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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Minuto Maçônico


A CAMINHADA DO MAÇOM


1º - Sei que minha caminhada tem um destino e um sentido, por isso devo medir meus passos, devo prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu...

2º - Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho, cansando-se mais cedo...

3º - Todavia, quando o cansaço houver chegado, que eu não desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...

4º - É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre que existem os que choram e, assim, que meu sorriso não ofenda os que sofrem.

5º - Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho; e quando eu me perder, que eu ache a indicação, o sentido... Que eu não siga os que se desviam. Mas, e principalmente, que ninguém se desvie seguindo os meus passos...


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo – MM

ARLS 8 DE DEZEMBRO – 2285

GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

segunda-feira, 25 de julho de 2011

2º ANIVERSÁRIO DO BLOG !!!



No dia 23 de julho, o Blog completou seu 2º Aniversário, acreditando que está cumprindo com o objetivo estabelecido na postagem inicial.


Veja abaixo para relembrá-la:

QUINTA-FEIRA, 23 DE JULHO DE 2009

Olá Irmãos




O nosso blog inicia em fase experimental, de aprendizagem total, na qual esperamos contar com a participação e colaboração efetiva dos valorosos Irmãos do quadro de Obreiros da Loja, bem como, de todos os ilustres Irmãos iniciados na Sublime Ordem, através do e-mail: duque2198@gmail.com

Assumimos a iniciativa e o desafio de criá-lo com o objetivo de disponibilizar um espaço destinado a divulgação das atividades realizadas em nossa Oficina e para proporcionar a socialização de assuntos voltados ao estudo e a pesquisa da infinita Sabedoria Maçônica, por meio da apresentação de postagens, além da discussão fraterna e do bom debate sobre assuntos relevantes da Maçonaria Universal, sempre com o compromisso de fortalecermos as Colunas e lutarmos pelo engradecimento da Nação Brasileira, respeitando a legislação Maçônica vigente.


País inteiro deve ser consultado sobre divisão do Pará





Os eleitores do país inteiro devem ser consultados sobre a divisão do território do Pará em três estados. A proposta de plebiscito nacional foi feita pelo professor Dalmo Dallari e senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou a ideia ao Plenário do Senado, como noticiou o site Brasil Atual.

Dallari sustenta que brasileiros de todas as partes são diretamente interessados no tema, já que o desmembramento terá impactos econômicos, custeados com recursos da União, e mudará a representatividade no Congresso Nacional. No início do mês, o Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 11 de dezembro o plebiscito para que os paraenses opinem sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Uma terceira parte do território continuará chamando Pará, embora com uma área bem inferior. A proposta de consulta à população paraense foi aprovada na Câmara dos Deputados em maio.

Na semana passada, Dallari entrou com requerimento de natureza administrativa pedindo ao TSE que amplie a consulta. Segundo a Constituição Federal, estados podem ser incorporados ou desmembrados desde que a população diretamente interessada seja consultada por meio de plebiscito autorizado pelo Congresso Nacional. O resultado precisa ser apreciado pela Assembleia Legislativa estadual.

"No caso, todo o Brasil é diretamente interessado", avalia Dallari. Ele vê uma "ambiguidade" também registrada em casos de emancipação de municípios, nos quais também se exige a consulta popular. Normalmente vota apenas a população da área desmembrada, embora todas as pessoas da região sejam diretamente atingidas.

Para Dallari, quando se trata de novos estados, cada um deles terá direito a eleger três senadores. "Assim, o atual Pará elegerá nove cadeiras nessa Casa, o que significa um desequilíbrio político, porque o eleitorado não aumentou", calcula. "É uma violência aos direitos políticos de todos os estados e de todo o eleitorado brasileiro", critica. "O Senado é um órgão federal e os senadores decidem sobre matéria de interesse de todo o povo brasileiro, não só sobre matéria local."

