades distintas, práticas diversas, entendimentos díspares. Em todos os aspetos, a começar logo pelas suas origens...

A maior parte dos estudiosos da Maçonaria consideram que ela tem a sua origem nas corporações medievais de construtores em pedra, de catedrais, palácios, fortificações, etc.. Mas essas agremiações medievais, embora partilhando regras e costumes similares, tinham caraterísricas muito próprias e específicas, em função da sua localização geográfica. Só para falar das Ilhas Britânicas, a organização específica das Lojas Operativas inglesas diferia das escocesas, que por sua vez, tinham sensíveis diferenças das irlandesas. Em França, não se pode falar dos antecedentes históricos da Maçonaria sem referir a Compagnonage. As agremiações de construtores da Flandres tinham usos diversos das italianas e estas das teutónicas. Por isso, quando se afirma que a Maçonaria Especulativa moderna evoluiu da Maçonaria Operativa - afirmação que, pessoalmente, considero correta -, é bom que se tenha presente que esta evolução resulta de diferentes Tradições, não inteiramente díspares, mas também não totalmente semelhantes.

Mas, ainda no campo da origem da maçonaria, há aqueles que a situam nos Templários e respetiva Tradição. E aqueles que a fazem remontar aos Antigos Mistérios egípcios e ou mitraicos.

Só no tema das origens podemos detetar assinaláveis diferenças de entendimento, que conduzem a diversas posturas e práticas. É inevitável que haja diferenças de conceção, mais visíveis ou mais subtis, entre quem considera praticar algo que evoluiu das corporações medievais e quem acredita que a sua prática descende da tradição cavaleiresca religiosa e ainda quem considera a maçonaria herdeira dos herméticos mistérios da Antiguidade.

Mas a Maçonaria também assume estilos e práticas diversas em função dos grandes espaços em que se insere. Não é a mesma coisa falar-se da Maçonaria Americana e da Maçonaria Europeia Continental. Não é de todo a mesma a realidade da Maçonaria Inglesa e da Latinoamericana. Isto para não falar da diversidade asiática e da progressiva afirmação maçónica em África.

Mesmo dentro de cada bloco geográfico - diga-se assim - as Obediências Nacionais e as práticas maçónicas em cada país mostram-nos assinaláveis diferenças e visíveis variantes, designadamente em práticas rituais. Cada país tem uma discreta evolução própria, que, ao longo do tempo, adquire uma individualidade específica, também inerente às diversidades culturais dos diversos povos. Se se assistir a uma sessão de Loja em Itália, na Alemanha, em França, num país eslavo e em Portugal, ainda que em Lojas do mesmo rito - designadamente do Rito Escocês Antigo e Aceite - facilmente reconhecemos um ambiente comum, uma base partilhada, mas também diferenças, idiossincracias, práticas próprias.

Por outro lado, não olvidemos a transversal diferença existente entre a Maçonaria Regular e a Maçonaria Liberal, aquela trabalhando à glória do Grande Arquiteto do Universo e com os seus obreiros na busca de um aprofundamento espiritual, esta efetuando os seus trabalhos à glória do Homem e do seu aperfeiçoamento moral. Ambas tem a sua específica valia e ambas são - creio-o - necessárias. Mas as respetivas buscas são diferentes. Sem serem reciprocamente opostas, prosseguem caminhos diferentes, esta tendente a melhorar o relacionamento do Homem com a Sociedade e os diferentes grupos sociais, aquela trilhando a rota de uma espiritualidade baseada na Fé no UM universal, origem e reflexo de tudo e todos. Ambas as vias são - repito - respeitáveis e valiosas. Ambas têm assinaláveis pontos de contacto entre si, partilham aqui e ali caminhos e princípios e valores comuns. Ambas têm - sobretudo - a inestimável caraterística de integrarem homens que procuram ser melhores. Mas são intrinsecamente diferentes. Para os cultores de cada uma das vias, essa é a melhor. Intrinsecamente nenhuma é melhor do que a outra. Apenas diferentes.

Por outro lado ainda, a Maçonaria pratica-se em diferentes ritos, uns mais universais ou mais difundidos, outros mais seletos ou localizados. Sem preocupações de exaustão, podemos referir uma dezena de ritos hoje em dia praticados: Emulação, York, Escocês Antigo e Aceite, Escocês Retificado, Sueco, Brasileiro, Adonhiramita, Francês ou Moderno, Memphis-Misraim, Schröder. Cada um com simbologia própria ou diferente interpretação simbólica, ou diverso encadeamento do ensinamento. Todos diferentes. No entanto, cada maçom de um destes ritos, de visita a uma Loja de qualquer dos outros, reconhece ali Maçonaria...

