Fonte: Blog Espaço Aberto.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Erudição Maçônica
“A erudição profana encontra-se bem superior ao preparo maçônico.” (J. M. Ragon).
Com base nesta assertiva passo a fazer algumas colocações: erudição não é somente ter um profundo conhecimento sobre certa área do conhecimento humano; também significa instrução, cultura vasta e variada, não exprimindo um pós-doutorado em determinado assunto.
O Maçom tem o dever de aperfeiçoar diuturnamente seus conhecimentos sobre Ordem e suas áreas afins. Neste âmbito podemos citar como exemplo: história da Maçonaria, de sua Obediência, de sua Loja, do Rito que pratica e de sua Pátria.
Para que o Irmão se torne um conhecedor, no presente caso um homem capaz de difundir a doutrina maçônica, se faz necessário comprometimento, ou seja, se conscientizar do compromisso assumido quando foi aceito Maçom.
O ato de assumir este compromisso implica em dedicar algumas horas da semana a sua Loja e consequentemente a sua Obediência. Esta dedicação pode ser materializada de diversas formas: com pesquisas relativas a assuntos maçônicos ou correlatos, ser voluntário nos trabalhos administrativos dos entes a que pertença ou participar de ações sociais ou filantrópicas
Este procedimento contribui para o engrandecimento intelectual e filosófico dos membros da Fraternidade e, obviamente, seu cabedal como Homem Livre e de Bons Costumes estará se acentuando.
Um Maçom preparado pode contribuir para que a população externa seja orientada sobre a finalidade e doutrina da Ordem Maçônica, dirimindo preconceitos que ainda existem na maioria dos brasileiros.
Quanto ao tema abordado no Tempo de Estudo este não deve ser em torno de temas sectários, uma vez que assuntos desta natureza em nada contribui para o engrandecimento da humanidade, podendo concorrer para a segregação de Irmãos conforme nos mostra a historia da Ordem.
O Maçom não deve se furtar das discussões de relevância que contribuam para o engrandecimento da humanidade, porém ao abordar estes temas deve observar os princípios normativos que regem a nossa Instituição. Como arquétipo cito a proibição de discussão de matéria político-partidária, religiosa ou racial dentro dos templos ou, fora deles, em seu nome. Nestes assuntos a paixão aflora, gerando, portanto, o famigerado proselitismo, procedimento que deve ser diuturnamente combatido pelos Maçons.
”Pode haver livre-pensamento quando se teme a controvérsia?” ¹ (Sic)
Não se deve confundir sectarismo com controvérsia. O substantivo feminino controvérsia significa debate civilizado sobre determinados assuntos. Sectarismo é radicalismo que sempre se opõem a tolerância, uma das características que deve nortear os atos e fatos protagonizados pelos iniciados nos nossos sublimes mistérios.
Agindo com responsabilidade, seguindo os ensinamentos maçônicos e buscando o aprimoramento intelectual, o Maçom ampliará seus bens intelectuais e morais que serão usados para diminuir a distancia entre a erudição profana e o conhecimento maçônico.
“A pior maneira de não chegar a determinado lugar é pensar que já está lá.” (autor desconhecido)
¹ André Otávio Assis Munis. Reflexões sobre Franco-Maçonaria e Razão. Artigo. 3 p.
Fonte: Blog Irmão Ponto de Vista.
Frases do nosso Cotidiano
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"Oficializa a gazeta. Agora, o deputado oficialmente só precisa trabalhar de terça a quinta-feira. Em vez de dar instrumentos moralizadores, aprovam-se instrumentos para desmoralizar ainda mais a instituição." Rubens Bueno (na foto), deputado federal (PR) e líder do PPS, sobre projeto de resolução aprovado na Câmara, que altera dispositivos do Regimento Interno da Casa para oficializar as sessões de segundas e sextas-feiras como reuniões apenas de debates. |
Fonte: Blog Espaço Aberto
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Cerimônia de Iniciação dos Irmãos Bruno Gemaque e Reinan Abreu
Irmão A. M. BRUNO CÉSAR GEMAQUE DA FONSECA SANTOS, Venerável Mestre AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO e Irmão A. M. REINAN CLEYTON BARBOSA ABREU
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No dia 20 de outubro, o nosso Venerável Mestre AMARILDO ANDRÉ DE ARAÚJO presidiu a belíssima Cerimônia de Iniciação dos Irmãos BRUNO CÉSAR GEMAQUE DA FONSECA SANTOS e REINAN CLEYTON BARBOSA ABREU, com a participação de todos os Obreiros do quadro desta Oficina e dos Irmãos OSCAR FERNANDES LEIS FIGUEIREDO - da Loja KABBALAH e LOURIVAL MONTEIRO LOBATO - da Loja CAVALEIROS DO ORIENTE.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
O "Grande Arquiteto do Universo" é uma Divindade Maçônica?
É conhecido o facto de os maçons se referirem ao Criador como o "Grande Arquiteto Do Universo". Todavia, muitos equiparam essa expressão a outras, próprias de cada culto ou religião, no sentido de considerar o "Grande Arquiteto Do Universo" uma "divindade maçónica", assim como se pode dizer que Krishna é o nome de uma divindade Hindu, Allah o nome da divindade muçulmana, ou YHVH o nome da divindade judaica.
A expressão "falsos deuses" é paradigmática de uma postura de intolerância perante uma fé distinta da de cada um, segundo a qual "se o meu Deus é o verdadeiro, os dos outros só podem ser falsos". A postura da maçonaria a este respeito é a de que a Divindade é única, não obstante cada um Lhe chamar nomes diferentes. Assim, para um maçon não há "falsos deuses", mas antes distintas interpretações do divino; se são falsas ou não, é matéria não de discussão, mas de respeito e tolerância pela diferença e diversidade.
É natural, porém, que quando pensamos em "Allah" evoquemos as características que Lhe são atribuídas pelos seguidores do Islão, e um fiel de uma religião estranhe que se chame ao "seu" Deus uma coisa diferente daquela a que está habituado. No entanto, como fazer se cada um se refere ao Criador de um modo diferente?
Ao adotar a expressão "Grande Arquiteto Do Universo", a maçonaria não pretendeu "criar uma nova divindade", ou substituir o Deus de cada um. Pelo contrário, cada maçon é instado a cumprir com os preceitos da sua fé.
Procurei um paralelismo para explicar o conceito, e creio que o encontrei: o "Grande Arquiteto Do Universo" é um pouco como o "Dia da Mãe". No Dia da Mãe não se comemora alguém que todos reconheçam como "mãe universal"; pelo contrário, cada um comemora, sob a égide do termo universal "Mãe", ninguém menos do que a sua própria mãe - cada um a sua!
O mesmo se passa com o Grande Arquiteto do Universo. Não é um novo Deus; é o mesmo Deus que cada um já conhece, sob um nome que a todos sirva.
Paulo M.
Fonte: Blog Irmão A Partir Pedra.
Pesquisas Eleitorais do 2º Turno em Belém
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