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sábado, 27 de agosto de 2011

Fafá de Belém é contra divisão do Pará e diz que Estado é a "soma dos seus cheiros"



Cantora diz ser "de um 'País' chamado Pará" e que separação enfraquecerá Estado



Participante ativa do movimento “Diretas Já”, em 1984, a cantora paraense Fafá de Belém (55) pode ter seu nome ligado a mais uma campanha: contra a divisão do Pará, seu Estado de origem. Oficialmente, não existe convite para a cantora, mas ao iG ela não descartou a possibilidade de levantar mais uma bandeira.


O plebiscito sobre a divisão do Pará está marcado para 11 de dezembro.







Fafá de Belém afirmou que é contra a divisão do Estado, classificando o Pará como uma grande nação. “Eu sou de um ‘País’ que se chama Pará. Juntos somos fortes e separados seremos reféns”, declarou ela por e-mail. “Tornando público o meu ponto de vista, já estou tomando partido de um determinado lado. Com a separação, o Estado do Pará perderia a sua identidade, sua digital”, disse ao ser questionada sobre a possibilidade de fazer campanha contra a divisão do Estado.

Ela ainda acrescentou: “Não somos um produto na prateleira, somos a somatória de todos estes rios, de seus cheiros, seus sabores. Somos o movimento destas marés, a mistura de tudo que por aqui passou e passará. Não somos exclusivos, somos agregadores!”, finalizou Fafá de Belém.

Fafá de Belém foi considerada nos anos de 1980 a “Musa das Diretas” após se apresentar gratuitamente em diversos comícios e passeatas, entoando de forma original o Hino Nacional Brasileiro. Sua participação chegou a ser contestada pela Justiça e emocionou milhares de pessoas na época.

A cantora é, até o momento, um dos poucos artistas consagrados do Pará a falar oficialmente sobre a divisão do Estado. Um outro ícone paraense, Pinduca, “O Rei do Carimbó”, por exemplo, foi orientado por seus advogados a não falar sobre o assunto. Ele disse que somente opinará se é a favor ou contra a divisão do Pará após o dia 30 de outubro, quando começam as campanhas em rádio e televisão.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o paraense Ophir Cavalcante Júnior, já conseguiu a convocação do meia Paulo Henrique Ganso, do Santos, para fazer campanha contra a divisão do Estado. Outro que prometeu ajudar na campanha é o lateral-direito do Santos, Marcos Rogério Lopes, o Pará. Os dois vão gravar depoimentos pelo “não” à criação dos estados de Tapajós e Carajás.


Se o lado contra a divisão já conta com nomes de peso do esporte e música, do lado a favor da criação dos estados de Tapajós e Carajás os maiores apoios ainda vem da classe política. Deputados federais do Piauí, Tocantins e Mato Grosso já se manifestaram favoráveis à divisão do Pará. A campanha do comitê pró-Tapajós e Carajás terá como marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela campanha vitoriosa de Lula em 2002. Mendonça é réu no processo do mensalão.



Regras

Na quinta-feira (18), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu algumas regras para as campanhas pró e contra a divisão do Estado. A principal delas: as duas campanhas terão limite de gastos de R$ 10 milhões. O ministro Arnaldo Versiani, relator das resoluções do plebiscito do Pará, estabeleceu esse teto com base nos gastos previstos para uma campanha ao governo do Estado: entre R$ 5 milhões e R$ 8 milhões.

Outro ponto que ficou definido pelo TSE é que haverá rodízio para as campanhas pró e contra nas inserções de rádio e TV. Durante os 20 dias de campanha haverá um dia destinado à campanha do “não” e outro para o “sim”. A campanha gratuita na televisão vai durar entre 11 de novembro e 7 de dezembro e será veiculadas diariamente, exceto nos domingos e quintas.

