
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Novo CEP do GOEPA

A Hora da União
Minuto Maçônico
UNIDADE
1º - É a qualidade do que é único, sendo a unidade atributo do Absoluto considerado num sentido sintético; ela é o princípio da individualidade e conseqüentemente da divisão quando considerada no seu sentido analítico.
2º - A Doutrina na Unidade é o supremo ensinamento do ocultismo; é a compreensão da imutável e infinita consciência, síntese de todas as consciências particulares.
3º - Este termo eminente para o qual se dirige toda filosofia, esta necessidade imperiosa do espírito humano, este pivô ao qual está obrigado a ligar o feixe de suas idéias; a unidade, esta fonte, este centro de toda ordem sistemática, este princípio de vida, este foco desconhecido em sua essência, porém manifesto em seus efeitos.
4º - A unidade, este nó sublime ao qual se liga, necessariamente, a cadeia das causas, foi a augusta noção para a qual convergiram todas as idéias de Pitágoras.
5º - Pitágoras e os sábios da antigüidade concordaram em reconhecer uma causa primeira e única (material e espiritual) da existência do universo, daí, a unidade tornou-se símbolo da Divindade suprema.
Lembre-se,
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
Rui Tinoco de Figueiredo – MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO – 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo
Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Olhares pela lente
O Palacete Bolonha.
Por Emir Bemerguy Filho
Um pôr do sol às margens da Guajará.
A entrada do Forte do Presépio emoldura as mangueiras e, ao fundo, a Catedral da Sé.
Foi aí que tudo começou.
Começou em 1616.
A foto é do Blog Espaço Aberto.
Maçonaria Pitagórica - Introdução
No Blog Irmão A Partir Pedra

a) A tese histórica, que, em síntese, declara que a Maçonaria Especulativa que hoje conhecemos deriva da Maçonaria Operativa e esta era o conjunto de práticas, normas e ensinamentos próprios existentes nas associações de construtores em pedra, nas suas diferentes formas de organização (Lojas operativas, guildas, associações de companheiros, etc.);
b) A tese cavaleiresca, que proclama que a Maçonaria realmente descende das ordens cavaleirescas das Cruzadas, em especial dos Templários que, destruídos enquanto organização, os seus sobreviventes, dispersos pela conspiração de Filipe, o Belo e Clemente V, ter-se-iam acolhido designadamente na Escócia e aí utilizado as existentes Lojas dos construtores para se ocultarem e ocultarem os seus segredos;
c) A tese dos Antigos Mistérios, segundo a qual conhecimentos esotéricos e ocultos, acessíveis apenas a poucos escolhidos, de tal merecedores, eram transmitidos desde a Antiguidade, dos Egípcios, dos Sumérios, dos Gregos, enfim, de todas as Escolas Místicas da Antiguidade, em escolas ocultas de transmissão e conservação desses Mistérios, que desembocaram, primeiro, nas Lojas Operativas medievais e, depois, na Maçonaria Especulativa (com ramais de ligação ou variação vários: Rosacrucianismo, Martinismo, Iluminati, Escola Ocultista, Teosofia, etc., etc.).
Considero correta a tese histórica. É a que documentalmente se confirma. Não necessita de especulações fantasistas.
Julgo ter já neste espaço explicado que a tese cavaleiresca em geral nasce da imaginação do Chevalier Ramsay e a tese templária, em particular, de um erro de Mackey (ver Origem e primórdios do Rito Escocês Antigo e Aceite - o Discurso do Chevalier Ramsay). Não discuto a possibilidade de alguns cavaleiros Templários se terem refugiado na Escócia. Mas não aceito facilmente que se lograssem "ocultar" - e aos seus "segredos" - no seio de rudes, incultos e analfabetos operários de construção, infiltrando-se tão profundamente que lograram entretecer nos ensinamentos das associações de construtores os ocultos ensinamentos templários, sem que ninguém, a começar pelos próprios construtores infiltrados, tivesse dado por isso e sem que resultasse registo digno de nota (quando dezenas de manuscritos dos operativos se descobriram). Ademais, pelo menos num País, o cantinho à beira-mar plantado, Portugal, os Templários permaneceram, e organizados, apenas com o fácil e lusitano expediente da mudança de nome para Ordem de Cristo, sem necessidade de infiltração ou ocultação - e sem que se tenha gerado uma particular escola iniciática ou um específico repositório de conhecimentos esotéricos, pese embora a muito nossa e sebastiânica tese de que tempo virá em que Portugal salvará o Mundo e gerará o famoso V Império, que tocou mentes e espíritos tão ilustres e admiráveis como os de Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
Avesso que sou a misticismos irrazoáveis (imediatamente a seguir a escrever isto interrogo-me, sem, para já, ter a certeza da resposta, se haverá misticismo razoável...), também rejeitei a tese dos Antigos e secretos Mistérios (secretos apesar de milenarmente transmitidos e de haver inevitáveis traições, possíveis cedências a torturas e mil outras comezinhas realidades que obrigam um espírito racional a concluir que um segredo só se mantém realmente secreto se for conhecido apenas de um - e se este não falar durante o sono...) .