Mesmo na mesma região, no mesmo país, na mesma Obediência, praticando o mesmo rito, cada Loja tem uma prática subtilmente diferente das demais. Tem a marca da sua individualidade, o resultado da sua evolução própria, a levemente diferente evolução de uma mesma matriz.

E, finalmente, dentro de cada Loja, que pratica o mesmo rito, que pertence a uma mesma Obediência, no mesmo país e na mesma região do globo... cada maçom é - inevitável e felizmente! - diferente do Irmão ao seu lado. Cada maçom tem a sua pessoal busca, a sua individual interpretação, o seu diferente caráter, a sua diversa história, o seu incomparável plano. Buscam todos o mesmo - o seu aperfeiçoamento -, utilizando o mesmo método, seguindo o mesmo rito, integrando-se no mesmo grupo. Mas, porque intrínseca e gloriosamente diferentes, não prosseguem todos o mesmo caminho, à mesma velocidade e não chegarão aos mesmos lugares. Embora naveguem à vista um dos outros. Embora se auxiliem e influenciem mutuamente. Cada um é um diferente maçom, ainda que na mesma maçonaria.

Quando se fala em Maçonaria, está-se na realidade falando de todas estas diversas maçonarias. Todas - mais ou menos - diferentes. Mas todas se incluindo no mesmo universal conceito de... Maçonaria.

Rui Bandeira

Minuto Maçônico

ALFABETO

1º - Termo originado pelas palavras alfa e beta, nome das primeiras letras do alfabeto grego. Apesar da extrema diversidade das línguas e das escrituras, a maioria dos alfabetos oferecem, seja no número, no nome, na ordem e mesmo na forma dos caracteres, semelhanças que provam uma origem comum.
2º - Segundo a opinião mais antiga, os fenícios seriam os inventores da escrita alfabética.
3º - O alfabeto hieróglifo, isto é, aquele que representa os pensamentos por meio de imagens, deve ter precedido de muito tempo o alfabeto silábico.
4º - Como todas as instituições iniciáticas, a Maçonaria também possui alfabetos, que adotou para os seus vários sistemas, graus, matérias, etc. Era uma forma de escrita popular em muitos países, pelos meados do século XVIII, e que durou por mais de um século, sendo hoje obsoleta.
5º - Não era, porém, como se pensa, peculiar à Maçonaria, podendo ser encontrada em livros elementares de criptografia. Baseada em figuras de “zeros e cruzes”, uma cruz; duas letras eram colocadas em cada divisão, sendo a Segunda distinguida da outra por um ponto.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Cargos & Deveres Numa Loja




O primeiro dever dos dirigentes de uma Loja Maçônica é o PLANEJAMENTO. A curto prazo, esse planejamento consiste na simples e criteriosa elaboração da Ordem do Dia.

A diretoria deve, com antecedência, estabelecer os pontos de interesse da Oficina que serão apreciados na reunião. Ninguém deve ser pego de surpresa, com as calças na mão. A médio e longo prazos, o planejamento compõe-se da DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS DA LOJA:

  1. para que estamos aqui?
  2. em que ponto estamos?
  3. para onde vamos?
  4. que estratégias usar?
  5. quem cuidará de quê?
  6. metas de crescimento coletivo e/ou desenvolvimento pessoal
  7. auxílio aos Irmãos que, por acaso, tenham dificuldades para acompanhar o processo de concretização dos objetivos da Oficina.

Esses sete pontos perfeitos, aplicáveis ao justo progresso de qualquer empreendimento, pressupõem pessoas incumbidas de um OFÍCIO, envolvidas entusiasticamente numa ocupação. Essa ocupação pressupõe certo grau de habilidade e a aceitação dos riscos e dificuldades que envolvam os encargos. Só então, surge a transcendência do que chamamos Missão. Por isso, os que possuem esse grau de habilidade são chamados OFICIAIS.

Tradicionalmente, em todos os países, a estrutura dos cargos oficiais em Loja é o mesmo e seus nomes derivam do idioma e do antigo sistema parlamentar inglês.

São os seguintes os principais cargos dessa dinâmica OFICIAL e cujos títulos coloco, inicialmente, em inglês a exemplo das Lojas criadoras dos ritos. Em francês não é muito diferente: Worshipful Master é o mesmo que Venerável Mestre [le vénérable, em francês], cargo existente e obrigatório em TODOS os tipos de Loja – sejam simbólicas, especiais, de estudo, de pesquisas, autorizadas, ocasionais ou outras.