Além disso, o professor cita outros aspectos de natureza econômica para justificar a atenção de todo o país com o debate. Cada nova unidade da federação terá direito a repasses de recursos pela União, o que poderia representar prejuízo para os demais estados. "Outro argumento é que o custo de cada senador, de cada deputado federal é altíssimo", afirma.

Na semana passada, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) declarou concordar com Dallari em discurso no Plenário. "Para criação de novas unidades políticas é necessário, jurídico e justo ouvir toda a população interessada. Não há na lei nada que diga que tem de se ouvir apenas a população do estado", disse.

O requerimento administrativo deve ser apreciado pelo TSE apenas em agosto, após o recesso forense. No dia 5 de agosto, uma audiência pública será realizada em Brasília.


Fonte: www.conjur.com.br


Jornal Antigo: O Pará-Maçom



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Fonte: www.museumaconicoparanaense.com

Grão-Mestre Geral empossa Secretário Adjunto de Entidades Paramaçônicas



Na manhã do dia 21 de julho, o Soberano Irmão Marcos José da Silva empossou o Secretário de Entidades Paramaçônicas, Poderoso Irmão Claudiomar Carvalho Luz.
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Na ocasião, o Chefe de Gabinete, Eminente Irmão João Guimarães fez a leitura do ato de Posse, na presença dos Eminentes Irmãos Ivaldo Medeiros, Irmãos Jair Félix, Juvenal Antunes Pereira, Walderico de Fontes Leal e do Poderoso Irmão Wagner


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Estiveram presentes, Irmãos da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Brasília e Antônio Lisboa, O Alejadinho..


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(A:JA/R:JA)
Fonte: Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB.

Os Trânsfugas



Ao ingressar na Maçonaria, o homem comum tem à sua disposição um cabedal impressionante de princípios, acumulados durante as centenas de anos em que a Sublime Instituição vem trabalhando pelo aperfeiçoamento da condição humana, preceitos fundamentados na prática do bem. A incapacidade de assimilação dos princípios maçônicos é coisa individual. Somente o individuo é responsável por isso.
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Antes do indivíduo se voltar contra a Ordem, naturalmente por não compreender os objetivos da comunidade em que foi admitido, deveria mergulhar em si mesmo, observar os motivos que o trouxeram para a Irmandade, os compromissos que assumiu perante as assembleias que o interrogaram e que o honraram com o título de Franco Maçom.


Descobrirá, o curioso que se aventurou numa viagem impossível, que a origem do malogro está em seu próprio coração e nos falsos ideais que o animam. O sentimento de decepção com a Ordem é, em geral, resultante de não ter contato imediato com os grandes mistérios maçônicos, antes mesmo de dar mostra de ter compreendido os segredos menores.


Há um compromisso mútuo entre os Maçons e a Maçonaria, que é a transmissão de conhecimento aos que revelarem disposição de empregá-lo sem a mácula do interesse pessoal. O que é movido por esse pressuposto negativo, dificilmente se entregará a si próprio, dependente que é, inveterado, das exterioridades que lhe impelem de volta ao mundo profano. Ao mundo mental do homem inferior.


Os que se descobrem incapazes, deveriam pedir, honradamente, o seu afastamento da Fraternidade, no que, aliás, está comprometido solenemente, antes de procurar valer-se de instrumentos do poder público numa campanha inglória contra a Nobre Arte, e os dirigentes legais e legítimos da Instituição que tantos serviços desinteressados vem prestando ao nosso País desde a fundação do Império Brasileiro.
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A grande promessa da Iniciação Maçônica é a transformação que o homem conseguirá com seus próprios esforços, desde que siga as regras e os ensinamentos. Mas a Iniciação é um processo interior que se reflete nos seus pensamentos, palavras e atos, elevando-o na escala espiritual ou reduzindo-o a rebotalho do processo evolutivo.



18/07/2011.

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Fonte: www.gob.org.br

Minuto Maçônico


COLMÉIA

1º - A colméia ou cortiço é o emblema do trabalho regular e organizado como o das abelhas e também o da solidariedade.