Durante da definição das regras, o ministro Arnaldo Versiani rejeitou proposta do jurista Dalmo Dallari de ampliar o plebiscito para todo o Brasil e a votação ocorrerá apenas no Pará. Além disso, o TSE também definiu que todas as cidades paraenses terão direito a voto e não apenas as regiões que pedem a emancipação. Com base no princípio constitucional de que devem participar de um plebiscito “as partes diretamente interessadas”, as frentes favoráveis à divisão do Estado tentavam reduzir a votação apenas aos territórios de Carajás e Tapajós.

Outra regra que ficou definida na sessão de quinta-feira é que somente parlamentares em exercício de mandato podem presidir as frentes pró e contra a divisão do Pará. A consulta popular ocorrerá no dia 11 de dezembro, das 8h às 17h. Os eleitores paraenses são obrigados a votar. Quem não comparecer ao plebiscito terá 60 dias para justificar sua ausência.



Fonte:
ultimosegundo.ig.com.br

O rio subterrâneo abaixo do Amazonas



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Foi amplamente noticiado pela imprensa massiva e pelos blogs, "a descoberta de um rio subterrâneo de 6.000 quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4.000 metros.".

A notícia leva o leitor a compreender que a “descoberta” é nova e que a 4 mil metros abaixo do Rio Amazonas corre um rio com características similares a ele, o que não é verdade.

O trabalho dos dois cientistas, Valiya Hamza e Elizabeth Pimentel, iniciaram por volta de 2005 usando dados de perfuração de 241 poços de testes da Petrobras (que prospectava petróleo), na longitude do Rio Amazonas, nas décadas de 1970 e 1980.

A conclusão, até agora, evidencia fortes indícios de que há um curso de água cujo fluxo se faz no mesmo sentido do rio, em trajetória, na maior parte, coincidente.

Não existe uma espécie de túnel subterrâneo por onde correria o rio e, se fosse possível descer até a profundidade mencionada, não seria possível navegar nele, pois a água escorre por dentro de uma camada densa de terra, como se fosse uma esponja ensopada, rumo ao mar.

A quantidade de água neste curso subterrâneo é de meros 2% da caudalosidade do Rio Amazonas: este tem vazão média de 133 mil m³ por segundo e aquele de apenas 3.000. Mesmo assim, estes 3.000 m³ por segundo são mais do que escorre no Rio São Francisco, que vaza 2,7 mil m³/s.


Fonte: Blog do Parsifal.

Forbes: presidente Dilma é a 3ª mulher mais poderosa do mundo


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A Revista Forbes divulgou no dia 25/08/11, a lista com as mulheres mais poderosas do mundo, edição 2011.

Das 10 primeiras colocadas seis são políticas e quatro militam no empresariado mundial.

A lista é encabeçada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel. A presidente Dilma Rousseff é a 3ª mulher mais poderosa de todo o mundo e a outra brasileira, a modelo Gisele Bundchen, aparece em 60ª lugar.


Fonte: Blog do Parsifal.

Câmara Municipal de Xinguara homenageia Loja Estrela de Carajás nº 2088





No dia 22 de agosto corrente, a Câmara Municipal do Oriente de Xinguara/PA homenageou a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Estrela do Carajás nº 2088, com uma belíssima Sessão, onde estiveram presentes várias autoridades locais.





Na ocasião, os membros da Loja Maçônica Estrela de Carajas nº 2088 apresentaram o vídeo institucional do Grande Oriente do Brasil.

(A:JA/R:JA)


Fonte: Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB.


Governador do Pará recebe homenagem da Maçonaria



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O Governador do Pará Simão Jatene foi o grande homenageado na noite da sexta-feira, dia 19/08/11, durante Sessão Solene da Grande Loja Maçônica do Estado (GLEPA), no Grêmio Literário e Recreativo Português. Jatene recebeu o título de Grande Benfeitor da Ordem Maçônica, entregue pelo Grão Mestre Nazareno Nogueira, que representou os mais de dois mil Maçons presentes em 40 municípios do Estado. Na ocasião, cerca de 500 integrantes da Ordem se reuniram em comemoração ao Dia do Maçom, celebrado no dia 20 de agosto, em todo o Brasil.