Porém, o estudo que fiz a propósito da Lenda do Ofício alertou-me para algo que anteriormente não tinha pensado: há que ter cuidado com as designações, não tomar, de ânimo leve, uma designação pelo sentido que hoje lhe damos, enfim, devemos procurar buscar mais fundo e com espírito aberto. A Lenda do Ofício ilustra-nos que a designação de Maçonaria também correspondeu a Geometria, pura ou aplicada em Arquitetura, por si ou concretizada em Construção e que, atendendo a este conjunto de significados, tal Lenda ilustra uma verosímil (embora com evidentes erros de anacronismo) linhagem de transmissão dos conhecimentos de Geometria desde a Antiguidade (onde e quando seriam restritos a uns poucos escolhidos...) até às Lojas Operativas medievais.
A mesma abertura de espírito e similar olhar para além das aparências levam-me hoje a admitir que, continuando a ser historicamente correto dizer-se apenas que a Maçonaria especulativa se originou nas Lojas Operativas medievais, os ensinamentos que transmite aos seus Iniciados porventura derivarão, em parte, de uma específica escola de Antigos Mistérios: da Escola Filosófica Pitagórica.
Procurarei nos próximos textos justificar esta minha admissão.
Rui Bandeira
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Conselho Federal do GOB realiza Sessão e empossa novo Conselheiro
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Eleições pelo Brasil
terça-feira, 12 de abril de 2011
Minuto Maçônico
JESUÍTAS
1º - Nome dado aos membros da Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loiola em 1534. Tinha por finalidade combater a heresia, converter os infiéis e educar a juventude. Além dos votos comuns a todos os religiosos, de pobreza, castidade e obediência, parte dos jesuítas, denominados professos, pronunciavam o voto particular de obediência ao Papa acerca das Missões.
2º - Esta Ordem muito discutida, tornou-se o maior adversário da Maçonaria que combateu por todos os meios, por causa da oposição de suas concepções filosóficas com as da Ordem maçônica. De fato, a Maçonaria prefere incentivar a pesquisa da Verdade entre os seus membros sem, contudo, intrometer-se em sua fé.
3º - Como era natural, surgiu, desde o século XVIII, profundo anti-jesuitismo entre os Maçons, desenvolvendo-se o tema de sua infiltração na Maçonaria para desorganizá-la, com a criação de Ritos e graus que constituíam uma adulteração da Ordem.
4º - Desde 1925, o Padre Berteloot tinha-se interessado ao assunto Maçonaria sobre o qual escreveu vários livros, o último dos quais, em 1952, narrava a profunda amizade que o ligava a Albert Lantoine, historiador Maçom, Venerável da Loja "Le Portique", e membro do Supremo conselho do REAA.
5º - O Cardeal Verdier, Arcebispo de Paris, o Padre Gillet, Superior dos dominicanos, o Cardeal Baudrillart, escreveram ao ilustre Maçom em termos de grande simpatia e o próprio Papa julgou a carta cheia de boa vontade.
Lembre-se,
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
Rui Tinoco de Figueiredo – MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO – 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo
Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Irmão M. I. Antonio Nuno Vilhena recebe o título de Grande Benemérito da Ordem
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Maçonaria autêntica: você pode e merece!
Quando começo a traçar as primeiras palavras deste artigo, faço-o com a consciência de que não posso e não devo ficar inerte.
A minha experiência maçônica me faz concluir que a potência maçônica mais antiga do Brasil está passando por problemas e dificuldades, precisando o mais rápido possível restabelecer o seu prumo.
