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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Templo Maçônico

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Autor: Irm. Luciano Caetano de Sousa
Fonte: A Trolha.

Contribuição do Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, ARLS Duque de Caxias IX Nº 2198 - GOEPA/GOB, Or. de Belém/PA.

Socorro aos Irmãos Haitianos


O Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva,  manifestou-se através de mensagem aos Maçons, com o seguinte texto:




Dia após dia, o mundo toma conhecimento de como se arrasta a situação do Haiti diante dos esforços multinacionais pela recuperação do país vítima de catástrofe natural, mas inesperada.

O drama pessoal dos atingidos pelo terremoto do dia 12 tem um aspecto trágico indescritível, subjacente, sem dúvida, nas superficiais informações da mídia.

Estimulante, é verdade, a pronta solidariedade mostrada pela comunidade internacional, tão logo as tristes noticias começaram a percorrer o mundo e emocionantes os gestos pessoais de generosidade, traduzidos em milhões de dólares e veiculados para conhecimento da opinião pública.

Salientamos os esforços dos militares no território haitiano, sejam as tropas de paz da ONU, comandadas pelo general brasileiro Floriano Peixoto, sejam unidades de outros países, destacando-se os Estados Unidos, todos empenhados em amparar as vítimas, com alimentação, assistência médica e moradia num ambiente de ampla cooperação castrense.

A remessa de doação ainda é dificultada pelas condições precárias de funcionamento das instituições insulares, inclusive o sistema bancário. Estamos aqui no Grande Oriente do Brasil, porém, diligenciando para facilitar a realização dessas operações, principalmente através de fornecimento de dados necessários aos Grão-Mestres Estaduais e a todos os Irmãos que desejarem participar dessa ação fraternal de um Iniciado Maçom.

Brasília, 29 janeiro de 2010.


Fraternalmente,


Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral



Abaixo vão as informações necessárias para a remessa de numerário.
Para remessa de valores, via instituição bancária:

1 - O numerário deve chegar na República Dominicana, para ser repassado ao Haiti;
2 - O banco que servirá de apoio é o Scotiabank, de sigla SWIFT;
3 - A sede do Scotiabank na República Dominicana (única agência) fica em Santo Domingo;
4 - O valor máximo a ser remetido é de três mil dólares;
5 - Pode ser remetido como “pequenos compromissos” e enviar em mais de uma remessa, de três mil dólares cada; uma nova remessa só poderá ser efetuada após o encerramento do ciclo da anterior;
6 - Remessa efetuada por Pessoa Jurídica requer a apresentação de  documentos que comprovem a arrecadação;
7 - Santo Domingo “trabalha” com dólar americano;
8 - Pode-se  “chegar lá”  por dois caminhos imediatos,  a saber:
I)    via Canadá  (Scotiabank, Toronto), em que real converte em dólar canadense, e dólar canadense converte em dólar americano,  ou
II)    via EUA (Banco do Brasil, Ag. Nova York), em que real converte em dólar americano e segue direto para Sto. Domingo;

9 - Cliente: Gran Logia de la República Dominicana (Fundo Haiti); número da conta 02-0020099;

10 - Via Scotiabank:
a) remeter para o Canadá é:
Scotiabank, Toronto
Swift:  NOSCCATT

b) Toronto para Santo Domingo é:
Scotiabank,Dominican Republic
Swift:  NOSCDOSD

Ou

11 - Via Banco do Brasil:
o banco remete para Nova York e, de lá segue para Santo Domingo é:
c) Scotiabank,Dominican Republic
Swift: NOSCDOSD

OBS: Qualquer que seja a situação é possível obter esclarecimentos na GECEX, 61-3310-1877; os procedimentos operacionais, se deixados a cargo deles, porém, serão cobrados.

Minuto Maçônico

O COMPASSO - I

1º - O Compasso é um dos instrumentos de trabalho e um dos atributos da Maçonaria. Entrelaçado ao Esquadro, ele é usado como o emblema da Ordem maçônica. 
2º - O uso simbólico do compasso é de grande antigüidade, sendo de certa forma circunscrito à Maçonaria. Na antiga China, sugeria ordem, regularidade e propriedade; as referências são abundantes na literatura medieval, aparecendo no brasão dos Maçons operativos. 
3º - O Compasso é retidão, harmonia e compreensão da Lei e de uma realidade superior. É a moderação dos nossos desejos, a compreensão e o conhecimento da verdade, estabelecendo as perfeitas relações entre as coisas. 
4º - O Compasso descreve círculos que se dirigem aos céus, dos quais descem as influências fecundantes. De fato, o Compasso é um símbolo masculino e representa a Potência geradora ou a Energia criadora da Divindade. 
5º - O Absoluto e o relativo acham-se representados pela ação do Compasso, que, por si mesmo, oferece a figura da dualidade (hastes) e da União (cabeça do Compasso).


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Convocação para a Sessão Administrativa desta quinta-feira, dia 28/01/2010


CONVOCAÇÃO

A A.R.L.S. "Duque de Caxias IX" Nº 2198, convoca todos os seus Obreiros para trabalharem em nossa primeira Sessão Administrativa  do ano de 2010, que ocorrerá em nosso Templo nesta quinta-feira, dia 28 de janeiro corrente.

Pauta da Sessão: 
19 horas: Reunião do Comitê de Assuntos Gerais;
20 horas: Seminário de Elaboração do Planejamento Estratégico da Nossa Sublime Loja (Continuação).

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS  OS NOSSOS OBREIROS !!! 