Simão Jatene recebeu Comenda da Glepa

Sereníssimo Grão Mestre José Nazareno Nogueira Lima e o Governador do Pará Simão Jatene sendo conduzidos por membros da Ordem do Arco-íris Para Meninas e da Ordem DeMolay





Simão Jatene recebeu Comenda da Glepa

O Governador Simão Jatene com Membros da Grande Loja Maçônica do Estado e Veneráveis Mestres.


Fotos: Eliseu Dias (Ag. Pará).



Fonte: O Blog do Bode.

Violência Urbana


Grande Oriente do Brasil - Palavra do Grão-Mestre Geral


Violência Urbana


O combate à violência é um dos primeiros deveres do maçom, que está sempre lembrado da disposição constitucional mandando proscrever o uso da força “para a consecução de quaisquer objetivos”.


Além disso, a maçonaria proclama a tolerância como o princípio cardeal que orienta os maçons nas relações “para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um”.


Assim tem sido através dos séculos, e mesmo a exacerbação da violência nos tempos atuais, disseminada pelos cinco continentes, não nos demove desse princípio dos antigos, revestido de tanta nobreza.


Sim, porque os laços fraternais que nos unem devem ser estendidos para todos os seres humanos “esparsos pela superfície da terra”.Por esse caminho pretendemos chegar à sonhada fraternidade humana, num regime de igualdade e liberdade.


Diante dos episódios de violência urbana que acontecem em nosso país, cabe ao maçom tentar quanto possível evitar a sua proliferação, mantendo-se, porém, numa sólida posição de equilíbrio emocional.


Não esqueçamos da nossa sublime trilogia: Liberdade com responsabilidade – Igualdade – com respeito ao ser humano – e Fraternidade – com amor.



Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral




Sec:. Geral de Comunicação e Informática


Fonte: GOB News


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Sessão Ritualística em Homenagem ao "Dia do Maçom" e ao "Duque de Caxias" nesta quinta-feira, dia 25/08/11



CONVOCAÇÃO / CONVITE

Por Ordem do Venerável Mestre desta A.R.L.S. "DUQUE DE CAXIAS" IX Nº 2198, Irmão Maçom Instalado AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO, convidamos os nossos Irmãos Maçons regulares e convocamos todos os estimados IIrm. do Quadro de Obreiros para participarem da nossa Sessão Solene em Homenagem ao Dia do Maçom e ao Patrono da Loja, nesta quinta-feira, dia 25/08/11, às 19h30, no Templo localizado na Av. Senador Lemos, 4.044 - Sacramenta, ao Or. de Belém/PA.

AGENDA DO DIA:

1) Palestra em Homenagem ao “Dia do Maçom”, a ser realizada pelo nosso Irmão M.I. ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA – Past Master e Deputado Federal à SAFL-GOB;

2) Palestra em Homenagem a “Duque de Caxias” – Patrono da Loja, a ser realizada pelo nosso Irmão M.I. ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA – Past Master e Deputado Federal à SAFL-GOB.

A presença de todos os Obreiros do Quadro é de suma importância.

ODUVALDO SÉRGIO DE SOUZA SEABRA

Secretário

sábado, 20 de agosto de 2011

20 de Agosto: Dia do Maçom





I. Os Dias de Homenagem

Desde a mais remota antiguidade, os homens criaram os "dias de homenagem" para aquelas coisas que fossem muito importantes para o grupo social ou comunidades da qual fazem parte.


Do passado distante, guardamos os ecos, que são lembranças nem sempre claras do sentido original e primitivo da homenagem. Por exemplo, nos solísticios e nos equinócios, cultos agrários à natureza, ao sol e a vida, o cristianismo foi buscar as festas de São João. E o Natal, simbolizando o dia do nascimento do Cristo.

A sociedade moderna muito tem aumentado o numero dos "dias de homenagem".