O maçom pode contribuir para a sua instituição exercendo cargos em Loja e nos poderes maçônicos, sendo obreiro útil, dedicado e cumpridor de todas as suas obrigações. Deverá também ser um estudioso para se aprofundar na essência do simbolismo maçônico e, na medida do possível, contribuir para expandir a Luz para toda a humanidade. Haja vista, que a nossa instituição se mantém há séculos pela preservação de suas tradições, de sua história de lutas e conquistas, pelo fiel acatamento de suas normas, leis e pelo interminável acervo de sabedoria codificado nos seus rituais.
Na medida do possível, quando convidado, tenho estudado junto com outros Irmãos em palestras e instrução do grau 3 em diversas Lojas do Estado do Rio de Janeiro e até de outros estados da federação. Nessas ocasiões, quando os Irmãos de Lojas co-Irmãs, gentilmente, nos dão essas oportunidades, procuramos interagir e discutir sobre a necessidade de identificarmos o quanto determinadas condutas estão diametralmente opostas aos nossos princípios, postulados e valores morais maçônicos.
Há muitos anos, principalmente nos gratificantes seminários e encontros que realizávamos no GOERJ, já concitava os Irmãos para que colocassem sempre os interesses institucionais acima dos interesses pessoais. Lá se vão quase doze anos e, para nossa angústia e tristeza, salvo melhor juízo, o comportamento e a conduta antimaçônicos de elementos infiltrados em nossa ordem está em franco crescimento. Se tivesse que arriscar um palpite, diria que a pergunta que não quer calar no coração dos Maçons honrados e que, naturalmente, devem estar entristecidos, indignados e estarrecidos com o cenário atual seria: O QUE E COMO FAZER?
Desculpem-me a pretensão, mas posso afirmar que há muitos anos já encontrei o caminho que contém essas respostas! Elas estão contidas no estrito cumprimento da legislação, dos princípios e da ética maçônicos e, na vivência de toda a essência do simbolismo dos rituais.
Só podem ter eficácia quando transbordadas das Lojas Simbólicas, pois são a razão de ser das suas potências, suas mantenedoras, suas formadoras de opinião, seus alicerces e as únicas organizações maçônicas que têm a exclusividade para recrutar, selecionar, recrutar, admitir profanos e formá-los Mestres Maçons.
Diante de todo o exposto, apresento um repertório de condutas maçônicas que, certamente, contribuem positivamente e protegem a nossa ordem das ações e das influências dos infiltrados:
1. sirva à instituição e não às pessoas;
2. quando for divergir, que seja de ideias, propostas e condutas, mas com imparcialidade e honestidade, deixando de lado simpatias ou antipatias pessoais;
3. chame sempre para você a responsabilidade de proteger e defender a instituição, não esquecendo que os nossos maiores inimigos, infelizmente, vestem avental;
4. não se venda por medalhas, títulos, cargos, alfaias e elogios;
5. quando for indicar um candidato, não seja um corretor de avental;
6. seja parceiro fiel e leal da verdade e da justiça, assumindo a inteira responsabilidade do que falar, escrever ou fazer;
7. nunca se esqueça de que os exemplos falam mais do que palavras e que os Aprendizes, Companheiros e Mestres mais novos precisam de referências;
8. não seja maçom oportunista ou inconsequente, pois baixaria, truculência e contestação infundada e mentirosa não são compatíveis com as nossas virtudes e princípios, maculando os Templos Maçônicos;
9. não olhe para um Irmão como se fosse seu superior hierárquico, porém respeite as autoridades maçônicas legalmente constituídas, bem como, se for necessário, exija delas, usando os caminhos e meios legais maçônicos, que desempenhem os seus cargos com dignidade, probidade, humildade e competência, pois não estarão fazendo mais do que sua obrigação; e
10. seja um obreiro útil, humilde, dedicado, competente, de atitude e instruído nos augustos mistérios da Arte Real, pois, caso contrário, poderá ser manipulado e inconscientemente prestar serviços para aqueles pseudo maçons que representam a antimaçonaria.
Conclusão
Por entender que a conclusão tem caráter pessoal, convido os Irmãos leitores para que sejam coautores deste artigo, pois, na Maçonaria, entre outras coisas, vim submeter à minha vontade.
Enviado Pelo Ir.’. Newton de Alcantara Filho • M.’.I.’. Membro da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Jesus Christo n° 1718 • GOB/RJ
“É Polindo a nossa imensa P.B. que viveremos em Paz e venceremos as nossas lutas.”