Isso porque, segundo o Landmark X, “o Governo da Fraternidade, quando congregada em Loja é exercido por um Venerável e dois Vigilantes. Qualquer reunião de maçons congregados sob qualquer outra direção, como, por exemplo, um presidente e dois vice-presidentes, não seria reconhecida como Loja.” Worshipful significa, para os ingleses, digno, honrado e respeitável. É assim que dever ser, ora essa…

Os dois vigilantes são chamados Senior Warden, ou Primeiro Vigilante [premier surveillant em francês] que, entre outras coisas, CUIDA DA INSTRUÇÃO DOS APRENDIZES; e o Junior Warden [deuxième surveillant]. O Segundo vigilante, entre outros encargos. além de bater malhete, CUIDA DA INSTRUÇÃO DOS COMPANHEIROS. A palavra warden, em inglês, significa gerente ou pessoa encarregada da observância de certas condutas; em francês, surveillant é aquele que mantém a ordem no local de trabalho, diferente do vigilant/vigilante que, nesses idiomas, tem o sentido de vigiar, que não é o nosso caso.

Vejam bem a quantas andaram nossas traduções! Acontece que muitos dos tradutores dos antigos rituais não conheciam a filologia nem a linguística, nem a morfologia do inglês ou do francês dos Séculos XVII e XVIII. Resultado: caíram nos falsos cognatos: Assim, “latir” espanhol gera o falso cognato latir – voz do cachorro – enquanto que significa bater, pulsar; apellido é sobrenome; exquisita é o mesmo que “deliciosa”; data em inglês significa dados, informações; injury, significa ferimento…

– O Marshal, Conductor ou Master of Ceremonies, [maître des cérémonies] é o Mestre de Cerimônias. Aqui a tradução está correta. DELE É O DEVER DE CONDUZIR OS RITUAIS. É o Diretor Ritualístico da Loja. Se a Oficina trabalha com ordem e perfeição, se os rituais são feitos com correção e sem atropelos, o mérito é do Conductor Mestre de Cerimônias. Nesse particular, aconselho os Mestres de Cerimônias a não aceitarem ingerências em suas funções, tampouco estalidos de dedos da plateia.

O Chaplain é o CAPELÃO da Ordem, reminiscência da função desempenhada pelos capelães nas antigas Ordens de Cavalaria: capelania castrense, ordinariato militar e capelania militar com atribuições religiosas, judiciais e de aconselhamento. É o responsável pela GUARDA DA LEI, pelo exato cumprimento da Legislação Maçônica e dos Landmarks.

É, digamos assim, o ministério público da Oficina devendo, portanto, ser exímio conhecedor da Constituição e Regulamento da Potência a que pertença a Loja, de todas as leis, decretos e responsável pelo trâmite processual da documentação inerente à regularidade da Loja. No Brasil, traduzimos o título a partir do françês l’orateur e Chaplain virou ORADOR. Pronto: alguns oficiais que ocupam esse posto julgaram seu dever estribado na elaboração de entediantes DISCURSOS.

Tornam-se tribunos sem toga e, muitas vezes, invadindo a seara dos Vigilantes ou do Mestre de Cerimônias, chamando a si o direito de conduzir rituais e dar instruções. E dá-lhe discurso! (Ruy Barbosa, maçom brilhante, jurista, diplomata, escritor, filólogo, e ORADOR DE VERDADE, levantaria do túmulo, ostentando nas mãos sua obra Anistia Inversa – Casa De Teratologia Jurídica, e gritaria um BASTA!)

O tesoureiro é o Treasurer dos ingleses ou guardião dos tesouros da Ordem, conforme o uso dos antigos Templários e ordens de cavalaria. O tesoureiro é o guarda do tronco e responsável pelo justo andamento das finanças e economia da Oficina. Noutras palavras: é o administrador de patrimônio da Loja. (Lembro-me que, nos meus dias de Aprendiz, um instrutor ensinava que o tronco de solidariedade tinha seu nome devido aos Templários que escondiam seus tesouros e moedas sob grossos troncos das árvores na floresta de Ardennes! Uau, acreditem se quiserem! pois “le tronc de bienfaisance” ou simplesmente TRONC significa, no caso, o cofre onde são depositadas as oferendas e esmolas. Vale lembrar que beneficência quer dizer filantropia e caridade; a isso se destina o tronco).