Para cada dia do calendário há pelo menos um santo padroeiro, datas nacionais. Homenageiam-se os parentes, as profissões, as pessoas vivas e as pessoas mortas.

Nesses "dias de homenagem", sejam festivos, cívicos ou religiosos, costumamos enaltecer ao objeto da homenagem. É costume nessas datas que as homenagens valorizem as características e aos méritos dos homenageados. Assim, a figura do pai, o amor à mãe, o respeito aos mortos, a grandeza da pátria, as qualidades de uma profissão ou de uma associação.


Assim tem sido como o Dia do Maçom, onde a grandeza da instituição e a alegria dela participar tem sido a tônica das comemorações nas Lojas. Aliás, homenagens demais singelas para uma ordem que os próprios maçons intitulam "a Sublime Instituição".

Entretanto, porque no Brasil "os filhos da viúva"escolheram precisamente essa data como o "seu dia"?


Necessariamente, por si só, ela há de ser uma data muito importante na ordem das coisas. Afinal, os maçons elegeram o 20 de Agosto, pinçado entre os demais 365 dias de um determinado ano do século XIX.


E os Maçons brasileiros, tão pródigos em escrever e comentar sobre a grandeza da maçonaria na Europa, nos Estados Unidos, nos demais países das Américas, no mundo, quase sempre silenciam sobre o significado do dia 20 de Agosto.


II. A Independência do Brasil

"... No dia 20 de Agosto, em sessão do Grande Oriente, com Ledo na presidência, D.Pedro era aclamado Imperador do Brasil, tendo sido, essa sessão, a Verdadeira proclamação da Independência, feita pela Maçonaria Brasileira, doa a quem doer..."(José Castellani, em "Os Maçons que fizeram a História do Brasil").


"...Ninguém ignora que a Independência nacional foi concertada e proclamada entre as quatro paredes dos templos maçônicos"(Adetino de Figueiredo Lima,
em "Nos Bastidores do Mistério").


Autores, como Francisco Adolfo Varnhagem(em "História da Independência do Brasil") e Pedro Calmom (em História Social do Brasil"), e muitos outros, referem-se à ação da Maçonaria na Independência. Mas escrevem como historiadores profanos e não com o conhecimento de irmãos.


E como ensina o Irmão A.T. Cavalcante de Albuquerque, sendo raros os comentá- rios maçônicos sobre os fatos, vamos nos utilizar das palavras de um intelectual brasileiro insuspeito de enaltecer a Instituição, por ser talvez o mais ferrenho inimigo do liberaismo e da Maçonaria em particular: Gustavo Barroso.

O irmão Cavalcante de Albuquerque, em seu livro "O que é Maçonaria", pág. 168, a ele se refere como "inimigo incondicional da Maçonaria", e dele transcreve: "A Independência do Brasil foi realizada à sombra da Acácia, cujas raízes preparam o terreno para isso. É o que a documentação histórica nos ensina e prova." (Gustavo Barroso, "História Secreta do Brasil, pág. 228).


III. Guatemozin à sombra da acácia

"Os raios da Grande Luz, que desde as mais remotas épocas iluminara a Ásia e o Egito, e fulgara hoje na Europa, não podia deixar de penetrar um dia na Terra de Santa Cruz" (diz textualmente o manifesto do Grande Oriente do Brasil, escrito em 1831, por Gonçalves Ledo e assinado por José Bonifácio, publicado em 1832, historiando a ação da maçonaria no nosso país. No manifesto, a independência é nominada "Independência Maçônica", cita Gustavo Barroso).


Segundo o citado autor, a declaração pública "Independência ou Morte", já estava resolvida nos subterrâneos. Rio Branco anotava Varnhagen, diz que a independência já fora proclamada pela maçonaria na sessão de 20 de agosto em assembléia geral do povo maçônico, reunidas na sede do apostolado as três Loja Metropolitanas, sobre a presidência de Gonçalves Ledo.