2º - Símbolo da operosidade, a colméia nos lembra que devemos trabalhar e que ninguém, entre nós, deve folgar. Esta é uma interpretação simbólica de um emblema natural.

3º - No Egito, em outros tempos, a colméia tinha interpretações místicas. Representava as leis da natureza e princípios de divino misticismo. Lembrava que o homem devia construir um lugar onde pudesse trabalhar, e isto era representado pelo Templo.

4º - Dentro deste Templo todos devemos estar ocupados numa produção cooperativa e mútua, base ou pedra angular das instituições cooperativas.

5º - “Podemos expressar de outro modo a interpretação mística deste símbolo, assim: que o homem devia modelar o seu corpo físico de modo que pudesse conter e preservar as riquezas, doçuras e frutos do seu trabalho e experiências, não para um uso egoísta, mas para ajudar e fortalecer aos outros".


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo – MM

ARLS 8 DE DEZEMBRO – 2285

GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

domingo, 10 de julho de 2011

Ipea: Tapajós e Carajás seriam estados inviáveis


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O economista do Instituto de Pesquisa Economia e Aplicada (IPEA), Rogério Boueri Miranda, Doutor em Economia, disse que a divisão do Estado do Pará, e a consequente formação dos Estados do Tapajós (TA) e Carajás (CA) é totalmente inviável.

Caso cheguem a ser criados, os estado de Carajás e Tapajós além de serem economicamente inviáveis, dependerão, a longo prazo, de ajuda financeira do Governo Federal, para arcar com as novas estruturas de administração pública, as quais precisarão ser instaladas, afirma o economista do IPEA.

Rogério fez cálculos considerando os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2008, e concluiu que os estados do Tapajós e Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2, 2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo Governo Federal, conforme especialista do IPEA.

O PIB do Pará em 2008, ressaltou o economista, foi de R$ 58, 52 bilhões, e o Estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. O Estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás 23%. A média nacional é de 12,72%. "Nessas bases, não tem Estado que se sustente", afirma Boueri.

Os cálculos de pesquisador se baseiam nas médias de gasto com a manutenção da máquina pública por habitante em cada estado. A partir disso, considerando as populações dos novos estados em discussão, ele chegou a uma projeção de quanto cada um deles gastaria.

Ainda segundo o economista, os prefeitos das cidades teriam dificuldades em suas respectivas gestões, já que teriam que modificar a atual estrutura se adequando para a nova realidade.

Para piorar a situação, a estimativa não leva em conta os altos investimentos envolvidos na criação de estados, lembra o pesquisado, como a construção de edifícios públicos e, no caso do interior do Pará, a necessidade de implantar infraestrutura, já que será necessário ampliar aeroportos e rodovias.

Para Boueri, Tapajós e Carajás "serão Estados de boca aberta, esperando o dinheiro do Governo Federal".



Fonte: Revista Pará Mais, edição 112 - junho 2011.

Diretoria da Loja: Cargos de Nomeação - 2011/2012




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Oração de um Mestre a outros Mestres


No Blog Irmão A Partir Pedra



Novos Mestres:

Foi longo o tempo que mediou entre a vossa iniciação e este dia. É assim que deve ser, porque o Tempo também é construtor e as mudanças perenes não se fazem de um dia para o outro. No dia da vossa Iniciação, simbolicamente terminaram a vossa vida profana e iniciaram a vossa vida maçónica. Hoje, renascem Mestres, em perpétua continuidade do trabalho dos que vos antecederam e em esperançosa construção do futuro que porão à disposição dos que vos sucederem.

