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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Povo Paraense venceu o plebiscito




Foto recortada do jornal "O Diário do Pará", de 12/12/11.

Resultado Final do Plebiscito 2011


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Fonte: Blog do Parsifal.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Datafolha: Evolução Plebiscito 2011







Arte: TV Liberal, Afiliada da Rede Globo

"O Pará quanto orgulho ser filho..."
























Governador Jatene se pronuncia sobre a divisão do estado para a Folha




Em entrevista à Folha, Jatene afirmou "O Brasil não precisa de mais Estados." Ele que prometera a seus aliados que ficaria neutro durante o plebiscito, mas passou a se pronunciar publicamente nas três semanas finais da campanha. Ele afirma que rompeu o silêncio porque a campanha a favor da divisão estava divulgando mentiras.


"Eu não posso aceitar que se vá para frente da população e se diga que, com a divisão, a receita do Estado se multiplica por três. Isso não tem nenhum fundamento", Afirma.


"As pessoas não estão querendo um Estado A, B ou C. O que elas querem é mais saneamento, mais educação, mais saúde, e isso é uma demanda legítima. Alguns políticos se aproveitam e apresentam a divisão como remédio para todos os males", disse.


Na avaliação de Jatene, a discussão sobre a divisão do Pará tem raízes na "Deficiência do Estado brasileiro. União, Estado e município não respondem às necessidades da sociedade", expõe. "Elites políticas terminam puxando isso e tentam fazer a sociedade encampar seus interesses, a partir de uma demanda legítima da própria sociedade".


Ele rejeita as críticas de que o investimento nas regiões separatistas é baixo. Segundo diz, proporcionalmente à população, os investimentos nas regiões onde seriam criados os Estados do Carajás e do Tapajós já chegaram a ser maiores do que na região da capital, Belém. "Por melhor que seja o governo, o bolo é pequeno para distribuir", afirmou.


Fonte: Blog do Bacana.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Venerável Irmão Antonio Nuno Vilhena Aniversaria





A Administração e os Obreiros desta Oficina parabenizam o nosso Deputado Federal à SAFL-GOB, Venerável Irmão M. I. ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA, Grande Benemérito da Ordem, Obreiro fundador e baluarte da nossa Oficina, pela passagem do seu aniversário na data de hoje, 06 de dezembro.

Vote 55 - NÃO e NÃO: Ninguém Separa o PARÁ




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Adeus Doutor Socrátes, gênio paraense e brasileiro



Aniversariantes do Mês de Dezembro




DIA

ANIVERSARIANTE

06

Irmão MI ANTONIO NUNO PEREIRA DE VILHENA, Deputado Federal à SAFL-GOB

26

Cunhada DANIELE VIEGAS,

Esposa do Irmão MI AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO - Venerável Mestre

30

Cunhada LISSANDRA CARNEIRO APINAJÉ,

Esposa do Irmão MI HERIVALDO JOSÉ CRISTO DE SOUZA - Tesoureiro



Oração do Aniversariante

Acompanha-me, Grande Arquiteto do Universo, no novo ano de vida;

é um ano com trilha nova e desconhecida.

Ampara-me, Seja o meu refúgio e castelo forte.

Sob Tua bênção divina não temerei nem a morte.

Anima-me, quando medos assustam o coração,

Consola-me, segura-me por Tua mão.

Permite que Tua Palavra seja luz no meu caminhar.

Teu braço forte me segura quando eu fraquejar.

A cada nova manhã que Tu, G.A.D.U., me envias,

confio na Tua promessa: que Tu me amas e me guias.

Amém.


Manutenção de Um Direito






Se dúvida houvera quanto à condição do índio brasileiro em relação ao Estado, a Constituição Federal de 1988 afastou inteiramente a hipótese, ao reconhecer o povo indígena sob diversos aspectos: a “sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições” além dos “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”... Deixou de vigorar no Brasil aquele velho estatuto da tutela, ou proteção especial que se dedicava às minorias indígenas.

O índio passou, então, a gozar dos direitos conferidos aos cidadãos em geral e assumir os deveres que a todos são imputados. Os indígenas brasileiros ganharam, por assim dizer, a sua maioridade e são, hoje, cidadãos brasileiros com todas as regalias legais que o Estado atribui aos cidadãos em geral.

O modo de relacionamento entre a sociedade dita civilizada e os primeiros habitantes de nossa terra evoluiu, portanto, dos conflitos iniciais pela propriedade fundiária entre dois agentes econômicos impessoais para o reconhecimento do aspecto humano do processo, assumindo, a parte julgada mais forte, o papel de protetora da população já vencida, a qual, finalmente é incorporada ao sistema jurídico moderno com todos os direitos e obrigações.

Entre os direitos de que modernamente gozam os indígenas está aquele de ter assistência médica pelo Sistema Único de Saúde – SUS, em condições iguais à que é oferecida a qualquer cidadão, conseqüência natural de sua absorção, de sua integração na sociedade civil, onde talvez figurem entre os mais necessitados de tal assistência, dado o baixo nível de resistência ao contato com uma cultura invasiva.

Não é crível, portanto, que essa parte da cidadania lhes seja retirada, como se propala em círculos ligados à população indígena. Seria suma injustiça, aberrante violação da Carta Magna do Brasil e discriminação intolerável de um estatuto estabelecido pela consciência democrática nacional, tão viva entre nós nos dias atuais.

Acreditamos que tais informações não passem de rumores inconsequentes e que as autoridades governamentais possam manter sempre o alto respeito à igualdade entre as nossas populações e cidadãos, como, aliás, vivemos nestes quase trinta anos da restauração do Estado de Direito.


2 de dezembro de 2011

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral



Fonte: Sec:. Geral de Comunicação e Informática/GOB