Secretary – secretário – é o chefe de gabinete do Venerável Mestre. Forma o principal elo de administração com o Tesoureiro e o Orador, cuidando para que a Oficina não se depare com problemas de ordem administrativa, legal e financeira. Dirigida por três, composta por cinco e completada por sete, longe de interpretações exotéricas, o sucesso das Lojas está no planejamento democrático, DISCUTIDO E AVALIADO COM CADA IRMÃO, na elaboração criteriosa da Ordem do Dia.

Os demais Oficiais não citados nesse artigo (Chanceler, Hospitaleiro, Diáconos, Expertos, Guarda e Cobridore, Mestres de Harmonia, de Banquetes, Arquiteto, Bibliotecário, Porta-Espadas e Bandeira, etc.) atuam entre as engrenagens do Venerável, Vigilantes, Orador, Secretário e Mestre de Cerimônias. Ninguém pode (nem deve) MONOPOLIZAR as sessões da Loja ou tornar-se alvo constante das atenções. Na Maçonaria buscamos uma ESCOLA e não professores.

Todos querem participar, muitos querem ser auxiliados em seu progresso na Maçonaria. A Oficina, como um todo, quer saber quais as metas de crescimento coletivo e pessoal, querem saber PARA QUE estão ali, que ponto chegamos e para onde vamos. Era mais ou menos isso que os marinheiros perguntavam a Cristovam Colombo: – “Maestro, dónde vamos?!”


AUTOR

Enviado pelo Ir.’. José Maurício Guimarães.

Este artigo não representa a palavra oficial de nenhuma Loja, Potência ou Corpo Maçônico. Trata-se, apenas, da opinião pessoal do autor.

Alter do Chão








As fotos belas e de rara sensibilidade são da talentosíssima Tamara Saré.


Fonte: Blog da Franssinete Florenzano.

A Beleza Paraense da Menina Fantástica


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A paraense Tayna Carvalho, 18 anos, 1,76m, 50 Kg, aluna do 2º semestre de Ciências Biológicas venceu a segunda edição do concurso Menina Fantástica 2010, realizado pela Rede Globo de Televisão. O prêmio do concurso é R$ 500 mil em contratos publicitários com a agência Mega Models.

A fotografia foi cortada do jornal “O Liberal”, edição de domingo, dia 14/10/2010.


Universidade e Colégio Santa Cecília divulga tabela de desconto para Irmão, Cunhadas e Sobrinhos


A Universidade Santa Cecília divulga nova tabela de descontos para 2011. Clique aqui para visualizar os descontos para 2011.
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(A:JA/R:JA)

Fonte: Assessoria de Comunicação, da
Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB

Minuto Maçônico

DELTA LUMINOSO

1º - No Oriente de uma Loja maçônica, por cima do trono do Venerável, brilha o Delta luminoso com o Olho Divino no centro. É o símbolo do Poder Supremo e também do Primeiro princípio – ONISCIÊNCIA
2º - De ambos os lados do Delta, que representa a Verdadeira Luz, a Luz da Realidade Transcendente, aparecem o Sol e a Lua, os dois luminares visíveis, manifestações diretas e reflexos dessa luz invisível, que ilumina a Terra, e que, simbolicamente, representa a luz intelectual e a luz moral.
3º - O Delta é constituído pelo triângulo Eqüilátero, considerado como a figura mais perfeita formada por linhas retas, e por isto representa a Perfeição e também a harmonia e a sabedoria.
4º - Os seus lados constituem um ternário, que, desde a mais alta antigüidade, tem caráter sagrado, e o Ternário tem por emblema essencial o Delta Luminoso. Este símbolo é triplo por si mesmo e nele se distingue, a irradiação que dele sai e o círculo de nuvens.
5º - Este simbolismo e o próprio símbolo vêm da mais alta antigüidade. A sua Irradiação figura a ação, o movimento, a força que emana do ser pela razão da própria expansão que o faz existir.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Transferência da Sessão do Dia 18/11 para o Dia 25/11/2010 (última quinta-feira do mês)



C O M U N I C A D O



Por ordem do Venerável Mestre da Loja "Duque de Caxias" IX Nº 2198, Irm. MI AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, comunicamos a todos os IIrm. Obreiros do Quadro e demais IIrm. Maçons Regulares, a transferência de nossa Sessão Ritualística desta quinta-feira dia 18/11/10 para o dia 25/11/10, em função da impossibilidade de haver Loja na terceira quinta-feira deste mês conforme programado anteriormente, mantendo-se o horário de início (19h30) e o local da Sessão (Av. Senador Lemos, 4044-Sacramenta).

Fraternalmente,


JOSÉ RIBAMAR SILVA LIMA
Secretário