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sábado, 8 de janeiro de 2011

Escolha As 7 Maravilhas do Pará



O Jornal "O Liberal", de propriedade das Organizações Rômulo Maiorana, está realizando um concurso par escolher "As 7 Maravilhas do Pará". Leia o texto disponibilizado no Portal ORM : Entre muitas belezas do nosso Estado estão em votação lugares previamente selecionados por sua beleza, importância ambiental, importância histórica e cultural. Vote e escolha as belezas que serão eternamente lembradas e preservadas para as futuras gerações de paraenses. Você poderá votar pelo portal ORM ou pelos cupons que serão depositados nas urnas das lojas de Classificados de O Liberal.

Clique aqui para votar : "As 7 Maravilhas do Pará"

A Burocracia e a Loja




Uma Loja maçónica não se dedica apenas ao estudo do simbolismo, ao compartilhamento de saberes, experiências, opiniões, reflexões, nem à execução e aperfeiçoamento rituais, nem ainda às cerimónias próprias da Arte Real. Uma Loja maçónica tem também que assegurar a parte burocrática do seu funcionamento.


Muitas Lojas têm, por natureza, esse fardo aligeirado, porquanto constituíram associações de direito civil que lhes conferem personalidade jurídica e é no âmbito dessas associações e dos seus Corpos Gerentes que as tarefas burocráticas inerentes às obrigações do coletivo perante o Estado são realizadas. Mas, ainda assim, muitas tarefas de cariz burocrático respeitam apenas à Loja e são responsabilidade dela própria.


A forma de lidar com estes assuntos são diversificadas. Temos desde a forma de funcionamento de muitas (talvez a maior parte) das Lojas americanas, que dedicam grande e enfadonha parte de muitas das suas reuniões a aprovar, uma por uma, as despesas da Loja e do Templo, por mais corriqueiras (eletricidade, água) que sejam - porque só se paga o que for autorizado em Loja que seja pago - às Lojas que delegam numa Comissão de Oficiais o tratamento dessas questões, limitando-se a, em regra anualmente, tomar conhecimento dos relatórios das atuações tidas e a preconizar as diretrizes a serem seguidas no ano subsequente.


A Loja Mestre Affonso Domingues está entre estes dois extremos. Muitas matérias são decididas pelo Venerável Mestre ou pelas Luzes (o Venerável Mestre e os dois Vigilantes), ou por uma das Comissões de Oficiais (Administrativa, de Beneficência, de Justiça). Mas um número não negligenciável de assuntos são, quer por razões e prática rituais, quer por tradição, quer pela prática da Loja, decididos em sessão de Loja: assuntos disciplinares (felizmente, poucos e raros), de fixação de quotas ou comparticipações para despesas, admissão de novos elementos, alterações regulamentares, opções de gestão ou de organização, etc..


Consoante as solicitações do género, o Venerável Mestre pode optar por diluir o tratamento das questões burocráticas no trabalho geral, reservando um espaço de tempo, geralmente curto, para resolver uma ou duas questões dessa natureza por sessão, ou, se o volume ou complexidade das matérias que há que tratar é grande, dedicar uma ou duas sessões (de preferência sem serem seguidas) para arrumar os assuntos burocráticos todos de uma vez e por um tempo razoável.

As questões administrativas são cansativas e nada apelativas – todos o sabemos. Mas é indispensável delas tratar. Uma orquestra executa música e é isso que os músicos gostam de fazer. Mas uma orquestra não conseguirá produzir música de qualidade se os músicos não se dedicarem às menos interessantes tarefas de cuidar dos seus instrumentos, de bem os guardar, de organizar a sua colocação na sala de concertos, de preparar as pautas, enfim, todas as “questões administrativas” menores mas indispensáveis para que a orquestra execute música.


Também uma Loja maçónica não pode abstrair das questões de organização e de gestão administrativa. Consideramo-las menores e aborrecidas. Mas são essenciais para nos podermos dedicar ao que gostamos de fazer, ao que queremos fazer, ao que necessitamos de fazer: aprender em conjunto a ser cada um de nós um pouco melhor a cada momento.


Gostamos de aparelhar, polir e pousar nossas pedras no Templo que ensaiamos de construir. Mas só o podemos fazer devidamente se mantivermos as nossas ferramentas em ordem, o nosso local de trabalho ordenado e agradável, os nossos materiais preparados e ordenados.


Costuma-se dizer que tão necessários são os solistas como os carregadores de piano. Nós, maçons, procuramos levar mais longe essa ideia: carregamos o piano e os outros instrumentos, ensaiamos e tocamos em conjunto e, quando podemos, ainda nos atrevemos, aqui e acolá, a uns solos...

Numa Loja, como em quase tudo na vida, todos gostamos de brilhar. Mas, para o conseguir, também é preciso puxar do pano e da solarina...


Rui Bandeira


Fonte: Blog Irmão A Partir Pedra.

Um Olhar pela Lente




Antes de se pôr, o Sol derrama seus raios sobre o Ver-o-Peso.

A foto é de Fernando Sette Câmara, no seu álbum de Belém.


Minuto Maçônico

ÁGUIA

1º - Esta ave de rapina, pelas qualidades que lhe foram atribuídas, desde a mais alta antigüidade, tornou-se um dos símbolos mais apreciados da humanidade.

2º - No Egito, na Pérsia e na Grécia, esta ave foi consagrada ao Sol. Foi a ave de Júpiter, entre os gregos, e o emblema da Divindade Suprema entre os druidas.

3º - É o símbolo de cada vidente que olha a luz astral e nela vê a sombra do passado, do presente e do porvir, tão facilmente quanto a águia olha o Sol. Na Cabala, a águia figura o Oriente, o que está à nossa frente; é a imagem de Uriel, o anjo do fogo purificador. (H. P. Blavatski)

4º - Por todas estas razões, a Águia entrou no simbolismo maçônico, onde tem um lugar proeminente, pois que, pela sua força, velocidade, tamanho e valor, ela foi considerada a primeira entre as aves, tornando-se o símbolo do que há de maior e de mais poderoso.

5º - Achando-se ligada a São João Evangelista, que em Maçonaria, simboliza o Solstício de Inverno, a Águia representa esta estação nos banquetes maçônicos.

Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM

ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285

GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo

Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br