Não se sabe ao certo que papéis o Imperador recebeu naquela ocasião (no "grito"). Textualmente, Meneses Drumond, na obra de Varnhagen, pág. 183/184, diz: "O príncipe, sendo industriado pelo seu ministro José Bonifácio, Grão-Mestre da ordem, da proclamação da Independência do Brasil em 20 de agosto.
Foi provavelmente a notícia recebida no Ipiranga.


A Ata da reunião da Assembleia do dia 20 de agosto, lida, analisada e citada por inúmeros historiadores, presentemente não está disponível nos Arquivos do Grande Oriente do Brasil. Segundo uns, está desaparecida. Conforme outros, encontra-se velada aos olhos profanos. Certamente há entre nós alguns que tiveram o privilégio de tê-la visto. O Irmão João Maurício Alves, com certeza, é um deles.


IV. O Imperador do sacrifício

Conforme Rocha Martins, citado em "História Secreta do Brasil":


"Guatemozin foi em 1497 um imperador azteca de anahuac, México, filho do rei Ahintzote, o sucessor do irmão de Montezuma II. Foi martirizado pelos conquistadores espanhóis, queimado vivo para entregar a segredo das riquezas de seu povo. Por isso foi chamado de o Imperador do Sacrifício.


Comenta Barroso que o nome Guatemozin já fora aplicado no Brasil a uma das Lojas pernambucanas que participaram da revolução de 1817.


Mas, é evidente que não concordamos com o ilustrado historiador Gustavo Barroso que, no afã de combater a Maçonaria em sua obra, afirma:


Pedro inspirou-se para adotar o nome Guatemozin numa antevisão que seria atraiçoada e sacrificado pelo povo maçônico. E, textualmente finaliza: "para Pedro Guatemozin a sombra da acácia foi uma sombra venenosa e traidora..."


O Irmão Pedro sacrificou-se, sim. A Independência o fez separar-se de Portugal, sua terra nativa, berço de todos os seus ancestrais, perdendo seu direito ao trono. Perdeu, também, o império brasileiro, pois a Maçonaria não o apoiava apenas por ser o Imperador, mas principalmente, pelo ideal de liberdade e igualdade.

Mas continuou maçom. E como também disse o próprio Barroso, Ganhou o reino de Portugal para sua filha, escrevendo então o mais belo capítulo de sua vida: o capítulo final.


V. O Dia do Maçom

O 20 de Agosto representa tudo isso. E mais. Mais, o que não pode ser dito porque há que se respeitar, primeiro, a Lei do Silêncio, e depois, a comunicação entre os diversos graus. Muito mais, porque na Maçonaria nem sempre se falam ou se escrevem palavras. Cria-se símbolos e alegorias, para perpetuar no futuro a história do presente, como os antigos fizeram com a história do passado.


Sete de Setembro é o dia em que o Brasil se libertou. E 20 de Agosto é, e sempre será, o dia do Maçom brasileiro.


Que nesse dia todos os Maçons , mesmo em pensamento, formem a Cadeia da União. E nela encontrarão incontáveis, novos e antigos poderosos elos.

Porque o GADU permitirá a especial presença de milhares de irmãos anônimos, aqueles que honraram a condição de maçons a serviço da Pátria.

E para homenagear todos aqueles que promoveram a "independência maçônica do Brasil", destacamos como símbolo um punhado de nomes apenas: Antônio Carlos de Andrade e Silva, Arruda Câmara, Bispo Azeredo Coutinho, Antônio Peregrino Maciel Monteiro, Cipriano Barata, Padre Diogo Antonio Feijó, Evaristo Ferreira da Veiga, Frei Sampaio, Hipólito José da Costa, Cônego Januário da Silva Barbosa, Joaquim Gonçalves Ledo, José Bonifácio de Andrada e Silva, José Clemente Pereira, Pedro I.

Irm.'. Décio Perin.


Fonte: http://www.estreladalapa7.com.br