Tiveram um longo tempo de aprendizagem, estudo e preparação. A partir de hoje, têm a vossa “carta de condução” de Mestres maçons, que vos possibilita ensinar os que trilham o caminho por vós já percorrido, mas sobretudo testemunha a vossa capacidade para estudar, meditar, trabalhar, melhorar, por vós próprios, segundo as vossas escolhas, os vossos critérios, os vossos métodos. A Sabedoria da Maçonaria, a sua Força, igualmente a sua Beleza, consistem também nesta absoluta, pujante e entusiasmante Igualdade: a todos os que se juntam nesta Instituição é-lhes mostrado um método, apontado um objetivo, proporcionado um meio; quando se dá por terminada a formação de cada um, é-lhe reconhecido, sem reservas, o direito de trilhar o seu caminho em busca do seu objetivo, pelos seus meios e com os métodos que entenda mais adequados. Porque não há respostas unívocas, caminhos certos, percursos exclusivos. Vós sois agora Mestres maçons, é-vos por todos nós reconhecida a vossa plena capacidade de prosseguirem a vossa via sem tutelas, sem reservas, sem limites. Apenas vos dizemos, nós, os Mestres mais antigos: estamos aqui para que, se assim o quiseres, continues a aprender conosco e também para aprendermos contigo, naquilo em que o teu contributo nos seja útil. Simples, afinal!

Mas, se um último conselho me admitis, Mestres, aqui deixo à vossa consideração o seguinte: o tempo decorrido até aqui é muito menor do que o tempo que decorrerá daqui até à vossa meia-noite. Em cada momento deveis fixar novos objetivos, escolher novas tarefas, fixar novas metas. Tendes à vossa frente umas dezenas de anos em que, pese embora percursos que porventura façam complementarmente, não obstante ofícios que vireis a desempenhar, serão fundamentalmente aquilo que hoje sois: Mestres maçons. Nem mais, nem menos, nem diferente.

Porventura dias vivereis em que vos interrogareis sobre a continuidade do vosso interesse na Arte Real. É normal, natural e talvez até inevitável. Todos temos momentos de dúvida, de fraqueza, de necessidade de nos repensarmos. É para esses momentos, para esses dias, que deveis estar prevenidos com esta essencial mensagem: o que importa acima de tudo é o que buscais. E o que buscais não está na Loja, está no local mais importante do Mundo: dentro de vós próprios. O que buscais é aquela inefável partícula do Arquétipo Primordial da Perfeição, cuja busca é quiçá o verdadeiro sentido da Vida. A Maçonaria, a Loja, a Mestria, tudo o que aqui fizerdes ou construirdes, são simples meios dessa vossa busca.

Lembrai-vos: por mais importante, indispensável, precioso, que seja o trabalho que desempenhardes em Loja, é sempre menos importante do que o trabalho que deveis desempenhar fora da Loja – e não estou, obviamente, a falar das vossas profissões. Falo-vos do trabalho de construção do Templo, do vosso Templo de que hoje fostes reconhecidos como Arquitetos. Sois vós que dirigis esses trabalhos. Sois vós que o executais. Todos os dias. Aqui e fora daqui. Sobretudo fora daqui. Especialmente dentro de vós.

E quando tiverem momentos de dúvida, de desalento, quando vos perguntardes porque vir à Loja, lembrai-vos: os espaços de tempo em que estamos em Loja não são os momentos em que trabalhamos. São os nossos momentos de lazer, o prémio que nos atribuímos pelo nosso esforço diário, o momento em que convivemos, em que mostramos aos demais o resultado, naquele preciso momento, do nosso trabalho, da nossa evolução, em que detetamos e apreciamos a evolução dos demais, em que, em conjunto, executamos sempre e sempre os mesmos gestos, dizemos as mesmas palavras, temos as mesmas posturas, no que é afinal uma pausa, um recarregar de baterias em união de espíritos e de vontades, para seguidamente voltarmos a executar o interminável e solitário trabalho da construção do nosso Templo.

Mestres, assumi com o orgulho que, na justa medida, também é qualidade: sois agora Mestres maçons, mas, mais do que aqui, sois Mestres maçons lá fora e, sobretudo, dentro de vós. Aqui sois apenas – e basta, e é muito! – reconhecidos como tal!


Rui Bandeira