Minuto Maçônico

CINZEL

1º - É a ferramenta especificamente reservada ao Aprendiz e simboliza as vantagens da educação. 
2º - Movido pelo Maço, sem o qual seu emprego seria nulo, o Cinzel tem por missão fazer desaparecer as asperidades, isto é, os erros e os preconceitos. 
3º - Ao ser aplicado sobre a Pedra Bruta, o Cinzel é seguro com a mão esquerda, lado passivo, que corresponde à receptividade intelectual e ao discernimento especulativo. 
4º - O simbolismo do Cinzel é muito extenso. Simboliza a inteligência, porque, com ele, o artista lavra o mármore e faz prodígios na pedra tosca. É o símbolo do progresso humano, da Razão, sendo também, como o Malho, o da Arquitetura, da Escultura e das Belas Artes. 
5º - Em Maçonaria, o cinzel é também o emblema do senso crítico, do discernimento na investigação e deve, sob os golpes do Malho, afastar o supérfluo, corrigir os erros e dar uma forma ao informe.


Lembre-se,

MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ

(saber - querer - ousar - calar)

Rui Tinoco de Figueiredo - MM
ARLS 8 DE DEZEMBRO - 2285
GOSP/GOB Guarulhos - S.Paulo


Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Edital de Convocação do Capítulo Hipólito da Costa Nº 48 de Maçons do Arco Real


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Viva a ARLS DUQUE DE CAXIAS IX Nº 2198




O Irm. Antonio Nuno Pereira de Vilhena, poderoso Secretário Estadual de Educação e Cultura do Grande Oriente do Estado do Pará, um dos IIr. fundadores desta Loja, que permanece em plena atividade com destaque no Quadro de Obreiros, nos relata sempre com alegria e muita emoção que a ARLS DUQUE DE CAXIAS IX foi fundada no ano de 1974, com o nome de "Glória e Cultura", filiada a Glória do Ocidente, do Estado do Amazonas, tendo o seu quadro de Obreiros a época constituído em sua maioria por professores universitários e da rede pública de ensino.

Somente no dia 22 do mês de janeiro do ano de 1983, a Loja "Glória e Cultura" foi transformada para o nome atual de ARLS "DUQUE DE CAXIAS IX", visando a sua regularização junto ao Grande Oriente do Brasil.

Atualmente, três Obreiros fundadores nos presenteiam fortalecendo as colunas nas Sessões regulares juntamente com os demais Obreiros, o Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, o Irm. MI Antonio Jaime Machado da Silva Carneiro e o Irm. MM Édson Seixas de Aquino.


A nossa Augusta Loja, em festa, está cumprindo os prazos estipulados no roteiro operacional do Seminário de Elaboração do nosso Planejamento  Estratégico, um marco na nossa história e o nosso maior presente neste aniversário da nossa amada e sublime ARLS DUQUE DE CAXIAS IX Nº 2198.

Parabéns Obreiros !!!

A Acácia Amarela

Postura e Comportamento do Maçom, em Loja

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Autor: Irm. José Castellani.
Fonte: A Trolha.

Contribuição do Irm. MI Antonio Nuno Pereira de Vilhena, ARLS Duque de Caxias IX Nº 2198 - GOEPA/GOB, Or. de Belém/PA.

Solidariedade ao Haiti

Pronunciamento do Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva



Mais de dez dias depois do primeiro grande terremoto que atingiu seu País, o povo do Haiti continua inerme, dependendo totalmente da solidariedade exterior para sair da situação catastrófica em que se encontra, principalmente agora, quando um segundo grande tremor atingiu a sua capital.
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Não obstante os esforços mundiais, os problemas se agravam, às vezes criados pelo próprio ato de praticar a solidariedade, como é o caso da distribuição de alimentos seguida da ocorrência de distúrbios num País com a estrutura estatal destruída, com a bandidagem à solta, de um lado, e policiais corruptos, violentos e famintos, do outro.
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São dificuldades surgidas, inevitavelmente, da dimensão do desastre que se abateu sobre aquele povo irmão e que têm de ser superados pelo “ braço forte e mão amiga” de todos os socorristas, para usar uma legenda das nossas forças militares que, sob orientação da ONU e o comando brasileiro, operam no local da tragédia.
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Neste momento, Maçons de todo o mundo, impelidos pela força da alma, que nos induz a praticar o bem, e pelos compromissos assumidos nos sagrados juramentos perante a Ordem, voltam-se com compaixão e sentimento de fraternidade humana para os sacrificados irmãos haitianos e de formas variadas procuram mitigar a desgraça que os atingiu.
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Muitas vidas brasileiras foram ceifadas nos infortunados acontecimentos, contando-se entre os mortos militares em função de paz, civis movidos por seus generosos corações para uma zona de perigo, onde seres humanos desamparados necessitam de apoio material e espiritual para enfrentar dias tão desalentadores.
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Reverenciemos os nossos mortos, apoiemos as ações de governo que o nosso País vem realizando em favor do sofrido povo, homenageemos os nossos soldados e oficiais pela coragem que demostram em solo estrangeiro e em perigo imediato para salvar vidas e pacificar a vivência social.
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Mais lembremo-nos de que nas circunstâncias atuais é dever de honra de cada Maçom brasileiro, de cada Venerável-Mestre, de cada um em seu grau de responsabilidade dentro da Maçonaria, o dever honra de empenhar o seu valor pessoal na grande missão de resgate do povo do haitiano para uma vida com dignidade, felicidade e progresso.
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22.01.10


Fraternalmente,


Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral